História She's all I ever had - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Palavras 1.098
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem e uma boa leitura pra todos.

Capítulo 3 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction She's all I ever had - Capítulo 3 - Capítulo 3

POV Ivan

Já fazia meia hora que estamos presos no elevador e a linda garota não para de andar de um lado para o outro e de vez em quando ela bate nas portas metálicas e grita pedindo socorro, enquanto eu finjo mexer no meu celular tentando encontrar um ponto em que o sinal possa pegar fico observando ela de costas para mim, não sou santo e nem de ferro, e é inevitável não reparar em cada parte de seu corpo, só de sentir o seu cheiro toda vez que fico bem próximo dela inspiro o perfume delicado e suave que exala tanto de seu corpo quanto de seus cabelos, e começo achar que estou ficando viciado.

E estou enlouquecendo em estar tão perto dela e não poder fazer nada do que eu queria fazer neste exato momento como experimentar os seus doces lábios, ela estar ficando nervosa e impaciente a cada minuto que passa, enquanto eu estou doido ou melhor rezando para que as luzes se apaguem novamente por alguns segundos só para ela segurar no meu braço novamente e sentir o seu corpo enconstar no meu.

Quando finalmente o sinal do meu celular aparece as luzes do elevador de repente piscam e se apagam de uma vez e de repente sinto ao meu corpo se colidir na parede metálica do elevador fazendo o meu celular que estar na minha mão cair no chão, se partindo em várias partes, sorriu ao perceber que ela estar praticamente agarrada em mim então ouço ela falar ou melhor reclamar.

-Oh meu deus que inferno porque eu tinha que ficar presa num elevador e no escuro com um estranho.

-Um estranho em que você estar completamente agarrada, eu pensei que você não tivesse medo de escuro. —Comento achando graça dela que rebate séria.

-Eu não tenho medo do escuro, só não gosto de ficar presa numa caixa metálica no escuro com um completo estranho. —Sinto todo o meu corpo se arrepiar ao sentir o seu hálito quente bater em meu rosto enquanto ela contínua a falar sem parar.

-Um estranho que pode ser um psicopata ou um tarado.

-Bom posso garanti pra você que não sou um psicopata e muito menos um tarado, afinal de contas não sou que estou agarrando você é o contrário.

Neste momento ao perceber o que estar fazendo ela começa a distribuir tapas em mim e dizendo varias coisas que faço questão de ignorar, enquanto sorriu achando graça de seu desespero, deixo ela me bater por alguns segundos até que consigo me desfolhar dela e seguro os seus pulsos, precionando o meu corpo contra o dela empurrando ela contra a parede metálica e falo.

-Não se preocupe eu não vou fazer nada que você não queira fazer, OK?

-Eu entendo que você estar com medo tá porque também estou, e com relação a eu ser um estranho, o meu nome é Ivan e o seu? —Pergunto soltando os seus pulsos lentamente, enquanto ela me responde meio hesitante.

-O meu nome é Simone.

-Oi Simone, não se preocupe eu não vou lhe fazer mal nenhum ok?

-Sim, eu entendi Ivan que você não vai me fazer mal nenhum.

-Ótimo agora eu vou ter que me agachar no chão para procurar o meu celular, e se sentir mais segura pode segurar na minha mão, se não quiser eu vou entender. —Apesar de estamos em um total breu tenho certeza que ela estar me fitando assim como eu, ela leva alguns segundos para me responder.

-Tudo bem Ivan eu vou segurar na sua mão enquanto você procura por seu celular, e me desculpe eu não quis ser grossa com você.

-Tudo bem eu entendo que esteja assustada, agora eu vou segurar a sua mão direita eu acho.

Falo deslizando a minha mão esquerda até encontrar com a sua mão, lentamente encosto as pontas dos meus dedos em sua mão e seguro com certa delicadeza fazendo ela suspira, então me abaixo e com a minha mão direita começo a procurar o meu celular achando a bateria então falo.

-Achei a bateria do meu celular agora só falta duas partes.

-Tudo bem. —Ela fala quase num sussurro, neste momento encontro as outras duas partes do celular.

-Pronto já achei as outras duas partes do meu celular, Simone agora terei que soltar a sua mão para montar o meu celular para que ele possa funcionar, tudo bem.

-Será que você não pode fazer isso sem largar a minha mão?

-OK eu vou vê o que posso fazer. —Falo me levantando com as partes do meu celular em minha mão.

-Pronto será que você Simone pode segurar no meu braço, tudo bem?

-OK. —Ela fala dando um longo suspiro e sem querer ou não ela desliza os seus dedos pelo meu braço e encosta nas minhas costelas me fazendo contrair a minha barriga pelo seu toque inesperado mesmo que seja por cima da roupa.

-Pronto. —Ela disse num fio de voz.

Começo a montar o celular colocando a bateria e depois a tampa então aperto o botão ligando o mesmo, sorriu feliz por não ter quebrado vejo o visor acendendo e percebo o quanto estamos a milímetros de distância do rosto um do outro quando inesperadamente ela acaba o espaço entro nós e ataca os meus lábios, sentir o meu corpo todo entrar em curto circuítos quando ela aprofunda o beijo pedindo passagem com a sua língua que de imediato libero, sinto o meu coração acelerar quando novamente sinto o meu corpo se chocar na parede metálica enquanto deixo ela no comando do beijo, me fazendo sorrir entro o beijo com a pressa dela de explorar a minha boca e meu abdômen pois sinto as suas unhas arranharem o mesmo delicadamente, deixo o meu celular cair novamente passando as minhas mãos em sua cintura puxando ela para mais perto do meu corpo como se isso fosse possível, estávamos tão concentrados no nosso beijo que nem percebemos que as luzes voltaram e o o elevado foi para o próximo andar.

Ela se afasta bruscamente de mim ao ouvir o barulhinho da porta do elevador se abrindo ela fica me olhando meio ofegante, ela olha para o lado vendo algumas pessoas nos encarando meio atordoada ela sai praticamente correndo do elevador.

-O que foi isso? —Falo sorrindo bobamente me abaixo pegando o meu celular para ir atrás dela, como estavamos no nona andar olho para os lados sem vê-la, pois ela havia sumido pelos corredores, sorriu tocando nos meus lábios ainda sentindo o gosto de sua boca na minha e que acabo até esquecendo pra onde eu ia ou o que ia fazer de tão atordoado que eu estava já que não esperava que uma estranha me beijasse desse jeito no elevador.



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