História Shattered - Capítulo 16


Escrita por:

Postado
Categorias Seventeen
Personagens Hong Jisoo "Joshua", Jang Doyoon, Junghan "Jeonghan", Lee Jihun "Woozi", Seungcheol "S.Coups", Soonyoung "Hoshi"
Tags Docheol, Jeongcheol, Junhao, Soonhoon
Visualizações 63
Palavras 2.026
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OOOI MEUS AMORES
como vcs tão?! espero que estejam bem!
boa leitura <3

Capítulo 16 - Capítulo XVI


 

- Posso saber o que raios faz aqui?! – Jihoon indagou surpreso – e irritado – ao abrir a porta e se deparar com Yoon Jeonghan tocando sua campainha. Ele não havia mudado nada naqueles quase três anos, principalmente a cara de pau.

- Eu... finalmente percebi que você tava’ certo. – O Yoon encarou os pés alheios, recebendo uma risada irônica do mais novo.

- Lamento lhe informar, mas percebeu tarde demais. – Tentou fechar a porta, mas fora impedido pelo pé do mais velho.

- Jihoon, eu entendo que eu fiz merda e que nem você e nem ele querem me ver, mas... eu me arrependo e... eu quero consertar as coisas.

- Você quer consertar as coisas, mas será que o Cheol quer?! – O mais velho ergueu o olhar, finalmente encarando os olhos alheios, como sempre, indecifráveis. – Ele seguiu em frente, tá’ feliz com outra pessoa, eles se amam e ele é valorizado e amado do jeito que sempre deveria ter sido. E é isso que importa. Não venha atrapalhar as coisas.

- Eu não quero atrapalhar, eu só... quero acertar as coisas para não ficarmos brigados, e quem sabe voltarmos a...

- Nem termine. – O Lee levantou a mão em um gesto para que o outro parasse de falar. – Ele está sendo amado do jeito que você não o amou, por favor, não venha atrapalhar, ou não vai ser com o Cheol com quem você terá problemas. – Ameaçou. – Você teve sua chance, e desperdiçou, conviva com isso. – E fechou a porta, deixando Yoon Jeonghan atônito diante de suas palavras.

[...]

- A máquina de café quebrou fazem poucos minutos, desculpe. Quer pedir um chá, ou alguma outra coisa?! – A atendente tentou contornar a situação com um sorriso simpático, recebendo apenas um suspiro do cliente bonito.

- Não precisa, obrigado. Tenha uma boa noite. – Jeonghan saiu do café, sentando-se no banco de concreto que havia em frente à loja de cafés.

   Suspirou frustrado, enterrando as mãos entre os fios claros. Sua vida já estava ruim o bastante, e não poderia ao menos ter seu cappuccino preferido?! Os céus estavam contra si, não era possível.

   Quando percebeu, já estava chorando. Não por conta do café, e sim porque sua vida estava uma merda. Percebeu a merda que fez ao largar do ex-noivo, da merda de relacionamento com Jisoo, o HIV que o americano o agraciou, e ainda por cima saber que SeungCheol seguiu em frente, com alguém que ele tinha certeza que o valorizava como ele não valorizou.

- Ei, tudo isso por um cappuccino?! – Ouviu uma voz soar ao seu lado, secando as lágrimas rapidamente enquanto encarava um moço que sorria simpático para si.

- Não tem nada a ver com essa merda. – O Yoon fungou, sentindo-se envergonhado por estar chorando em plena praça pública.

- Não vou me intrometer em seus assuntos. – O desconhecido deu de ombros, rindo e estendendo o copo plástico em direção ao outro. – Peguei o último antes de a máquina quebrar, pode ficar. – Jeonghan encarou o outro desconfiado, mas ao julgar por sua aparência, o homem não aparentava oferecer nem um risco, e era até bonito. Mas não se prendeu muito aquilo, não estava com cabeça para pensar naquilo.

   Acabou aceitando, descontando as frustrações em um longo gole, que queimou lhe a língua inteira pela alta temperatura.

- Ya! Vá com calma, vai queimar a língua. – O outro riu divertido, logo virando-se para atender o telefone que tocava. O outro lhe encarava discretamente, observando-o enquanto conversava no telefone, para logo depois desligar e virar-se para o homem desconhecido. – Preciso ir, aproveite seu café, até mais. – Acenou e saiu de lá a passos apressados, sumindo pela multidão de pessoas que se encaminhava para o metro.

   Jeonghan suspirou, encarando o copo em suas mãos.

   Pelo menos ainda tinha seu cappuccino, e existiam pessoas gentis no mundo.

[...]

   Jeonghan olhava calmamente os pijamas pendurados nas araras, precisava de um pijama novo, os seus estavam velhos e esgarçados.

   Pegou um cinza felpudo, era bonito e poderia o aquecer naquele inverno. Procurou por sua numeração e se dirigiu ao caixa, não precisaria experimentar, serviria em si, e mesmo se não servisse, ficaria no máximo largo e folgado, do jeito que gostava.

   Deu uma checada em suas redes sociais enquanto esperava na fila para pagar. Suspirou, guardando o celular no bolso, cruzando os braços. Passou os olhos pelas pessoas ali presente, sorrindo levemente ao ver uma mulher passar com um bebê fofo nos braços, que fazia gracinhas para a mãe rir.

   Os olhos então, miraram em duas figuras conhecidas – uma nem tanto. Ao longe, na sessão masculina, pôde ver SeungCheol, entretido com a arara de calças, e alguns metros de distância, o garoto do dia anterior que havia lhe dado o café.

   Sentia o coração querer pular do peito e uma vontade absurda de sair correndo e abraçar o Choi. Havia tanto tempo que não o via, que não havia notado o quanto sentia saudades dele.

   Estava do mesmo jeitinho, exceto pelos traços mais maduros, estava beirando os trinta, assim como o próprio Yoon, e era normal o rosto estar mais envelhecido. Mas mesmo que estivesse quase na casa dos trinta, não aparentava nem um pouco, passava por dezenove anos fácil, fácil. A pele era sempre muito bem cuidada e impecável, mas Jeonghan conhecia cada pedacinho e detalhezinho daquele rosto, sabia dizer exatamente o que havia mudado e o que não havia mudado.

   Estava mais gordinho também, as bochechas mais gordinhas, em sinal de saúde, diferente de anos atrás que mantinha as bochechas tão magras que sequer parecia ter carne ali, e o Yoon tinha certeza que por de baixo de todas as camadas de roupa, havia uma barriguinha adorável. A pele também havia mudado, se encontrava mais escura, seu verdadeiro tom de pele, Jeonghan reconhecia. Aparentemente havia parado de passar aqueles cremes clareadores, a pele parecia mais viçosa e saudável, com a melanina natural.

   Os cabelos, pintados de preto e muito bem cortado; os piercings, que ele sempre sonhou em ter, mas era medroso demais para tal, agora, adornavam a orelha quase que completamente. Usava roupas grossas e quentes, parecia uma criança que a mãe entupiu de roupa para não passar frio. E isso somado ao gorro azul que cobria parte dos cabelos, deixavam-no mais adorável ainda, e o Yoon achou que fosse explodir.

   Droga, que merda havia feito?!

   O homem do cappuccino se aproximou com uma camiseta em mãos, balançando ela de um lado para o outro, dizendo algo que o Yoon não conseguiu entender. SeungCheol assentiu, sorrindo levemente enquanto pegava a camiseta e apoiava-a em seu braço. Falou algo e o outro assentiu. A mão de dedos gordinhos foi parar no ombro do moço, mantendo-o próximo de si, antes de irem em direção ao contrária da de Jeonghan, para os provadores.

- Próximo, por favor. – Sentiu um cutucão no braço, a senhora que estava atrás de si já estava impaciente com a demora do homem em ir para o caixa.

   Jeonghan fez uma reverencia, pedindo desculpas e se dirigiu ao caixa, o coração apertado e lágrimas brilhando em seus olhos.

[...]

- Então, Jeonghan-hyung realmente veio aqui?! – Jihoon assentiu, encarando os olhinhos arregalados do namorado.

- Infelizmente veio, e pra’ encher o saco ainda. – Revirou os olhos pequenos. – Veio com um papo de ter se arrependido e começou a falar que queria o Hyung de volta, e ah, quase mandei ele tomar no cu. – SoonYoung soltou uma risada, tirando de dentro da geladeira, a jarra de suco. – Você acredita na cara de pau desse moleque?!

- Moleque ele não é, age como um, mas não é. – O Kwon riu, deixando a jarra sobre a pequena mesa do apartamento que, agora, partilhava com o namorado.

   Decidiram juntar as escovas quando perceberam que já faziam quase quatro semanas que SoonYoung não dormia no próprio apartamento – e Jihoon não reclamava –, e só ia lá para buscar roupas para passar a noite na casa do namorado. Estavam praticamente morando juntos, então era melhor que morassem juntos de uma vez.

- Espero que ele não venha atrapalhar a vida do Hyung, a última coisa que ele merece é um empata como o Jeonghan. – O mais baixo revirou os olhos, não perdendo a oportunidade de dar um tapinha na bunda do namorado quando passara por ele. – E eu prefiro o Doyoon-hyung. – Deu de ombros, indo em direção ao fogão para mexer a carne de porco doce e azeda que preparavam. O mais alto riu, se aproximando.

   Quando estava quase abraçando o namorado por trás, na intenção de beijar-lhe o pescoço – onde sabia que o mais baixo era sensível -, a campainha tocou, denunciando que seus hyungs haviam chego. Soltou um suspiro frustrado, deixando uma mordida leve na nuca do namorido, antes de se afastar para abrir a porta.

- Que demora, vieram rastejando?! – Jihoon gritou da cozinha ao ouvir a porta ser aberta, tampando a panela para cozinhar por mais alguns minutos, para então sair da cozinha.

- Seu hyung quem resolveu passar no shopping comprar roupa antes. – Doyoon deu de ombros, suspirando aliviado ao sentir a temperatura quentinha do apartamento o abraçar.

- Como se você não tivesse comprado dois pijamas. – SeungCheol rebateu, tirando o casaco pesado e deixando junto com o do namorado.

- Em minha defesa, eu estava precisando de um pijama novo. – O Jang rebateu, sendo abraçado por trás pelo Choi.

- Toda vez que a gente entra em uma loja que vende pijamas, você tá’ precisando de um novo. – SeungCheol riu contra a orelha do companheiro, deixando um selar sobre o lóbulo alheio antes de se afastar e ir em direção a um dos donos do apartamento, abraçando o corpo pequeno do melhor amigo.

- Não tenho culpa se pijamas são incríveis. – Doyoon resmungou, se aproximando para também cumprimentar Jihoon.

- DR só mais tarde, agora vamos comer logo. Trouxeram o vinho?!

[...]

   O som da campainha despertou Doyoon aos poucos. Piscou os olhos, ainda lento pelo sono que se apossava de si. Demorou a associar as coisas, mas apenas cutucou a barriga desnuda do namorado.

- Seunggie, a porta. – Resmungou rouco, escondendo o rosto na nuca alheia e apertando mais o corpo do mais velho contra o seu próprio. Recebeu apenas um resmungo, fazendo-o cutuca-lo novamente ao passo que a campainha tocava mais uma vez. – Seunggie. – Resmungou manhoso.

- Abre lá. – O Jang deu-se por vencido e se levantou, sentindo uma leve dorzinha na parte de trás. Grunhiu e buscou pela boxer jogada em um canto do quarto. A vestiu junto de uma bermuda e uma regata qualquer, praticamente se rastejando para a sala.

   Passando a mão entre os cabelos que pareciam um ninho de passarinhos, ele destrancou a porta e demorou alguns segundos para processar quem era.

- Posso... ajuda-lo?! – Piscou rapidamente tentando afastar o sono, e falhando miseravelmente.

- Eu... volto mais tarde. – O homem à sua frente saiu praticamente correndo.

   Doyoon deu de ombros, voltando a trancar o quarto e indo para o quarto.

   Tirou a regata e a bermuda, deitando-se apenas de boxer junto de SeungCheol. O mais velho resmungou com a movimentação na cama e virou-se, deitando a cabeça sobre o antebraço do namorado e se aninhando contra o corpo dele, voltando a se entregar ao sono, e sendo acompanhado pelo Jang.

   Enquanto Jeonghan, já dentro do carro, socava o volante e sentia as lágrimas quentes rolarem por suas bochechas. A imagem do moço do cappuccino completamente sonolento, os cabelos desgrenhados, a péssima combinação de roupa – que Jeonghan sabia muito bem que haviam sido pegas às pressas -, e principalmente as manchas no pescoço e clavículas expostos, lhe deu a certeza daquilo que havia pensado.

   E porra, como doía.

   SeungCheol realmente havia seguido em frente, com alguém bonito e gentil, e que realmente parecia gostar dele. O jeito carinhoso como se olhavam na loja, a mão de SeungCheol que acariciava o ombro do outro mesmo que discretamente, o jeito que ele sorria enquanto falava com o Choi no telefone no dia do café, a aura amorosa e apaixonada que emanavam.

   Jeonghan nunca quis tanto estar no lugar de alguém.

   Jeonghan nunca se odiou tanto por tomar uma decisão tão errada.


Notas Finais


jeonghan viu que tomou no cu e agr que que será que ele vai fazer KKK

sobre a fic, restam já poucos capítulos, uns 3, 4 (?!), e olha, provavelmente eu vá demorar pra voltar, pq eu to lotada de trabalho da escola e minha criatividade anda mt baixa aa tão baixa que tipo, em meses, eu consegui escrever um único one que eu realmente gostei, pq de resto, tentei umas três fanfics e nenhuma eu consegui desenvolver de um jeito que eu ficasse satisfeita, então, vou levar um tempinho pra conseguir desenvolver algo que eu goste, e principalmente, finalizar a fic antes de postar, pq né, não consigo postar uma fanfic sem estar terminada, td bonitinha, então pfv, tentem não desistir de mim KKK <3

pra quem ainda não leu a one, tá aq o link rs https://www.spiritfanfiction.com/historia/insomnia-13845648/capitulo1

até semana que vem <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...