História Shadow of Your Love - Slaxl - Capítulo 10


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Categorias Guns N' Roses, Slash
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Personagens Originais, Slash, Steven Adler
Tags Axl Rose, Duff, Izzy, Slash, Slaxl, Steven, Yaoi
Visualizações 46
Palavras 2.754
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, LGBT, Musical (Songfic), Romance e Novela, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


SIM. FAZ MUITO TEMPO. ME DESCULPEM.
Que saudades que eu estava s2
Não vou enrolar muito!
🌹Boa Leitura🌹

Capítulo 10 - A Popcorn Or A Beggar?


Fanfic / Fanfiction Shadow of Your Love - Slaxl - Capítulo 10 - A Popcorn Or A Beggar?

Los Angeles, Califórnia 

Rainbow

POV's Slash 

- Steven Adler é o nome do cara? - Rose perguntou, desinteressado.

- É, sim. Ele é meu amigo há alguns anos... Nós brigamos. Mas eu aposto que se eu ligar para aquele doente ele vem correndo.O sonho dele é participar de uma banda...

- Eu não sou um realizador de sonhos. - Seu tom era sério, mas logo era de se perceber que foi apenas uma brincadeira. O ruivo sorriu. Parecia algo espontâneo. Eu amo seus sorrisos. - Mas nós estamos precisando. Ele quer. O que eu tenho a perder com isso?

- Paciência. - Eu disse, sorrindo. Lembrar-me de Stee é lembrar-me de querer dar um soco nele cada vez que ele falava alguma merda, que com certeza, não foram poucas vezes. - É sério, ele é insuportável, e inconveniente. Mas você se acostuma com ele.

- Caralho, Hudson... No que você está me metendo? Primeiro, você arruma uma girafa loira pra ser o baixista. Agora, quer me arrumar um cara deficiente mental pra ser o baterista? - Eu e ele rimos, simultaneamente. O momento era bom e agradável entre nós. Parece que tudo o que havia entre nós de ruim, em um passo de mágica, tivesse sumido. Mas eu sei que, uma hora ou outra, nós vamos ter que falar sobre o que aconteceu, e eu sei que não vai ser algo legal. É... Pensamentos assim não me deixam feliz. - Você está bem?

- Sim, estou, ruiva... Desde quando se importa?

- E quem disse que eu me importo?

- Suas atitudes.

- Eu perguntei isso por educação. Não é normal alguém sorrir e fechar a cara do nada...

- Além de se importar, é observador... Hum... Bom saber! - Eu exclamei, num tom divertido. Axl sorriu novamente, e me depositou um leve tapa no braço. - Ei!

- Isso é por tirar conclusões precipitadas sobre mim, caralho. Eu não me importo. Nem observo. Era só notável demais pra passar em branco.

- Assim como o seu sorriso... - Eu murmurei, embargado pela incrível sensação de olha-lo. Seu sorriso desfez, e seu olhar, que estava brilhante, se tornou algo curioso, como se estivesse procurando algo. Ele achou esse "algo", em meus lábios, onde seu olhar estava fixo. Sem que nós percebecemos, estávamos nos aproximando, cada vez mais. Eu estava pronto para sentir o gosto de seus lábios mais uma vez, até que os dois vagabundos chegaram, com algumas garrafas na mão.

- Hey, hey! Chegamos, e trouxemos... Wow.... - Duff parou de andar, assim que reparou o que estava pra acontecer. Ele já devia estar um pouco bêbado, eu posso arrumar alguma desculpa. - Quando me disse que gostava de ruivas, não achei que fosse o Axl Rose, cara...

- Ah, cala a boca, McKagan! - E eu tinha a certeza que o incoveniente era o Steven... - Eu só estava... Vendo se não ficou nenhuma marca no rosto dele!

- Claro, claro! Devia estar fazendo isso, mesmo... Pode falar que está chapado e que confundiu ele com uma ruiva gostosa, não vamos te julgar! - Ele está bêbado, definitivamente.

- Eu vou socar os dois... - Axl disse baixo, com os punhos cerrados.

- Acalme-se, William. Você acabou de sair de uma briga. - Izzy disse, quase que o reconfortando e lhe entregou uma garrafa de Jack Daniel's. Os dois se sentaram em um dos dois sofás, que lá havia. - Não é por nada, não... Mas acho que não é legal ficarmos bêbados nos fundos de um bar.

- É, eu também acho. Ainda mais quando no meio dos bêbados está incluso Duff McKagan.

- O que você está dizendo sobre mim? Eu sou completamente responsável, além de que eu bebo... Bebo. Com consciência! - O loiro olhou para os lados, procurando alguma coisa, que eu não entendi o que era. - Onde está a minha vodka?

- Na sua mão, caralho. - Eu esfreguei as minhas mãos na cara, não acreditando no nível em que ele já se encontrava bêbado. Não são nem duas da manhã. - "Eu bebo com consciência!" - Tentei imitá-lo. Saiu algo patético, mas ao menos, fez Axl e Izzy rirem.

- Não é culpa minha se eu não enxerguei! Você é tão chato às vezes, Saulie...

- S-saulie? - Axl caiu na gargalhada, o que me fez corar. É, esse apelido não é digno de um homem como eu. - Puta que pariu, Slash! Mas que merda! Apartir de agora eu vou te chamar apenas e exclusivamente de Saulie!

- Muito obrigado, Michael... Agora eles vão me zoar para o resto da vida!

- Uma hora ou outra, eles teriam que saber sobre sua face obscura, não é?

- Sinceramente, eu não vou gastar minha saliva com você, McKagan.

Um silêncio intrigante se instalou na sala. Agora, éramos apenas cidadãos recém bêbados, olhando para o chão, pensando no que fazer. Com uma tosse, um tanto forçada, Izzy o quebrou. A atenção de todos logo se voltou para ele.

- Bem... - O moreno começou. - Não é legal que fiquemos aqui. Nem lá fora. Acabamos de fazer um show. Acho que é melhor irmos agora.

- Mas... Agora você quer dizer, tipo, nesse momento? - Eu perguntei, confuso. Porra, são quase duas horas! - É que está bem tarde, né...

- Eu sei o que está insinuando, Slash... - Izzy revirou os olhos e voltou a me encarar. - Sim, você e a girafa podem passar mais essa noite lá. Minha casa já está parecendo um puteiro, mesmo...

- Ah, então tá... - Eu suspirei, aliviado. Mais uma noite com a ruivinha branquela. Ah, Slash, não pense nisso... - Vamos, então?

- Achei que ficaria mais animado, cara... Afinal, é a sua ruivi... - O incoveniente da vez sussurrou, para que apenas eu ouvisse. Sem pestanejar, eu lhe dei um soco forte no braço.

- Duff! Porra! Não é a "minha ruivinha". Eu não gosto dele. É um homem. É o Axl Rose.

- Ah, tudo bem, Saulie. Eu não vou insistir nisso, ok? Quando você quiser falar comigo eu vou estar aqui. Mas não agora. Eu só quero me drogar.

- Eu sei disso. Eu também quero... - Eu bufei e me levantei do sofá. Todos fizeram o mesmo, e nós saímos do lugar, levando apenas as garrafas e alguns saquinhos com drogas e seringas. Se tudo rolar conforme o que eu estou achando que vai ser, essa vai ser uma noite e tanto.

 [...] 

O caminho até a casa de Isbell foi silencioso. Até demais. Claro, a não ser por Duff cantarolando alguma música e pelo barulho de Jack Daniel's descendo pela goela dos quatro bêbados. Por um milagre, Axl não estava reclamando de alguma coisa pequena que fosse. Quer dizer, isso é realmente um milagre. Mas parece que ainda falta alguma coisa...

- Chegamos! - O guitarrista exclamou, empurrando a porta de sua casa. - A girafinha ainda não conhece nada por aqui. Mas sei lá... Só fica á vontade, cara! Mi casa, su casa!

Em pouco tempo, todos já arrumaram um lugar para ficar. Duff injetava uma seringa no braço, alegremente, em um dos sofás. Izzy fazia o mesmo, mas em outro sofá. Rose estava bebendo - e muito -, jogado em algum canto qualquer. Minha visão já não é muito boa, por conta da minha cabeleira incrível. A bebida e a droga só piora tudo. Esse é o preço que eu pago por tem um visual maravilhoso.

- Aquele seu amigo não vai vir? - Rose me surpreendeu com a pergunta, um tanto repentina. Ele aparentava estar tão bêbado quanto Izzy e Duff.

- Ah, é, uhum... Não, espera. Eu me esqueci de falar com ele.

- Ótimo! Agora é assim, não é? Eu não posso mais falar que você está dentro da porra da banda que você já começa com a sua irresponsabilidade idiota! Meus parabéns, porra!

- Vai se foder, cara. - Eu disse, me levantando calmamente do chão. - Tem a porra de um telefone aqui. Eu posso ligar pra... É, isso aí. - Estava difícil pensar agora.

- Então faz esse cu logo. Eu quero falar com você. - Falar com Axl Rose, e nós dois estando bêbados... Não é uma boa ideia, ruiva.

- Tudo bem... - Eu murmurei baixo, o encarando. Esse garoto estava me irritando. Muito.

Eu fui até o telefone, fazendo o mínimo barulho, para não acordar os outros caras, que já dormiam. O ambiente fedia a heroína, maconha e crack, além de, claro, vodka. Só faltou algumas groupies... Mas está tudo bem, para uma primeira noite, afinal, a vadia que eu quero está aqui.

- Ok, qual é a letr... Digo, número? - O telefone estava já em minha orelha, tudo o que eu precisava fazer era digitar, apesar de ter se tornado uma tarefa um pouco difícil. - Um... Sete... - Aos poucos, vagas recordações do número do telefone dele me vieram a cabeça. Eu só espero não estar digitando algo errado.

-- Ligação On -- 

- Alô? 

- Alô... É... Com quem eu tô falando? 

- Hum... Depende, com quem você quer falar? - Pela lerdeza, eu já pude ter certeza que era ela. 

- Michael Coletti. Steven Adler. 

- Ah tá, espera que eu vou chamar... Espera aí, sou eu! Quem é?

- Saul Hudson. Slash. Sou eu, cara. 

- Slaaaaaash!  Eu sabia que iria me ligar! Não aguentou e sentiu minha falta, não é?! 

- É, também.- Não era exatamente isso, mas eu não queria estragar a alegria do meu amigo. - Mas, eu queria, quero, na verdade, falar sobre uma outra coisa. 

- Cara, estou tão feliz! Não nos falamos há alguns anos!- Exagerado, como sempre. Não se passaram nem três semanas.-

- É, Steven. Eu estou muito feliz, também! Mas eu quero falar sobre algo sério. - Eu murmurei, soltando uma pequena risada.

- Ah, me desculpe! É que eu estou animado. Pode falar!

- Eu vou resumir a história: Eu arrumei uma banda legalzinha pra tocar, ela parece ter um rumo, e...

- E VOCÊ QUER QUE EU VÁ TOCAR NELA COM VOCÊ?- Steven começou a berrar do nada, o que me fez afastar um pouco o telefone. - SIM, SIM, SIM! ONDE FICA? 

- Eu não disse isso, mas ok... Fica a três quadras do Rainbow. É uma casa branca, você acha fácil. 

- Tudo bem! Amanhã estou aí. Me espere, Saulie! 

-- Ligação OFF --

- E o horário?... Stee? STEE! Merda. - Ele havia desligado. Eu não vou me dar o trabalho de ligar de novo. Não mesmo. Esse cara deve estar completamente drogado, vai chegar tarde.

POV's Axl Rose

- Falou com seu amiguinho? - Eu disse, indiferente. Algo em mim não gostou nada desse diálogo.

- Ah, você ainda tá aí... É, eu falei com ele.

- Ótimo. Ele aceitou?

- Sem pensar duas vezes. - O moreno veio até mim, e se sentou ao meu lado. Caralho, qual o problema dele? - Ele vem amanhã. Mas não disse a hora.

- Como não?! Eu vou me acabar nas drogas daqui a pouco, e não quero nenhum filho da puta me acordando cedo.

- Relaxa, ruiva. Ele se droga mais do que eu e você juntos, pode acreditar. Se ele estiver aqui duas da tarde, vai ser cedo.

- Eu espero mesmo. Se ele vier aqui cedo, eu vou expulsa-lô, é sério.

- Calma, Will... - Ele riu fraco. - Ele não vai fazer isso.

- Se você diz... - Eu dei um longo suspiro e peguei uma garrafa de Jack Daniel's, que estava em cima da mesinha de vidro. - Vai um gole?

- Agora não. Prefiro fumar um pouco. E estou cansado, não vou demorar a dormir.

- Porra... Não achei que você fosse um tiozão que não aguenta mais nada, Saulie. - A última palavra, eu pronunciei de uma forma provocativa. Esse apelido é ridículo, e combina com ele. Percebe-se que Slash o odeia.

- Quem parece não aguentar nada mais é você... - Ele se aproximou de mim. Eu sei que por trás daquela juba, ele está me olhando fixamente, e isso irrita. Ainda mais pelo fato de o que ele falou, faz referência á noite, aquela noite. A única saída que eu vejo e me fazer de desentendido e continuar com a expressão serena, que eu jurava que estava. - Aliás, sobre o que queria conversar?

- Ahn... E-eu? Conversar? Eu não queria conversar sobre nada. - Menti. Está tenso demais para conversarmos.

- Engraçado, não é? Dá última vez que gaguejou, quem estava rindo, era você. - Slash começou a rir, de uma maneira um tanto forçada. - Quem ri por último, ri melhor não é? - De uma maneira sedutora, ele sussurrou e segurou meu queixo. Quem esse merda pensa que é?

- Me solta, filho da puta! - Eu dei um soco meia-força em sua mão, e me afastei um pouco. - Da próxima vez, o soco vai ser no meio da sua cara de cu.

- Não vai ter próxima vez. - Ele murmurou, e provavelmente sorriu. - Boa noite, William Axl Rose.

- Boa noite, porra. - Eu não estou com paciência pra falar o nome nojento dele. - Sonha com o capeta te comendo.

- Você é muito engraçado. - Seu tom de deboche marcou presença. Ele se virou para o lado oposto em que eu estava.

Izzy e a girafa já dormiram. Saul não demoraria muito, também. Ficariam só eu, e meus pensamentos. E eu não gosto de ficar com meus pensamentos. É estranho. Acho que a única opção é dormir... Mas claro, não sem antes injetar alguma coisa.

A seringa estava ao lado, só esperando que eu a colocasse. Foi o que fiz. Sim, agora eu posso dormir.

 [...] 

"- Ei, tem alguém aí? Abram isso!"

Foi a forma desagradável que eu acordei. Quer dizer, com que me acordaram. Pelo barulho - ou a falta dele -, mesmo sem abrir os olhos, eu consegui perceber que nenhum vagabundo daquela casa havia acordado. E como sempre, as coisas caem nas costas de W. Axl Rose.

Meus olhos se abriram lentamente. Eles estavam ardendo, pra caralho. Minha cabeça latejava, e algo - ou alguém - estava fazendo uma forte pressão contra meu ombro. Ao olhar para o lado, eu vi que se tratava de Slash. Ele dormia profundamente, em meu ombro. Confesso que a cena foi legal. Seus cabelos encaracolados são bem macios.

"- Alguém?" 

Mais uma vez, alguém gritou do lado de fora, mas agora, batendo - lê-se espancando - a porta. É, de qualquer jeito, eu vou ter que atender essa merda.

Coloquei a cabeça dele, delicadamente, encostada no sofá em que estávamos encostados. Levantei-me do chão e fui até a porta. Eu espero muito que não seja o tal de Steven Adler, afinal, são nove da manhã, e Saul disse que ele não viria cedo.

A cena com que me deparei, quando cheguei a porta, não foi legal. Por ela ter vidros, deu pra ver o indivíduo que estava lá fora. Era um cara, não tão alto, com cabelos loiros, completamente bagunçados. Mas não, isso não me assustou. O que me assustou, foi a cara de louco dele, juntamente com seus pulinhos estranhos. Eu tenho certeza que é um mendigo querendo comida.

- Ei, você! - O loiro apontou para mim. Claro, ele deve ter me visto, mas não vou abrir a porta, ainda.

- Eu?

- Sim! Abra a porta!

- Não, porra! Você tem cara de doente! - Ele colocou sua cara no vidro, deixando-o mais assustador ainda.

Eu não tive outra reação, a não ser ir acordar Slash. Se não for um mendigo, e for o tal Adler, ele vai saber.

- Ei, Slash... Acorda, cara! - Eu disse baixo, balançando ele pelo ombro. - Vamos, porra!

- O que você quer, Axl? Vai dormir... - O moreno respondeu, ainda sonolento.

- Não, porra! Tem um mendigo na porta. Eu preciso de ajuda.

- Um mendigo? Cala a boca, você sonhou.

- Slash, porra, é sério. Ele tem cabelos loiros e cara de louco.

- Cabelos... Loiros? - Imediatamente, ele se levantou, e me encarou. Seu olho estava vermelho, menos que o meu.

- Sim! Você o conhece?

- Eu posso ter uma ideia de quem é.- Ele foi andando na frente, e eu fui atrás dele. Quando chegamos até a porta, a expressão do cara de fora mudou. Deixou de ser desesperada, para se transformar em um sorriso.

- SLAAAASH! - Então... Era mesmo o Steven Adler.

Continua...


Notas Finais


Me desculpem qualquer erro!
Espero que tenham gostado!
Até o próximo! #Leitorinhas fantasmas, comentem, eu não mordo! 😊❤️#
💞 Kisses 💞


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