História She Will Be Loved - Fillie - Capítulo 25


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Categorias Stranger Things
Personagens Chefe Jim Hopper, Dustin Henderson, Eleven (Onze), Jonathan Byers, Joyce Byers, Lucas Sinclair, Maxine "Max" Mayfield / "Madmax", Mike Wheeler, Nancy Wheeler, Personagens Originais, Will Byers
Tags Caleb Mclaughlin, Fillie, Finn Wolfhard, Jack Dylan Grazer, Jacob Sartorius, Lilia Buckingham, Mackenzie Ziegler, Maddie Ziegler, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Sadie Sink, Stranger Things
Visualizações 453
Palavras 2.821
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 25 - Minha droga particular


5 anos atrás, Denver, Colorado.


[NOAH NARRANDO]


Aos dezoito anos, as pessoas tendem a acreditar que são donas da porra toda e donas do próprio nariz. Não foi diferente comigo e minha irmã gêmea, Chloe. Era apenas mais uma festa comum, do ciclo de amigos e colegas, onde um chama o outro, que leva mais alguém, que acaba levando mais dois e por aí vai. Foi lá que conhecemos Finn Wolfhard, um garoto de dezenove anos que já estava na faculdade e pelo qual minha irmã se apaixonou no mesmo instante, porque o desgraçado era bonito. Não fazia meu tipo, mas era bonito. Naquela noite, Finn e Chloe ficaram. Se rolou algo além de amassos, eu não sei, ela não quis me dizer. Mas de uma coisa eu sabia: eles dois não estavam normais. Eles sumiram por um bom tempo para dentro da casa enorme onde rolava a festa e voltaram com olhos vermelhos e narizes coçando. Eu jamais fui a favor do uso de substâncias ilícitas. Não que eu fosse santo, mas drogas não passavam pela minha cabeça, e eu sabia que pela de Chloe também não; Foi a primeira vez que eu discuti com ele.


― Vocês só podem ter merda na cabeça! Merda, muita merda! ― Briguei indignado com os dois. Ele passando a mão na bunda dela, na minha frente debochando de nossa semelhança física.


Era nojento. Eu tinha conhecido o garoto há poucos minutos mas já não gostava dele. Tentava externar o máximo de paciência que possuía presente em mim naquela noite, mas o que aconteceu entre eu e minha irmã, ficou marcado para sempre.


― Vá em frente e chore, garota, pode chorar! ― Gritei contra a gêmea assim que ela saiu do meu carro, de volta para casa, de madrugada. Bateu forte a porta, fazendo os vidros tremerem.


― Ninguém pode ter um minuto de paz que você já quer estragar ― Berrou Chloe, ainda sob efeito de entorpecentes e álcool. Eu me lembro de ter sentido medo por ela...Medo de que as substâncias percorressem suas veias e atingissem seu organismo, causando alguma reação grave.


Segurei o braço dela, afinal, nossos pais deviam estar no décimo sono, e apesar de termos a mesma idade, confiavam em mim a vida da irmã, que sempre foi conhecida pela família como explosiva e impulsiva, ao contrário de mim;


― Me solta! ― Continuou gritando. Tentei tapar sua boca enquanto subíamos as escadas, indo para o corredor de quartos.


Quando eu vi a luz do quarto do senhor Schnapp sendo acesa, já imaginei que aquilo ia dar merda. Maldito Finn Wolfhard que apareceu pra cagar com tudo. Chloe foi analisada pelo patriarca, e todos os sinais corporais da garota indicavam que estava drogada, o que resultou num castigo, tanto para ela quanto para mim.


― Eu avisei que se eu soubesse de algo parecido, ia sobrar pros dois! Não avisei?  ― Minha mãe perguntou retoricamente, após a bronca que levou quarenta minutos vindo do pai. Engoli seco enquanto minha irmã apertava minha mão sobre a cama.


Meu pai havia saído do quarto para fazer alguma ligação. Ele tinha família em Salt Lake City e sempre ameaçou que se alguma coisa acontecesse de errado, ía nos mandar para morar lá com a tia Sandy, uma chata de quarenta anos, solteira, dona de um escritório de RH.


Denver - Colorado.

Segunda-feira, dia 21 de Abril de 2015.


Assim que aconteceu uma das maiores desavenças da minha vida. Chloe não voltou de Utah depois que foi mandada para lá pelo meu pai. Cinco anos sem vê-la e eu ainda sentia, a cada ligação que ela fazia para casa, que era sentida comigo porque na cabeça de jovem perturbada dela, eu fui o culpado pelo fato de que nossa família acordou e descobriu que ela usou drogas. Era tudo minha culpa e depois de tanto ela dizer que era, eu passei a acreditar, como se fosse uma verdade absoluta. Ela tinha ido embora e não voltou. De certa forma, faltava-me coragem para ir vê-la e talvez, quem sabe, colocar tudo em pratos limpos. Finn vir até a minha casa me pedir para que eu peça ajuda para ela, significa demais e significa que eu terei que ligar para ela, coisa que eu não queria fazer. Mas ao olhar Millie, a psicóloga que foi exposta na internet para Deus e o mundo ver, humilhada e massacrada, mudei de ideia. Talvez, seja o destino dizendo que eu devo parar de olhar pro próprio umbigo e ajudar alguém que está numa situação fodida.


― Só para deixar claro, não tô fazendo isso por você, porque você sabe que não merece, mas sim por aquela garota ali ― Cochichei no ouvido de Finn, olhando sobre seu ombro a imagem da jovem Brown parada no corredor, conversando com Jack; feição sonolenta, olhos inchados de tanto chorar e cabelos molhados por algumas lágrimas.


Os olhos de Wolfhard encontraram a jovem desolada que agora caminhava ao nosso encontro, com semblante confuso por vivenciar toda aquela situação.


― Você é o garoto do shopping? Noah, não é? ― Disse Millie me reconhecendo. Levantei-me para um abraço.


― Eu mesmo, mundo pequeno não é?


Brown dá um sorrisinho de canto, e disfarçadamente troca olhares com Finn.


― Imagino que você deve estar pensando que eu estava a fim da sua amiga, em quem eu derrubei sorvete, Sadie, não é? ― Ela balança a cabeça, concordando ― Pois é, eu tô ficando com o Jack. ― Explico.


O casal dá de ombros. Jack vem até mim, me dando um selinho e uma piscadela.


― Vou subir pra tomar banho, tchau pra vocês ― Despede-se dos amigos.


[FINN NARRANDO]



Levo Millie para casa. Ela permanece todo o caminho olhando através do vidro, triste e encolhida. O rosto murcho, olhos ainda inchados...Ela não é a mesma sem aquele sorriso e otimismo que sempre me transmite. Aproveito que as luzes da casa dela estão apagadas e que a noite já caiu pela cidade de Denver. Estaciono rente a calçada e entro com ela, me assegurando de que não tem ninguém indesejado dentro da casa, que está totalmente vazia.


― Meus pais devem ter saído para jantar, ― Comenta ela enquanto joga sua bolsa sobre o sofá ― aposto que sim.


Acendo a luz do corredor e ela, as da sala. Alguns abajures refletem a iluminação amarelada das lâmpadas, deixando o ambiente um pouco mais vivo.


― Você está com fome, Finn?


― Não, obrigado ― Nego porque a última coisa no qual eu penso agora, é em comer. Eu só quero que ela fique bem. Desanimada, Millie caminha até seu quarto. Me preparo para deixá-la e voltar para casa.


Ela tira a blusa, ficando apenas de sutiã enquanto eu me acomodo em uma poltrona no canto da parede. Sem nenhum sinal de júbilo em sua alma, a garota tira os sapatos, joga debaixo da cama e se deita de barriga para cima, encarando o teto. Percebo-a se enrolando em seus próprios braços, aquecendo-se com as mãos esfregando contra sua pele.


― Se está com frio, por que tirou a blusa?


― Porque está molhada de lágrimas ― Responde rapidamente.


Me levanto retirando o edredom dobrado de cima da cômoda para cobri-la. Estendo o cobertor pesado sobre o corpo branco dela e Millie me devolve um sorriso que significa agradecimento; me inclino e deposito um beijo em sua testa, me despedindo.


― Boa noite, meu bem.


Ela apenas fecha os olhos e eu me direciono para a porta; é necessário que Millie descanse a mente agora.


― Finn? ― Ouço-a me chamar antes de girar a maçaneta prateada que abriria a porta.


― Sim, Mills?


― Dome aqui? ― Pede.


Não evito em sorrir. Era a vez dela em me fazer esse pedido, que eu já tinha feito duas vezes e fui negado em ambas. Com ela é diferente. Eu não teria coragem de pagar na mesma moeda, sair do quarto e deixá-la para trás porque ela precisa de mim. Antes de me deitar em sua cama, tiro meu par de tênis; Acomodo meu corpo embaixo do edredom, abraçando-a por trás, ficando de conchinha. Ela segura minhas mãos encolhida junto ao meu calor, como se eu fosse capaz de protegê-la de tudo. Sinto seu peito tremendo.


― Está chorando, meu amor?


Silêncio em resposta. Cada lágrima dela representa uma facada no meu coração. Nunca pensei que alguém fosse ser tão valiosa para mim a esse ponto. Abraço-a com mais força.


― Vai ficar tudo bem, tá bom?


― Tudo bem como, Finn? Eu tô arrasada! Eu tô com muita vergonha! Eu não vou conseguir atender nenhum paciente aqui porque vou ficar paranóica achando que a pessoa me viu nua, transando na internet! Você já pensou nisso? ― Desabafa aos prantos. Afago os cabelos dela, tentando confortá-la como posso. ― Eu quero ir embora.


Eu sabia que ela ia querer sumir por um tempo. E dou graças a Deus que estou ao lado dela neste momento.


― Foi por isso que nós fomos a casa de Noah hoje, Mills. ― Ela se vira na cama, ficando de frente para mim, brincando com o pano da minha camiseta, desenhando círculos imaginários em meu peito.


― Como assim, Finn?


― O Noah tem uma irmã que mora em Utah, e se tudo der certo, nós podemos ir passar um tempo lá, até a poeira abaixar e isso passar, e você se sentir melhor. Se você quiser ir, claro…


O semblante dela muda imediatamente. Sem tirar um sorriso doce e gentil do rosto, Millie pisca várias vezes, com olhinhos brilhantes.


― Mas e o seu emprego, Finnie? Sua família?


Rio, um pouco mais alto do que devia.


― Minha família sabe se virar bem sem mim. E meu emprego, bom, ele é uma bosta mesmo! Eu vendo meu carro, pego a grana e vazo com você. Você é a minha prioridade agora.


Mais uma lágrima teimosa salta dos olhos de Millie Bobby Brown. Só que dessa vez, reconheço que não é de dor, vergonha ou tristeza. É de gratidão. Um de seus dedos percorrem meu rosto. Ela o desliza até meus cachos, onde enrola meus cabelos mais ainda, sorrindo para mim. Encontro seu olhar e a beijo.


― Obrigada, Finn. Eu não acredito que você seja capaz de largar sua vida aqui para ir embora comigo por causa de algo que é minha culpa…


A interrompo colocando meu dedo indicador sobre sua boca, com uma careta de reprovação no rosto.


― Negativo. Isso não é sua culpa. Culpa da mãe do Jacob que não deu uma surra nele quando era pequeno para ele deixar de ser otário.


Ela acaba rindo, e porra, é o som mais bonito do mundo. Queria gravar e colocar como meu toque de celular.


(Ouça Call out My name - The Weeknd)



― Você é doido!


― Sou doido por você ― Digo com tom descontraído, abraçando-a forte, unindo nossos corpos. Millie ri sobre minha boca assim que a beijo. Trocando carícias, olhares e mais beijos leves, sinto meu corpo esquentar pelo contato com a pele dela, pois está sem blusa.

Minha mão, teimosa e travessa, percorre as costas de Millie, descendo até sua bunda coberta pela calça jeans. A seguro de leve enquanto ela me beija, segurando meu rosto com as duas mãos. Rapidamente, sobe em cima de mim, buscando pela barra da minha camiseta. Subo meu tronco e a retiro para ela. O corpo da garota se esfrega contra o meu, causando um frenesi imediato por todo meu organismo. Ela beija meu peito, subindo até meu pescoço, ofegante, com as mãos deslizando pelos meus braços brancos.


― Eu te amo ― Sussurra no meu ouvido. Devolvo a frase com uma mordida leve e sussurro o mesmo de volta.


Millie tira seu sutiã para mim, dando-me a visão de seus seios; bicos rosados, arrepiados pelos nossos toques quentes. Logo minhas mãos são preenchidas por ambos. Os aperto de leve, sentindo o volume; Ela geme tombando a cabeça para trás. Aproveito e a seguro pelas costas, deitando-a na cama. Fico por cima agora. Millie desesperadamente, desabotoa sua calça, batendo suas pernas contra o colchão a fim de retirar o tecido pesado. A ajudo; Finalmente a vejo só de calcinha e isso me excita pra caralho. As curvas perfeitas, as estrias nos quadris, as coxas finas e firmes contra minha mão, acentuando um pouco das celulites que possui...Cada detalhe é sensacional, feito sob medida para eu amar.


Mordo a barriga de Millie, descendo com beijos molhados até sua pelve. Com pressa, arranco a calcinha. Sinto meu volume entre as pernas aumentando cada vez mais, com uma vontade ardente de transar com ela, fazê-la gemer no meu ouvido.


― Você é muito gostosa, meu bem ― Confesso com olhar cheio de luxuria sobre ela. Encosto meus dedos em sua intimidade, molhadinha; eu poderia gozar só de ouvi-la gemendo alto assim como está agora.


Começo a chupar minha menina, devagar, suavemente, saboreando do seu sexo encharcado por mim. Sinto meus cabelos sendo puxados quando dou uma leve sugada em seu clitoris. Millie grita apertando minha nuca. Limpo minha boca em meu braço.


― Vou te fazer gritar mais agora.


― Por favor, Finn! ― Implora ela, ofegante. Abaixo a calça e a retiro, arrancando cueca de uma vez, abrindo as pernas dela, verificando o espaço que tenho para preenchê-la.


Assim que o faço, com certa força, ela grita de novo meu nome. Recuo e avanço diversas vezes, estocando ritmadamente, entrando por completo dentro dela, sentindo-a me apertar, tamanho é seu prazer. Escorrego com facilidade enquanto ela sorri, apertando minhas costas. Sugo seus seios, apertando seu quadril explorando cada detalhe do corpo feminino que me enlouquece. Sinto meu corpo próximo de um colapso de prazer. Borbulhando, começo a estocar com mais força. Minha necessidade é indomável.


― Tá gostoso?


― Demais, amor! ― Exclama de olhos fechados. Me inclino, colocando mais força agora, entrando por completo até que nossos corpos começam a fazer barulho na cama. Decido ousar em nossa relação. Puxo-a pela nuca, encostando meu lábio em sua orelha enquanto fico parado dentro dela, descansando para não gozar agora.


― Quer ficar de quatro pra mim, princesa? ― Sussurro e assim que o faço, a jovem desfere um apertão nas minhas costas, que dói pelo tamanho das unhas. Rapidamente, seu corpo escapa da minha pressão, virando-se para mim.


É a visão do paraíso. Puta que pariu! Mordo meu lábio, cheio de desejo. Vê-la assim, só para mim, me deixa completamente fora de órbita. Deslizo minhas mãos na bunda de Brown; um leve tapinha é disparado. O gás que tenho por causa dessa imagem é interminável. Poderia transar com ela assim a noite inteira. Antes de fazer o que preciso fazer, aliso o corpo dela. Encosto meu corpo em seu, escorregando as mãos até seus seios, que balançam pelos movimentos que fazemos. A penetro finalmente. Ouço seus gemidos baixinhos. Seguro a cintura dela, ficando no comando desse sexo maravilhoso. Encaixados perfeitamente, nos movimentamos juntos, dando muito prazer um ao outro. Ela rebola e me faz gritar seu nome. Bato na bunda dela e ela ri, segurando seus cabelos de leve agora, ela empina mais pra mim, gemendo e arqueando as costas.


― Virou o Christian Grey agora, foi? ― Pergunta-me com deboche.


― Se eu fosse o Grey, você não estaria só levando tapinhas, meu anjo.


Continuo investindo contra ela. Millie não aguenta mais, e abaixa a cabeça, encostando a testa na cama, fraquejando com os braços que antes a sustentavam na posição safada. Geme alto, perdendo o ritmo da respiração. Sua pele, fervendo, está levemente úmida pelo suor que foi produzido durante nossa combustão. Fogo e Gasolina.


― Gozou, linda?


Apenas vejo a cabeça dela balançando, afirmando que sim, está rendida. Logo em seguida, meu corpo é possuído pelo orgasmo, e finalmente jorro todo meu prazer dentro dela, gemendo intensamente.


Ela é tudo o que eu preciso. Minha droga particular. Minha dose de cocaína, minha garrafa de Rum.


― Eu acabei de descobrir que sou viciado em você.


Millie sorri, caindo na cama; Logo me deito ao seu lado, ofegante, suado, com os cachos pregando em minha testa molhada.


― Você é minha droga, meu medicamento, é tudo o que eu preciso pra ser feliz, Millie. ― Declaro, surpreendendo-a.


Eu jamais tinha feito isso. Para a maioria dos homens, quando se termina o sexo, o cansaço e a fadiga são predominantes. Pensa-se apenas em virar pro lado e dormir, descansar, fazer o corpo parar de latejar depois da descarga eletrica do orgamos que possui o seu ser. Com ela é diferente. Quero que saiba que é mais que sexo. É amor, paixão violenta, desejo, querer, sentimento…


― Eu não preciso de droga nenhuma com você do meu lado, garota. ― A vejo afagando meu rosto, encantada comigo ― Eu quero você mais do que tudo na vida. Eu sou capaz de atravessar o mundo por sua causa.


― Ah, Finn...Você é tão carinhoso comigo...― Sussurra Brown.


― Eu só vou parar de ser carinhoso com você no dia que eu morrer, eu te juro isso.


Algo interrompe nosso momento. A campainha toca, e Millie se levanta assustada, segurando o lençol para cobrir seus seios.


― Quem será? ― Indago retoricamente.


― Eu não faço ideia. ― Responde ela.



Notas Finais


Voltei em grande estilo


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