História Shine In Stars - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Aline Penhallow, Camille Belcourt, Céline Herondale, Charlotte Fairchild, Emma Carstaris, Hodge Starkweather, Imogen Herondale, Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), James "Jem" Carstairs, Jocelyn Fairchild, Jordan Kyle, Julian Blackthorn, Kaelie, Lilith, Luke Graymark, Magnus Bane, Maia Roberts, Maryse Lightwood, Max Lightwood, Meliorn, Raphael Santiago, Robert Lightwood, Sebastian Verlac (Jonathan Christopher Morgenstern), Simon Lewis, Stephen Herondale, Tessa Gray, Valentim Morgenstern, Will Herondale
Tags Boate, Clace, Gravidez, Malec, Romance, Shadowhunters, Sizzy, Tmi, Wessa
Visualizações 99
Palavras 2.891
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OLÁ MEUS AMORES 😍😍😍 EU VOLTEI, COMO DISSE IA POSTAR UMA FIC NOVA E EU ESPERO QUE VOCÊS GOSTEM DELA, ELA VAI CONTER CENAS DE SEXO, TANTO QUE NO PRIMEIRO CAP JÁ TEM UMA 😈😈😈 (SE NÃO NÃO SERIA EU QUE TAVA ESCREVENDO 😂😂😂😂) E BEM, PRA QUEM NÃO GOSTA NÉ... MAS VAMOS AO CAP 😘😘😘

Capítulo 1 - The Night


New York, Point Of View: Jonathan Herondale 3ª

 

- JONATHAN! –

- AQUI JONATHAN!!! –

- NÓS SOMOS DO TIMES!! –

- COMO FOI O SEU ÚLTIMO FILME? –

- VAI TER SEQUÊNCIA? –

Ele era a maior atenção dos repórteres, se esquivando de todos ele entrou na limousine, a última coisa que ouviu, foi Charlote, sua assessora gritar:

- ELE DARÁ UMA COLETIVA AMANHÃ. –

Os jornalistas foram praticamente arrastados pelo carro.

- Para onde vamos, senhor Herondale? –  Perguntou Clarke.

- Para o Palace. – 

- Achei que íamos jantar. – Anuncia Charlote.

- Não, Charlote, você, vai jantar, eu vou pra casa. – 

Ela faz uma careta e revira os olhos, começando a mexer no celular logo em seguida.

Eles chegam ao hotel maia hora depois.

- Clarke. – 

- Pois não senhor? – 

- Leve Charlote para casa. – Ordena, o motorista apenas assente e ele saí do carro.

Ele recebe uma mensagem assim que está dentro do hotel.

Alec estava perguntando se ele iria na festa do Pandemônio.

Como se ele perdesse qualquer festa em que os paparazzis não estavam nele, ser ator não era algo fácil, sair de óculos escuros e capuz, era algo típico, para famosos, a cada esquina de cada bar existente, mas também tinha suas vantagens, como ganhar tudo, apesar de ter dinheiro para viajar o mundo, não precisar ir em nenhuma loja já era algo maravilhoso, assim não precisava sair na rua de óculos escuros... e capuz. Uma festa privada era algo essencial quando não queria ter que olhar para a porra de um flash.

Ele subiu para o apartamento, sim, vivia em um hotel, era só ele e Deus... talvez algumas mulheres.

Ele olhou para o relógio, 21:30, ele tinha tempo para tomar banho e fazer uma maratona de Arrow, a festa começava as 23, se bem que existe tanto transito e Nova York, que era melhor apenas um banho e talvez pedir o serviço de quarto, a atendente era bonitinha, e boa de cama.

Ele discou o número da recepção.

“ Recepção, pois não? “

“ Kaelie, vou querer batatas fritas e um suco de laranja. “

“ Oh, Jon... Senhor Herondale, pra quando? “

“ Daqui mais ou menos meia hora. “ 

“ Ok, daqui meia hora estará aí. “ 

“ Até logo, Kaelie. “

“ Até. “ 

Ele desligou o telefone e olhou para o relógio mais uma vez, certo, 22:00 seu jantar chegava, as 22:15 ele saia.

Ele escolheu uma roupa casual e de festa ao mesmo tempo, foi ao banheiro, tirou a roupa e entrou no chuveiro.

{}{}{}

Ele estava se secando quando ouviu uma batida na porta, enrolou a toalha na cintura e foi até a sala, abrindo a porta e vendo Kaelie, ela tinha os cabelos amontoados em um coque, a camiseta do uniforme estava com três botões abertos, a saia lápis preta, que ele imaginava ir abaixo dos joelhos, estava dobrada até a metade da coxa, ela sorriu para ele depois de passar os olhos azuis por todo o corpo estruturado.

- Aqui está a batata frita e o seu suco, tem certeza, de que não quer... mais nada? – Ela soou sedutora e ele estava tentado a agarra-la e mostrar que ele queria muito mais. 

Só que Alec o mataria se chegasse atrasado.

- Sim, Kaelie, somente. – Ele pega o prato e o suco do carrinho e então fecha a porta, dando graças a Deus que seu lindo amigo não ficou duro.

Vai até a cozinha e coloca as coisas na bancada, depois volta para o banheiro e pega a roupa que tinha deixado ali, a veste e olha para a hora no celular, 22:07, ele tinha menos de dez minutos para comer e se decidir se usava perfume de hortelã ou menta.

[][][]

New York, Point Of View: Clary Fray 1ª

 

- Saiba, Tessa, que só estou fazendo isso por sua causa. – 

- Eu sei, eu sei. – A morena se olhou no espelho, passando a terceira camada de rímel. –Mas Emma disse que vai ser legal, e pense, você pode encontrar alguém lá que te faça esquecer de você sabe quem, que fez você sabe o que. – Ela colocou a máscara de cílios na necessaire.

- Sim, Tess, além disso... – Paço o rímel que ela acabou de guardar. – Faz tempo que não vou a alguma balada ou bar, acho que vai ser bom. – Declaro, passando a última camada.

Olho para Tessa, ela estava de vestido e salto, em pleno o inverno de Janeiro, essa mulher é louca, eu já estava me achando muito aventureira por estar com apenas uma regata branquinha sem nada por cima e um jeans.

- Maravilha, agora são dez e meia, vamos. – Ela me puxa pelo pulso e vamos em direção às escadas, o Pandemônio era em Nova York e nós morávamos no Brooklyn, o trânsito deveria de estar uma bagunça e a festa começava as 23.

- TÁXI! – Tess gritou, logo vimos o carro estacionar.

- Para onde? – 

- Nova York, Pandemônio. – 

E assim seguimos viagem.

{}{}{}

Nós chegamos lá as 23:17, o congestionamento estava, como já é de se esperar, uma baderna, nós não tínhamos presença VIP, então tivemos que esperar certa de vinte e minutos na fila, mas somente a entrada era 350 dólares, a VIP estava 880 e isso é nosso salário Tea House.

- Este lugar é enorme. – Tenho que praticamente gritar por conta da música alta.

- É sim. – Ela também grita, nós vamos em direção ao bar, vejo várias mulheres com “uniforme” andando pelo bar, os barmans estavam sem camisa, ok, estranho para mim, mas não para uma boate.

- Dois martinis. – Ela pede, logo as bebidas estão na nossa frente.

- Como vai o relacionamento com o Jem? – Pergunto, bebendo um gole.

- Bem, apesar de que o namoro a distância está me matando. – 

- Sempre dizem que eles nunca dão certo. – Declaro.

Ela olha para mim.

- Obrigado, Clary, você sabe como dar conselhos a alguém. – 

Apenas encolhi os ombros e volto a beber o martini.

- Ei. – Ela me chama depois de alguns minutos, a olho. – Não olhe, mas tem um loiro muito maravilhoso olhando pra você. – Eu quase me viro, mas então lembrei que não era para olhar.

- Deve estar olhando pra você. – Insinuo, geralmente ninguém me olha quando saio com Tessa, ou sozinha.

- Não, ele está te dando um olhar bem direto... e, meu Deus... – ela abre a boca.

- O que, Tessa??? – Pergunto, confusa por não poder me virar.

- Clarissa! Ele está vindo para cá, pelo amor de Deus, aja como se você estivesse desinteressada... – A interrompo.

- Mas eu estou desinteressada. – 

- Mas, que pode se convencer a mudar de opinião. – Ela dá uma espiada. – Ele está perto, vou no banheiro. – E assim ela sai.

- Não, Tessa, volte aqui... – Eu falo, inutilmente.

- Imagino que sua amiga a tenha abandonado. – Uma a voz grossa fala atrás de mim, eu me viro, se esse era o homem de qual Tess estava falando, não sei como eu iria me fingir de desinteressada, ele era loiro, tinha olhos azuis, pelo que dava de ver contra a pouca luz da boate, usava uma jaqueta de couro, camisa branca e jeans, certo, talvez eu estivesse me dando bem esta noite.

Talvez, Clarissa? Talvez? 

Eu ignorei a minha mente.

- Ela faz isso cada vez que viemos em uma boate. – Sorrio discretamente, fazendo o que Tessa me disse, agindo como se estivesse desinteressada, peguei a taça e bebi o último gole, depois pedindo do mesmo para o barman, o loiro continuava me olhando. – Perdeu alguma coisa? – Perguntou, olhando de canto para ele, que agora e sentou no banco onde Tessa estava. Ele arregalou os olhos.

- Espere e um pouco... – Ele fez uma pausa para chamar o barman. – Você não me conhece? – 

Eu o olho mais uma vez, pensando se ele já foi no restaurante, depois de alguns segundos eu deduzo que não, ele está muito bem vestido para isso, penso por mais algum tempo e então finalmente falo.

- Deveria? – 

Ele se vira para a bebida e a encara, vejo que é uísque, ele limpa a garganta a e toma um gole antes de olhar para mim novamente.

- Não, não deveria. – Responde, me olhando intensamente, isso era, no mínimo, estranho. – Qual o seu nome? – Pergunta depois de algum tempo.

Eu não respondo apenas sorrio para ele.

- Não costumo falar meu nome para estranhos. – Digo, tirando a azeitona da taça e colocando na boca.

- Então... costuma dançar? – Pede ele, bebendo mais um gole de seu uísque.

- Costumo. – Sorrio.

- Nós podemos dançar? – 

Meu Deus quantas perguntas, mas ele é bonito, então me levanto.

- Eu vou dançar. – Saio andando e depois o olho por cima do ombro. – Você pode vir junto. – Jogo um sorriso de lado para ele, que retribui com um igual, apenas mostrando os dentes, eu dei tudo de mim para não cambalear.

Fui até a pista de dança e comecei a me mexer no ritmo da música, era lenta e sensual, no começo eu apenas movimentava um pouco da cintura, então comecei a mexer os quadris a passar as mãos pelo meu corpo e dançar de maneira tão sensual quanto a música que tocava, podia sentir os olhos do loiro me queimando nas costas, eu me viro e o encaro, conseguia praticamente sentir a tensão sexual ali, ele segurava o copo de uísque apertadamente, poderia quebra-lo, eu não tirei nem por um segundo os meus olhos dos dele, ainda me mexendo no ritmo da música, foi nesse ponto que percebi estar dançando para ele, eu não acredito que estou fazendo uma coisa dessas, ele colocou o copo no balcão e lambeu os lábios antes de se levantar e caminhar em minha direção, o loiro colocou as mãos no meu quadril e me virou, pressionando-me contra ele, consegui sentir sua protuberância.

- Está querendo me fazer gozar nas próprias calças, Ruiva? – Ele sussurra rouca mente no meio ouvido, rebolo contra sua ereção, o que o faz gemer e apertar meus quadris.

- Na verdade, estou querendo fazer você gozar dentro de mim. – 

Meu Deus! Da onde veio isso, Clarissa? Pare de fazer isso!

Ignoro minha a consciência novamente, por pelo menos uma noite eu devia me dar o direito de me divertir.

Eu rebolo até o chão e então volto, me certificando de esfregar minha bunda em seu membro, ele me puxa para si e beija meu pescoço, eu inclino a cabeça para trás, lhe dando mais acesso, geme em seu ouvido quando ele morde entre meu pescoço e meu ombro.

O loiro desce a mão para o meu abdome e então para o cós da minha calça, ele chumaço a parte debaixo do meu ouvido antes de colocar a mão por dentro do jeans, eu solto um suspiro.

- Cristo, você está tão fodidamente molhada... – Ele coloca a calcinha para a um lado com ou dedo e então me penetra com outro. 

- Ah.. Deus. – 

- Onde fica o banheiro? – 

[][][]

New York, Point Of View: Jonathan Herondale 1ª

Eu entrei no banheiro a beijando, àquela mulher me excita tanto, de uma maneira diferente, talvez por ela não saber quem eu sou, assim ela não ficava apenas falando sobre como eu atuo bem ou em como eu deveria me casar e bla bla bla.

Eu desço minhas mãos de seu quadril até sua bunda, a dando um aperto forte, ela geme em meio ao beijo, passo as mãos até suas coxas e a puxo para cima, dessa vez ambos gememos com a fricção causada, ela se afasta um pouco e eu olho ao redor, só tinha duas pias, pequenas, aqui não era como no banheiro do andar de cima, pelo menos tinha um bom cheiro, eu desço os beijos para o pescoço dela, então a viro e grudo seu corpo contra a porta.

Pego a alça da regata dela e retiro, os seios dela saltam para fora, eu os olho, não eram grandes, mas também não eram pequenos, assopro um de seus mamilo, provocando-a.

- Deus, por favor... – Implora a ruiva.

Caio de boca em um, rodeando o mamilo rosado como aa língua, enquanto o outro eu acaricio com os dedos, ela geme, puxando o meu cabelo, depois troco os papéis. Depois de praticamente engolir os seios dela, desço minhas mãos até o fecho do seu jeans, desabotoando seus dois botões e abrindo o zíper, a coloco no chão, com muito desapontamento, retiro a calça dela, junto com os saltos e a calcinha, então separo suas pernas uma da outra, olho para aquele maravilhoso ponto, tão molhado, passo a língua rapidamente por toda ela.

- Aaahh! – A ruiva solta uma exclamação junto de um gemido, ela tinha um gosto tão doce e tão cítrico, como eu queria secar aquela boceta todinha, até ela se contorcer naquela porta e não soltar mais nenhum pingo. Mas então lembro que 01:30 a boate fecha e agora, olhei no meu relógio, já era 01:13.

 - Eu queria muito te provar mais vezes, Ruivinha, mas nós só temos dez minutos e eu quero aproveita-los.

Ela faz uma cara de decepção, mas assente, eu fico em pé e ela coloca a mão na minha ereção por cima da calça, geme, estava mais duro que diamante, a ruiva abre minha calça e então a tira junto com a boxer, meu membro salta, morrendo de desejo de se aninhar naquele ponto molhado entre as coxas dela, eu a puxo para enrolar as pernas em minha volta de novo, então me lembro de algo.

- Droga. – Suspiro, ela me olha.

- O que foi? – Pergunta.

- Camisinha. – Lembro, um olhar de percepção passa pelos olhos verdes, agora escuros, dela.

- Oh, bem... eu estou limpa. – 

- Eu também. –

- E você pode tirar antes. – Sugere.

- É posso. – Concordo.

Voltamos a como estava antes.

Passo meu membro por ela, vendo ela se contorcer.

- Peça. – Ordeno, sussurrando roucamente em seu ouvido.

- Jesus... Por favor. – 

- Por favor o que, Ruiva? – Provoco mais um pouco, colocando apenas a cabeça do meu penis nela e retirando, mesmo que tenha sido a coisa mais difícil que eu já fiz.

- Por favor me coma. – Suspira.

- Com prazer. – 

 Quando estou prestes a entrar nela, ela puxa meu cabelo, me impedindo, eu a olho com confusão.

- Qual é o seu nome? – 

- Você não vai me dizer o seu, mas eu tenho que te dizer o meu? – Sorrio ironicamente.

Ela rebola no meu membro, fecho os olhos, apertando-os com a fricção.

- Eu vou precisar de algo para gritar. – 

Apesar de ela não me reconhecer de rosto, poderia de nome, mas mesmo assim não hesito em falar.

- Jace. – 

Então eu a beijo avidamente e entro nela, praticamente inchou quando a sinto tão apertada e tão molhada.

- Você se sente tão maravilhosamente bem. – Gemo, indo mais fundo, ela suspira em meu ouvido.

- Jace? – Ela chama.

- O que? – Peço, tentando me concentrar em não gozar agora.

- Mais rápido. – 

- O que você quiser, Ruiva. – 

Eu aumento a velocidade das estocadas, indo mais rápido e mais fundo, ela geme no meio ouvido, assim como eu no pescoço dela.

- Deus.. Eu vou... JACE!! – Ela passa às unhas pelas minhas costas, rasgando minha camiseta, sinto sua os espasmos dela apertando o meu membro, eu dou estocadas mais fortes e rápidas, a porta batendo contra as costas dela.

- Cristo... Ruiva. – Foi meu último suspiro antes de soltar um gemido gutural e gozar.

Esperamos nossas respirações se acalmarem, desci ela do meu colo, a mesma pegou as alças da regata e as colocou para cima, depois vi que estava procurando sua calcinha.

- Eu acho que está ali perto da segunda pia. – Falo.

Ela acha, para a minha tristeza. 

Depois de vestir minha calça e pegar minha jaqueta, olho a hora, 01:27. Vejo que ela está fazendo o mesmo.

- Droga. – A ouço praguejar. 

- O que houve? – Peço a ela.

- Minha amiga, ela foi pra casa e eu odeio pegar táxi a noite, geralmente são caras nada simpáticos. – Ela suspira.

- Eu posso te dar uma carona. – Ofereço, ela parece e pensar sobre isso.

- Apenas avisando que moro no Brooklyn. – 

- Não tenho problemas com isso. – Declaro, ela guarda o celular no bolso. – Venha, acho que Magnus, dono da boate, vai querer minha cabeça fora se souber que fiquei preso aqui. – Sorrio para ela, que sorri de volta.

Quando saímos do banheiro vejo que só tinha algumas pessoas, pagando suas contas e saindo e os funcionários, fomos até o estacionamento e a levo até meu carro, colocamos os cintos e eu dou partida em direção ao Brooklyn.

Me esquecendo de algo que eu talvez, mais tarde, queira me matar por ter esquecido e minha mente não ter se lembrado nesse momento.

Eu não tirei antes.

[][][]

New York, Point Of View: Clary Fray 

 

- Clary? – 

Ouço a voz de Tessa, ela bate na porta, mas eu não posso responder, Tess entra e me vê sentada na cama.

- Clary o que aconteceu? – Ela pergunta, eu simplesmente olho para ela, ainda sem capacidade para formar alguma palavra sequer, Tessa olha para mim e depois para baixo e seus olhos se arregalam, ela fica paralisada, assim como eu, pois ela também não acreditava no que o objeto em minhas mãos dizia.


Notas Finais


E AÍ MEUS LINDUS?? O QUE ACHARAM??? EU TÔ TÃO FELIZ DE ESTAR DE VOLTA QUE VOCÊS NEM IMAGINAM 😍😍😍😍😍😍😍 E ESSE HOT 😈😈😏 AMO HOT GENTE, MEU DEUSI.
CONTINUO OU PARO?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...