História Shame - Capítulo 14


Escrita por: e LiuSparko

Postado
Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jihyo, Jungyeon, Mina, Momo, Nayeon, Personagens Originais, Sana, Tzuyu
Tags Chaetzu, Chaeyoung, Choki, Choki Fics, Choki Twice, Dahyun, Jeongyeon, Jihyo, Mina, Minayeon, Momo, Nayeon, Samo, Sana, Twice, Tzuyu
Visualizações 142
Palavras 3.868
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eita man, 32 dias sem atualização.
Kailane tá de prova que eu estou tentando escrever desde antes rs
Eu estabeleci 5 pontos para o capítulo, mas acabou que o 1° ponto já demorou bastante para acontecer, então o próximo capítulo será a continuidade desta meta.
Está bastante recheado, me certifiquei de fazer um capítulo mais ousado de certo modo, isso foi bem tenso por conta que o enredo é frágil para alterações. Apesar disto, as peças se encaixaram e o capítulo foi feito.

Vocês vão aprender algo novo aqui, por mais inútil que seja para a maioria.

Peço desculpas pela demora e paciência para ler o capítulo.
Kisus e boa leitura Chokilates °³°

Capítulo 14 - Códigos e Conspirações


Fanfic / Fanfiction Shame - Capítulo 14 - Códigos e Conspirações

Kim e Shin ainda estavam na mesma loja que abordaram, um tempo depois que Sana estava se perguntando mentalmente, conseguiu pensar no que raios as motivou abordar justo aquela loja ao invés de outra.


— Tragam o restante do pessoal aqui, se os locais ficarem fechados, vai dar tempo as vítimas para pensar em algo para reagir. – era o que todas as pessoas alí conseguiam ouvir do que Kim dizia através de seu dispositivo de comunicação.


— Q.S.L – foi respondida e esta deixou um sorriso escapar.


(Q.S.L: Entendido)


Sana não sabia qual era o significado daquela sigla, bem, ao que parece, era uma, mas não sabia a lógica dela.


Joohyun então pegou algo de sua bolsa, era um cupom fiscal acompanhando de uma caneta esferográfica um pouco maior que seu mindinho. Ela anotou e sutilmente entregou para nossa japonesa que tratou de tentar disfarçar ao máximo.


“Estão usando códigos para causar pensamentos e nos distrair com isso. Evite pensar nessas coisas.”


Minatozaki deu um leve sinal de positivo para a mulher. Bae parecia ser bem inteligente, também soube fazer os primeiros socorros para com Tzuyu, inclusive, a taiwanesa parece bem melhor, mas ainda está pálida. Sana fez questão de colocar as costas da mão sob a testa, bochecha e pescoço da Choi, se preocupando se a maior estaria com febre ou algo assim.


A japonesa não entendia bem de saúde… só sabia dizer quando estava doente ou não, para ela, aquilo era o suficiente, mas agora, estaria repensando nisso. Quem socorreu sua amiga, foi uma estranha, mas ela poderia ter quebrado o galho de saber ao menos fazer os primeiros socorros antes que alguém desconhecido tivesse que tomar a iniciativa. Estava a entender o quão importante aquilo era.


— Shin, certifique-se de não haver modificações aqui. Farei a recepção. Caso haja algo fora do previsto...


— Bingle Bangle. – Shin fez os sons sonoros finalizando o dizer de Kim.


— Ótimo, agora cale a boca. – a mais alta, cujo, parecia estar no comando da operação, sacou a arma novamente e caminhou na posição oposta.


A ruiva continuou no mesmo lugar, olhando a todos os rendidos e atenta a todos.



×~×~×~×



— Nay…


— Hm?


— Por que você é tão imprevisível?


— Porque se não eu seria previsível.


Chaeyoung fez cara de tédio, o que acabou fazendo Nayeon rir e dizendo algo para lhe confortar.


— Estou quase acabando.


— Eu não quero fazer isso…


— Ava, ficamos fazendo o que você queria, agora sossega esse cajado de Moisés e deixa eu tomar a decisão dessa vez.


— Acontece que as coisas sairão do controle caso o “Cajado de Moisés” não oriente essa sua cabecinha a não fazer merda.


— 'Tá me estranhando, Chaeyoung? Eu que sou a adulta aqui.


— Só na idade, porque a mentalidade é produto em falta em você. – a frase a menor fez a mais velha comprimir os olhos.


— Seus dentes tortos que vão estar em falta caso continuar a gongar as pessoas no meu lugar, principalmente se tratando de mim. – Chaeyoung tremeu até os pentelhos do orifício anal com a fala da mais alta. — Está lindíssima. Quase igual a mim, mas diferente de você, eu não preciso dessas coisas pra brilhar. – desferiu colar de beijos e Son rolou os olhos ao som da risadinha de Nayeon.


— Não estou confiante nesta idéia…


— Porém eu sim. – Nayeon procurou a ponta do seu trabalho e Chaeyoung levantou os ombros os baixando novamente de acordo com seu suspiro.


— Você não acha que elas estão demorando demais? Sana já deveria ao menos mandado uma mensagem, sabe como ela é…


Nayeon bufou revirando os olhos.


— Você hesita muito. Pega logo esse celular e liga pra ela. – Im murmurou e conectou a tomada, mas só ouviu um barulho estranho atrás de si. Deu meia volta e viu a mais nova caída, imóvel. — CHAEYOUNG??? – ela desconectou rápido correndo até a Son.



×~×~×~×



A loja agora recebia várias pessoas de diferentes idades, Sana achava que tinha visto até os garotinhos de um canal no YouTube que assistia, não recordava muito o nome do grupinho, mas deveria ser algo como Boy Story.


— Quaisquer tentativas de fuga, resultará em diferentes penas… – comentou outra mulher com uma roupa semelhante a das outras assaltantes. Ela inseriu um novo carregador em seu revólver que tinha o cano mais longo. — Alguém quer conhecer as consequências?


Ninguém respondeu, apenas abaixaram a cabeça fazendo a mesma dar um sorriso sarcástico.


— Fiquem comportados, crianças, ou a titia leva ‘pro cantinho do castigo. – arqueou uma sobrancelha inclinando a cabeça e cuspiu no chão se retirando da frente das vítimas com passadas de tirar o ar.


— Bingle! Bangle! – repetiu a Shin apontando uma arma feita com seus dedos na direção dos reféns.


— Certo, Shin. Fecha a matraca. – ordenou Kim rindo com a que agora pouco chegou.


— Kim, mandei a segunda tropa checar o Q.S.J na Q.T.H que foi passada. Não parece haver nenhum Q.R.N e nosso Q.S.D já está posicionado com a Q.S.V pelo Q.T.R.


(Q.S.J: Dinheiro | Q.T.H: Localização | Q.R.N: Interferência | Q.S.D: Motorista | Q.S.V: Automóvel | Q.T.R: Horário exato)


Sana bugou o cérebro like a lag do GTA San Andreas. A japonesa não entendia daquilo, era complicado encontrar uma lógica e em sua mente era algo bem: “Mandei a tropa checar o Queria Sua Joça na Quinta Tarde Hipopótamo que foi passada. Não parece haver nenhum Queijo Roendo Nelson e nosso Quarto Sábado Divertido já está posicionado com a Queda Sexy Voadora pelo Quarto Todo Risos.”


— Perfeito, assim não perderemos mais Q.T.U, Hye.


(Q.T.U: Horário)

Querida Transa Unida.


Não julgue nossa Sana, é difícil raciocinar tantos códigos de uma vez só.


As invasoras receberam mais um comunicado.


— Kim, Q.A.P?


— Q.A.P, Park... Prossiga o Q.T.C.


(Q.A.P: Na escuta | Q.T.C: Comunicado/Mensagem)

Querem/Quero Aprender a Passivar

Quero Tesoura na Cruzada


— Tudo já foi arquitetado, estamos no ponto de concluir. – A moça através do aparelho comunicou.


— Isso! Para o Q.S.V. Fiquem até nossa chegada, Q.T.L já preparado para o previsto.


— Q.S.L, Kim. Q.A.R.


(Q.S.V: Automóvel | Q.T.L: Uniforme | Q.S.L: Entendido | Q.A.R: Desligar.)

Quartel Salgado Vigilante

Quero Tomar Laxante

Quando o Sorvete Lamber

Questionar o Absorvente Roedor


Sana agora pensava que aqueles códigos poderiam ser codinomes também… na verdade, Joohyun pediu para ela não pensar muito nisso, agora ela sabia o porquê. Joohyun tinha razão no que dizia.



×~×~×~×



— Você ao menos deveria ter dito que não iria conseguir pegar, sua lagartixa sem rabo.


— Primeiro, que tipo de xingamento é esse? – começou Chaeyoung sem parar. — Segundo, você que me enrolou nesse caralho aqui e ainda LIGOU A TOMADA ME FAZENDO TOMAR UM CHOQUE DO CARAMBA. – Nay estapeou a boca da mais nova que ainda estava caída enrolada nos fios do enfeite de natal que pisca.


— Pensando bem, eu deveria ter comprado aquele cacete de água sanitária para lavar sua boca.


— Unnie! Grr… – Chaeyoung rosnou com certa raiva da outra ter lhe “agredido” praticamente o dia todo. — Eu deveria ter pedido para a Sana ter ficado comigo aqui.


— Ótimo, lindíssima falou tudo. – Im lhe jogou o celular. — Agora tenta se desamarrar com ajuda da Sana. – a mais velha se sentou na cama da Tzuyu cruzando os braços como uma criança emburrada.


— Ótimo!


— Ótimo! – Nay retrucou.


Chaeyoung tentou pegar o celular, mas nem mesmo isso dava certo, coisa que fez Im bufar revirando os olhos por costume e ir até ela fazendo o trabalho ela mesmo. Inseriu o número de Sana e ligou para seu celular. Chamou algumas vezes até ser atendido, onde surpreendentemente se ouviu gritos que quase quebrava até mesmo as luzes do enfeite de natal envolta de Chaeyoung.


— NAYEON SOCORRO!!! UMA MÁFIA DE ESTUPRADORAS SEXYS DA SURUBA POR CÓDIGOS INVADIRAM O SHOPPING! – era possível notar que Sana corria em desespero, também ouvia-se barulhos altos de tiro.


— SANA??? VOCÊ ESTÁ BEM?? ONDE VOCÊ ESTÁ??? – perguntou Chaeyoung.


— DÁ PRA FAZER UMA SÉRIE COM ESSE NOME!!! – Nayeon achou bem relevante o comentário.


— O QUE? ‘TÔ NO CARALHO DO PUTA SHOPPING DO CENTRO AINDA!


— NÃO PRECISA SER GROSSA! – Chaeyoung.


— FAÇAM ALGUMA COISA! EU NÃO TENHO CRÉDITO PARA FALAR COM MAIS NINGUÉM.


— ATÉ MORTA TU É POBRE, SANA?! – Nayeon.


— QUEM LIGOU A COBRAR PRA MIM FOI TU, ANTA ENCAPETADA!


— Okay, calma… nós vam-


— CALMA O CARALHO, CHAEYOUNG, TZUYU FOI BALEADA. – Sana.


— O QUE??? O QUE ACONTECEU??? – Son.


— A MÁFIA, SUA DESGRAÇADA!!! – Nayeon bateu nela.


— MAS POR QUE VOCÊ ME BATEU??


— EU NÃO SEI CARAMBA, FOI O CALOR DO MOMENTO!


— POR QUE VOCÊS ESTÃO GRITANDO NO QUARTO DA MINHA FILHA? – perguntou a mãe da Tzuyu.


— SUA FILHA MORREU, PORRA! – Nay se virou pra ela dando a notícia.


— O QUE??? MINHA TZUYU ESTÁ MORTA?


— FOI O QUE EU ACABEI DE DIZER, PORRA! – Im puxou os cabelos. — SANA, TU JÁ MORREU, SUA RATAZANA DAS PROFUNDEZAS DO TÁRTARO?


— NÃO, SUA ANTA, TÔ TENTANDO ACHAR O BANHEIRO PELO SHOPPING!


— POR QUE RAIOS VOCÊ ESTÁ PROCURANDO O BANHEIRO?


— PRA ME MASTURBAR ENQUANTO UMA CARALHADA DE GENTE ESTÁ DESESPERADA CORRENDO DOS TIROS! – foi sarcástica. — É CLARO QUE EU QUERO MIJAR, NÉ NAYEON!!!


— E A TZUYU??? – perguntou Chaeyoung.


— A JOOHYUN SUMIU COM ELA


— JOO QUEM? – senhora Choi.


— JOO HYUN, SUA ÉGUA DESMEMBRADA! – Sana.


— NÃO XINGA MINHA FUTURA SOGRA! – Chaeyoung.


— EU NÃO SABIA QUE ERA ELA, PORRA! TÔ NERVOSA!!


— PARA DE GRITAR! – Nay.


— MAS VOCÊ TAMBÉM ESTÁ GRITANDO! – Sra. Chou.


— SÓ CALEM A BOCA! – Chaeyoung.


Ninguém mais falou, mas estavam todos ofegantes.


— Sana, onde você está? – perguntou a mais nova com mais calma.


— Eu entrei em um banheiro mas acho que alguém está atrás de mim.


Todas ouviram passos através do celular e ficaram em silêncio roendo as unhas.


— Nayeon, se você morrer, saiba que… – Sana deu a falar baixinho já começando a chorar. — Foi eu que comi seu brownie naquela manhã de sábado daquele mês de julho.


— EU SABIA SUA RATAZ- – a mãe de Tzuyu bateu na mais velha. Chaeyoung olhou a Sra. Chou e agradeceu.


— Senhora Choi, desculpe ter lhe chamado de égua desmembrada. – Sana continuou.


— Vai tomar no cu. – Nayeon bateu na senhora Choi por ter falado aquilo e novamente Chaeyoung agradeceu.


— Sana… – começou Nayeon. — Eu sempre vou me lembrar do quão piranha você foi…


— A piranha aqui é você, gongadora ambulante. – Chaeyoung tentou chutar Nayeon mas acabou batendo o pé em uma cômoda derrubando retratos da Tzuyu. Senhora Choi a olhou enquanto Chaeyoung fazia careta do tipo “Foi mal…”.


— Barrote, Chaeyoung. – ela anunciou e junto de Nayeon se prepararam para bater na pequena.


— Gente… – a voz embargada de Sana lhes chamou atenção antes de concluir o ato. Coisa que Chaeyoung agradeceu, ela já estava sendo maltratada até demais para um dia só. — Eu… – mais passos foram escutados. — Eu odeio vocês, suas putas. – ela fungou. Talvez fosse a última coisa a ouvir de Sana, todas naquele ciclo pensaram no quão gentil ela era e o quanto pensava antes de responder, mas então ela gritou mais alto junto de um outro barulho não definido.


— PARA DE GRITAR PORRA! NÃO É SCREAM QUEENS NÃO, CARALHO! – Nayeon se chateou e jogou o celular pela janela.


— NAYEON QUE PORRA VOCÊ FEZ??? – Sra. Chou perguntou incrédula.


— SALVEI OS TÍMPANOS DE VOCÊS!


— VOCÊ JOGOU O CELULAR FORA, BARROTE!!!


— CALMA, CALMA, CALMA!!! – Chaeyoung se chateou. — Vamos atrás delas.


— Você está ficando doida? É uma máfia de estupradoras sexys da suruba por códigos, você sabe o que isso significa?


— O que? – perguntou Chaeyoung imóvel.


— Que é uma máfia de estupradoras sexys da suruba por códigos.


— Oh my gosh! – se a pequenina pudesse se mover, ela seria uma cópia perfeita daquela pintura: O Medo.



×~×~×~×



Sana precisamente tentou fazer o maior silêncio possível, mas ela sabia que já era tarde demais para isso, pois colocou tudo a perder quando entrou em desespero pela chamada que fez com as amigas. Ela esperava que tudo se resolvesse rapidamente como as fanfics que ela lia pelo aplicativo Spirit, ela também se lamentou por nunca ter a chance de conhecer pessoalmente as pessoas com quem ela falava pela timeline e as suas autoras favoritas.


Minatozaki acreditava que a vida se passava pelos olhos quando estivesse próxima de morrer, mas nunca imaginou que lembraria do seu primeiro orange em um RPG de mansão cujo ela fazia a Tiffany, sua ultimate do Girls Generation, e sua parceira era a Taeyeon, sua bias que lhe fazia chorar tomando nesquik de morango ao som de I Blame On You do álbum My Voice em plena madrugada.


As passadas ecoaram pelo banheiro, nossa japonesa se mantinha encolhida abraçando as pernas enquanto sentada em um dos vasos sanitários existentes alí. Ela lastimou também nunca ter de fato assistido os MVs que tinha na sua playlist de “Ver mais tarde”, e ignorar sempre que abria o YouTube. Que Kim Taeyeon tenha misericórdia da vida dessa garota que esqueceu de dar like nos teaser de Something New. Ao menos ela panfletou o comeback até para os antigos contatos que nem mais falavam com ela. Ela suspirou ao pensar que ao menos uma coisa boa havia feito na vida.


Quando pensou em procurar algo perfurante, a porta se abriu com um chute produzido pela assaltante é Sana gritou pelo susto. A figura a aparecer em seu campo de visão era a mulher morena com expressão decidida e com curvas formosas, seu olhar era penetrante e atraente ao ponto de sutilmente lhe roubar a alma. Sana não havia nem sido tocada, mas sentiu seu coração quase explodir ao ver a moça. Ela chamou aquilo de “Paixão a última vista”. Não poderia mais culpar Im Nayeon por crushar mil e trezentas mulheres a cada esquina.


— Vai se fazer de difícil? – perguntou a moça fazendo Sana estremecer.  — Se é assim que prefere… Então tornarei difícil pra você também.


Não é preciso falar o quanto que Sana se cagava de medo após isso, mas olhando pelo um lado bom, ela já tinha um vaso abaixo de si.


Ela já estava se preparando para o pior quando a invasora lhe puxou pela roupa a fazendo ficar de pé rapidamente.


— Calma, calma, moça! – a japonesa exclamou em pedido de misericórdia, o que funcionou por certa parte, já que a mesma tinha parado para lhe ouvir ainda confusa. Era a hora do suborno. — Olha, se você deixar ao menos minha amiga receber atendimento médico, eu juro, juro pela minha alma que eu te recomendo as melhores fanfics do Mamamoo! – a criminosa franziu o cenho mas nesta mesma hora ela foi surpreendida por trás.


— Desgraçada! – via-se um rapaz com voz de mulher dominar a assaltante. Minatozaki tinha seu coração mais disparado que nunca, primeiro por causa do susto, segundo porque ela literalmente se borrou toda na roupa.


E agora? Ela então pensou em pegar alguma peça de roupa pelas lojas, mas a briga que acontecia alí lhe impedia de conseguir passar sem ser atingida por algum chute.


— Você de novo! – rangeu pelos dentes a loira para o rapaz.


— Digo o mesmo, Dongdong.


Já que nossa protagonista estava ‘mijada mesmo é impossibilitada de fugir, ela apenas começou a assistir a luta que acabou com o moço conseguindo algemando a mulher pelos punhos assim lhe imobilizando.


— Corta! – foi escutado de modo estranho. Megafone. NO BANHEIRO! — Perfeito pessoal, esta tomada está ótima, estou ficando orgulhosa do trabalho de vocês. – a voz agora soava normal. Sana estava sem entender. — Yoo, você foi ótima! – a suposta pessoa que antes falava no megafone dava tapinhas nas costas do rapaz enquanto que mais pessoas passaram a habitar o local fazendo reparos no ambiente e outras ajeitando as roupas e maquiagem daqueles que estavam em um confronto agora a pouco.


— Ah, não exagere, diretora… – comentou ele envergonhado.


— Você é claramente nossa estrela, quero vários cartazes com seu nome! – declarava a “diretora” fazendo gestos no ar simbolizando os posters.


— A estrela aqui é a senhorita que fez esse roteiro maravilhoso. – falou Yoo dando tapinhas no ombro da outra. — Inclusive, que elemento surpresa interessante, aposto que os telespectadores não esperavam algo brusco assim! – ele agora apontava para Sana, que se envergonhou com o próprio estado e tentou esconder a mancha enorme em sua saia.


— Ué, eu achei que era uma das convidadas de última hora, o que ela faz aqui? – a diretora perguntou se aproximando.


— Não! Não! Não chegue perto! – Sana alertou.


— O que houve, mocinha? Se machucou durante a cena? – perguntou Yoo, cujo era aquele que lhe salvou da assaltante.


— Cena? Que cena? – a japonesa se desesperava novamente.


— Jeongyeon, pode deixar isso comigo. – dirigiu para Yoo.


— Negativo, diretora Park, quero ajudar em tudo que for preciso nesta série.


— Série? Por que vocês estão falando assim?? – a protagonista bateu os pés no chão como uma criança, porém, tinha se esquecido da emergência em sua roupa.


— Oh, querida, seu figurino molhou. Temos que trocá-la de imediato para prosseguir com o roteiro. – Park levou a mão a testa evidentemente preocupada. — Rápido, equipe de Atendimento Pessoal, aqui temos um problema. – com isso, outra pessoa apareceu, os cabelos loiros e pele bem clara com carinha fofa e piercings na orelha. Sana pode ler seu nome em uma plaquinha presa a sua roupa, “Atendimento Pessoal”, ops… é o de cima... “Kim Dahyun”.


— Qual a emergência? – ela perguntou erguendo as sobrancelhas.


— O figurino da secundária tem erro. – dissera Park pegando seu celular para atender alguma chamada. Sana se sentiu um pouco ofendida por ter sido chamada de “secundária”. — Corrija isso por favor, só você tem aquele toque especial de deixar a alteração imperceptível. Profissionalismo, Dubu! – motivou ela já pedindo licença para se retirar e chamando a sua estrela de série. — Yoo, venha comigo.


— Eu estou interessada nas fanfics do Mamamoo. – Yoo falou com pressa antes de acompanhar a patroa Park com urgência.


— Como você fez isso? – perguntou a menina para a japonesa assim que tiveram a liberdade de estarem privadas de atrapalhos.


— Err… Eu realmente tenho que dar motivos? – Sana mordiscou o lábio.



×~×~×~×



— E a gente não estaria com o coração na mão se não fosse a bendita desta ingrata barra embuste chamada Im Nayeon. – Chaeyoung agora mostrava suas habilidades em tempo real de xingar feito sua amiga mais velha. Fazer o que, né?! A convivência gera isso.


— Primeiramente, não estaríamos nesta situação se você, catita de cano de esgoto, não tivesse se apaixonado pela Tzuyu! – Nayeon atacava da outra ponta do banco do carro que era dirigido pela Sra. Chou em direção do shopping. A noite já estava a começar, a lua visível no alto e algumas estrelas extrovertidas estavam a marcar sua presença na despedida do sol.


— Agora vai meter meus sentimentos contra mim?


— Sim! Se não fosse por isso, ela não estaria correndo perigo na mão da MESSC sendo que assim… acho mais perigoso ela estar com você.


— E que siglas são essas?


— MESSC?


— Sim...


— Máfia Estupradoras Sexys da Suruba por Códigos.


— Meu santo Moomoo, como você decorou esse nome? – senhora Chou questionou fazendo uma expressão confusa.


— É que eu gostei do nome, daria para fazer uma série com este nome.


— Vou falar com sua mãe para começar a lhe levar para um psicólogo. – Sra. Chou não sabia sobre a vida de Im, não sabia nem mesmo que sua mãe não morava consigo e que a garota que estava a dividir o teto poderia ser dez vezes pior que ela, estamos nos referindo a Minatozaki Sana, aquela ‘mijona que se borrou em uma cena de série de TV.


— Sra. Chou, com todo respeito, é a senhora que está nos levando para a cena do esquartejamento da nossa amiga. – Chaeyoung buscava ser gentil, não queria perder a sogra mesmo que já estivessem fazendo merda o suficiente que mostrasse que não era confiável deixar Tzuyu com elas.


— Meu anjo, chega um período da sua vida, que você não sabe nem mais o que está fazendo. – ela respondeu. — Só quero minha filha, e se ela morrer, eu mato vocês duas juntas oferecendo suas almas para Hades só para ter minha menina de volta.


Senhora Chou estava convicta de que iria fazer isso, mesmo ela não sendo tão religiosa, mas causar pavor nas meninas poderia fazer Chaeyoung hesitar em pedir a mão de sua filha. Que malvadinha ela hehehe.


Todas estavam preocupadas de modo significante, havia muita coisa que poderia dar errado e não sabiam do porquê raios estavam indo para a cena de confronto. Por falar em dar errado, a senhora Chou também estava alterada de certa forma que não percebera quando seu automóvel começou a fazer um ruído estranho. Nayeon começou a ouvir música para acalmar segundo palpite de Chaeyoung, e a pequena Son se distraia pensando na garota que gostava. A mais nova tentava quase inutilmente driblar o negativismo e equilibrar as cogitações.


Tzuyu, Tzuyu, Tzuyu! Aquele nome não lhe desgrudava a mente.


Um só momento captou os segundos restantes em que o carro pendeu para a lateral por conta de um parafuso McGard a menos na roda dianteira do automóvel. O controle pela direção do carro foi uma acirrada contra a gravidade e velocidade. Senhora Chou não pensou duas vezes quando puxou o freio de mão tentando a todo custo fazer a locomotiva parar, seu pé pisava fundo no pedal do freio e seus dedos se fechavam como nós prendendo o volante.


Soltando algumas faíscas cujo nenhuma alí soubera de onde exatamente viera, finalmente conseguiram manter o controle da situação. Uma grande marca negra de pneu se fixou no asfalto, o cheiro também não era agradável, mas o mais importante, era que nenhuma havia se machucado, nem mesmo uma unha quebrada.


A primeira reação foi de choque, em uma só noite, cinco pessoas – incluindo Sana e Tzuyu – poderiam ter morrido em menos de três horas.


Chaeyoung já deveria ter previsto a própria morte, afinal, ela perdeu já as contas do quanto havia sofrido para um dia só.


O único ruído que ainda se escutava, eram o do sinal de alerta do carro e os dos fones de ouvido de Nayeon que rodava aleatoriamente na música Bad Things do Faky. Nayeon não entendia nada de japonês, muito menos inglês, mas agora uma parte ou outra lhe fazia sentido para o acontecimento.


— Estão bem? – Senhora Chou perguntou de modo ainda em choque pelo ocorrido.


— Desculpe ter comido o restante da sua lasanha… – elas tentaram raciocinar o que Chaeyoung quis dizer, mas a ação de pôr toda a sua refeição para fora veio antecipada e dentro do veículo.


— Por um momento eu acreditei na história do Hades. – falou Nayeon inocente.


— Certo… me lembrem de falar mais sério sobre isso e não brincar da próxima vez. – avisou a mãe de Tzuyu.


— A senhora está brincando agora? – Im a olhou.


— Eu não sei. – respondeu de cabeça baixa. Um logo suspiro foi produzido por parte da mulher mais velha, ela encostou sua testa no volante que manifestou o airbag instantaneamente. — Inferno! – se agitava desinflando o balão. — Vamos pedir carona para alguém que passar, mas vamos caminhar enquanto que não passa ninguém.


— A estrada está deserta, ainda tem mais uns dois à três quilômetros a frente até chegarmos em algum ponto específico a pedir socorro. – analisou Son limpando sua boca.


— Ao menos não tem nenhum cara de serra elétrica e máscara escrota chamado Jason. – Nayeon riu de nervoso e se induziu a olhar ao redor por precaução.


— Vem vindo um carro. – senhora Chou comentou olhando pelo retrovisor externo. — Ainda tenho uma filha pra cuidar. – disse segura e saiu do carro logo sinalizando o pedido de carona para a luz que vinha em direção a elas. Chaeyoung e Nayeon logo então lhe acompanharam. Estava um pouco frio, mas o dia ainda não havia acabado e ainda tinha muito a ser resolvido.




Notas Finais


Estou nem doido de fazer um estrago colossal assim, pode ter certeza, mas está tudo no contexto, e o plot afirma que posso fazer isso u.u

Ensinamentos, ensinamentos... Gosto de fazer vocês pensarem um pouco sobre isso embora eu não tenha dado uma lição grande, nem um pouco destacada, mas é evidente que neste capítulo, há várias coisas para aprender. Open your rise.

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Jya ne?


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