História She is Ours (Imagine Twice) - Capítulo 24


Escrita por: ~

Postado
Categorias TWICE
Personagens Jungyeon, Momo, Nayeon
Tags Imagine, Imagine Kpop, Imagine Twice, Kpop, Políamor, Twice
Visualizações 208
Palavras 1.393
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Fluffy, Hentai, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, Ohana!
Tudo bem com vocês? Espero que sim!

Boa leitura

Capítulo 24 - Surpresa?


Fanfic / Fanfiction She is Ours (Imagine Twice) - Capítulo 24 - Surpresa?

Parecia que naquele meio tempo se resumia em um misto de felicidade e tristeza, parecia que quando tudo está perfeito algo vinha como um soco para acabar com essa tal alegria. Depois de quase dois anos, eu e as meninas decidimos que teríamos uma criança, e como elas sabiam que era meu sonho sentir meu bebê crescendo dentro de mim, eu que faria a inseminação artificial, ficamos quase cinco meses tentando.

Mesmo com as meninas dizendo que poderia levar tempo e que logo iria acontecer, eu estava sentindo minhas esperanças se esvaindo de pouco a pouco, e hoje, sem dizer nada a elas, eu fui até o hospital, pegar os exames que havia feito para descobrir o motivo de não conseguir gerar uma criança. E apenas confirmei minhas suspeitas.

Eu sou estéril, e não seria capaz de gerar uma criança.

Não consigo acreditar no que estava acontecendo, parecia estar indo tudo tão bem, estava tudo tão perfeito, e essa notícia veio como um balde de água gelada sobre mim.

— Ei, Unnie. — NaYeon me chamou, mas eu apenas a ignorei, não queria conversar com ninguém, queria apenas chorar até que eu pegasse no sono. — O que houve? — Senti a mais nova se deitando atrás de mim, me abraçando carinhosamente, mas eu afastei seus braços de mim.

— Me deixe em paz, NaYeon.

— Me diz o que aconteceu? — Eu fiquei calada. — (SeuNome)-Unnie, eu não gosto de te ver assim. É sobre tentarmos ter uma criança? — Senti meu coração se apertar, desde a hora que cheguei não consegui sair do quarto, nem para cumprimenta-las como costumo fazer. — Não fique assim, nós vamos conseguir.

— Eu sou estéril, NaYeon. — Desabo em lágrimas no mesmo instante em que digo tais palavras. — Eu nunca vou conseguir ter um bebê. — Me virei para NaYeon, a abraçando forte.

— Eu sinto muito, Unnie. — Ela me abraçou mais forte, passando a acariciar meus cabelos. — Por favor, não chore, nos vamos dar um jeito. — Segurou meu rosto, secando meu rosto, me dando um longo beijo em seguida, logo voltando a me abraçar.

— Não tem como dar um jeito, NaYeon.

— Nós vamos dar um jeito, nós sempre conseguimos arrumar não é? — Assenti — Apenas confie em mim, você confia?

— Sim. — A abracei mais forte.

 

17 de Junho – Guri, Coreia do Sul

 

— Ei, Noona. Você está bem? — Hyuk perguntou.

— Uhum.

— Não é o que parece, está bastante cabisbaixa. — Havia se passado uma semana da notícia, e eu não havia me recuperado.

— Eu só recebi uma notícia ruim, e ainda não aprendi a superar.

— Tem algo que possamos fazer? — Apontou para si e JiHyo. Eu não havia contado para mais ninguém além das meninas, só a lembrança já me dava vontade de chorar, não conseguia dizer isso a quase ninguém, nem mesmo minha família sabe ainda.

— Eu vou melhorar, infelizmente não a nada que ninguém possa fazer. — Me levantei.

— Aonde vai? — JiHyo perguntou.

— Eu vou para casa.

— Mas já? Você acabou de chegar.

— Eu sei, Hyuk. Mas sinto que não deveria nem ter levantado na minha cama. — Me virei para a saída, mas JiHyo me segurou pelo braço.

— O que aconteceu para te deixar assim? — JiHyo perguntou preocupada.

— Não é-

— Não me venha com essa, nem preciso saber o quanto te conheço não é? Sei que não se abala por pouco. — Senti meus olhos arderem. — Ei, apenas nos o que aconteceu? Foi uma daquelas três? Por que se foi eu juro que-

— Não, não foi nada disso. Eu descobri que eu sou estéril, Ji. Eu nunca vou realizar meu sonho de ser mãe. — JiHyo me abraçou, assim como Hyuk. — Eu esperei tanto por isso e nunca vou realizar.

 

***

 

Depois de um tempo na casa de Hyuk, eu voltei para casa, eles tentaram me animar e por poucos minutos eu conseguia um pouco, mas nada que durasse por muito tempo.

— Olá, Unnie. — Momo me abraçou. — As meninas e eu temos uma surpresa para você.

— Que surpresa?

— Se eu contar deixa de ser surpresa, dãn. As meninas já estão lá, então precisamos nos apressar. Vamos perder o nosso vôo, vai se arruma. — Me empurrou até as escadas, eu a olhei desconfiada, me perguntando do porque do vôo. — Vamos, Unnie. Estarei te esperando.

Eu deveria questionar sobre o porque a tal viagem era tão longa ao ponto de termos que ir para lá de avião, mas sabia que Momo apenas me obrigaria a ir logo para me arrumar. E foi o que eu fiz. Tomei um banho, quando cheguei em meu quarto, percebi que tinha algumas roupas faltando, pelo visto, pensaram em tudo. Assim que coloquei minhas roupas, fui até a sala, onde estava Hirai me esperando, logo ela sorriu, e veio até mim animada.

— Por favor, Unnie. Se anime, tenho certeza que vai gostar da surpresa. — A forma confiante que Momo falou suas palavras me fez sorrir, havia percebido o quanto as três tentavam me animar ao máximo, e achava adorável elas tentando me fazer esquecer isso de todas formas. — Vamos.

— Pode pelo menos me dizer para onde estamos indo? — Perguntei, enquanto íamos para o elevador.

— Mas faz parte da surpresa.

— Tudo faz parte da surpresa?

— Nem tudo, posso te dizer quem vai estar lá.

— E quem vai estar?

— Sua família toda. — Momo riu da minha expressão perceptível de surpresa.

— Como é?

— Kyok, Teddy, sogrão, você sabe.

— Estamos indo para Seul?

— Não.

— Pare com isso, Momo. Me dig- — O elevador se abriu, revelando ser HyunAh, uma moradoras do prédio que Momo não gosta, por conta de um certo problema nosso com ela. O silêncio se fez presente no local, bati no braço de Momo ao perceber que ela olhava de forma rancorosa para Kim.

— Ai, doeu. — Resmungou. Pelo espelho do elevador notei HyunAh me olhando, e aquilo me deixou levemente constrangida, já que o olhar dela era o de sempre para mim, Momo apenas me puxou para perto de si, deixando sua mão em minha cintura, o que fez HyunAh desviar seu olhar.

No meu começo de namoro com as meninas, a primeira pessoa na qual eu fiquei, foi Kim HyunAh, como Momo tinha o ciúme obsessivo, HyunAh e eu ficávamos em sua casa. Mas passando um ano disso, HyunAh passou a sentir ciúmes de mim com as meninas, e queria que eu terminasse com elas para ficar com ela. E vamos dizer que mesmo depois de anos a situação dela comigo ainda é bastante complicada, e nenhuma das três tem uma relação boa com ela.

Do terceiro até o térreo nunca demorou tanto.

Suspirei aliviada ao ver as portas se abrindo, e pude ouvir Momo rindo por conta disso assim que HyunAh se afastou.

— Acha engraçado não é?

— Não nego.

— Vamos logo. — Aceleramos o passo até o carro de Momo. Acenei para DaHyun que estava com seu pai, logo vendo a mesma retribuir o ato. JoonHo após descobrir sobre mim e as meninas, ele parou de falar comigo, e até fez DaHyun parar de frequentar as aulas comigo, chamando outra pessoa, então desde tais acontecimentos, eu nem sequer o cumprimento, com medo de ser ignorada por ele.

— Alô? — Ouvi Momo falando no telefone assim que entramos no carro, mas logo começou a falar em japonês. Eu olhei para a janela, esperando que ela terminasse a ligação. Logo quando ela terminou fomos até o aeroporto, a viagem inteira foi em silêncio, não queria conversar, mas não sentia o clima tenso.

Quando chegamos, Momo tirou duas mochilas do porta malas, me entregando uma, quando nos aproximamos mais, vi NaYeon e JeongYeon assim como Momo e eu com mochilas nas costas enquanto conversavam com sorrisos em seus rostos, que logo foram direcionados para mim e Momo.

— Pensei que não vinham mais. — JeongYeon disse rindo.

— Podem me dizer, por favor, aonde estamos indo? — Perguntei.

— Você é muito ansiosa, (SeuNome)-Unnie. Relaxa, logo você saberá. — Revirei os olhos com a fala de NaYeon.

— Vamos, já deram chamada para o nosso voo, e se não chegarmos lá em trinta minutos, acabou a surpresa. — JeongYeon avisou.

— Estamos esperando o que? Vamos. — As três riram de mim. Assim que fomos para o portão de embarque, JeongYeon entregou nossas passagens a aeromoça e logo fomos até o avião, me sentei ao lado de JeongYeon na frente enquanto NaYeon e Momo ficaram ao nosso lado. Apenas deixei minha cabeça sobre o ombro de JeongYeon, logo sentindo a mesma colocar seu braço em volta de mim, deixando sua mão em meu ombro.


Notas Finais


Eu estou demorando com as atualizações, não é? Eu sei, eu estava há muito tempo pensando em outros capítulos para que esse aqui chegasse, mas como eu simplesmente não consegui pensar em nada, eu acelerei as coisas. Me desculpem. O próximo capítulo está pronto, mas só irei posta-lo semana que vem.

Estou pensando em acabar com essa fanfic, dar um fim para ela sabe? E estou pensando em fazer isso um pouquinho mais antecipadamente do que pretendia, calma, a fanfic não vai acabar agora. Tem coisa pra acontecer, respirem. Mas já estou planejando isso...

Bom, estou sem muito o que dizer...
Espero que tenham gostado e desculpem qualquer erro.

Beijos da Panda aqui!


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