1. Spirit Fanfics >
  2. She's a dangerous omega -Michaeng G!p >
  3. Letter to Lalisa (tp. 2)

História She's a dangerous omega -Michaeng G!p - Capítulo 42


Escrita por:


Capítulo 42 - Letter to Lalisa (tp. 2)


Fanfic / Fanfiction She's a dangerous omega -Michaeng G!p - Capítulo 42 - Letter to Lalisa (tp. 2)

Lisa e Rosé continuaram andando andando pela mata com cautela, sabiam que tinha soldados por perto e precisavam ser silenciosas.

—Para onde? —a Manoban olhou para a loira esperando uma resposta.

A beta respirou fundo e olhou para dois lados, de um lado vinha o cheiro de Jennie e Jisoo, do outro Tzuyu e Sana.

—Para lá —apontou —Tzuyu e Sana. Para lá —apontou para outro lugar —Jennie e Jisoo.

—Quem tá mais perto? 

—Sana e Tzuyu.

—Então vamos atrás delas e depois da Jennie e da Jisoo —respondeu e se virou na direção onde Rosé havia apontado.

—Espera, ouvi a Jennie gritar algo —a tailandesa parou e se virou para a loira.

—Então vamos.

A castanho correu na outra direção e a neozelandesa a acompanhou na direção do grito de Jennie.

—Tem soldados atrás delas, ou pelo grito, com elas —a Park alertou e as duas continuaram sem perder tempo.

Ao se aproximarem de um penhasco as duas puderam ver as Kims em uma outra ponte do mesmo.

—Elas estão lá.

A tailandesa apontou e pouco tempo depois as duas pularam no mar, Lisa e Rosé ficaram surpresas e ao mesmo tempo desesperadas.

—O que seu nelas? —A Park perguntou olhando para a castanho.

—Olha —Lisa apontou para o local onde Jisoo e Jennie estavam e puxou a neozelandesa para se esconder —Os soldados estavam atrás delas, devem ter pulado para não serem pegas.

—Mas, não é justo —a loira começou a chorar —Primeiro o Winwin, depois a Dah e a Momo, depois a Nay e agora a Jisoo, as pessoas que mais importavam para mim, quem vai ser agora —a beta olhou para a Manoban.

—Rosé calma, nós vamos dar jeito, vamos achar a Mina, a Chaeyoung, a Sana, a Tzuyu, a Jeongyeon e vai dar tudo certo —a tailandesa que tentava conter o choro enxugou as lágrimas da mais velha e a apertou em um abraço.

—Não posso perder você, Lisa —a loira sussurrou no ouvido da menor. A Manoban deu um leve sorriso ao ver que Rosé realmente se importava com sigo.

—Não vai, prometo —respondeu a tailandesa segurou o rosto da maior e a beijou.

—Vamos sair daqui.

As duas saíram do local e voltaram a procurar as outras, até que ouviram um exército se aproximando.

—Vem —Lisa puxou a neozelandesa para se esconder em uma árvore —Estão batendo em retirada daquela cidade.

—É a minha alcatéia —disse um pouco animada —Vamos esperar eles se afastarem bem e vamos pegar coisas para sobrevivemos, estavamos sem a nossa médica para nós orientar então é melhor não arriscarmos ir atrás de outra cidade abandonada —a Park pareceu bem preocupada.

—Tem razão.

Após quase uma hora as duas foram para a alcatéia. Pagaram algumas coisas pelo caminho, como comida água, alguns curativos e remédios básicos para dor.

Lisa notou que a loira estava olhando para uma casa específica, um prédio alto de cores branco e cinza.

—O que foi?

—É meu apartamento —disse sem tirar os olhos da mesma.

—Quer entrar?

A beta assentiu e as duas entraram no prédio e foram até o apartamento da loira; a Park começou a analisar o lugar, estava exatamente como havia deixado quando fugiu, a maior abrir a terceira gaveta de sua estante e pegou a única foto que tinha de seus pais.

—Seus pais? —a garota assentiu —Como se chamam?

—Park Chanyeol e Baekhyun —respondeu com um leve sorriso.

—Morava como eles? —Lisa perguntou inocentemente, já que o apartamento estava em perfeito estado, só bastante empoeirado.

—Eles morreram em um acidente de carro quando eu tinha 14 anos, foi no dia do meu aniversário —a castanho viu o sorriso da Park se desmanchar e a beta se levantou indo em direção ao quarto.

—Rosé, desculpa! —a mais nova foi atrás da loira.

—Ta tudo bem Lisa, você não sabia.

Deu um sorriso sem mostrar os dentes para a tailandesa em seguida lhe deu um selinho e entrou no quarto. Rosé foi até seu teclado passando a mão sobre as teclas para tirar a poeira.

Após isso foi a sua escrivaninha e pegou seu caderno de músicas e começou a folhea-lo, quando viu Lisa olhando em seu mural de desenhos.

—Gosta de desenhar também?

—Sim —a tailandesa passou os olhos pelos menos até chegar em um que lhe chamou a atenção por um nome diferente escritório abaixo, quando Rosé percebeu foi para pegar o desenho mas já não dava mais tempo de esconder.

—Roseanne Park? Seu nome é Roseanne? —a castanho perguntou normalmente mas a Park pareceu ficar envergonhada.

—É, mas ignora.

—Por que?

—Não gosto muito, acho que não combina comigo, Roseanne tem um ar meio de mulher madura e, bom, eu sou bem diferente disso.

—Eu gostei —a tailandesa sorriu e deu de ombros.

A deu um sorriso de canto e foi até seu violão o tirando da capa, se sentou na cama e começou a afinar o mesmo. Lisa se aproximou e se sentou ao lado da beta.

Rosé ficou alí tocando por alguns minutos até que ouviram um barulho alto em uns 2 andares abaixo.

Alguns soldados tinha voltado para verificar se a cidade estava realmente vazia, eram humanos e através de cães farejadores identificaram a presença de um híbrido.

—Droga —a Manoban começou a andar pelo quarto a procura de alguma ideia, enquanto isso a loira pegou se caderno e uma caneta e começou a escrever alguma coisa. Lisa foi até a janela e olhou —Muito alto.

Disse e voltou para o centro do quarto procurando alguma ideia, foi quando Rosé rasgou um pedaço da folha e a dobrou-o e o colocou nas mãos de Lisa.

—Eu disse que não ia te perder —emcostou a testa na da Manoban, e a beijou de forma lenta e demorando.

Quando os passos começaram a se aproximar a Park ficou séria e avançou em Lisa, rosnando de forma ameaçadora e jogou a tailandesa no chão, a menor ficou assustada e muito confusa, Rosé a começou a se aproximar com se de fato fosse matar Lisa, então os soldados invadiram o quarto e a neozelandesa rosnou mais ainda. Imediatamente o soldados da frente disparou várias vezes contra a loira; a tailandesa ficou em total estado de choque, não consegui gritar, não consiguia falar, apenas chorava.

—A senhorita está salva desse monstro, venha.

O rapaz estendeu a mão para a tailandesa que o olhou sem ter nenhum tipo de reação física, não conseguia e nem queria sair dali.

"Monstro!?"

"MONSTRO!?"

Pensou mas quando se deu conta já estava sendo levada pelos soldados para a base.

Chegando na mesma, Lisa finalmente teve coragem de ler o que a beta tinha escrito.

"Me desculpe pelo que fiz

Não sairia capaz de te deixar morrer

Me desculpe pela minha imaturidade com relação a Jennie.

E por não ter pedido desculpas antes.

E te agradeço por ter me dado uma luz depois da morte do Winwin.

E por ter me feito crescer

Queria te dar um beijo e dizer que vai ficar tudo bem.

Queria mais uma vez acordar e te ver ao mesmo lado.

Mas não posso

Só posso deixar registrado aqui o quanto te amo e sinceramente isso vai soar um pouco rude, não quero te ver tão cedo, mas quando isso acontece vou estar te esperando de braços abertos."

                              Roseanne park♡   



Notas Finais


Não foi uma carta, foi um pedaço de papel rasgado, mas finge 😁


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...