História Shadow of Your Love - Slaxl (REFORMA) - Capítulo 4


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Categorias Guns N' Roses, Slash
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Personagens Originais, Slash, Steven Adler
Tags Axl Rose, Duff, Izzy, Slash, Slaxl, Steven, Yaoi
Visualizações 157
Palavras 1.712
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, LGBT, Musical (Songfic), Romance e Novela, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AAAAH, GENTE ❤️
Acabei de escrever e, sinceramente, estou satisfeita com o resultado. Espero que gostem 🔫❤️🌹
🌹 Boa Leitura 🌹

Capítulo 4 - I Said That?


Fanfic / Fanfiction Shadow of Your Love - Slaxl (REFORMA) - Capítulo 4 - I Said That?

POV Axl Rose

Estávamos carregando o peso morto - mais conhecido como Saul - pelas ruas daquele bairro miserável. Ele estava com a cabeça encostada no meu ombro, e o cheiro de álcool estava ficando quase que insuportável. Mas mesmo com esse cheiro, eu ainda conseguia sentir o aroma doce de seus cabelos caindo pelo meu ombro. Vez ou outra, ele murmurava coisas estranhas, como: "Sabe, eu gosto de batatas... Por que existem ET's?"

Ele é definitivamente estranho. Não estávamos tão longe assim, acho que de onde estamos até a casa de Izzy deve ser a distância de uma quadra... Se é que eu posso chamar de casa. Aquilo parecia uma galeria. Izzy gostava de deixar tudo nos mínimos lugares. Se alguém sujasse, ou tirasse algo fora do lugar, poderia se preparar para conhecer o demônio em pessoa.

- Will, esse cara deve estar passando muito mal. Não querendo ser chato, mas é que eu não quero vômitos no chão da minha casa, tudo bem?

- Você parece a minha mãe quando acaba de limpar a casa. Relaxa, Izzy.

- Não é isso, é que eu só não quero que minha casa fique fedendo...

- Hum... Acho que já entendi as coisas. - Eu o encarei e lancei meu melhor olhar malicioso, juntamente com meu sorrisinho cínico. Izzy o odiava e eu sei disso. - Você vai transar com alguma vadia hoje e não quer que ela pense que sua casa fede, não é?! Afinal, se a casa fede, imagina...

- CALA A BOCA, PORRA! - Ele interrompeu irritado. - Você é tão sem noção, William...

- Sou tão sem noção que aposto que é isso mesmo...

- Eu te odeio por saber tanto sobre mim. - Izzy murmurou e acelerou o passo, e eu fiz o mesmo. Percorremos o resto do caminho em silêncio. Não demorou muito para chegarmos. Ele pegou as chaves e abriu a casa, depois, me ajudou colocar Saul no sofá.

- Olha, William... - Izzy disse meio sem jeito enquanto coçava a nuca. - É... Daqui a pouco a garota vem, e... Bem. Eu acho que eu não passaria uma boa imagem com dois caras aqui na sala, ainda mais com um cara bêbado no meu sofá.

- Você gosta mesmo de passar boas impressões... - Murmurei irritado e me aproximei de Saul. Ele estava suando bastante. Com toda a certeza ele precisa de um banho. - Onde eu e ele vamos ficar? Embaixo da terra?

- Ora, não seja por isso. Vocês podem ficar no meu quarto enquanto nós transamos. - Provavelmente o que eu mais gosto na minha amizade com Izzy é a intimidade que nós temos. Eu não gosto de enrolação, e nós não temos isso.

- Certo. Me ajude a levar ele.

- Mais 5 dólares. - Eu fiz uma cara de "É sério isso?", ele apenas riu e me ajudou. Ele não está falando sério. Eu acho.

Nós agora estávamos sozinhos no quarto. Izzy estava provavelmente arrumando as coisas para a chegada da vadia. Por que eu ainda não me acostumei com isso? Eu, estava sentado na ponta da cama, ao lado esquerdo, Saul, estava deitado ao lado direito. O quarto de Izzy era realmente legal. Além de ser uma puta de uma suíte, os "adereços" do quarto eram simplesmente geniais. Ele gosta de tocar guitarra, eu lembro que fazíamos alguns covers de bandas que gostávamos, ainda quando estudávamos juntos. Há apenas uma guitarra no quarto dele, uma Gibson Arctic White, eu sei o amor incondicional dele por essa guitarra. Acho que se alguém ousar mexer nela, ele tem um treco. Eu mesmo - quase - nunca mexo nela. Bons tempos... Além da guitarra pendurada na parede, há também pôsteres de bandas que gostamos muito. Queen, Kiss, Led Zeppelin, entre outras bandas. Todos colados na parede, principalmente ao lado da guitarra. Do nada, uma ideia surgiu na minha cabeça. Cantar. Faz tanto tempo... Claro, eu às vezes canto naquela merda de igreja que minha mãe me obriga a ir, mas... Não é a mesma coisa. Muito menos as mesmas músicas. Por um momento, eu cogitei a ideia de pegar a guitarra dele e tentar alguns acordes, de repente, mas... É, melhor não. Izzy pode sair da transa dele e vir me xingar, se eu fizer isso. Talvez ele tenha algum violão por aí. Depois de procurar um pouco, achei um debaixo da cama dele. Sinceramente, eu não quero saber o porquê de ele esconder isso aí, e muito menos o que há mais lá debaixo. Pois é...

Fiquei pensando alguns minutos em alguma banda legal e logo pensei em Aerosmith. Eu ouvi essa banda praticamente quase minha vida toda, eu sei algumas das músicas. Ao pensar nessa banda, a música que vem na cabeça, automaticamente é " I Don't Wanna to Miss a Thing ". Acho que eu já devo ter tocado alguns acordes dessa música, não vai ser tão difícil.

- Ok, vamos lá...  I could stay awake just to hear you breathing

Watch you smile while you are sleeping

While you're far away dreaming

I could spend my life in this sweet surrender...

- I could stay lost in this moment forever

Every moment spent with you is a moment I treasure... - Saul acabou de cantar o primeiro refrão. Ele estava parcialmente acordado. Seu sorriso estampado no rosto o deixava radiante. - Parece que a ruivinha sabe cantar... E, olhe, para minha surpresa, canta muito bem.

- Saul... Você ainda está bêbado. - Eu sorri e olhei pra ele. Apesar de estar suado e aparentemente cansado, ele ainda ficava tão... Argh! Melhor parar de pensar.

- É, talvez eu esteja um pouco. Talvez. Mas eu sei reconhecer quando alguém canta bem, William Axl.

- Porra, você se lembra desse apelido?

- É claro. Eu não menti quando disse que combina com você.

- E... Quando... Quando você disse aquilo tudo? Estava mentindo?

- Aquilo.... Tudo?

POV Slash

Merda, merda, merda! O que eu fiz? Ou melhor, o que eu falei? Tudo bem, eu lembro vagamente, mas... NÃO!

- É, o que você falou. Inclusive, você me chamou de "Axl" quando falou. - Era perceptível que ele não queria se referir claramente sobre o que eu tinha falado. Eu entendi e não quis forçar a barra. Acho que o melhor a fazer é... Me fingir de retardado.

- Ah, sobre as batatas? Me desculpe. Eu estava meio fora de mim, é sério. Espero que eu não tenha dado tanto trabalho...

- É, sobre as batatas... - Ele lançou um sorriso um tanto quanto triste e encostou o violão na parede. - Tudo bem. Acho que todos nós já bebemos de mais alguma vez nada vida.

- É, eu também acho... - Um silêncio desconfortável se instalou entre nós dois. Rapidamente eu o quebrei. - Não sei se é demais perguntar, mas... Onde nós estamos?

- Uma longa história... - Ele bufou irritado, como se já tivesse feito isso alguma outra vez.

- Talvez você possa me contar ela, não é?

- Sim. Mas não agora. Você está fedendo pra caralho, babou enquanto dormia e sua roupa tá suja pra porra. Vai tomar um banho, talvez depois eu te conte. Talvez.

- Ah, qual é, Axl?! Eu só queria...

- Você só queria é o caralho. E meu nome é William. Vai tomar banho, agora. - Ele cruzou os braços e bufou novamente. Eu não posso aceitar ele falar desse jeito.

- Escuta, aqui, "Axl"... - Eu resmunguei em um tom meio nojento e me levantei da cama, depois, me aproximei de William e prensei a mão dele na cama, logo, ficando por cima do mesmo. - Você olhe bem como fala comigo. Eu não sou uma de suas vadias. Nem seu amigo direito eu sou. Eu quero que você seja ao menos educado comigo, por favor. - Eu disse firme, o encarando fixamente nos olhos. Pela primeira vez no dia todo, eu consegui ver medo e submissão nos olhos dele. Isso... Isso de certa forma me excitava. Aqueles lábios atraentes dele estavam me chamando. Mas... Não. Não aqui, nem agora. - Espero que tenha entendido o recado. - Sai de cima dele, que ainda estava perplexo com o acontecido e, sem dizer ao menos uma palavra, fui para o banheiro da suíte. Eu ao menos conhecia o lugar onde eu estava, mas eu preciso de um banho urgente. Ao entrar no banheiro, tranquei a porta e me despi. Liguei o chuveiro na temperatura mais quente que meu corpo conseguiria aguentar e entrei no box. Eu ainda pensava naquele maldito momento de alguns minutos atrás. Deixar ele lá, com seus próprios pensamentos... Não sei se foi algo bom. Mas isso só me excitava mais. Decidi que me aliviaria, mas não pensando nele. Isso só deve ser passageiro... Eu espero, muito.

(...)

Após alguns bons 15 minutos de banho, desliguei o chuveiro e me sequei com minhas próprias roupas... E foi aí que me lembrei: Que porra eu vou usar? Não posso usar sacos plásticos, nem papéis higiênicos como roupa. Merda! Preciso pensar em alguma coisa. Hum... Vejamos... A única coisa que eu vejo aqui é uma toalha preta. Não, isso não... É, não tem jeito. A única solução plausível é: Falar com William. Se essa for a casa dele, o que eu acho provável, vai ter alguma roupa que ele possa me emprestar. É, vai ser isso mesmo.

- EI, AXL! - Eu gritei, com a toalha (de um desconhecido) no meu corpo. - VEM AQUI!

- O que você quer, filho da puta?!

- Olha esses modos!... E... Bem. Eu meio que não tenho roupas...

- Já entendi, já entendi... Já levo alguma coisa pra você. - Em poucos minutos, ele já estava em frente a porta, que eu destranquei, em minha frente. - É... Aqui está... - Ele ficou vermelho como uma pimenta. Com esse cabelo, ele pode ser considerado Miss Pimenta do ano.

- De princesa você passou pra Miss Pimenta?

- Cala... Cala a boca! Toma essas merdas! - Ele jogou as roupas na minha cara, eu as peguei, não queria vestir algo molhado. - Se vista logo. E vai se foder depois. - Ele disse já saindo do banheiro, mas antes que ele pudesse fazer mais algum movimento, eu agarrei seu pulso com força.

- Ei... Onde está indo?!...

Continua...


Notas Finais


Espero que tenham gostado 🔫❤️🌹


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