História She's In My Blood - Camren Version - Capítulo 12


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Categorias Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Dinah Jane, Lauren Jauregui, Normani, Shawn Mendes
Personagens Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Camila Cabello, Drama, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Romance, Shawn Mendes, Tragedia
Visualizações 180
Palavras 3.042
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus bbs, tudo bem com vocês?? Voltei bem mais cedo que o normal, ando inspirada para a fanfic, ainda mais que ela está na reta final, afinal, agora fatal apenas mais dois capítulos rsrsrsrs

Espero que gostem desse capítulo tanto quanto eu gostei de escrever, caso não tenha ficado claro, durante um capítulo e outro sempre tem uma boa passagem de tempo, assim fica subentendido que elas se encontraram outras vezes e consequentemente o relacionamento se desenvolve mais e mais.

Uma boa leitura:

Capítulo 12 - Fallin All In You


"Ooh you know I've been alone for quite a while, haven't I thought I knew it all found love but I was wrong"

Dou um gole na minha água e posso escutar minha mãe tagarelar sem parar sobre como sua aula de pilates havia sido divertida durante aquela semana, depois ela começou a falar sobre como era difícil não enjoar daqueles exercícios.

- Mãe, você é fitness, todo mundo entendeu. - Sofia riu.

- Não tão fitness porque senão ela não estaria comendo esse hambúrguer gigante com todas essas batatas fritas de acompanhamento. - meu pai a abraça pelos ombros, arrancando risadas nossas.

- Alejandro, você está querendo dormir no sofá hoje e não me disse?

- Sinuhe, eu estou apenas brincando. - beija sua bochecha e no mesmo momento sua carranca se transforma em um pequeno sorriso.

Faziam quase trinta anos que meus pais estavam casados e ainda assim eles mantinham o relacionamento ideal. Não era perfeito, e eu tinha plena consciência disso. Entretanto, era um relacionamento muito bom e uma ótima inspiração para almejar algo similar.

Meu pai é um cara descontraído e bem divertido, faz piada de tudo. Minha mãe é mais centrada e responsável, mas ainda assim consegue relaxar. Eles são o tipo de casal chato que termina a fala um do outro, amam dividir os pratos de comida, contam sobre suas viagens apaixonantes de casal e não se importam de demonstrar afeto na frente de qualquer pessoa.

Anos atrás, eu tinha certeza que Ariana e eu seríamos aquele casal. Nós tínhamos tudo para ser como meus pais, hoje me questionava se era realmente isso que eu queria para mim. Será que nós seríamos felizes se vivêssemos num relacionamento que parecia um casamento antes do casamento realmente acontecer?

- Kaki, por que você está quietinha? - minha mãe questiona interessada.

- Oh, não é nada, estou apenas com muita coisa na cabeça.

Semanalmente meus pais gostavam de reunir a família para que pudéssemos fazer uma refeição juntos e falar sobre coisas além do trabalho, já que só sabíamos falar disso nos outros momentos que nos víamos durante a semana. Aquele era o nosso momento como família, não como empresários.

- Muitas mulheres? - meu pai mexe as sobrancelhas e eu sorrio forçado.

- Acho que apenas uma mesmo. - Sofi ri, mordendo seu lanche.

- O quê? - meus pais e eu falamos ao mesmo tempo.

- Vocês não escutaram a história de Camila com Lauren Jauregui no armário do zelador? - arregalo os olhos, encarando Sofia como se eu pudesse deserdá-la apenas com o olhar.

Encaro minha irmã, completamente horrorizada, Sofia sabia da minha relação com Lauren? Ela sabia de algo além do armário do zelador? Porque para minha irmã mais nova jogar algo como aquilo na nossa janta, definitivamente envolvia ela ter mais informações do que aquela.

- Lauren Jauregui? Como a dona da 'Handmade'? - meu pai questiona, completamente chocado - Karla Camila, não me diga que você escolheu justo uma das nossas clientes mais promissoras para... - sua fala morre - E dentro da empresa? No armário do zelador? Que tipo de exemplo você quer passar para os funcionários? E que tipo de mulher vão achar que você é quando você transa com uma mulher em um lugar sério como a nossa empresa? - ele estava bravo, muito bravo.

- Eu não transei com Lauren no armário do zelador. - nos defendo, irritada com aquelas acusações - Quero deixar claro que Lauren e eu realmente tínhamos algo, tínhamos. - enfatizo o passado da frase - Ela recebeu uma notícia horrível aquele dia e se escondeu no armário do zelador, eu apenas entrei para ver se ela precisava algo e saí depois dela parar de chorar. - eles me observam - Se estão dizendo merda sobre isso, a culpa não é minha.

- Karla, olha a boca. - minha mãe repreende e eu retiro meu guardanapo do colo, colocando sobre a mesa.

- Eu não sei o que é pior, o fato de você falar de uma forma como se eu tivesse transado com uma qualquer do nada. - olho para Sofia, que estava sem graça com a situação que havia causado - Ou você ter questionado meu profissionalismo na empresa. Levo meu trabalho a sério e levo Lauren mais a sério ainda. - me levanto, irritado.

- Camila... - minha mãe tenta interceder no jantar, que havia acabado de ser arruinado.

- Espero que tenham um bom jantar, eu perdi a fome. - tiro uma nota de cinquenta dólares do bolso e coloco sobre a mesa, me afastando em seguida.

Não querendo ficar na presença de nenhum deles, saio do restaurante e entrego meu ticket para que o manobrista pegue meu carro, após alguns instantes, ele aparece com o meu carro. Sem olhar para trás, entrei no mesmo e dirigi calmamente até a minha casa.

Estava irado com a maneira com a qual meu pai havia me acusado, como se eu não conhecesse limites e como se Lauren, mesmo sendo quem era, passasse a ser uma qualquer por ter feito qualquer coisa comigo dentro do armário, algo que passava bem longe da verdade. Eles sequer quiseram saber o meu lado da história, logo me acusaram.

Franzi o cenho ao me aproximar de casa e ver uma pessoa toda agasalhada na frente da minha casa. Estacionei o carro na frente da garagem e desci do automóvel, ajeitando meu casaco enquanto caminhava em direção a figura, que agora havia virado em minha direção.

Era Lauren, não conseguia ver seus lindos cabelos enrolados graças a touca, o cachecol e o casaco preto grosso. Estava muito frio aquela noite, tão frio que sua pele branca como a neve estava um pouco vermelha. Seus olhos acompanharam cada pequeno movimento que eu fiz, o que me deixou ansioso.

Eu não via Lauren a semanas, depois da nossa conversa dentro do armário do zelador, uma conversa na qual apenas eu falei e ela me encarou como se eu fosse um alienígena. Ela não havia me procurado, eu cansei de ir atrás dela, por este motivo fiquei na minha. Diferente das outras vezes, não procurei outra mulher para esquentar minha cama, aproveitei minha própria companhia e a das minhas amigas, recuperando o meu coração partido.

Tinha conversado muito com Shawn sobre toda a situação, chegamos a conclusão que talvez fosse realmente melhor eu me manter afastado de Lauren, era claro que ela não queria nada além de noites de sexo vazias com alguém diferente. Ela era solteira, um total direito de fazer o que bem entender, mas eu não queria ser arrastada para isso.

Nem parecia, mas faziam meses que eu conhecia Lauren, foi tempo suficiente para ela virar minha vida de ponta cabeça e garantir que eu visse o amor de uma forma diferente.

- Você... - ela me olha por longos instantes - Eu... - olho para seus lindos lábios rosados e me sinto uma idiota por querer beijá-la novamente - Oi.

- O que você está fazendo aqui, Lauren? - escondo a mão no bolso do casaco.

- Eu preciso falar com você.

- Achei que tivéssemos conversado sobre tudo já. - ela dá um passo a frente e eu recuo.

Não confiava em mim mesma tão próxima a ela. Jauregui tinha esse poder sobre o meu corpo, qualquer pequena investida e eu estaria à sua mercê.

- Você foi bem clara sobre tudo.

- Você foi bem idiota. - a olho ofendida.

- Se você veio na minha casa para me xingar, pode ir embora. - passo por ela, indo em direção a porta de entrada.

- Você foi bem idiota porque não me deixou falar. - fala tudo de uma vez - Eu tinha acabado de receber aquela ligação e você... e você despejou todos aquelas palavras de uma vez, eu não soube o que dizer, não pode me culpar por isso. - me viro olhando ela.

Pela primeira vez ela parecia indefesa, quase pequena. Por estar frio, Lauren estava encolhida dentro do casaco. Sua respiração estava falha e seus olhos verdes brilhavam, como se ela pudesse chorar a qualquer instante. Eu jamais havia a visto daquela maneira, sequer poderia imaginar que Jauregui chorava tão facilmente.

Não sabia dizer se haviam sido suas palavras com um tom verdadeiramente arrependido, ou o fato de eu sentir saudade da sua voz rouca e da sua presença, talvez fosse tudo misturado com a minha curiosidade e gigantesca vontade de -talvez- escutá-la dizer que me queria em sua vida, que seria minha, por inteira.

Empurrei a porta e dei espaço para ela passar, alegando que estava muito frio para conversarmos ali. Lauren entrou e ficou parada a poucos metros da porta, retirei meu casaco depois de fechar a porta, caminhei em direção a cozinha e pude escutar seus passos logo atrás dos meus.

Servi duas taças de vinho, dessa vez em um silêncio assustador, ela ocupou a cadeira alta da bancada e eu coloquei a taça na sua frente, fazendo questão de permanecer em pé do outro lado da bancada. Se tivéssemos aquilo nos separando, talvez fosse difícil manter minhas mãos longe dela.

- Então?

- Você não é delicada, né? - reviro os olhos, um pouco sem paciência.

- Você disse que queria conversar, estamos aqui. Vamos conversar. - ela olha para as próprias mãos, mexendo nervosamente em seus próprios dedos - Eu já expus o que quero, o que não quero. Você, aparentemente, tinha feito o mesmo.

- Não, eu... - puxa a touca do cabelo, colocando sobre a bancada - É tão complicado, Camila. - olha no fundo dos meus olhos - Eu não sei o que eu quero...

- Lauren, eu não...

- Mas eu quero você. - paro de falar, olhando no fundo de seus olhos - Eu quero ter algo com você, Camila, porque por mais irritante que você seja, eu realmente gosto da sua companhia. - bebo um pouco do vinho, deixando ela falar - E é difícil para mim deixar me envolver, falar sobre sentimentos e todas essas bobagens... - revira os olhos, segurando a taça - Mas eu estou disposta a tentar.

A olhei por longos instantes, tinha medo de não ter escutado direito, ou pior, ela ter dito tudo isso apenas para tirar uma com a minha cara. Não parecia ser real ouvir todas aquelas palavras saírem da boca de Lauren, parecia quase uma piada. Ela estava ali, linda como sempre e se declarando da sua maneira.

Para alguém que, aparentemente, não sabia nada sobre essa coisa de relacionamentos, Jauregui parecia bem certa sobre o que dizer e como dizer.

- O que te fez mudar de ideia? - ouso perguntar, vejo ela levantar.

- Você. - comprime os lábios - Eu já disse, foi sua culpa. - passa a mão pelo rosto. se aproximando - Mas por favor, vamos com calma, eu não...

- Não está acostumada com relacionamentos amorosos, sequer sabe como lidar com seus sentimentos. - dou um passo em sua direção - Posso ajudar você e sei esperar.

- Tudo bem, ótimo. - acaricio sua cintura e ela evita me olhar - Nós fazemos amor e então brigamos, mas depois você é idiota me faz rir, então eu lembro que era para ser algo de apenas uma noite e sinto que não podemos controlar, que não depende só de mim. - não consigo evitar de sorrir - Eu tento te evitar, te ignorar, mas não consigo e sempre acabo voltando para você nessa versão diferente de mim mesma que não sabe dizer 'não' para você.

- Pois eu gosto desta versão, assim como gosto de todas as outras versões suas.

Sinto suas mãos delicadas acariciarem meus ombros até envolverem o meu pescoço, Lauren dá um passo adiante, juntando ainda mais nossos corpos. Colo nossas testas e fecho meus olhos, sentindo nossa respiração se misturar conforme nossas bocas se aproximavam.

- Por favor, não parta meu coração. - sussurra e eu esboço um pequeno sorriso.

- Só se você prometer não partir o meu primeiro. - ela sorri, selando nossos lábios.

Nós nos beijando, selando nossa promessa de não magoar uma a outra, uma promessa que eu esperava do fundo do meu coração que fosse verdade, não conseguiria me recuperar muito bem caso Lauren mudasse de ideia e decidisse que não queria mais nada comigo.

Questionei se ela estava com fome, Lauren disse que sim e isso foi o suficiente para me fazer cozinhar para nós. Enquanto eu separava as coisas para preparar o nosso jantar, pude notar seu receio de questionar onde eu estava antes de chegar em casa, no mesmo momento soube que ela queria ter certeza de que eu não estava com outra mulher antes dela me dizer todas aquelas palavras. Acabei lhe dizendo que estava jantando com meus pais e minha irmã.

Jauregui me ajudou a picar tudo o que seria necessário para o nosso macarrão, aproveitei o momento para ligar o som e servir mais vinho para nós. Me senti muito bem quando ela retirou o seu casaco e seu cachecol, bebendo mais vinho em seguida e se aproximando de mim para ver o que eu estava fazendo no momento.

Acabei descobrindo que Lauren é uma péssima cozinheira, ela questionava sobre tudo o tempo todo, quase como se ela jamais houvesse cozinhado em sua vida. Ensinei meus truques para que o macarrão ficasse delicioso da maneira como o da minha mãe ficava.

- Então? - questiono assim que ela dá a primeira garfada.

- Dá para o gasto. - me provoca em um tom evidente de implicância.

- Você fere meus sentimentos assim. - arqueio as sobrancelhas e ela ri, bebendo mais vinho.

- Não ache que irei ficar massageando seu ego. - revira os olhos e eu esboço um sorriso.

Jamais havia presenciado Lauren tão solta e relaxada como naquele momento. Agora suas bochechas estavam rosadas graças a boa quantidade de álcool ingerida. Seus cabelos estavam perfeitamente bagunçados e um sorriso delicioso estava presente em seus lábios. Ela parecia bem, parecia feliz.

O clima estava tão leve e relaxado, como se nada pudesse estragar aquilo. Me sentia inabalável e invencível.

- O que acha de combinarmos como será isso? - franzo o cenho, mastigando o macarrão.

- Isso?

- Nós. - descanso meus braços na mesa, olhando fixamente para ela.

- Como você quer que seja?

- Isso não vale, nós combinamos que...

- Iriamos devagar e que eu te ajudaria com essas coisas de sentimentos e todas as baboseiras que você não gosta tanto. - Lauren ri, revirando os olhos.

- Mas tem que ser algo que nós duas...

- Diga o que quer, se eu não concordar com algo, eu falo.

Pude notar a surpresa de Lauren com minhas palavras. Para quem estava tão acostumada a ter controle de tudo, ela parecia completamente surpresa em eu dar o poder dela decidir qual e como seria o futuro daquilo que estávamos construindo. Ela não estava esperando que eu lhe desse todo o poder, nem eu estava, mas sabia que essa era a única maneira de sentir-se completamente confortável comigo.

Ela acabou comendo mais enquanto pensava, respeitei seus minutos de silêncio, me sentindo bem ao notar que não era nada desconfortável ficar em um ambiente com ela sem ter que conversar. Nós estávamos confortáveis uma com a outra e isso era excelente.

- Não acho que seja bom nós nos vermos várias vezes durante a semana, sabe? - a observo atentamente - Acredito que será bom se conversarmos durante a semana e darmos um certo espaço.

- Concordo. - noto sua surpresa - Você é uma mulher muito ocupada e eu também sou, temos outras coisas como interesses. Um relacionamento é para ser um complemento, não acha?

- Sim. - esboça um sorriso e eu passo a mão pelo cabelo - Não precisamos sempre nos encontrarmos em restaurantes chiques ou ir para baladas, certo?

- Certo, podemos nos reunir mais vezes assim. - assente, dando mais um gole no vinho.

- Sem envolver família e amigos. - a observo por longos instantes - Ao menos, por enquanto. - concordo com a cabeça.

Tinha demorado para fazer Lauren cogitar a ideia de se envolver comigo no geral, era de se esperar que ela não quisesse envolver amigos ou família. Sabia que ela tinha um relacionamento bom com sua melhor amiga, mas me recordava dela dizer que não gostava da presença de sua família como um todo. Jauregui parecia ser uma pessoa solitária.

Me sentia resolvendo cláusulas de um contrato com a minha advogada, mas não culpava Lauren, aquela era -aparentemente- sua maneira de conseguir lidar com as coisas que ainda não tinha conhecimento. Conversar é sempre uma boa maneira de ninguém se machucar, já que todo mundo deixa bem claro o que quer e o que não quer. Queria estar na mesma página que Jauregui, para que não pudéssemos nos magoar.

- E sobre nós nos conhecermos? - franze o cenho com a minha pergunta - Sobre eu saber mais sobre você, sobre seu passado, sobre o que gosta e o que não gosta, sobre...

- Tudo? - me olha nervosa.

- Sim. - seguro sua mão - Antes você não me deixava perguntar muito, dizia que era algo casual. E agora? Poderei conhecer as partes que ainda não consegui conhecer?

- Aos poucos. - é honesta - Eu não sou o tipo de pessoa que fala tudo logo de cara, tenho dificuldade de me abrir. - seus olhos intensos procuram os meus - Já tive muitos problemas em um relacionamento passado, Camila, então a última vez que me abri e me permiti sentir algo intensamente, eu me machuquei tanto a ponto de cogitar nunca mais querer me abrir com ninguém.

- Eu sei, consigo ver isso e sei respeitar seu espaço. - sorrio de canto - Não se preocupe, não tenho pressa de te conhecer por inteira. - acaricio sua mão - Eu já disse, vamos com calma, não tem porque ter medo. - sirvo um pouco mais de vinho na minha taça - Agora que resolvemos isso, nós descobrimos o resto depois, tudo bem?

- Tudo bem. - sorri de canto.

Nós daríamos nosso jeito de fazerem as coisas darem certo.


Notas Finais


Nosso casal FINALMENTE se acertouuuu, agora façam suas apostas, acham que vai dar tudo certo? Tudo continuará nessa paz? Quais as apostas para a próxima música??

Gostaria de agradecer todo carinho e apoio com a história, tenho visto que mais pessoas tem acompanhado a história e isso me deixa feliz demais!!! Lembrando que você pode sempre saber quando a história foi atualizada e tudo mais se me seguir lá no Twitter (switc5Hearts) e se quiser saber mais sobre mim é só me seguir no Instagram (natsnogueira).

Obrigada por tudo sempre, espero que vocês tenham um lindo resto de semana. Um beijo e um chêro, Natália xX(:


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