História She is Gone - Capítulo 3


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Categorias Originais
Tags Maya, Romance, Tyler
Visualizações 35
Palavras 1.576
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, gente! Como eu disse, não demoro para postar um novo capítulo, então aqui está! Observações:

🌊A partir de agora, chamarei as leitoras de “goners”.
🌊Esse capítulo está um pouco maior.
🌊Nem todos os meus capítulos são enormes, mas nenhum deles terá menos que 900 palavras.
🌊Essa história é 100% de minha autoria.
🌊Plágio é crime!

Beijos e boa leitura.
Ciça💗.

Capítulo 3 - Ciúmes irracionais não tão irracionais


Fanfic / Fanfiction She is Gone - Capítulo 3 - Ciúmes irracionais não tão irracionais


TYLER’S POINT OF VIEW 
         

Já haviam passado-se alguns dias desde  a conversa que vi Dylan ter com Maya. Ela estava distante, e não falava comigo com tanta frequência. Desde o primeiro dia nos tornamos melhores amigos. No começo nos abraçassavamos e estávamos sempre justos. Droga, Dylan!

Nossa relação estava fria, e eu não gostava disso. Parecia que Dylan me via como ameaça. Seus ciúmes de Maya eram extremamente obsessivos.
       

Durante esse tempo também percebi que ele dava muita conversinha para uma menina atirada do 2° ano. Descobri que o nome da garota era Jenna e a mesma deixava bem na cara de Maya que Dylan estava na dela, porém, ela não parecia ligar muito.
       

Cansado de um afastamento repentino e na intenção de me aproximar de Maya, não resisti e pedi seu número a Emma. 
       

Após uma aula extremamente chata de geografia, fui para casa e a primeira coisa que fiz foi mandar uma mensagem para May.
 

MENSAGEM ON
Tyler: Oi, May! Topa irmos no cinema mais tarde?
Maya:Oi, Tyler. Não acho que seja uma boa ideia.
Tyler: Porque? Faz um tempo que não conversamos!
Maya: O motivo não está na cara não? O Dylan tem um ciúme ecessivo de você. Se souber que fui sozinha no cinema contigo, vai querer meter porrada.
Tyler: Ele não precisa saber! Aliás, não sei como você não tem ciúme dele com a Jenna! 
Maya: Ah! Eu me garanto, amor. Se Dylan quisesse prostituta iria a uma boate. Te encontro às 18:00 no shopping?
Tyler: Kkkkkk. Você não existe! E estarei a sua espera!
 MENSAGEM OFF
     

  Ver Maya me chamar de amor, mesmo que fosse uma forma de expressão, me deixou radiante. Aquela menina era perfeita para mim! Pena que a morena tinha um namorado. Resolvi cochilar um pouco, pois ainda eram 14:15. 
     

  Quando acordei, vi como o tempo voou. Já eram 17:40 e eu tinha pouquíssimo tempo para me arrumar. Tomei um banho frio para despertar e coloquei uma calça jeans escura com uma camisa polo branca. Penteei meu cabelo e o arrumei em um topete. Passei perfume e peguei o carro da minha irmã emprestado.
         

Eu ainda não tinha idade para dirigir, mas, fazer o que né? Ver Maya era a única coisa que interessava no momento.

 

MAYA’S POINT OF VIEW 
     

   Minha vida estava um tédio sem Tyler. Mais de uma semana sem suas piadas, sem  seu olhar sobre o meu corpo, sem seu cabelo loiro, sem seus abraços. Eu estava triste.
     

   Dylan ficava de conversinha com Jenna, mas confesso que nem ligava. Eu gostava muito dele e estávamos muito bem até a chegada de Tyler.  Ele mecheu comigo e nem sabia mais o que estava sentindo.
         

Dylan já havia dito “Eu te amo” mas eu não conseguia. O principal motivo era que Dylan só pensava e falava merda.Eu o adorava e amava o namorar só que, ele era muito safado às vezes. 
         

A mensagem de Tyler me deixou feliz e por mais que tivesse tentado resistir, não aguentei. Ele jogou todo seu charme de conquista e conseguiu me dominar por simples mensagens. Eu nunca havia me sentido assim antes. 
   

    Meus antigos namorados eram  páginas viradas e sentimentos esquecidos e Dylan também estava ficando para trás. Com Tyler a coisa era diferente. Eu me sentia especial pelo jeito que ele me olhava e me tratava, como se eu fosse uma princesa.
     

  Ainda faltava tempo para as 18:00 mas já resolvi me arrumar. Isso não era um encontro, mas nunca me arrumei tanto para sair. 
 

     Coloquei um vestido azul que era justo na cintura, mas abria dela para baixo e batia um pouco acima dos meus joelhos e um tênis branco da adidas.
     

 Fiz uma leve maquiagem no rosto e quando deram vinte para as seis, chamei um táxi.
         

Ao chegar no shopping, alguns minutos atrasada, avistei Tyler. Ao me ver, seus olhos brilharam e mais uma vez seu olhar percorreu todo o meu corpo. 
      Por mais que me sentisse envergonhada, eu amava esse olhar!

TYLER’S POINT OF VIEW
   

   Cheguei no shopping faltando somente alguns minutos para as 18:00. Por volta de dez minutos depois, Maya chegou. Ela estava linda como nunca. Aquele vestido caia tão bem em seu corpo grego! 
     

Como sempre, a morena estava corada, e isso me vez perceber o quando senti sua falta.
     

Demos um abraço demorado e nos cumprimentamos antes de andarmos até a bilheteria. Estava passando um filme de terror, que Maya logo topou de ver. Eu já tinha assistido esse filme e sabia que era medonho, mas, a ideia de ter May me abraçando e pedindo por proteção já mudava minha ideia.
           

Chegamos dentro da sala e nos sentamos em uma das cadeiras mais no fundo. Apoiei meu braço no encosto da cadeira e assim que o filme ia começar, senti sua mão quente apertando a minha. Sorri.
         

  Olhei para ela e percebi que estava nervosa, mas tentava não deixar transparecer.
           
- • -
 
        Quando o filme acabou, Maya ainda estava paralisada. Podia ser durona e diferente das outras, mas, um filme de terror pesado foi suficiente para deixá-la com medo.
         

Levantamos de nossas cadeiras e usando a desculpa de reconfortá-la, passei a mão ao redor de seus ombros. 

— Vamos tomar um sorvete?- perguntei, a abraçando mais forte

—Claro! Aqui tem um Bobs e uma sorveteria italiana.-disse ela animada—Qual você prefere?

—O italiano é legal!

—Então vamos.- disse ela se desvencilhando de meu abraço e me puxando pela mão.
         

Andamos um pouco dentro daquele enorme shopping, que ela parecia conhecer como a palma da mão, e encontramos a tal sorveteria. Nos sentamos e pedimos nossos sorvetes. Eram muito bons!
           

Após acabarmos, demos uma volta no shopping. Maya não havia parado na vitrine de nenhuma loja, até chegarmos em frente de uma grande livraria. Ela rapidamente soltou minha mão e foi correndo lá dentro.
         

Minha única reação foi correr atrás e consegui ouvir a parte da conversa em que ela perguntava sobre a coleção de capa dura do Harry Potter.

—Vou levar todos!-ela  disse para a vendedora e me deixou de boca aberta.

—Ok. Ficam R$280,00. Como vai pagar?- nesse momento me intrometi na conversa e disse:

—Eu vou dar de presente para ela. Cartão de crédito, por favor!

—Não! Ele não vai pagar nada- disse ela  me repreendendo.—Isso é muito dinheiro e é para mim!

—Pode deixar, Maya. É só um presente. Vou pagar e pronto.

—Mas...

—Mas nada! É feio recusar presentes-disse pegando a sacola e a entregando.

—Tudo bem, obrigada.- disse ela rindo
       

 Passei novamente o braço ao redor  de seus ombros e quando sairmos da loja, esbarramos com Dylan.

MAYA’S POINT OF VIEW 
     

  O filme com Tyler foi ótimo! Não senti medo nenhum mas adorei ele me abraçando então só fingi estar assustada. 
             

Ao sairmos do cinema, tomamos sorvete e depois ele inventou de comprar os livros do Harry Potter para mim, na edição de capa dura!
             

 O agradeci  e saímos da livraria abraçados. Mas, trombamos com a única pessoa do mundo
que iria se importar com nossa proximidade: Dylan.
           

 Primeiro ele entrou em choque, ao perceber que Ty me abraçava. Depois jogou ele para longe e deu vários socos em seu rosto. Tyler inverteu as posições e quase destruiu o rosto de Dylan.
           

 Fiquei tentando separar os dois até que seguranças chagaram e fomos expulsos do shopping. Me despedi rapidamente de Ty, dando um beijo em sua bochecha. 
             

Então foi a vez de eu escutar as besteiras que Dylan estava pensando.

—Maya! Eu falei que não era para você ficar perto desse moleque e você vai no shopping e fica agarradinha com ele?- disse com uma voz de raiva— Dava para ver o quanto ele estava adorando você com a cabeça encostada no peito dele!

—Calma,Dylan! Ele é meu amigo e não tem nada de mais ele me abraçando e vice e versa!

—Mas o moleque gosta de você!

—Deixa de ser maluco! Ele é meu amigo e não vou deixar de vê-lo porque você tem ciúmes irracionais. Acho melhor darmos um tempo,não?

—May, não se precipite, okay? Eu não preciso de um tempo para saber que te amo. Confio em você.

— Não é o que parece! 

— Vou me controlar mais, prometo.- disse ele me puxando pela cintura e me dando um beijo calmo e demorado.

—Tá bom...- disse, o dando mais um beijo.
- • -
       Eu e Tyler estávamos em um campo, cheio de flores, caminhando de mãos dadas e sorrindo. Já estava no por do sol, sentamo-nos na grama macia e me deitei em seu ombro. Ele era tudo que eu mais amava.

—Eu te amo!- disse ele. 
      

Levantei-me e o olhei.

—Eu te amo, Tyler!- após dizer isso, ele
me beijou. Ficamos nos beijando por muito tempo, até que o despertador tocou.
       

Levantei-me em um pulo da cama. Eu havia sonhado com Tyler. Eu havia sonhado que o amava e havia dito  isso para ele. 
         

 O que isso significa? Eu nunca havia dito à Dylan que o amava, mas porque seria tão fácil dizer isso a Ty? 

Decidi então que conversaria com Dylan e pediria um tempo. Eu estava confusa e isso não era justo nem comigo nem com ele. 
           E quanto a Tyler, bem, eu não sabia o que sentia. Eu adora estar com ele, eu adorava seu cabelo, seu perfume, sua voz.
            O lance com Dylan não iria mais dar certo: gostar, não é amar; talvez, não é sim e “também” não é “Eu te amo”. 
           

Ciúmes irracionais tornam-se racionais.
       
 


Notas Finais


Obrigada por lerem, goners! Até a próxima!


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