História Shall Never Surrender - Capítulo 20


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Categorias Devil May Cry
Personagens Dante, Lady, Nero, Personagens Originais, Trish, Vergil
Visualizações 21
Palavras 742
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 20 - Broken


Fanfic / Fanfiction Shall Never Surrender - Capítulo 20 - Broken

Acordei em uma cela escura. Sanctus havia me prendido ali, para dar o tempo de Nero. Como ele já havia dito que havia concordado com os termos, não sei por que ele voltou à cela. Sanctus poderia ter usado ele naquele momento. Mas não. Havia um motivo especial. Tentei recorrer a minha memória, que estava meio devastada. Por que Sanctus esperaria quarenta e oito horas antes de realizar a abertura do Portal? Foi aí que eu me toquei.

Daqui a dois dias... Era aniversário de Nero. Era isso. Nero estaria completando vinte anos daqui a quarenta e oito horas, e a data do aniversário do Herdeiro era a data correspondente da Abertura do Portal. O velhote havia planejado isso fazia muito tempo. Mesmo antes de Nero nascer. Sanctus sabia de tudo. Ele planejou tudo isso. Chutei uma pedra que estava em meu caminho. Todo aquele sacrifício para nada. Meu chip pode até ter dado sinais de que estava sendo rastreado... Mas até que Dante, Lady e Trish chegassem já seria tarde. Eles estavam em qualquer lugar do mundo agora. Não daria tempo de chegar, me salvar e salvar Nero antes das quarenta e oito horas. Isso se eles não morressem antes. Eu percebi que deveria atrasar essa abertura. Deveria pelo menos tentar sair dali antes que dois dias se passassem. Porque, a partir de que Nero fizesse o que Sanctus mandasse, eu sei que não estaria a salvo. Ele daria um jeito de acabar comigo e se possível, com Nero também. Levantei-me, sem muita esperança e observei o local. Dessa vez, Sanctus não me colocara em uma cela hermética. Eu estava em um local sombrio e escuro, não muito grande. As paredes eram de linóleo preto e eram reluzentes e sombrias. A cela não tinha porta, a não ser por uma pequena cúpula no alto. Dois braseiros de bronze se encontravam lá em cima, o pequeno fogo iluminando um pouco o local. Observei meu reflexo turvo na parede. Definitivamente, eu estava acabada. Não que isso importasse. Nunca fui lá muito de me importar com a aparência, mas dava para notar que mais um pouco e eu poderia ser confundida com um dos demônios. Meu rosto estava inchado por causa dos hematomas e muito dolorido. Apalpei minhas costelas e percebi que duas delas estavam quebradas, mas eu consegui ficar em pé com certa dificuldade. Eu tinha cortes e hematomas sérios por todo o corpo, sem esperança de que aquilo fosse sumir tão cedo. Minha clavícula estava seriamente machucada, pois eu não havia me recuperado direito. Devagar, tentei retirar o curativo sujo, para não contaminar ainda mais os outros ferimentos. Mas não estava dando muito certo. Meus olhos me traiam, a exaustão dominando-os. Meus cabelos pareciam um ninho de ratos e eu peguei e os prendi em um coque frouxo, sem muito sucesso. Retirei um pouco os tênis e olhei meus pés inchados e machucados, mas intactos quanto à lesão óssea. Minha calça jeans fora seriamente danificada, sendo que uma parte dela estava quase pendendo para fora, por causa do rasgo. Encontrei uma pedra afiada, e comecei a corta-la. Para não me machucar ainda mais, retirei a calça. Extingui e joguei as partes estragadas fora, e a transformei-a em um short. Vesti-o de volta e encontrei minhas pernas cortadas e espancadas, mas nem dei muita bola. Arrumei minha blusa, que parece que fora a única que sobrevivera ao ataque. Encarei-me de novo no espelho e parecia um pouco mais apresentável do que estava, mas longe de estar bem.

Agora que eu não tinha mais nada para me ocupar, comecei a ficar desesperada de novo. Como eu iria sair dali? Os minutos estavam se arrastando e logo eles se transformariam em horas. Isso não poderia acontecer. Frustrada, joguei a pedra lascada na parede, quebrando-a em pedaços. – Boa, Kyrie. – Resmunguei comigo mesma. – Pelo menos você consegue quebrar uma pedra. De repente, meu olhar bateu nas tiras de minha ex-calça. Peguei as duas tiras longas e no exato momento uma ideia começou a se formar em minha mente. Observei as paredes e percebi que elas eram de linóleo puro, mas poderia haver algumas rachaduras. Era só transformar as tiras em uma corda e prender nelas, com isso eu poderia subir e... Foi aí que eu me toquei que linóleo era totalmente liso. – Merda. – Exclamei, jogando as tirar longe e caindo de joelhos. - Como eu vou sair daqui? – Boa pergunta. Mas acho que posso ajudar você nisso.

 


Notas Finais


Quem será a figura MISTERIOSA ? kkkkk


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