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História Shadows Of The Night - Capítulo 10


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Notas do Autor


Volteeeei!
Desculpem sumir, vou explicar tudo lá em baixo.

Como estão os corações depois de eu ter jogado e a bomba e sumido? kkkkkkkk

Capítulo betado pela @chanbaekaz

Capítulo 10 - Capítulo X


ChanYeol me beijava com tanta intensidade que eu já nem tinha mais ar. Apesar da falta de ar, eu não queria que ele parasse, eu queria que ChanYeol me devorasse ali mesmo, por isso puxava sua cabeça para mais perto. Ele parou o beijo de forma súbita e me olhou com um sorriso pretensioso, fazendo carinho em meu rosto com seu dedão.

O guerreiro me levou até o sofá me colocando sentado em seu colo, pude sentir na mesma hora o seu membro já duro. O beijei quase desesperado rebolando em cima do seu falo, ChanYeol soltava sons guturais e me segurava com força, forçando meu corpo contra o seu.

Com pressa tirei seu sobretudo como pude e logo sua blusa, me afastei para olhar seu corpo. O tronco era todo bem definido, com contornos perfeitos, se podia ver até as ondulações dos músculos sob a pele. Admirando sua estrutura física, passei as pontas dos dedos pela sua clavícula, descendo o contorno do peitoral até seu abdômen. Meu momento de admiração foi cortado quando ele rasgou minha blusa, como se fosse papel. ChanYeol me contemplava como eu fazia com ele, passava as mãos por toda parte, porém seu toque era bruto. Perdi completamente o foco quando ele começou a estimular meu mamilo. Voltei a beijá-lo enquanto abria sua calça e levava minha mão até seu membro. O contato fez ChanYeol gemer alto, a cabeça do seu pau estava toda melada, pulsante.

— Depois você faz o que quiser comigo, mas agora eu preciso de você. - ChanYeol disse com a voz rouca.

Concordei com a cabeça e me levantei pra tirar a roupa toda. Como sempre, ele usou suas habilidades, sumindo da minha frente e aparecendo novamente com o lubrificante em mãos, tirando a calça junto da cueca logo em seguida. A visão que eu tive depois, foi uma das mais perfeitas que já tive a chance de presenciar, ChanYeol, já completamente transformado, sentado nu no meu sofá estimulando seu pau duro, com uma cara inebriada de prazer, enquanto me comia com os olhos.

Me joguei em seu colo lhe beijando, boca, pescoço, ombro. Ele aproveitava meus beijos e usava seus dedos para me preparar, eu gemia forte cada vez que ele acertava minha próstata.

Já pronto, me posicionei em cima do seu membro e deixei que ele me preenchesse, apoiando a cabeça em seu ombro pelo prazer anormal que eu sentia. Era melhor que da primeira vez, talvez por já termos feito uma das etapas da ligação.

— ChanYeol? - o chamei com a voz sôfrega.

— Eu sei, eu sei. - sua voz saiu semelhante a minha, nem um de nós estava aguentando aquela onda de prazer que vinha cada vez que eu me mexia.

Eu subia e descia devagar sobre seu pau, sentindo tudo. O que eu vivenciava era tão intenso que mal conseguia me mexer direito. Sem forças, somente rebolava nele, deixando que a cabeça de seu pau estimulasse minha próstata.

— Eu preciso te foder direito. - ChanYeol falou se levantando do sofá ainda dentro de mim.

Não sabia como ele conseguiu andar me carregando ao mesmo tempo que remetia contra minha entrada, sustentando todo meu peso em seus braços.

ChanYeol me colocou na cama de quatro, na beirada, e empurrou minha cabeça para baixo, para que eu ficasse bem empinado. Colocou um pé sobre a cama, sem falar nada, posicionou seu membro em minha entrada e estocou, de novo, de novo e de novo. Aquela com certeza tinha se tornado minha posição preferida.

Eu conseguia sentir perfeitamente aquelas mãos grandes segurando meu quadril, me mantendo firme no lugar, apesar das investidas violentas que meu corpo sofria. Eu implorava internamente por mais, já que verbalmente eu estava incapacitado de dizer qualquer coisa.

Com uma estocada perfeita de ChanYeol, eu gozei sujando o lençol. Minha mente nublou por um curto momento e eu sabia que só me mantinha com o quadril elevado porque o Park segurava. Meu corpo estava mole, eu mal o sentia.

Soube quando ChanYeol gozou, já que ele deu uma remetida antes de entrar completamente, ficando parado e gemendo alto. Eu conseguia sentir seu gozo quente dentro de mim. Desabei assim que ele me soltou. ChanYeol deitou em cima do meu corpo, beijando minhas costas e ombro, beijos quentes e carinhosos. Fechei os olhos aproveitando aquela afeição.

— Vem cá. - falou antes de se levantar me puxando com ele.

Dessa vez nos ajeitou corretamente na cama, me deixando deitado sobre seu peitoral. Seus hieróglifos já tinham desaparecido, só tinha uma camada de suor que deixava seu corpo cintilando cada vez que seu abdômen se movia junto a sua respiração.

— Nós temos que conversar. - proferiu ChanYeol.

— Eu sei. - falei já um tanto triste, imaginando que ele viria com aquela conversa sobre minha segurança.

— Eu preciso saber se você concorda que eu tome seu sangue a partir de agora. Imagino que já tenham falado para você sobre tudo, que você sabia das consequências, mas eu preciso que você me diga se concorda com isso. - o que ele disse me pegou desprevenido, não era o que eu esperava.

Me apoiei em seu peito e o olhei surpreso.

— Não me olhe assim. Eu falei quando cheguei aqui que não conseguia mais ficar longe. Só quero seu consentimento.

— Você pode fazer o que quiser comigo. - falei desnorteado.

Ele riu da minha resposta e me puxou para um beijo terno. ChanYeol mexia em meu cabelo durante o beijo. Aproveitei cada segundo daquele carinho.

— Eu falei sério. Não sei em que momento eu mudei de ideia em relação a me ligar a você, só sei que nos últimos dias eu senti sua falta de uma forma que quase doía fisicamente. Não mudaria o que fiz naquele hospital, eu tenho certeza do que eu quero. - falei convicto.

— Eu também sentia muita a sua falta. Sempre achei que era besteira o que os membros que tinham companheiros falavam, não acredita ser possível sentir tudo isso. Você me faz ser diferente do que eu sou. Eu quero isso, BaekHyun, ficar assim com você. Eu quero você todos os dias, para sempre. - enquanto falava, ChanYeol me olhava profundamente.

— Promete que não vai fugir dessa vez?

— Prometo, sem fugir. - me deu sua palavra.

Sorri com suas palavras. Eu tinha subestimado tudo que tinham me falado sobre a ligação, não levei a sério quando disseram que era nosso destino estarmos juntos. Mesmo afastados eu acabei me afeiçoando a ele, e eu podia sentir que tudo tinha aumentado depois dele tomar meu sangue.

— Agora vamos tomar um banho e trocar esse lençol para dormir. - ChanYeol mandou, acho que teria que me acostumar com seu jeito mandão.

Fui para o banheiro fazer o que ele tinha dito, ChanYeol só entrou uns minutos depois. Minha intenção era tomar um banho rápido e ir para a cama, mas isso foi impossível quando ele me abraçou por trás encostando seu membro duro em minha bunda e sussurrou baixinho em meu ouvido:

— Não vejo a hora da minha próxima “alimentação”, vou morder bem no seu pescocinho enquanto te fodo forte. Vai ser a melhor sensação que já sentiu.

Aquela frase me deixou em combustão, fazendo meu membro latejar e endurecer rapidamente. Me entreguei a ChanYeol novamente, sentindo cada toque seu.

Dormi abraçado com ele, o apertando forte, cheirando seu pescoço e sentindo o calor do seu abraço.

 

 

Acordei e como da primeira vez, ChanYeol não estava na cama. Levantei vestindo somente uma cueca e indo procurá-lo. Sabia que ele ainda estava aqui, quando fomos dormir já era dia. Novamente ele tinha feito o café da manhã, só que dessa vez ele tinha feito como eu e vestido a cueca. Mongryong estava com ele, de novo.

— Bom dia! Não tinha comida de novo, então fiz café e sanduíche. - ChanYeol informou sentado ao meu lado.

— Bom dia, ChanYeol! Bom dia, Mongryong! Já comeu meu bebê? - perguntei ao cachorro.

— Já coloquei comida para ele. - falou o Park.

— Obrigado.

Naquela primeira vez, ele foi distante e evasivo, hoje ele era o oposto. Seu corpo estava próximo de mim e virado em minha direção, seus olhos vidrados nas mínimas coisas que eu fazia, o que era normal, só que o olhar que antes era sempre carregado de aflição, agora me era direcionado de forma afável.

E suas mãos, sempre me tocavam de forma carinhosa, seja arrumando meu cabelo, roçando em minha perna, afagando minha bochecha. ChanYeol parecia um daqueles caras melosos de romances, bem contrastante com sua personalidade habitual. Contudo, acho que eu podia entender o porquê, ele era um homem de mil anos que passou todo esse tempo sozinho. Pelo tudo que eu já tinha visto e ouvido, era quase como um desejo, uma ânsia, uma necessidade encontrar seu companheiro.

— Para com isso, você está me assustando. - quis brincar com ele.

— Parar com o quê? - perguntou confuso.

— De me olhar e tocar assim.

ChanYeol me olhou espantado e se afastou um pouco, era perceptível que ele ficou embaraçado. Ri de sua atitude, ele era uma pessoa muito literal e muitas pessoas só entendia uma brincadeira ou piada se ela fosse muito óbvia.

— Eu estou brincando. - arrastei meu banco, colando no dele, também peguei sua mão e a coloquei em minha coxa.

Entendendo o que quis insinuar com a brincadeira, deixou um leve carinho onde sua mão se encontrava e me beijou. Terminei meu café entre beijos e carinhos.

Passeei com o Mongryong assim que terminei de comer, não tive oportunidade de fazer na noite passada.

— Vem, vamos ver alguma coisa. Se vamos tentar, você ao menos tem que se aprofundar mais na vida dos humanos. - comuniquei - Fica aí que vou pegar o notebook. Baixei meus filmes preferidos.

Peguei o notebook e o cabo HDMI para conectá-lo na televisão. Com tudo ligado, fiz questão de sentar em seu colo, tiraria proveito de tudo que pudesse. ChanYeol, não se apôs, pois me abraço, me aconchegando em si. O meu cachorro ficou deitado com a cabeça nos pés do guerreiro que não se importava de ter um cachorro babando em si.

— Que filme vamos ver? - ele perguntou.

— O melhor filme do universo, Piratas do Caribe. Se prepare para conhecer meu crush supremo, Capitão Jack Sparrow. - ChanYeol me olhou muito confuso e eu podia jurar que um pouco enciumado.

— Crush supremo? - perguntou descrente.

— Estou com o Jack há 10 anos, aceite, ele chegou primeiro. - provoquei.

Ele ficou calado, pela sua expressão, ele percebeu que eu estava tirando uma com sua cara.

O filme já tinha começado e estava na parte onde encontravam o Will no mar. Eu fazia questão de repetir cada frase e fazer comentários sobre tudo, eu estava dando muitos spoilers, mas eu não conseguia me segurar com esse filme.

A melhor parte do filme começou, quando o Jack aparecia, ChanYeol percebeu minha afobação, pois me olhou de uma forma estranha, o sorriso em mim era inevitável, aquela cena era tudo.

— Esse é o Jack. - informei.

— Esse? - o desdém em sua voz era nítido.

— Sim, esse.

— Não estou vendo nada demais nele, na verdade, estou vendo nada nele, fora esse barquinho afundando.

— Cala a boca, ChanYeol, respeita ele. - briguei.

— É só um personagem, BaekHyun. - argumentou.

— Continua que eu te boto para fora agora mesmo. - ameacei.

— Não falo mais nada. - se rendeu, ficando quieto assistindo o filme.

Por fim, ele até gostou, já que vimos o 1 e o 2, e ele prometeu que passaria aqui depois da missão e que veríamos os outros no dia seguinte, fora os elogios à inteligência do Jack. Ninguém resiste ao capitão do Pérola Negra.

Pedi minha janta no restaurante, já que tinha passado o dia a base de besteira e ChanYeol brigou alegando que ontem ele tinha bebido muito de mim e eu precisava me nutrir corretamente.

Estávamos na cozinha, minha comida tinha chegado e eu comia enquanto ChanYeol olhava.

— Acho que hoje nós vamos atacar outro esconderijo. - ChanYeol foi franco.

Parei de comer para prestar atenção nele.

— De novo? Mesmo depois de ontem? - eu estava preocupado.

— Nós precisamos. - ele não estava feliz com a decisão.

— Claro que não precisam. - contradisse.

— BaekHyun, nós estamos a cegas numa guerra. Nossa prioridade é descobrir o que planejam e até conseguirmos isso, o melhor a se fazer é reduzir o número deles. - disse incomodado - Eu queria que tivesse outra forma, conheço o risco e os outros também, todos concordamos com isso ao assumirmos nossos postos. - disse por fim.

— E se você morrer? Ou um deles morrer? Terá valido a pena? - rebati.

— Se levarmos alguns com a gente, sim.

— Eu não acredito nisso. - levantei da mesa nervoso.

— BaekHyun, você sempre soube dos riscos. Não aja assim agora.  - ChanYeol parou ao meu lado, tocando meu braço.

— ChanYeol, eu não estou pronto para isso. Ontem quando eu pensei que fosse te perder foi desesperador, hoje está sendo muito mais.

— Eu sei, eu sei. - ele me abraçou forte - É a ligação. Prometo que vamos ser mais cuidadosos, vamos andar em duplas a partir de agora, vai dar tudo certo. Confia em mim.

— Eu confio. - declarei.

Ele sorriu me afastando antes de me dar um beijo mais intenso, sua mão desceu em direção a minha bunda, onde ele apertou e me ergueu, entrelacei as pernas em sua cintura o beijando com gosto. ChanYeol já caminhava em direção ao quarto quando a campainha tocou, me assustando. Fiz menção de descer para atender, porém ChanYeol me manteve preso em seu colo.

— Deixa para lá. - distribuía beijos pelo meu pescoço.

— Não, deve ser HyunWoo. - falei.

— O quê? - seus lábios se afastaram de mim imediatamente.

— Ele veio estudar, esqueci de desmarcar.

— Você tem prova hoje?

— Sim, até sexta.

— E ele vai vir aqui todo dia estudar? - ele questionou.

— Foi o que combinamos.

ChanYeol não falou nada, só me colocou no chão e sumiu no corredor do quarto, espero que ele só tenha ido colocar um roupa. Tentei ajeitar a minha que estava toda amarrotada, antes mesmo que eu pudesse abrir a porta, o Park voltou com a calça e a blusa, sem sobretudo, mas com a arma presa no coldre.

— Sério mesmo? - indaguei.

— O quê? - se fez de desentendido.

— Inacreditável, nunca imaginei que fizesse o tipo ciumento inseguro. - indaguei.

— Abre logo essa porta. - ele mandou.

— Nossa sorte é que a saliva de vocês da raça ajuda na cicatrização da mordida. Seria horrível ter que ficar usando blusa de frio.

Ele não me respondeu, ficou sentado no sofá ereto e intimidador.

Abri a porta para meu colega de faculdade e a cara de espanto dele ao ver o líder dos guerreiros ali era a esperada, parecia ter visto um fantasma. No entanto, eu sabia que sua reação não era só por ele estar ali, era o que significava ele estar aqui. O cheiro em mim não negava, com certeza minha atitude na noite anterior também não ajudava. Não tinha como esconder dele, o segredo tinha sido descoberto por mais uma pessoa.

— Só entra, depois explicamos. - pedi.

Fazendo o que foi pedido, HyunWoo entrou rapidamente parando perto da porta da cozinha, olhando ChanYeol apreensivo, como se o Park fosse atacá-lo a qualquer segundo.

— Ignora ele, vamos estudar. - a risada soprada e debochada de ChanYeol foi ouvida - Pode ir para a cozinha, vou pegar meu material.

Passei pela sala olhando feio para ChanYeol, esse que me acompanhou até o quarto e fechou a porta.

— Para de agir assim, ele só veio me ajudar a estudar. - ralhei.

— BaekHyun, eu te garanto que a intenção dele não é só estudar.

— Eu sei, droga. Ele falou comigo que tem interesse e eu dispensei ele. - falei bravo.

— Você sabe e deixa esse cara entrar na sua casa, e comigo aqui? - o Park vociferou.

— ChanYeol, presta atenção no que eu vou falar. - fui incisivo - Eu entendo que você tem mil anos, que você foi criado com uma mentalidade sobre relacionamentos completamente diferente da que se tem hoje em dia, mas você tem que entender que eu sou uma pessoa que viveu a maior parte da vida no século 21 e tenho uma mentalidade deste século. Eu não vou aceitar você me controlando de forma alguma. Ele é um colega de faculdade que me convidou para sair e eu disse que não queria com todas as letras, e ele entendeu completamente e não tentou mais nada depois disso. - puxei o ar com força para ter coragem de falar - Ou você aceita isso ou nós não poderemos ter nada.

O choque passou pelo seu rosto, sua boca e seus olhos se abriram em indignação. Ele se remexeu primeiro, depois andou pelo quarto esfregando o rosto de forma nervosa, até que parou em minha frente.

— Desculpa, você está certo. Eu estou sendo controlador. Não posso evitar sentir o que sinto, porém posso me controlar. - refletiu - Se você diz que o dispensou e que ele não fez de novo, eu acredito em você. Só me promete que vai me contar se ele começar a insistir de uma forma invasiva. - me pediu.

— Eu prometo. - sorri por sua atitude.

— Eu vou deixar você estudar, preciso ir em casa trocar de roupa e depois ir para a sede. - me informou.

— Tudo bem, passo lá antes de ir para a faculdade. - lhe beijei em despedida.

ChanYeol pegou suas coisas e se foi, dando uma rápida despedida a HyunWoo.

Sentei na mesa junto de Son, ele me olhava curioso, talvez esperando o melhor momento de começar a perguntar. Eu me sentia mal por ter mentido, uma mentira enorme que não durou nem uma semana.

— Pode perguntar.

— O que o Park fazia aqui? E por que o cheiro dele está em você? - disparou em perguntar.

— Eu menti sobre ter encontrado meu companheiro. - confessei.

— O Park? - perguntou incrédulo.

— Sim. Não podia contar, na verdade, ainda não posso, isso é segredo de estado.

— Por quê? - ele quis saber.

— A missão que eles estão é muito arriscada, pode me colocar como alvo.

— Meu deus, BaekHyun.

— Eu sei desde que cheguei, por isso JongDae e KyungSoo se aproximaram e por isso minha amizade com os guerreiros, mas eu e ChanYeol só começamos a nos relacionar ontem.

— Só ontem? Mas por quê?

Passei boa parte da noite explicando tudo, e tirando todas as suas dúvidas, sobrando pouco tempo para estudar. Ele prometeu que aquilo morreria ali e eu acreditei nele. Se ele não mantivesse segredo por ser uma boa pessoa, manteria por medo dos guerreiros.

 

 

— ChanYeol? Só chegou agora? - meu pai perguntou assim que passei pela porta, aparecendo no hall da casa vestido no terno cinza claro com risca de giz feito especialmente para ele.

— Acabei de chegar. - disse.

— Onde estava? E que cheiro é esse? - interrogou.

— Eu passei o dia na casa de um humano me alimentando. - menti.

— Foi o que disse para sua mãe. Soube que se machucou muito ontem, tiveram até que trazer um humano da cidade. - afirmou ao colocar as mãos no bolso.

— Sim. Aquele humano não foi suficiente, então fui a cidade atrás de mais. Amanheceu mais rápido do que eu esperava, então fiquei na casa do humano até anoitecer. - menti novamente.

— Estranho, perguntei no portão e eles disseram que você não passou por lá. - meu pai declarou.

— Deve ter sido uma confusão. Depois esclarecemos. Agora vou tomar banho e ir para a sede, temos planos para fazer. - determinei antes de dar as costas e subir as escadas em direção ao meu quarto.

Meu pai era astuto e logo perceberia a verdade. Eu precisava arrumar uma forma de esconder tudo o que acontecia comigo e BaekHyun. Meu pai não podia descobrir, ou tudo iria pelos ares.


Notas Finais


Uma coisa que eu sempre esqueço de falar: os membros da raça são maiores que o normal, então acrescente uns 10cm a altura real. Se o ChanYeol tem 1,85, na fic ele tem 1,95, o JunMyeon tem 1,83, por aí vai.

Eu sumi porque ando meio pra baixo, os dois últimos capítulos me esforcei para escrever e na minha opinião não ficaram bons, escrevi esse também um pouco na marra, as coisas não estão fluindo muito bem.
Se acharem que tá ficando ruim ou qualquer coisa do tipo, me avisem, que eu tento melhorar.

Minha oneshot saiu, vou deixar o link aqui: https://www.spiritfanfiction.com/historia/eu-sou-mesmo-exagerado-19588686

TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=8YHqPEgIEwE&t=12s
TWITTER: https://twitter.com/CrazySadFear
CC: https://curiouscat.me/Boiolinha4PCY


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