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História She - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Sonhos


A primeira vez que ele sonhou com ela foi em uma noite de verão. E tinha outra garota ocupando sua cama, o que o deixou um pouco culpado.

O que realmente o preocupava, contudo, era o fato de sonhar com uma pessoa que não conhecia. De qualquer forma, o primeiro sonho aconteceu em uma noite quente de verão. O ar condicionado do seu quarto havia quebrado de tarde, então ele teve que abrir todas as janelas e deixar a porta do quarto aberta na esperança que seu quarto não sobreaquecer. Seu plano funcionou, de certo modo, por mais que se sentisse inseguro por ter deixado a porta e as janelas abertas, mas tudo se tornou uma perda de tempo quando ele se cobriu com sua coberta preferida, que era quente demais para aquela estação do ano.

Tudo aquilo resultou em uma noite agitada e mal dormida, e ele se convenceu que a soma dos fatores o fez criar uma mulher inexistente.

O sonho foi confuso, como aquela situação.

Ele andava por uma rua que conhecia como a palma de sua mão, por mais que nunca tenha a visto antes. A rua que provavelmente ficava em algum lugar de Los Angeles era curva, com palmeiras que guiavam o seu caminho. O sol brilhava forte, mas por algum motivo ele não sentia o seu calor. E ele andou e andou, algo dentro de si o impulsionando a continuar. A rua mudou aos poucos, casas sendo substituídas por pequenas cafeterias e floriculturas, lanchonetes e bicicletarias. Pessoas começaram a andar ao seu redor, mas ele se manteve focado, um sentimento estranho borbulhando na boca do seu estômago.

Depois de andar pelo o que pareceram horas ele finalmente parou, mas ao olhar para os lados não achou o que procurava.

Mas então ele a viu e tudo dentro dele fez sentido.

Ela. Qualquer que seja o seu nome. E ela o olhava de volta, por mais que tivesse uma rua entre eles. Ele pensou em atravessar, era tudo o que ele queria, mas algo o manteve parado.

Seu coração disparou, sua garganta secou e a olhando, ele pode jurar que havia se apaixonado. Tudo que queria era correr para o outro lado da rua e a admirar de perto, porque ela era real. Ela tinha que ser.

E ao acordar, se sentindo sufocado e chutando sua coberta para longe, ele se perguntou como conseguiu tão lembrar de seu rosto.

Não foi difícil agir como se o sonho nunca tivesse acontecido. Ele simplesmente seguia com o seu dia por mais que carregasse a imagem dela no fundo de sua mente.

Ele não soube como deveria se sentir quando sonhou novamente com ela algumas noites depois da primeira vez.

O sonho começou da mesma forma. A mesma rua, a mesma sensação de urgência ao andar até encontrá-la. Ela continuava longe, o rosto pacífico ao olhar de volta. Ele quis se jogar na frente dos carros, ou gritar pelo o seu nome, mas algo o impedia, algo o mantinha do outro lado da rua, a assistindo entre os carros. Quando acordou se sentiu tão frustrado que chutou a coberta para o chão, se movendo na cama atrás de uma posição melhor. Ele voltou a dormir em esperança de não sonhar.

Mas ela voltou a aparecer. Vez após vez, o levando a loucura.

Em questão de dias ela era tudo que ele era capaz de sonhar, estando dormindo ou não. Quando estava acordado, imaginava qual seria o seu nome, ou como sua voz deveria soar, se ele a conhecia de algum lugar. Se perguntava qual deveria ser o seu cheiro e como deveria ser tocar sua pele, chegando a conclusão que havia perdido o resto da sanidade que tinha.

Ela era um sonho, ele falava para si mesmo antes de dormir. Ela não era real.

Ao sonhar aquela noite, ele tentou não olhar onde sabia que ela estaria o esperando, do outro lado daquela movimentada rua. Ele tentou continuar o caminho, ou simplesmente ignorar a sua existência, mas não demorou muito até que perdesse a batalha. Daquela vez, contudo, quando ele finalmente a olhou, ela sorriu.

Era um sorriso simples, sem mostrar os dentes, e em resposta ele deu um passo para frente, acordando abruptamente quando conseguiu colocar um pé na rua. Ao se sentar na cama, tinha o coração disparado e não conseguia respirar.

Qual era a merda do problema dele, afinal?

Ela era um sonho!

Pelo os dias seguintes, ele não ansiava pela hora de ir a cama, portanto se forçava a ficar acordado o máximo que conseguia, perdendo seu tempo em redes sociais e documentários da Netflix. Quando dormia, contudo, ela rapidamente invadia seus pensamentos, mostrando aquele maldito sorriso que o fazia querer se matar.

E de certa forma, ele se matava ao entrar na frente dos carros, por fim acordando sem ar e querendo gritar.

Devo estar fazendo algo errado, ele chegou a conclusão quando completou mais um mês com o mesmo sonho, noite após noite. Ela era tudo que ele pensava, tudo que ele conseguia imaginar. Queria ouvir sua risada ou tocar em sua mão e ver o seu sorriso por perto.

Talvez ele só precisava desistir em vez de brigar contra o sentimento que o corroía por dentro, finalmente aceitando o fato de ter enlouquecido.

Ele tentou desistir então, deixando seu corpo o guiar, mas antes que pudesse entender o que fazia, ele se manteve firme do outro lado da rua depois que ela sorriu. Ele brigava com o sentimento que vinha do fundo do seu estômago mais uma vez.

E ela o olhou, seu sorriso desaparecendo, seus olhos se enchendo de lágrimas. Em desespero por ter ferido seus sentimentos, ele deu um passo para frente e mais uma vez acordou com o susto de ter entrado na frente de um carro.

Ele percebeu que chorava ao abrir os olhos.

Ela. Ela era a única pessoa em sua mente e ele nem ao menos sabia onde a encontrar.

Ele começou a se perguntar se outras pessoas também a viam, se ela controlava a cabeça deles como o controlava.

No terceiro mês, ele não tinha mais ideia do que fazer. Ele mal dormia e quando conseguia, ela voltava. Ele havia tentado de tudo, mas sempre perdia no final e a olhava. Ela chorava quando ele a negava e sorria quando ele não brigava contra o sentimento que ficava todo noite mais forte.

"Vem aqui" ele pensou em lhe falar mesmo sabendo que não conseguiria. O que não esperava, contudo, era que ela sorrisse mostrando ter o ouvido.

Ela o ouviu.

Em surpresa com a descoberta voltou a pensar "Por favor, vem aqui" e quase sorriu quando ela mexeu a cabeça para os lados. Ele a encarou em descrença e ela o encarou de volta, seus olhos intensos queimando sua alma. Ele sentia seu coração em sua garganta, seus dedos coçando com a vontade de a tocar. "Vou conseguir atravessar a rua?" a perguntou e ela pareceu hesitar antes de concordar com a cabeça. Ele tentou confiar nela, nos seus olhos, mas desistiu antes que pisasse na rua com medo de se machucar com os carros.

Ela começou a chorar.

E enquanto ele a observava, ela se virou e entrou em uma das lojas atrás dela. Ela nunca tinha o deixado antes.

Ele só queria entender o que tinha que fazer para chegar até ela.

Na noite seguinte enquanto a assistia entrar novamente na mesma loja, ele estranhou por achar o lugar tão familiar. Até o momento que percebeu que não era uma loja, mas uma cafeteria.

Uma cafeteria que ele já havia ido.

Mas onde ele não tinha ideia.

- Você conhece alguma cafeteria que tem uma fachada preta e um letreiro retangular na lateral? - perguntou a um amigo, finalmente desistindo de tentar solucionar o mistério sozinho.

- Sim.

- Sério?

- É claro, a metade das cafeterias em Los Angeles são assim.

Ele revirou os olhos, ele só queria a ver novamente.

Em uma noite, o sonho por mais que fosse o mesmo, estava diferente. Ele sentia o calor do Sol sobre sua cabeça e o vento salgado batendo contra o seu corpo, notando que estava perto da praia. Como se isso o ajudasse, pensou irritado. Ele só queria a ver.

Havia passado o dia pensando nela, como costume, mas daquela vez não se sentia relutante ao dormir, contando os segundos para ver o seu sorriso.

E quando finalmente encontrou o seu rosto, ele sorriu. E ela sorriu de volta, mostrando o maior sorriso que ele já viu, e daquela vez, quando ele pisou na rua, nenhum carro foi a seu encontro automaticamente. Ele não acordou com o coração disparado ou sem ar.

Então ele deu mais um passo.

E outro.

E outro.

Ao chegar no meio da rua ele deixou de a olhar, contudo, sem acreditar que ele realmente conseguiria chegar do outro lado. O levou um segundo para perceber o erro que tinha feito, porque quando a olhou, ela já tinha se virado.

Ele não confiou nela.

Então ele fechou os olhos e esperou acordar com um sobressalto.

Ao abrir os olhos novamente, com o sobressalto, ele se xingou e jogou o travesseiro para longe. Tão perto, mas tão longe.

- Você conhece alguma cafeteria que tem uma fachada preta e um letreiro retangular na lateral?

- Sim, tem um descendo a rua.

- De verdade?

- Quer ir?

- Claro!

No caminho para a cafeteria percebeu que não era o lugar certo. A rua não era nada parecida com a do sonho, até mesmo as palmeiras não lembravam as que ele via toda noite. Ele entrou para pegar seu café de qualquer forma, mas rapidamente se arrependeu.

Até o café parecia errado.

"É possível se apaixonar por um sonho?" ele pensou esperando que ela o escutasse mais tarde no mesmo dia. Ela sorriu do outro lado da rua, quase o implorando com o olhar para que ele se aproximasse.

Como as outras vezes, ele conseguiu chegar até a metade da rua e se forçou continuar a olhando, independente do medo que sentia de ser atingido por um carro. O sol sobre sua cabeça ficava vez mais forte, mas o vento era uma suave brisa que o ajudava a continuar. Passo após passo ele manteve o caminho até ela, finalmente se deixando confiar no sentimento do fundo do seu estômago. Ele podia confiar nela, se lembrava como um mantra, ela estava lá por ele.

E sem acreditar, ele chegou do outro lado da rua.

Ele ouvia seu batimento cardíaco no ouvido, ansiedade correndo por suas veias. Ele havia conseguido.

A vendo tão de perto, ele não soube o que fazer. Ela sorria, seus olhos brilhando como mil diamantes e ele só queria terminar a distância entre eles para a beijar. "Oi" ele pensou, levando uma de suas mãos para o seu braço. Ao tocá-la, ele pensou que fosse desmaiar, nunca antes sentindo um sentimento tão forte quanto aquele. E ela o tocou de volta, posicionando uma de suas mãos na lateral do seu rosto. Ele fechou os olhos por um segundo, memorizando todos os detalhes daquele sonho para conseguir se lembrar de tudo ao acordar.

Ela riu baixinho e ele não quis acreditar que existisse um som tão adorável quanto aquele.

Ao abrir novamente os olhos, ele não encontrou mais o seu rosto, contudo, percebendo que havia acordado. Ele se sentiu próximo a lágrimas, querendo sonhar para sempre.

- Ei, você conhece alguma cafeteria que tem uma fachada preta e um letreiro retangular na lateral?

- Você está falando sobre o Two Guns?

Sentindo o seu coração disparar, ele quase se levantou em um pulo.

- Two Guns?

- Minha cafeteria preferida, sim. Te levei lá algumas vezes.

- Onde fica?

- Manhattan Beach! - disse como se ele fosse um idiota. - Jura que não lembra?

Ele estava muito ocupado pegando o endereço no celular para responder, rapidamente avisando que teria que sair.

O levou vinte minutos para chegar a cafeteria e ao ver o mesmo lugar que ele viu todas as noites por quase quatro meses, ele achou que iria chorar. Ao estacionar o carro, suas mãos tremiam e ele sentia que iria vomitar, mas continuou o seu caminho determinado, seguindo pela rua que tanto conhecia. Diferente do seu sonho, o nome da cafeteria estava estampado no letreiro e sua perna perdeu um pouco da força assim que ele parou na frente da porta. Ela não estava lá.

Ao entrar, o sino da porta tocando, ele soube que não havia como voltar atrás. Ele não tinha certeza se a encontraria, mas aquele lugar deveria ser importante já que sonhou com ele por tanto tempo.

Secando as mãos suadas na calça se aproximou do balcão, onde duas pessoas estavam usando uniforme.

- Olha quem finalmente resolveu apareceu. - um dos funcionários disse, seu olhar longe dele. Ele seguiu seu olhar, sabendo que alguém vinha de um corredor que ele não tinha visão.

Então ele escutou a risada.

A mesma risada.

- Me atrasei cinco minutos! - ela disse, saindo do corredor e ficando atrás do balcão com os outros funcionários.

Ele prendeu a respiração sem acreditar que ela estava ali, na sua frente, com um sorriso no rosto. Ela ainda estava prendendo o cabelo no topo de sua cabeça quando andou diretamente em sua direção, seus olhares finalmente se encontrando.

Ele se perguntou se ela sentiu o mesmo ao olhá-lo, se seu coração também disparou e se ela pensou que pudesse morrer de tanta felicidade. Ele sabia que tinha uma expressão idiota no mesmo, mas ela sorriu, o mesmo adorável sorriso que ele não saberia mais sobreviver sem o ver todo dia.

- Oi! - ela disse, da mesma forma que ele havia a dito no sonho. - Está pronto para pedir?

Não, ele percebeu, seu olhar correndo para o menu na parede. Ele era um completo idiota. Ele rapidamente desistiu de encontrar algo para beber, contudo, sabendo que tinha algo mais importante para fazer.

- Como é o seu nome? - perguntou, tentando não soar tão ansioso.

Ela sorriu um pouco mais.

- Day. - respondeu apontando para a etiqueta com o seu nome.

Day. Ela era real e tinha um nome.

Seu nome era Day.

Ela era real. Ele estava apaixonado por uma pessoa real.

E seu nome era o mais lindo que ele já ouviu em toda sua vida.

- Eu sou o Harry. - se apresentou, a fazendo sorrir lateralmente.

- Eu sei. - disse o confundindo. Ela o conhecia?

Talvez ela também vinha sonhando com ele?

- Sério?

- Sim, você é Harry Styles. - respondeu como se fosse óbvio. O que era, ele rapidamente percebeu. Ele riu baixinho, sentindo sua bochecha queimar de vergonha. Ela havia conseguido que ele esquecesse quem era.

- Certo. - sussurrou, seu rosto quebrando em um sorriso ao lembrar que aquilo realmente acontecia. - Eu gosto do seu nome.

- Obrigada, - ela riu sem jeito. - eu gosto do seu sotaque.

Ele acompanhou sua risada, sem saber o que falar em seguida. Ele só queria poder a beijar.

- Então... está pronto? - ela tentou novamente, seu olhar correndo para um ponto sobre o ombro de Harry. Olhando para trás percebeu que uma fila se formava e em desespero, se inclinou levemente sobre o balcão para conseguir abaixar o seu tom de voz.

- Não. - assumiu.

- Não tem problema. - ela rapidamente disse. - Eu posso te ajudar a escolher, você quer café ou chá?

- O seu número.

Ela desviou o olhar que tinha no menu para o rosto de Harry, suas sobrancelhas levemente arqueadas com surpresa. Ela o encarou em silêncio por alguns segundos, Harry sentindo seu mundo desabar. E se ela estivesse em um relacionamento? E se ela nem mesmo gostasse de homens? Como ele nunca havia parado para pensar naquilo antes de fazer a idiota pergunta? Como ele seguiria com a sua vida se ela o negasse? Ele continuaria sonhando com ela?

- Iced coffee está bom. - ele continuar a falar, sem aguentar o silêncio. Ela finalmente piscou, mexendo a cabeça para os lados como se tivesse saído de um transe.

- Você pode, mhmm... Você não precisa pagar.

- O quê? - perguntou entendo que aquela era a sua forma de se desculpar por não estar interessada. Ela tinha pena de Harry.

Por um momento desejou que estivesse sonhando para poder se jogar na frente dos carros. Acordar sem conseguir respirar era melhor do que a sensação que ele sentia agora.

- Por que você não vai se sentar? - ela perguntou suavemente, suas bochechas coradas. - Posso levar o seu café.

- Claro. - concordou, por mais que tenha debatido se deveria correr para longe da cafeteria antes que ela fosse o negar depois de dar o café como um prêmio de consolo.

Harry assistiu alguém tomar o lugar de Day no caixa e a assistiu fazer o copo de café, um sorriso fraco brincando em seu rosto. Ele desejou não ter se apaixonado por um maldito sonho, por ter confiado em seus olhos e seguido seu coração em vez de se manter brigando contra o sentimento. Ele era estúpido e nunca encontraria alguém que o faria sentir da mesma forma que uma completa estranha o fazia.

E mesmo sem querer, ele sorriu quando ela se aproximou, agradecendo pelo café.

- Estou livre a partir das oito. - disse simplesmente, suas mãos brincando com o avental.

Ela queria sair com ele?

- Espera, por que você está me olhando assim? - ela rapidamente disse quando Harry não a respondeu. - Você pediu o meu número por que quer sair comigo, certo? Ou você quer o meu número por outro motivo? Desculpa se eu entendi errado, eu só achei que...

- Eu quero te levar para sair. - ele a cortou, querendo rir. Ela estava tão nervosa quanto ele.

Ela também o queria.

Droga, ela disse sim.

- Ah, que bom. - ela suspirou em alívio e soltou um risinho. - Está livre às oito?

- Hoje?

- Sim.

- Não tenho nenhum restaurante reservado. - ele pensou alto a fazendo franzir a testa.

- Por favor não me leve para nenhum restaurante chique. - ela pediu. - Não sei usar os garfos.

Ela era engraçada, ele notou sorrindo.

- Onde quer que eu te leve então?

- Um lugar que eu possa usar isso. - disse apontando para o corpo, ele sorriu. - Menos o avental, é claro.

- Eu gosto do avental.

Ela riu baixinho.

- Vou pensar em algo. - prometeu. - Te busco às oito aqui?

- Sim. Preciso voltar a trabalhar.

- Claro... o seu número?

- Olhe o copo! - ela avisou antes de voltar para o balcão. Ele a assistiu voltar a trabalhar, o sorriso ainda maior.

Ele sorriu de volta, porque não havia um mar de carros para enfrentar daquela vez. Ela havia dito sim.

Seu sonho virou realidade.


Notas Finais


heyyyy, só uma leve explicação kkk
minha melhor amiga é fascinada pela música She do Harry e ela pediu para eu fazer uma história com uma ideia que ela teve. e eu fiz. tá aí.
não sei se vou continuar ou se só foi um conto que eu resolvi escrever e agora, resolvi postar.
é isso.

acompanhem minhas outras histórias! até em breve. x


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