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História Shingeki No Kyojin - Internal Monsters - Capítulo 14


Escrita por: Anna_but_not_Boleyn

Capítulo 14 - Regresso


Fanfic / Fanfiction Shingeki No Kyojin - Internal Monsters - Capítulo 14 - Regresso

* * *

Se vestia quando viu Dot sentado de costas para ela fitando a janela. Suas preocupações iam além do que ela podia saber, mesmo com tudo que andava fazendo para ajudar não era capaz de suprir e ajudar completamente, ele nunca a cobrou mas ela se sentia incapaz em certo ponto.

- Lia... Quando estiver lá você sabe que os procedimentos que tomamos aqui serão diferentes, sabe que na prática Erwin ainda não é comandante e Levi ainda não é um capitão... - Dot relembrava aquilo que ninguém podia saber.

- Sim eu sei, mas o capitão Levi não sabe que sabemos disso, não disse nada, ocultou informação, mas como essa informação também era valiosa para nós preferi seguir seus conselhos.

- O ano acabará em breve, entraremos em um novo, o ano de 845... Será muito importante para nós, conseguiremos solidificar a Tropa Estacionária, precisamos mudar a postura de muitos soldados e a presença da Tropa de Reconhecimento ajudará tanto aqui quanto em Karanes... recebi uma carta do Kitz, ele e a tenente Hange já estão com tudo preparado como aqui, ela também está regressando ao seu pelotão.

- O que faremos com as mortes? Não sabemos quem está por trás, nem tivemos acesso a algo que nos ajudasse, uma pista. - terminava de se vestir.

- Ontem, estive na Guarnição da Polícia Militar... Não são só essas mortes Amélia... Temos muito mais... Não somos os únicos que estão escondendo para evitar o caos. - passava a mão no bigode enquanto falava.

Amélia se aproximou colocando a mão no ombro de seu mais velho amigo e comandante. Já estava devidamente trajada com o uniforme da Tropa Estacionária, as rosas vermelhas que crescem e protegem as muralhas.

- O que faremos? Como poderemos ajudar? Quem são? Quantos são? Como posso ir para lá sabendo que ficará sozinho com tudo isso para se preocupar? - disse preocupada.

- Não sou nenhum velho tolo, já faço isso a muito mais tempo que você pode imaginar criança. Mas agradeço a sua preocupação. Eu preciso que você faça isso. A transição entre Keith e Erwin deve acontecer naturalmente, você sabe, é a primeira vez que um comandante da Tropa de Reconhecimento é substituído sem ser por morte. Mas meu velho amigo Keith já fez sua escolha, irá para a academia de formação de cadetes e Erwin se tornara total e completamente o Comandante da Tropa de Exploração. Observe nosso soldados na Muralha Maria... Fale com Hannes... - pediu.

- Veremos, mas não prometo...

- O capitão Levi disse que você irá ver seu irmão... Você disse a ele?

- Sim, algumas coisas. - não queria dizer o que aconteceu naquele dia e Dot percebeu encerrando o assunto.

- Certo. Está pronta, vamos descer.

- Senhor, sim senhor.

Amélia e Dot desceram, ele carregava sua bolsa com seus pertences, chegando no pátio viram que todos estavam prontos e apostos.
Viu Levi ao lado da égua branca em que veio. Estava devidamente trajado com a capa da Tropa de Reconhecimento. Lara dava gritinhos histéricos de felicidade enquanto falava com Frank. O menino que cuidava dos cavalos trouxe o seu, lindo e negro trotou até ela quando a viu.
Montou em seu cavalo e antes de dar a ordem para partir o comandante Pixis lhe disse.

- Duas semanas querida, no máximo duas semanas, e tome cuidado com o que for fazer... E com quem... - piscou para Amélia.

Amélia riu e saiu junto com os demais rumo a Guarnição da Tropa de Reconhecimento. Seu cavalo não podia estar mais eufórico, tinha medo de não conseguir conte-lo. Cavalgaram por cerca de 2 horas passar pelo distrito era o mais difícil, já que precisavam cavalgar pelas ruas da cidade. Chegando ao cais das balsas rumo a Shingashima. Frank e Lara iria por ali, o ideal seria que Amélia também fosse na balsa, mas como era a primeira viagem com seu cavalo não queria correr o rosto de ter um animal tão grande assustando os outros que já eram acostumados. Despediram-se de ambos. Montada em seu cavalo ao lado do Capitão Levi que também estava montado no seu, Amélia acenou para Lara na balsa. Provavelmente chegariam antes deles. Olhou para o céu e percebeu nuvens de chuva que se formavam, provavelmente choveria naquela tarde. Observou a balsa deslocando lentamente.

- Agora sim! - Disse puxando as rédeas do seu animal.

- O que disse? - Levi virou-se para ela.

- Quer fazer uma aposta capitão?

- Aposta? - Pareceu não entender.

- Como o senhor já esteve além das Muralhas e tem experiência em combate com titãs é óbvio que sabe montar muito bem. Minha proposta é, cavalgar para chegar antes da balsa em Shingashima e antes deles na sua guarnição. O que me diz? - confiante.

O capitão Levi a olhava sem expressão.

- Se eu ganhar de você na corrida o que recebo? - perguntou.

Amélia gelou por um momento. Respondeu sem exitar depois.

- Meu respeito!

- Pensei que eu já tivesse?

- Pensou errado! - apertou as pernas contra o cavalo e trotou para fora da cidade.

Cavalgaram por mais 2 horas, Amélia ia na frente, seu cavalo era muito mais forte do que esperava e várias vezes correu com toda força, o capitão Levi a seguia.

As casas já haviam diminuído e só a estrada se estendia entre os campos, plantações e bosques, pouco antes de chegarem a Shingashima, já podiam vê-la da estrada, diminuíram o ritmo.

Embora Amélia quisesse conversar com Levi não sabia exatamente o quê, como iniciar uma conversa ou qual assunto lhe perguntar. Achou melhor nada dizer. Quando chegaram os portões do arco externo de Shingashima. Levi sinalizou para que fossem para a direita, Amélia o seguiu. Chegariam em breve, mais rápido do que ela esperava. Faltava pouco menos de 30 minutos de estrada. Quando nuvens carregadas de chuva caíram sobre eles. Na beira da estrada havia uma grande árvore, próximo mesmo a Muralha Maria. Então pararam ali para esperar a chuva passar. Embora nessa época do ano fizesse calor a água da chuva era fria e Amélia sentiu seu corpo esfriar quando desceu do cavalo.
Quase meio de tarde. Teve um sobressalto quando sentiu algo sendo jogado sobre seus ombros, o capitão jogou a capa em cima dela, a capa da tropa de exploração.

- Vai se resfriar com isso, estava cavalgando feito doida com o corpo quente e pegou a chuva, não quero que fique doente e me de dor de cabeça. - disse enquanto tirava o lenço que sempre usava no pescoço.

Amélia ajeitou a capa, era maior do que esperava. Assim que fez isso, aproximou-se o máximo possível para toca-lo dizendo.

- Agradeço a preocupação. - passou a mão no cabelo dele. - Mesmo com a capa molhou seu cabelo. - e sorriu.

Viu quando ele a olhou meio sem entender o que acabara de fazer. Amélia virou o rosto, ficou vermelha no mesmo instante que percebeu seu olhar de censura.

- Não me importo com a chuva, mas não quero chegar todo molhado.

- Entendo... Eu gosto da chuva. - Amélia voltou-se para o seu cavalo.

- Você tinha razão em uma coisa... - ouviu Levi dizendo.  - Esse cavalo é tudo o que disse.

- Quando eu voltar, não voltarei com ele. - contou.

- Por que não? - se aproximando.

- Porquê terá mais serventia aqui.

- Mesmo assim.

- Quero que fique com você. - combina com você era o que ela queria dizer.

Amélia disse isso tocando a crina do animal, Levi estava ao seu lado, quando o virou-se seus olhares se chocaram, ele estava olhando diretamente para ela.

- Acho que vai ficar melhor com você capitão... E além do mais, eu sei que ele foi ideia sua. "Dará a ela algo que goste" não foi isso que disse ao Hoover quando ele e eu brigamos?

- Como sabe disso?

- Tenho obrigação de saber... E o Frank me disse tudo... Não agradeci devidamente por aquele dia... Muitas coisas aconteceram naquele dia... E depois... Mas eu sou grata por ter me ajudado...

Olhava para Levi e ele estava mais perto agora, ele estendeu a mão e abaixou o capuz que cobria sua cabeça. Seu rosto pegava fogo, estava morrendo de vergonha e ele estava muito perto, perto de verdade, Amélia o olhava nos olhos e ele olhava nos olhos dela. Percebeu que ele se aproximou mais, a respiração de ambos se chocava no ar. Amélia não conseguiria se conter, será que ele estava testando ela? Não se afastou, ao contrário, desviou seu olhar para sua boca, definitivamente queria beijar aquele homem. E assim com parte do corpo molhado pela chuva seria uma visão que nunca esqueceria. Sentiu quando lábios tocaram suavemente os seus, ela correspondeu. Seus lábios estavam rachados, mas ainda assim sentiu o sabor de sua saliva em contato com a sua boca. Amélia entreabriu os lábios, sentiu a língua de Levi tocar neles, podia sentir seu próprio desejo aumentar, ergueu seus braços e o envolveu pelos ombros, sentiu as mãos dele em sua cintura pedido por mais proximidade. Amélia deu um passo a frente depois outro, parou quando o encostou na árvore. Levi continuava beijando seus lábios como se nada tivesse acontecido. Se encostou todo na árvore e puxou sua cintura mais para si. Amélia ansiava por esse contato por estar mais perto dele... Amélia ansiava por mais que isso... 

Seus beijos tornaram-se mais necessitados, fazia questão de demonstrar que estava desejando ele. Suas mãos desceram pelas laterais do corpo dele, procurando uma forma de tirar sua camisa. Tocou em seu abdômen por sob a roupa, podia sentir seus músculos, já havia feito isso antes mas agora era diferente, os gemidos que isso causou em Levi a faziam estremecer.

- Minhas mãos estão frias capitão?

- Sim, mas não é ruim...

Desceu a mão até o cinto, Levi percebeu sua ação e segurou os punhos.

- Não! Vamos parar com isso!

Amélia ficou com raiva, estava com seu corpo formigando desejando mais, desejando ele, não entendia o motivo de estar impedindo ela de continuar.


* * *

Viu o olhar de surpresa em Amélia quando segurou seus punhos para que ela não colocasse as mãos dentro de sua calça. Não que não quisesse que ela fizesse isso, estava surpreso com o fato de estar realmente querendo que ela fizesse isso, mas não daria certo. Não poderia continuar.

Ela mesmo disse.

Colocou uma mão na cabeça.

- Eu... Eu sinto muito... Não pensei que você não quisesse...

Embora falasse pausadamente podia perceber a irritação em sua voz. Não gostou de ser contrariada.

- Foi você mesma que disse.

- Disse? Disse o quê?

- Que isso não iria funcionar.

- Então porque me beijou???

Levi não sabia ao certo o que responder.

- Porque era isso que você queria.

- Eu queria? Só eu que queria? É isso quê esta me dizendo?

Agora podia ver claramente que ela ficou com raiva por ele ter impedido ela.

- Sim e não.

Tsc.

- Ah sim eu vou ter que adivinhar? Francamente! - cruzou os braços e franziu as sobrancelhas.

Tsc.

Inferno. Estava linda assim.

- Chegaremos em breve, não quero confusão... - foi interrompido.

- Confusão? E eu sou a confusão? - parecia um grito de tão irritada.

"Sim a confusão na minha merda de vida!"

Tsc.

- Hum. Pense como quiser.

- Ora seu... - mordeu o lábio.

Queria dizer a ela que não era nada disso, que ao longo do caminho só ficou pensando no cheiro do cabelo dela, nas mãos dela, sentir seu toque, no sorriso que dava enquanto cavalgava. Queria terminar o que começou. Queria tê-la em seus braços, queria fazer aquilo. Queria continuar, queria beija-la, tirar suas roupas e entrar dentro dela ali mesmo. Mas a medida que se aproximavam da guarnição da Tropa de Reconhecimento lembrou-se do que era, do que fazia, de toda merda que já tinha feito com outras pessoas e por isso ferrou com a vida de todos que chegaram perto dele. Queria dizer que a beijou como despedida, como uma lembrança que ele queria guardar.

"Tire suas mãos de matador de titãs dela" 

"Nunca deixe ela ver esse sorriso..." 

As palavras do velho martelavam em sua cabeça. 

Só olhava para os lábios dela, queria dizer mas não podia, não conseguiria explicar. O sabor era tão bom.

- Isso é tudo culpa minha, eu insisto em coisas que sei que não funcionam... Tsc... Que porra... Todas as vezes... Imbecil Amélia! Sou um imbecil... - disse se afastando em direção ao cavalo.

Tsc.

Levi viu ela montar, estava com raiva por deixar ela pensar assim. Mas essa era a melhor opção. Voltaria a fazer o que fazia de melhor, fatiar carne e ela voltaria a ser a capitão da guarnição estacionária e seu comandante nunca mais olharia para Levi. Talvez ele morresse em breve de qualquer maneira. Não saberia.

Mesmo ainda na chuva saíram rumo a sua guarnição. Faltava pouco de qualquer forma. O resto do percurso foi muito mais silencioso do que antes, agora parecia sentir a tensão palpável que havia entre eles. Antes era apenas um desconforto como se esperasse o momento para algo acontecer. Agora só havia a estrada, a chuva e a tensão.

Muito mais rápido do que esperavam chegaram a guarnição. Já havia passado a chuva e muitos soldados e cadetes andavam no pátio externo. Amélia ia na frente, muito mais rápido com seu cavalo, entrou primeiro pelo portão principal, quando a viram com a capa gritaram  o nome Levi, pensando que fosse eu. Ela desceu do cavalo e a cadete Petra veio direto ao seu encontro.

* * *

- Levi! Que bom que o senhor já chegou!

Uma menina lourinha e baixinha aproximou-se de mim feliz, me confundiram com Levi.

"Será que foi por isso que Levi me dispensou?"

Tirei a capa e vi o sorriso dela se dissipar. Essa foi uma reação muito boa, minha felicidade em causar o desgosto de alguém era evidente.

- Capitão Amélia Ammer senhorita, apresente-se cadete!

"O bom de ser militar e que pode se exigir explicações e seus subordinados não podem negar."

- Perdão senhora, cadete Petra Rall, peço desculpas, pensei que fosse o capitão Levi.

- Ah, deve ser por causa da capa, deixe-me tirá-la, o capitão me emprestou por causa da chuva. - jogou a capa sobre a cadete.

"Jovem e bonita com aparência delicada!" Pensou sobre a cadete.

Outros soldados e cadetes se aproximaram no mesmo momento que Levi entrava pelo portão com o cavalo. Balançou os cabelos propositalmente, sabia que cabelos compridos chamavam atenção dos soldados das forças expedicionárias, afinal ali não era possível deixar crescer muito por conta do tipo de missão que tinham.

- Seu comandante, onde está?

- Estou bem aqui capitão. - comandante Keith apareceu no pátio.

Fez a continência dos soldados que defendem a humanidade dentro das Muralhas.

- Capitão Ammer se apresentando senh... - fui interrompida.

- Deixe de formalidade criança, venha cá e me dê um abraço. - Keith sorriu mas aparentava estar muito cansado.

Se aproximou e o abraçou, era bom abraçar alguém conhecido que não via a tanto tempo, desde sua inserção na Guarda Estacionária na verdade, lembrou que por pouco não se tornou membro desse pelotão.

- Venha venha, vamos falar com Erwin, ele ficará surpreso em saber que já chegaram... Cabo nos acompanhe também, ele deseja te ver. - completou o comandante das forças expedicionárias Keith Shadis.

Amélia olhou para Levi, viu que ele olhou para suas botas sujas de barro, um pensamento maldoso lhe ocorreu, sujaria o chão da guarnição só para ter o prazer de ver o cabo limpando o chão que ela pisou. Olhou para a cadete Rall, estava parada ao lado de Levi. Ao retornar seu olhar para Keith viu outros soldados olhando para ela.

- Sim senhor, como quiser, diga-me os meus companheiros ainda não chegaram? Eles vieram na balsa. - perguntou enquanto se encaminhava por um corredor para dentro das instalações.

- Ainda não mas se vocês já chegaram presumo que não demorará muito. Conte-me como estão as coisas na Guarnição Estacionária? E como está o velho Dot?

Amélia ia começar a falar, atrás dela vinham a cadete, Levi e mais dois soldados que não conhecia, quando no sentido oposto do corredor viu quem tanto esperava ver. Erwin vinha conversando com um outro soldado tão alto quanto ele, bem verdade Levi era o primeiro soldado da tropa de Exploração que não era alto que ela conhecia. Seu bom senso e treinamento militar foram apagados de sua memória. Céus! O homem mais bonito que ela já tinha visto em sua vida estava andando em direção a ela, ainda não tinha percebido, mas eram poucos metros. Amélia parou de falar com Keith e correu em direção a Erwin.

- EEERRRWWWIIINNN!!! - gritou a plenos pulmões. Todos podiam ouvir.

- Ah!!! EU NÃO ACREDITO QUE JÁ CHEGOU!!! - gritou em resposta.

Ela correu e se jogou em cima dele, grudou em seu pescoço e ele a agarrou pela cintura, esqueceu que haviam outras pessoas ali.

Como sentira falta dele. De tudo. 

"Será que ele sentiu minha falta?"

Ele rodopiou com ela assim. Depois a desceu ofegante.

- Pirralha maldita!!! Veio correndo!!! Aposto que nem comeu nada desde de manhã!!! - disse sorrindo, o sorriso que era somente dela.

- Agora que você falou não comi nada mesmo! - ficou tão tensa por ficar sozinha com Levi que nem lembrou de fazer uma parada no caminho.

- Ora ora, se Pyxis visse vocês dois assim agora ele teria um infarto. Mas é bom rever os amigos. - O comandante Keith falava de maneira descontraída, mas não era comum vindo dele.

- Vamos Lia, vou apresentar você para todos, vai ficar quanto tempo?

- Meu planejamento é duas semana Erwin... Mas sabe como as coisas são...

- Ah! Tão pouco tempo, então deixe eu começar as apresentações, esse aqui é o tenente Miche Zacharius. - apontou para o homem que estava ao lado dele.

- Senhor, prazer em conhecê-lo, sou Amélia Ammer, capitão Ammer.

Viu o homem se aproximar e cheirar seu rosto, ele também tinha olhos azuis e isso fez Amélia corar imediatamente. Segurou um mecha do seu cabelo e olhou diretamente para trás, fixando por segundos em outra pessoa, Amélia sabia que era Levi.

"Será que ele é capaz de farejar o cheiro das pessoas assim? Sentiu o cheiro de Levi em mim?"

Seu rosto ficou ainda mais vermelho.

- Cheira igual aos cavalos de Karanes capitão. - respondeu com voz grossa.

- O cavalo que usei para vir é de lá.

Envergonhou-se por fazer uma analogia com cavalos, fez ela pensar em éguas no cio. Continuava corada.

- Usou? O cavalo não é seu? - Erwin perguntou.

- Não é mais. - respondeu.

- E de quem é?

- É meu. - ouviu a voz de Levi responder.


Notas Finais


- Os próximos 3 capítulos são um flashback contando parte do envolvimento entre Amélia e Erwin, antes dela ser capitão e de Erwin ser o aspirante ou vice comandante da Tropa de Exploração


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