História She will be loved - Capítulo 2


Escrita por:

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Categorias Bruno Mars
Visualizações 21
Palavras 1.050
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Encontrei você


Fanfic / Fanfiction She will be loved - Capítulo 2 - Encontrei você

~ Flower ~

Resolvi sair. Dar uma caminhada, ver o movimento da cidade, ver os carros, as pessoas, às vezes gosto de sair pra respirar ares diferentes. Não sou muito de fazer isso, mas às vezes me faz bem. Baltazar estava dormindo de um jeito tão fofo que fiquei com pena de deixar ele sozinho em casa. Levei ele pra passear comigo.

Eram umas 5:30 da tarde, o sol estava quase se pondo. Eu amo o pôr do sol. Mas às vezes ele me deixa triste, porque me lembro de quando eu tinha uns 6 anos, minha mãe sempre se sentava na varanda comigo no colo dela pra ver o pôr do sol. Da varanda da casa que a gente morava se dava pra ver perfeitamente o pôr do sol, era lindo. Sinto saudade dessas pequenas coisas que, na época eu não ligava tanto, mas hoje eu vejo o quão feliz eu era. Que saudade da minha mãe...

Me sentei num banco na praça com o Baltazar no meu colo. Peguei meu celular, coloquei os fones no ouvido e pus pra tocar no aleatório da minha playlist. Tocando James Arthur, Naked.

Baltazar tinha descido do meu colo e começou a andar aos redores do banco que eu estava sentada. Passou um vendedor vendendo pipoca, me deu vontade de comer e eu comprei. Ia oferecer ao Baltazar, porque ele ama beliscar qualquer coisa que eu esteja comendo. Quando fui olhar pro lado dele, ele estava correndo em outra direção, parecia ter visto algo melhor pra comer. Ele estava indo em direção a um outro banco, onde estava sentado um cara, não tinha mais que 1,65 de altura, era moreno, tinha belos cabelos cacheados, usava calça jeans preta, tênis all - star e uma camisa social branca. A expressão do rosto dele era um pouco triste.

Baltazar pulou no colo de cara, e claro, eu tive que ir lá pedir desculpas a ele pelo gato rebelde que me acompanha. Esse gato não consegue ficar quieto, aff.

Me aproximei do banco.

-Você é a dona dele? Acho que ele gostou de mim! - Ele disse, num tom brincalhão. Sério, a voz dele era... não sei, tinha algo de diferente naquela voz, era meiga, suave, não consigo definir.

-Sim, ele é meu. Desculpa, às vezes ele fica agitado, aí já viu né - minha timidez pra falar com alguém me surpreende.

-Sem problema, amo os animais. Tenho um cachorro chamado Geronimo. Qual é o nome do seu gatinho?

-Baltazar. Eu sei, nome super inadequado pra um gato, mas não fui eu quem deu o nome pra ele, foi minha tia, na verdade foi escolhido de última hora mesmo, e minha tia tem uns nomes bem estranhos em mente que eu fico tipo "pelo amor de Deus" - por algum motivo, eu estava muito nervosa falando com aquele cara. Disparei a falar rapidamente, meu nervosismo estava me controlando naquele momento.

-Eu acho Baltazar um nome legal pra um gatinho como esse - ele disse, enquanto acariciava os pêlos do Baltazar.

Eu não sabia o que falar, como agir, eu queria perguntar o nome dele, mas eu estava travada. O que eu devia fazer?

-E seu nome? Como é? - tomei coragem e resolvi perguntar.

-Bruno. E o seu?

-Flower. - nunca me senti tão tímida em toda a minha vida.

-Que nome lindo! Eu amo as flores... - droga, quando ele disse isso, ele deu um sorriso tão... tão... lindo. O sorriso daquele rapaz era uma coisa linda de se ver.

-Obrigada... minha mãe também amava as flores, por isso esse nome.

-E onde ela está agora?

-Ela infelizmente não está mais entre nós.

-Poxa, me desculpa! Não foi minha intenção - o jeito dele de se desculpar era encantador.

-Não, sem problemas. Isso já faz muito tempo.

-Eu também perdi minha mãe. Ela teve uma aneurisma cerebral.

-Poxa, que horrível. - aquele cara mal me conhecia e já estava se abrindo comigo, conversando.

Ficamos alguns segundos em silêncio.

-Ele dormiu - ele disse, olhando para o Baltazar.

-Ele nunca dormiu no meu colo. Você realmente leva jeito com gatos - estava tentando puxar assunto.

-Eu tento, eu tento.

O sol já estava se pondo. Ver o pôr do sol na praça era lindo.

-Eu amo o pôr do sol - ele disse, olhando pro horizonte.

-Eu também amo... - eu estava morrendo de vontade de perguntar a ele o por quê dele estar com uma expressão triste agora pouco.

-Posso te perguntar uma coisa, sem querer me intrometer na sua vida, claro, acabei de te conhecer...

-Pode perguntar.

-Eu percebi que você estava meio triste agora pouco. Posso te perguntar por quê? Mas se não quiser responder tá tudo bem - eu estava morrendo de medo de parecer intrometida, afinal eu mal conhecia o cara, eu não queria dar essa impressão logo de primeira.

-Minha namorada... Nós brigamos e ela disse que achava melhor a gente terminar.

-Poxa, que pena. Sinto muito, Bruno - o que eu deveria falar? O que se fala pra alguém que acabou de terminar um relacionamento?

Ficamos alguns segundos em silêncio, até que Baltazar acordou miando repetidamente.

-Ele deve estar com fome - disse eu, pra quebrar o gelo.

-Sim, deve estar.

O Bruno era um cara super legal. Mas eu conheci ele a minutos atrás, ele poderia ser qualquer coisa, um assaltante, um sequestrador... No mundo de hoje, poucos caras prestam. Mas o Bruno realmente parecia muito legal, e eu gostaria de conhece - lo mais.

-Está ficando escuro, Baltazar está com fome... eu vou precisar ir - sim, ele era um cara legal, mas como eu disse antes, eu o conheci a minutos atrás.

-Tudo bem. Se cuida. E cuida do gatinho - eu pensei que o Bruno ia insistir pra mim ficar, mas ele foi super na dele. Outra prova que ele era legal.

-Se cuida você também. Foi um prazer conhece - lo.

-Digo o mesmo.

Eu ia pedir o telefone dele. Mas eu nem conhecia ele direito, não sei o que ele faz, a única coisa que sei dele é o nome dele, se é que Bruno é o verdadeiro nome dele. Acho que sou muito paranóica. Eu queria pedir o telefone dele, eu juro que queria. Talvez eu não o veja nunca mais.


Notas Finais


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