História Sherlock - Continuação Fictícia 5S - Sherlolly - Capítulo 28


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Categorias Sherlock
Personagens D.I. Greg Lestrade, Dr. John Watson, Eurus Holmes, Jim Moriarty, Mary Morstan, Molly Hooper, Mrs. Hudson, Mycroft Holmes, Rosamund Mary Watson, Sherlock Holmes
Tags 5 Temporada Ficção, John Watson, Lestrade, Mistério, Molly, Molly Hooper, Romance, Sherlock, Sherlock Holmes, Sherlolly, Sra Hudson, Watson
Visualizações 71
Palavras 2.987
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá amigos! Desculpem a demora deste capítulo... Eu estava com ele pela metade e simplesmente não conseguia finaliza-lo! Faltava-me a musa inspiradora e eu não queria publicar qualquer coisa só pra manter a frequência... Eu tenho outros capítulos na frente, mas eu tinha que ter o casamento narrado por nosso protagonista, não que graça teria, não é mesmo?

Este capítulo ainda não saiu do jeito que eu queria e antecipadamente peço desculpas a vcs por isso.

Capítulo 28 - O Casamento


Fanfic / Fanfiction Sherlock - Continuação Fictícia 5S - Sherlolly - Capítulo 28 - O Casamento

(POV Sherlock)

Sherlock parecia compenetrado escrevendo energicamente em seu notebook, até que foi interrompido por John que acabara de entrar na sala. O susto fez o detetive consultor fechar o eletrônico rapidamente, a fim de disfarçar o que estava fazendo, o que não deu muito certo, pois Watson já havia o flagrado.

- Está escrevendo algo?

- Nada demais.

- E porque você fechou o notebook?

- Porque não te interessa.

- Você querendo ocultar algo de mim? Deve ser muito embaraçoso, pois arrogante como você é, jamais deixaria passar a oportunidade de me explicar o que está escrevendo!

Superando as expectativas de seu amigo e demonstrando um pouco dos anos de seu treinamento militar, rápido e agilmente conseguiu puxar o notebook da mesa e o abriu, deixando um desconcertado Sherlock tentando recuperar um pouco do seu orgulho ferido de volta, o que não obteve seu êxito, pois John se trancara no banheiro. Sherlock ficou tentando bater na porta em vão, enquanto escutava os risos de seu amigo no interior do recinto:

- Promete que não vai falar nada? – Falava exasperadamente.

- Só prometo com uma condição. – John gritou em resposta.

- Qual?

- Que eu seja padrinho desta união!

- Ótimo! É um preço muito abaixo do que eu poderia pagar caso este blog fosse divulgado...

- E outra coisa...

- Ah não... Qual?

- Se for menino, tem que ter meu nome!

- Nem pensar! – Cuspiu de volta o Sherlock.

John pigarreou alto e começou a recitar bem alto de dentro do banheiro o começo do trecho do blog:

- “O Matrimônio foi uma palavra que durante anos me causava náuseas e mal estar. Nunca consegui conceber a ideia de que este sentimento (que para mim não é muito diferente de um estado de demência temporária e comportamentos obsessivos) pudesse algum dia ser muito vantajoso para mim. Mas por fim, acabei me rendendo a estas frivolidades, e hoje sinto a necessidade de desabafar (ainda que anonimamente) sobre os benefícios de se envolver romanticamente com alguém.”

Após alguns minutos, John abriu a porta e devolveu o notebook, esboçando o sorriso mais cretino que seu parceiro poderia esperar ver naquele dia. Derrotado, o detetive encarou seriamente seu colega e falou:

- Nunca mais faça isso.

- “O matrimônio é...”

- Ok ok... EU VOU TENTAR CONVENCÊ-LA OK!?!

 E foi assim que fiz o convite para John ser meu padrinho do casamento. Após passar dias escolhendo o anel mais adequado para Molly, ter feito toda a armação para o pedido de casamento, em (quase) tudo John me ajudou. Sou grato a ele por todos os momentos de companheirismo que passamos juntos. Mas faltava mais um a ser chamado para padrinho e então mandei uma mensagem ao Mycroft solicitando uma ajuda a ele, o qual me respondeu prontamente indo ao apartamento em poucos minutos.

Fiquei esperando sentado em minha poltrona e indiquei a poltrona do meu parceiro Watson. Ficamos por longos minutos sem nada dizer, até ele fazer menção de se levantar, o que me fez estender o braço e segurando o dele, o fiz sentar novamente. Após esta pausa, comecei o diálogo:

- Gostaria de lhe pedir uma coisa.

- Diga irmão meu.

- Gostaria que você fosse meu padrinho, juntamente com John.

- Poderia repetir para mim, por favor? Acho que não escutei direito... - E ficou olhando daquela forma debochada para mim.

- Gostaria que você fosse meu padrinho, juntamente com John. E ao contrário do que você supostamente está alegando, sua capacidade auditiva e de raciocínio estão perfeitas. Não irei repetir novamente, nem irei aceitar uma negativa.

Após alguns minutos refletindo a respeito do pedido, apenas assentiu e respondeu:

- Não espere de mim discursos emotivos. Deixo este papel vergonhoso para o John. – Respondeu fazendo uma expressão de nojo.

- Não esperaria menos de você, irmão. – Respondi sorrindo.

Encontrei algumas vantagens de se ter padrinhos e madrinhas para um matrimônio, após frequentarmos um curso de casal (uma frivolidade exigida por Molly, devo acrescentar): Eles são os guardiões do casal, e a eles é incumbido a missão de ajudar e cuidar da união. Bem como ajudar a organizar os preparativos do casamento. O que se tornou a mais doce vantagem para mim, pois eu praticamente não fiz muita coisa em nossa primeira tentativa de casamento. Molly fez uma boa parte e eu, claro que ajudei, mas tinha por trás de mim John, que estava muito mais interessado do que eu. Agora depois que tivemos o incidente de meu sequestro, como tivemos que adiar o casamento e a data mais próxima era de 16 meses, tive que acionar a rede de contatos para fazer a cerimonia de forma oculta da noiva. Confesso que nesta parte eu tive o maior prazer de delegar as partes mais enfadonhas e trabalhosas para meu irmão, que tudo reclamava e eu só respondia um...

- Você prometeu. Você é o padrinho.

O incrível era como estas duas frases eram capazes de mudar a relutância destes dois padrinhos. Fiz todas as chantagens emocionais que podia fazer. Usei... Abusei... E adorei. Acabei fazendo algumas trocas favoráveis a mim em troca de ter a lua de mel financiada pela coroa britânica. Sempre que posso, esboço um sorriso ao pensar no embaraço de meu irmão quando foi solicitar meus serviços e no que teve que fazer para conseguir o que solicitei.

Já a Molly, aproveitamos para escolher o apartamento que iríamos mudar, já que ambos necessitavam de espaço para suas atividades. Neste meio tempo, estabelecemos algumas normas de convivência. A primeira: Baker Street seria o meu escritório e refúgio e o apartamento dela seria a residência oficial do casal até encontrarmos um local mais adequado. Concordei de imediato com isso, pois me causava calafrios pensar que ela poderia querer arrumar meus pertences. Iria enlouquecer se eu perdesse uma investigação por estar perdido na bagunça que ela faria. Segunda: Tentaríamos respeitar os horários de trabalho para que evitasse um distanciamento do casal, salvo exceção para algum caso que exigisse viagem ou tocaia noturna. Mais uma vez, reconheço a magnitude do bom senso dela, sempre conciliadora, tudo ela propõe para não causar muitos transtornos em minha rotina e ocupação. Terceira: Eu não bagunçaria o apartamento dela. Tudo referente ao meu ofício ficaria restrita a Baker Street. Uma norma particularmente difícil de se obedecer, pois ninguém pode mandar no cérebro. Quando eu penso em algum detalhe da investigação, eu necessito me aprofundar e esquematizar o raciocínio. Quarta: Faríamos visitas periódicas aos meus pais, sem possibilidade de adiar. Esta cláusula idiota nos fizeram ter várias discussões, o que me fez perder várias noites de sexo com minha futura cônjuge, o que me fez optar pelo bom senso e acabar por aceitar este transtorno para não perder o beneficio. Enquanto isso, íamos procurando um imóvel para nos mudar, mas nada era tão legal que fizesse eu ou ela nos empolgar em escolher, e como ainda tínhamos muitos meses pela frente, não me importei em esperar.

Sem dúvidas a melhor parte foi escolher novamente os convidados a nova cerimônia. Excluí uma tia velha e solteirona que mandou um cartão fedendo a urina de gato, uma invejosa colega de faculdade de Molly que evidentemente iria tentar fazer sexo comigo na cerimônia, um colega de Molly da especialização que tinha uma paixão secreta por ela, duas colegas da especialização que tinham uma paixão secreta por mim, a vizinha metida de Molly que fica com o ouvido na parede de seu apartamento para depois vender as fofocas para os paparazzis, um tio inconveniente que dá em cima das convidadas 50 anos mais jovens que ele... Creio que eu poderia passar uma noite inteira falando da razão de exclusão de cada um, mas serei mais direto nesta parte.

O fatídico dia de nossa união tinha que ser totalmente oculto da minha noiva, então resolvemos simular um falso caso a ser investigado, para que pudéssemos nos dedicar as horas finais dos preparativos. Ela caiu direitinho no truque. Após colocar um chip de GPS em Molly para checar seu itinerário, fomos à casa de meus pais esperar por ela. Havia posto câmeras em toda a residência para acompanhar seus movimentos. Ela foi recepcionada por minha mãe, de uma forma desconfortavelmente calorosa. Depois a vi quase derrubar um vaso que estava no corredor, que ela recolocou no lugar sem que minha mãe percebesse. Alguns minutos depois, vi a porta se abrindo novamente e tive o tablet furtado de minhas mãos, me causando muita indignação.

- Posso saber por que não posso acompanhar minha própria noiva? – Perguntei indignado.

- Dá azar ver o vestido da noiva antes do casamento Sherlock! – Respondeu John.

- Isso é uma crendice sem fundamento algum! – Resmunguei.

- Você quer arriscar adiar mais uma vez, irmão? – Mycroft sorriu sarcasticamente.

- E tu, Brute? – Respondi ironicamente a ele.

- Claro, não perderia a oportunidade de te perturbar por nada neste mundo, irmão.

E revirando meus olhos, suspirei profundamente e peguei o violino, me preparando para a chegada dela. Foi quando percebemos que Molly estava chegando aos fundos da casa, eles fecharam o notebook e ficamos todos a postos. Mamãe abriu a porta e foi correndo até o púlpito e aí surgiu minha noiva. Comecei a tocar uma composição que fiz exclusivamente para ela, uma melodia delicada e lenta. Pude ver a surpresa em seu olhar, seguido de um olhar de amor e compaixão para mim. Seus olhos marejaram e por pouco não marejei os meus, apenas foquei na música e acompanhei ela com o olhar. Ela estava fascinante, no meio de tanto desajeito. Seus cabelos bagunçados, amarrados de uma forma estranha e desengonçada revelaram que ela havia feito uma hidratação nos cabelos ontem a noite, possivelmente para estar visualmente atraente para meus pais. Ela usava um gloss rosa meio transparente, quase imperceptível, o vestido minha mãe comprou em um brechó em Londres, e não consegui achar algo que a refletisse tanto: “Um raro tesouro escondido entre um monte de lixo, só esperando ser encontrado por alguém que valorizasse seu verdadeiro potencial.” Ela caminhava em minha direção limpando o nariz de tanto que chorava e pude vê-la balbuciando em silêncio sem parar:

- Eu te amo, Sherlock.

Ao chegar ao altar, vejo Lestrade sussurrar em seu ouvido e logo em seguida apanhar dela com o buquê e ele gritar para os presentes, aos que todos riram:

- Eu tentei salva-la!

Pus o violino no cantinho e fitando-a falei sorrindo:

- Você está linda, Molly.

Dei um beijo em sua testa e viramos ao presbítero para começar a cerimônia. O sacerdote falou sobre a necessidade da convivência, do perdão, da tolerância e do amor em um relacionamento cheio de desafios. Segurava bem firme sua mão e fazia carinho com o polegar. O presbítero então fez a pergunta:

- Margareth Hooper, você aceita William Sherlock Scott Holmes como seu legítimo esposo, prometendo ser fiel, ama-lo e respeita-lo, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, por todos os dias de sua vida, até que a morte os separe?

Ela olhou para mim e sorrindo respondeu alegremente um “sim” e tremulamente, pegou o anel e colocou em meu dedo.

- William Sherlock Scott Holmes, você aceita Margareth Hooper como sua legítima esposa, prometendo ser fiel, ama-la e respeita-la, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, por todos os dias de sua vida, até que a morte os separe?

- Sim. – Respondi sucintamente e sorri de volta para ela. Tirei o anel do bolso e coloquei delicadamente em seu dedo.

- Então pelo poder a mim concedido, eu vos declaro marido e mulher! O noivo já pode beijar a noiva!

Então nos viramos e ficamos nos encarando alguns segundos, até que eu pus as mãos em seu rosto e a beijei intensamente. Ouvíamos todos batendo palmas e gritando, o que me causou um pouco de desconforto, mas se eu estava ali por alguém, era por ela. E ela merecia tudo, até meu constrangimento. Segurei-a pela cintura e a suspendi, nos beijando mais uma vez. Depois, fomos indo em direção à mesa do casal, que haviam montado no jardim, todos sentaram em suas mesas. John pegou uma taça e bateu com uma colher, chamando atenção de todos os presentes. Molly colocou seus dedos na boca e fiz um assovio bem alto, chamando atenção de todos e gritou energicamente:

- Atenção! Agora é o discurso do padrinho!

John ajeitou seu terno e se recompondo, começou seu discurso:

- Eu sempre fiquei com dó de Molly pelo péssimo gosto que ela tem para homens... – Risos de todos. - É sério gente! Uma mulher inteligente, bonita, independente! Com uma carreira brilhante pela frente e apaixonada por um idiota como ele? – Apontou pra mim, e acabei aplicando um soco no ombro dele. - Sherlock é a pessoa mais desprezível que alguém poderia conhecer na vida. Arrogante, sem tato, grosseiro, insensível... Um ótimo detetive, isso posso assegurar. Mas péssimo de se conviver! Experiência própria viu? É claro que ele possui qualidades, caso contrário, não teria conquistado, ainda que de forma involuntária, o coração dela. Mas vou ressaltar os defeitos agora.

- Ele é uma pessoa que vive para o raciocínio logico. Tudo que o distrai, o que pode desviar disso, para ele é dispensável, descartável. Tem certos dias em que acho ele uma máquina fria, desprovido de qualquer bom sentimento, um cara com a inteligência bem acima da média, um gênio, quase um Deus, distante de tudo e todos. Digo mais, na maioria das vezes, acho que ele não tem um coração batendo ali... Mas Molly nunca achou isso. Ela viu o que eu e a maioria nunca percebia dele: que ele era humano e falho. Ela enxerga através da armadura dele, com uma clareza que até hoje me assombra. E eu sei que ele sempre soube disso. Talvez seja por isso que tenha se apaixonado por ela. E com certeza por isso que ele se expõe a ela. Quando ele tem problemas, é para ela que ele corre. Ela é a cúmplice dele, a única. E ela nem tinha ideia disso. Ela apenas achava que ele a usava quando conveniente. Ela foi a única pessoa para quem o vi pedindo desculpas com sinceridade, sem que ninguém o alertasse. Ela é a única pessoa que ele escuta. É a única que o disciplina, que chama sua atenção quando deve. E a única o qual eu o vi levar tapas no rosto e reconhecer o seu erro. Sherlock, se tem alguém que pode fazê-lo feliz, sem dúvidas é ela. - Todos começaram a chorar e a esta altura, já meio emocionado, abracei meu amigo. - Este cara é meu amigo de verdade. Um dos poucos que possuo e que sei que posso contar para tudo na vida. Ele também sabe que pode contar comigo. Somos mais que amigos hoje, somos como irmãos. Por isso a felicidade dele é a minha, e estou profundamente feliz por estar sendo hoje o padrinho desta cerimônia. Um brinde ao casal! – Todos levantaram as taças e brindaram animadamente.

As amigas puxaram Molly pelo braço, avisando que havia chegado a hora sonhada das solteiras. Elas reuniram todas as mulheres da festa e ela jogou o buque para trás. Donovan pegou o buquê e olhou enigmaticamente na direção da mesa da Scotland Yard, causando um desconforto em Anderson e um sorriso discretamente animado em Lestrade. Mycroft me procurou neste meio tempo para discutirmos os detalhes do novo caso, dando-me as passagens, dinheiro e a reserva do hotel. Pelo visto Donovan resolveu seguir em frente e terminou seu affair com Anderson, mas não mudou seu círculo de abrangência e acabou desenvolvendo um relacionamento com Lestrade. Algo comum com pessoas que convivem durante muito tempo. Sorri sarcasticamente para Lestrade e ele entendeu, guardei tudo dentro do paletó e dispensei Mycroft ao acabar a cena do buquê e me reaproximei de Molly.

Após o buque, pedi a atenção de todos para dançarmos a valsa. Todos se posicionaram no jardim e estendi a mão a ela, animadamente. Cheguei junto a ela e nos abraçamos. John deu a ordem ao pequeno grupo de músicos que começaram a tocar a valsa. E quando começamos a bailar pelo jardim, sussurrei em seu ouvido:

- Você sabia que eu sei dançar?

- É sério?! – Respondeu surpresa.

- Sim, e não apenas sei, como eu amo dançar.

- Não acredito! – Começou a rir.

- Nunca parei de treinar, esperando que um dia eu pudesse por em prática minhas habilidades. Espero que você consiga me acompanhar.

- E se eu não conseguir?

- Bem, teremos muito tempo para ensaiar em nosso lar. – Sorri.

Após isso, ela inclinou sua cabeça em meu ombro e ficamos dançando juntos por bastante tempo. O mundo ali parou e naquele local tão cheio de gente, só pude ver a ela e a mais ninguém. Como eu gostaria que este momento pudesse ser eterno...

Dançamos até cansar e fomos sentar um pouco. Depois, convidei-a para nos despedirmos de todos e sair da festa para nossa lua de mel, o que ela aceitou de imediato. Então avisamos a todos e fomos em direção ao carro que já estava parado na frente da residência nos esperando com o motor ligado, enquanto todos os convidados jogavam arroz na gente. Ao entrar no carro, ela me perguntou para onde iríamos.

- Surpresa para você, Molly. – Respondi.

- Está certo então. Me surpreenda Sherlock!

- Te surpreenderei, sem dúvidas!

Abri um champanhe e brindamos animadamente... Esperei ela beber a taça e disfarcei de beber a minha. Aguardei alguns minutos e ela caiu desfalecida em meus braços. Ajeitei-a em meu colo e abri meu notebook para estudar a missão que eu teria que executar pra Mycroft. A Lua-de-Mel teria que esperar um pouquinho, mas com sorte, terminarei rapidamente isso e ela irá gostar da viagem toda. Nada poderá dar errado em meus planos.


Notas Finais


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