História She will be loved. - Capítulo 1


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Categorias Bom Sucesso
Personagens Mariana Prado Monteiro Cabral (Nana), Mário
Tags Marianaprado, Márioviana, Nana, Nanario
Visualizações 57
Palavras 1.161
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Então, essa é a primeira fic nanario que eu escrevo, no ápice da minha loucura e surto por esse casal tão lindo e que tem me cativado tanto.
Espero que vocês gostem de ler, assim eu gostei de escreve-lá.

Capítulo 1 - Me beija?


Mário observava Mariana dormir tranquilamente deitada em sua cama, tão em paz como a muito tempo não a via. Esperou pacientemente que ela acordasse, tendo a certeza de que ela acordaria com uma ressaca horrível, depois de ter ingerido tanta bebida alcoólica na noite anterior. 

Lembrou-se do pedido feito por ela para que ele a beijasse e que ele quase tinha obedecido, se não fosse a vômito que a acometeu. Teria a beijado ali, na frente de todo mundo que estava presente no chapeleiro maluco, mas sabia que não podia, não ainda. Admirando-a ali sentado na cadeira junto a cama, lembrou-se de um poema do seu chará Mário Quintana.


 "É preciso que a saudade desenhe tuas linhas perfeitas, teu perfil exato e que, apenas, levemente, o vento das horas ponha um frêmito em teus cabelos... É preciso que a tua ausência trescale sutilmente, no ar, trevo machucado, as folhas de alecrim há muito guardas não se sabe por quem nalgum móvel antigo... Mas é preciso, também, que seja como abrir uma janela e respirar-te, azul e luminosa, no ar É preciso a saudade para eu sentir como sinto -em mim- a presença misteriosa da vida Mas quando surges es tão outra e multipla e imprevista que nunca te pareces com o teu retrato... E eu tenho de fechar meus olhos para ver-te."



 Pensou em todos os momentos que passaram juntos. Todas as vezes que a aconselhava a fazer a pazes com o pai, ou quando ofericia a ela seu ombro para que ela pudesse derramar suas lágrimas. Recordou-se de todas as alegrias e de tantas lembraças juntos. Cada vitória comemorada. Viu a pequena Mariana crescer, a sua amada Nana, se tornar essa mulher forte, decidida, e linda. Agradeceu ao universo por poder sempre estar ao lado dela, mesmo que só como amigo, se contentava por ora com o amor que ela tinha por ele, mesmo que fosse amor de amigo. 

Guardava ali consigo esse amor que a acompanha a 30 anos, e que o dava esperança de um dia tê-la retribuindo.

 Percebeu o momento exato que ela despertou, viu em seu semblante que ela estava desnorteada, a princípio, sem saber onde estava. Viu-a reconhecer seu apartamento assim que o olhou assustada.

 - Bom dia flor do meu dia. Alegria da minha manhã. Dormiu bem? 

Nana imediatamente sentou-se na cama, levando as mãos a cabeça que latejava. - 

Mário - olhou para a roupa dele em seu corpo - nós, eu, você...? - o olhou 

- Não, claro que não Nana - riu- nunca me aproveitaria de você. - percebeu o semblante dela suavizar-se. - você não lembra de nada do que aconteceu ontem? - perguntou 

- lembro vagamente, só até o momento que eu vomitei, depois é tudo um borrão na minha cabeça. Como, porque... estou com sua roupa? 

- tive que lhe dar banho, estavamos ambos sujos 

- Mário você me viu pelada? - indagou-o - claro Nana, como você acha que eu iria te dar banho?. Agora tome esse remédio - disse entregando-lhe o comprimido que estava na escrivaninha junto com um copo de água - vou na cozinha pegar o café da manhã que preparei para você. É bom que fique deitada, pela quantidade de álcool que você ingeriu ontem deve estar com a cabeça doendo bastante. 

 Nana observou Mário sair do quarto e ir para a cozinha, voltando menos de 5 minutos depois com uma bandeja repleta de frutas, iogurtes, café e também suco.

 - Mário eu não estou com fome 

- Mas precisa se alimentar - disse sentando-se ao lado dela na cama e colocando a bandeja entre eles, pegando um pouco do iogurte com a colher e levando em direção a boca dela. 

- Mário eu sei muito bem comer sozinha, não precisa ficar me dando comida na boca como se eu fosse um bebê

 -Eu gosto de cuidar de você. Posso? Ela inspirou fundo e mesmo relutante abriu a boca aceitando a colherada que ele lhe oferecia e viu-o sorrir com contentamento. 


 Ali estava Mariana, não mais a Mariana dona de si, cheia de amarras e restrições, mas sim, a Mariana que ela foi um dia, leve, se sentiu novamente aquela mesma menina cheia de sonhos, com uma sede por aventuras e uma vontade incontrolável de desobrir-se. Aquela mesma Mariana que ela se quer lembrava que existia, mas que Mário sempre a fazia recordar. Mário, seu amigo de tanto tempo, e que sempre esteve com ela em todos os momentos, bons ou ruins, e que ela sabia que podia contar em qualquer situação. Alguém que a amava do jeito que ela é, com todos os defeitos, mesmo sem ser retribuido 

-me beija? - pediu num sussuro quade inaudível. Ele a olhou surpreso com o pedido inesperado. 

- o que? - perguntou querendo ter certeza de que escutara direito 

 - me beija Mário - pediu novamente E ele a beijou, como estava querendo fazer desde a noite anterior. 

Beijou-a como queria poder fazer todos os dias, sem pressa, saboreando cada momento, guardado-o em sua memória. Afastaram-se quando o ar se fez necessário.

 - me ajuda a lembrar como era a Nana pela qual você se apaixonou, e que se perdeu dentro da Mariana Prado Monteiro. Faz amor comigo, me faz lembrar como é se sentir amada. - pediu

 - Eu amo todas as versões da minha Mariana mole - sussurrou com a boca próxima a dela. Beijou-lhe os lábios, suas línguas duelando por espaço, em busca de ar se afastaram.

 Mário aproveitou para tirar a bandeja que estava entre eles, depois tornou a beija-la inclinando seu corpo sobre o dela, deitando-a na sua cama. Encarou seu semblante, para certificasse que ela realmente queria aquilo, tanto quanto ele. 

- o que foi que está me olhando? - perguntou intrigada 

- Estava só olhando para ter certeza que não é sonho, ou se não é minha imaginação me pregando uma peça.- alisou com o polegar seu rosto delicadamente. Sorriu enquanto a olhava, distribuindo beijos entre sua bochecha, seu pescoço e sua boca. Nana suspirou levantando um pouco a cabeça, dando-o mais acesso ao seu pescoço, que ele prontamente beijou. 


 "Quero todo o teu espaço e todo o teu tempo Quero todas as tuas horas e todos os teus beijos. Quero toda a tua noite e todo o teu silêncio." -Mário Quintana


 Mário pediu-lhe silenciosamente autorização para que pudesse tirar as roupas do corpo dela, e ela acenou com a cabeça. Beijou-a cada parte dela exposta. A amou como ela merecia ser amada, a adorou como um leitor comprando o livro que completa sua coleção. Suspirou de prazer, sentindo-se ali o homem mais completo e mais feliz de que já tivera notícia. Pôde fazê-la se sentir amada, e vou o prazer e a felicidade refletidos no rosto dela. E trouxe, mesmo que por um momento a Nana por quem se apaixonou, a Mariana mole de quem sempre gostou, na Mariana que ele ainda ama. 


Notas Finais


Sinta-se a vontade pra me dizer o que acharam.
Perdoem possíveis erros ortográficos que tenham dito pelo caminho. Rsrs


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