História She's Daisy - Capítulo 4


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Categorias Ashley Benson, Hailee Steinfeld, Paulo Dybala, Tyler Blackburn
Personagens Ashley Benson, Hailee Steinfeld, Paulo Dybala, Personagens Originais, Tyler Blackburn
Tags Ação, Ashley Benso, Crimes, Futebol!, Hailee Steinfeld, Paulo Dybala, Romance, Tyler Blackburn
Visualizações 43
Palavras 1.415
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Hentai, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Daisy quer virar lavadeira.
Quem mais quer lavar roupa aí?!

Capítulo 4 - Álcool


Fanfic / Fanfiction She's Daisy - Capítulo 4 - Álcool

Dybala

  Tive uma reunião estressante, Ruby e Peter me esgotaram a paciência. Diziam que os moleques deles não iriam aceitar revender com margem de lucro tão baixa, então que achassem outros! 

 O que não faltava era gente disposta a ganhar um dinheirinho fácil.

  Mas não, os idiotas abaixam os preços, dando à Johnson um prejuízo de 5 mil por semana! 

 O cara vai pedir minha cabeça numa bandeja se os imbecis não consertarem o erro. 

 Acabei indo atrasado pegar a pirralha na escola. Ela não estava no portão, a encontrei dois quarteirões depois, com uma garrafa de cerveja na mão, andando e quase dançando. 

 Encostei o carro e desci, ela pôs uma mão na cintura e ficou me encarando, indignada.

 - Está atrasado - Parecia bêbada.

  Era o que faltava! 

 - Tive um problema - arranquei a garrafa da mão dela e joguei longe, quebrando e mandando líquido para todos os lados.

 - Como se atreve? - Empurrou meus ombros, mas quem saiu do lugar foi ela, quase caindo para trás.

 Não tinha mais paciência para aquele dia, peguei seu braço e arrastei até o carro, sem preocupar com a gentileza. Abri a porta de trás e ajudei Daisy a entrar, ela gritava e dava ordem para soltá-la.

 Não corri muito para evitar que a bêbada do banco de trás enjoasse e vomitasse no carro.

 Estacionei na garagem, pois não pretendia mais sair. Desci e esperei Daisy descer, ela não o fez.

 - Eu não vou fazer isso, Daisy. Já falei que não sou chofer e muito menos empregado seu! 

 Não obtive resposta, nem mesmo um xingamento.

 Me abaixei e espiei pelo vidro, ela tinha dormido, encostada à porta. Maravilha! 

 Abri devagar e ela caiu em meus braços, puxei seu corpo para trás e segurei atrás de seus joelhos também. 

 Como pouca folga é bobagem, ela me abraçou e deitou no meu ombro, senti algo quente ali, ela babou em mim! 

 Suspirei e chutei a porta para fechar, saí dali e a levei para seu quarto. Apressado, deitei Daisy em sua cama e coloquei as mãos na cintura, pensando no que fazer. 

 Olhei em volta, seu quarto era assustadoramente branco e estéril. Uma cama de casal sem moldura, muitos travesseiros e almofadas, um criado ao lado, madeira branca. À frente da cama um guarda-roupa com três portas de espelho. 

 Uma mesinha no canto, alguns livros da escola, um notebook fechado, tinha uma cadeira de couro, preta, se destacando. 

 A coisa mais colorida ali era o porta-retrato de moldura azul, com uma foto de uma mulher morena e um bebê numa mantinha rosa. Ficava sobre o criado-mudo e me pareceu a única coisa com personalidade ali. 

  Deixei de bisbilhotar e saí de seu quarto. Desci e procurei por Jemma, a senhora estava na lavanderia, cheguei no exato momento em que tirava lingeries da secadora.

 Só podia ser de Daisy, a peça branca, de renda delicada. Eu comecei a imaginar ela na peça...

 - Dybala? - Pigarreei e olhei de olhos arregalados para Jemma, como se tivesse sido pego no flagra.

 - Ah, é... - Gaguejei - a senhorita Johnson está indisposta, chegou da aula e dormiu, quando der pode levar um lanche leve e deixar no quarto para quando a mesma acordar? 

 - Claro - Sorriu e eu retribuí, fui para o meu quarto, tomei um banho. 

 Onde Daisy comprou aquela cerveja?  O fato de ela estar sozinha e bêbada no meio da rua podia atrair uma série de coisas ruins. 

 Infelizmente mulheres não podem andar sozinhas por aí, parecendo vulneráveis, todo mundo sabe. 

 Sequei meu cabelo e passei perfume, coloquei uma calça confortável pra treinar. 

 Fiz alguns abdominais e flexões. Corri pelo quarteirão, na volta usei a barra do balanço no jardim de trás da casa, estava ficando preguiçoso. 

 Quase não aguentei levantar meu próprio peso 30 vezes.

 Quando acabei me abaixei e normalizei a respiração, meus braços latejavam, e o peito doía um pouco.

 Recuperado o fôlego, me ergui, coloquei as mãos nos quadris e olhei em volta, me sentia observado. Achei, no andar de cima da casa, meu observador. 

 A cortina do quarto de Daisy se fechou rapidamente. Sorri malicioso, estava me espiando? 

 Subi e bati na porta de seu quarto, não obtive resposta e entrei assim mesmo. Ela estava deitada de bruços na cama, e se levantou em dois tempos quando me viu.

 - Mas que diabos faz aqui? 

 - Sem palavras feias comigo! E estou aqui para que possa me espiar mais de perto, te agrada? - Sorri divertido, ela revirou os olhos e se aproximou, começou a me empurrar, mas logo fez careta e parou.

 - Eca! Você está suado! 

 - E logo você também pode estar - Sugeri com malícia explícita na voz.

 - Sai do meu quarto. 

 - Depois que me disser quem te deu álcool - cruzou os braços na frente dos seios, atraindo minha atenção para a região.

 - Não é da sua conta - estalou os dedos na frente do meu rosto, acordei do transe onde tocava aqueles seios pequenos e olhei para ela - meu olhos estão aqui - apontou.

 Sorri, instantaneamente. Porque eram lindos olhos, e porque Daisy era uma graça irritada. Tão pequena que eu desacreditava que pudesse ser agressiva.

 - Belos olhos - bufou e voltou a me empurrar.

 - Ei! Para! Ei - Eu tentei protestar, mas ria muito para isso. 

 Assim que atravessei a porta do quarto ela bateu na minha cara.

 - Não entre aqui nunca... merda - ouvi ela vomitar e me assustei.

 - Daisy?! - Fiquei com medo de ainda estar atrás da porta e atingir ela, então bati algumas vezes. 

 - Some daqui - Disse quase sem ar. A voz estava distante, então decidi abrir a porta devagar. 

 Daisy estava sentada na beira da cama, a cabeça entre as mãos.

 - Sai, Dybala - levantou o rosto para me encarar, os olhos marejados, as bochechas vermelhas - só chama alguém pra limpar isso - Pediu e foi até o banheiro. 

 Pulei a poça de vômito e fui para perto da janela, evitando olhar diretamente enquanto esperava. Ela demorou quase dez minutos!

 - Por que ainda está aqui e por que ainda não está limpo?

 - Porque você é quem vai limpar - Cruzei os braços e ela arqueou a sobrancelha, me desafiando - quer encher a cara? Fica a vontade, mas assuma  todas as consequências.

 - Você é tão engraçado... - Simulou uma risada entusiasmada - Jemmaaaaa! 

 - Você sabe que eu sou mais chefe dela do que você, certo? - Me aproximei dela, respondeu com dois passos para trás.

 - Chefe um caralho.

 Me estressei e num movimento brusco a prendi contra a porta do banheiro, seu peito contra o meu tórax, se movendo acelerado

- Ai! 

 - Sim, sou eu o chefe. Quer o quarto limpo? Me diz quem te deu bebida, inferno! - Ao mesmo tempo em que seu jeito mimado me divertia, me tirava do sério.

 - Está me machucando - Disse entre dentes.

 - Ainda não - Sussurrei, perto do seu ouvido. 

 Se Daisy realmente não gostasse do que eu estava fazendo, não estaria só argumentando.

 Deslizei a ponta do indicador de seu ombro até as costas da sua mão, mantive meu rosto próximo do seu pescoço e vi quando ela se arrepiou. 

 Aquilo seria tão mais divertido do que pensei a princípio.

 - Dy-Ah... - Dei um beijo molhado em seu pescoço e ela suspirou - O quarto... - Dei um beijinho no seu pescoço, rocei a ponta do nariz ali, sentindo o aroma adocicado da pele dela.

 Segurei sua cintura e cravei as unhas ali, apertando muito e fazendo se chocar contra o meu quadril. Caralho, meu pau latejava.

 - O quarto! - Me empurrou bruscamente - Chama a Jemma - Respirou fundo, estava com as bochechas vermelhas e olhos arregalados.

 - Com uma condição.

 - Sem condições - Cruzou os braços e eu repeti o gesto.

 - O nome de quem vendeu ou te deu álcool.

 - O que vai fazer? - Inquiriu, e eu fiquei pensativo. 

 Daisy não precisava saber meus planos reais.

  - Te manter longe só até Carter voltar. 

 - Não - Negou com a cabeça.

 - Ok, não farei nada.

 - Então não precisa saber - Sorriu vitoriosa e eu passei as mãos pelo cabelo, estava ficando nervoso.

 - Preciso, mas não farei nada. Ou você pode dormir aqui hoje - Fiz uma careta, porque o cheiro não era nada agradável.

 - Peggy.


Notas Finais


Eai turma? Gostaram?! Comentem por favooor pq eu quero mt continuar a história kkk
Vejo vcs logo e o que ficou confuso aí logo será explicado rs
Beijos!! 🌷💎


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