História Shine - Capítulo 8


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Categorias Ao Haru Ride, Diabolik Lovers, Fairy Tail, Soredemo Sekai wa Utsukushii (The World is Still Beautiful)
Personagens Futaba yoshioka, Kou Mabuchi, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Personagens Originais, Yui Komori
Tags Drama, Romance, Suspense
Visualizações 73
Palavras 741
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Hentai, Literatura Feminina, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Capítulo VIII - Revelações parte 3


[Pov's Nike]

Hoje é meu aniversário! Finalmente vou descobrir o que o Livius está aprontando! Ele passou a última semana praticamente trancado no quarto, e nem falava comigo direito, o que me deixou um pouco brava.

Me levanto da cama e coloco um vestido rosa e botas, lavo o rosto, escovo os dentes e penteio o cabelo, optando por deixá-lo solto, e desço as escadas, claro, que escorregando pelo corrimão:

- Bom dia! - falo, assim que chego na sala de jantar, pego um pão e passo geleia - cadê o Livius? - eu não o vejo em lugar algum, isso é muito estranho, ainda mais hoje

- Ele não estava se sentindo bem, então está no quarto! - meu tio fala, na maior tranquilidade, como se não fosse nada

- Mas, o senhor não está preocupado? - pergunto, quer dizer, como ele pode estar tão tranquilo assim!?

- Ah, isso é só drama, daqui a pouco ele está bem! - fala, sem interesse nenhum no assunto

Termino de comer meu pão, e me levanto da mesa, me encaminhando em direção ao quarto do Livi, mas meu tio me para, me perguntando aonde estou indo:

- Ver o Livius, ora! Ele pode estar seriamente doente, e precisando de cuidados, vou ajudá-lo! - digo, começando a me irritar

- O médico já veio vê-lo, por isso… - ele coloca a mão no meu ombro - fique tranquila! Ele está bem, isso eu te asseguro! - ele diz

- Está bem… - digo com um suspiro - eu, vou dar uma volta, pra espairecer um pouco - falo, sorrindo

- Certo, faça isso Nike! Tenho certeza que logo ele ficará bem! - ele diz, voltando a se sentar, para terminar de tomar o café

Subo as escadas e dou duas batidinhas na porta, mas como não ouço nenhum barulho, tento abrir a porta, mas está trancada, estranho, ele nunca tranca a porta:

- Livi? - chamo, mas ele não responde - Livi? - falo um pouco mais alto

- O que foi? - ele pergunta, com a voz meio ruim

- Você tá bem? - pergunto, preocupada

- Não muito

- Me deixa entrar… - digo

- Não! Não precisa! Pode ficar tranquila que daqui a pouco estou bem! - ele fala, meio irritado, não sei

Saiu e vou até a porta da frente, saindo, mas me dirijo para aos fundos da casa, aonde sei que tem uma entrada secreta que dá no quarto do Livi. Paro em frente a parede de tijolos, logo achando o tijolo que eu tinha de apertar, abrindo a passagem na parede.

Entro e vou andando pelas passagens; na verdade, eu não tinha a menor ideia de que esses corredores existiam, até que por acidente, fui pegar o meu livro(e único) favorito na biblioteca do meu tio, foi nessa hora que um tipo de mapa escorregou, e eu logo me toquei do que eram realmente. Eu contei ao Livi sobre isso, mas ele ainda se confunde ali dentro, então só eu as uso.

De repente me dou conta de que já estou em frente a parede que dá no quarto do Livius; respiro fundo e entro:

- Livi! - digo, me controlando para não gritar, já ficando do lado dele na cama - o que houve com você? - pergunto

- Niqui, o que você tá fazendo aqui? - ele pergunta

As costas dele estavam em carne viva, vermelhas e sangrando; coloco a mão na testa dele, pois percebi que ele estava suando muito, logo vendo que ele já estava com febre:

- Livi… - sussurro, aquelas marcas só podiam ser - chibatadas… - sussurro - o que aconteceu? - pergunto

- Niqui… - ele sussurrou, deixando algumas lágrimas escapar

Beijo a testa dele, tentando confortá-lo; como eu precisava cuidar dele, eu peguei e o levantei da cama, aos poucos, e o coloquei debaixo do chuveiro. No começo foi super doloroso para ele, mas com o tempo, ele se acostumou; tirei ele do chuveiro e sequei o que pude:

- Espera aqui quietinho, vou pegar os remédios! - digo, voltando ao banheiro

Pego a caixa de remédios e começo a fazer os curativos, ele estava bem machucado, o que me faz ficar com mais raiva ainda de quem fez isso. Quando termino, deito do lado dele, e começo a fazer cafuné em seus cabelos, o que o conforta:

- Livi, quem fez isso com você?

- Eu não posso dizer… - ele diz

- Por favor? - peço, fazendo bico, pois sei que ele não resisti

- Foi o… - quando ele ia me dizer, alguém começa a destrancar a porta



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