História Shiryu - O Lado certo. - Capítulo 5


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Visualizações 7
Palavras 1.470
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Lemon, LGBT, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


O minino Luci apareceu gente!

Capítulo 5 - Genro?


Fanfic / Fanfiction Shiryu - O Lado certo. - Capítulo 5 - Genro?

(Jonathan)

Estávamos no grande salão dourado, várias mesas cheias de adornos exuberantes e completamente desnecessários vindo de minha opinião. Mas, as mesas deixavam um grande espaço para o grande tapete vermelho que levava para a pista de dança perto do palco. Lá se encontrava o grande lustre, minha família deu de presente para os Eogeums.

Tinham grandes vasos de flores com vários garçons e seguranças pelo redor. A cada cinco centímetros tinha uma grande janela de cristal com ouro puro. Digamos que ouro é algo que os anjos e demônios adoram. Em cada parte do salão tinha alguma luz de cristal ou vidro.

A grande porta era branca com adornos em dourado e preto, tinha cinco guardas em sua volta, assim como atrás do palco que estávamos. Eu estava realmente curioso do porquê de tantos seguranças; nossas famílias não são tão rígidas assim.

Subimos no palco como o pai de Patch disse. Ele também subiu, estávamos todos lá em cima, e quando digo todos; são meus pais e os dele. A sala estava acumulada de pessoas, algumas eu conheço, mas outras nunca vi em toda minha vida.

Todos estavam centrados em algo, nós.

C.E/Senhoras e Senhores! Estamos aqui esta noite para lhes contar uma das maiores uniões entre famílias do século! Entre as famílias Alwets e Eogeums. –Patrick foi para frente ao lado de seu pai.

P.E/Estamos honrados com a presença de todos esta noite. –Seus olhos mudaram de cor rapidamente. Como se seu outro lado tivesse sido ativado. Estavam em um breu único, mas ainda conseguia ver sua esclera. (Parte branca do olho)

Meu pai me deu um leve empurrão para frente, para nos juntarmos a eles.

O.A/Nossa família esperou muito por este momento e agradecemos que estejamos aqui com vocês. –Eu me curvei de leve em tom de reverencia para os Eogeums.

J.A/Farei o que for preciso para fortalecer este grande laço. –Olhei para P.E que parecia inquieto.

C.E/Então é com muita satisfação que hoje lhes conto que irão casar. –Todos começaram a aplaudir, mas eu não ouvia mais nada.

Tudo estava girando em câmera lenta. Como assim casar? Patrick estava quieto e imóvel.

Quando eu ia abrir a boca meu pai segurou meu braço forte e me encarou com um sorriso forçado e nítido da situação.

O.A/Não faça nenhuma besteira! –Sussurrou com um tom irado.

D/Nossa! Quem diria que eu estaria vivo para isso! –Disse uma voz ecoando por todo o salão, mas sem sinal da fonte. Uma grande fumaça preta se instalou no lugar. Uma ventania forte dava a sensação de sufocamento.

Todos no salão ficaram surpresos.

P.E/Tire nossas mães daqui. –Veio até mim.

J.A/Mas.... –Ele fez que não com a cabeça. Eu assenti.

C.E/Quem é você? O que quer? –Uma grande risada sarcástica e maligna.

D/Quer mesmo saber o que eu quero? –Parou e tudo ficou em silêncio.

O.A/Diga logo infortúnio! –Exclamou sua preocupação.

D/Você. –Sussurrou ao meu lado. Senti uma presença maligna, tinha o mesmo sangue que meu pai, mas bem mais poderoso.

Que estranho.... Apenas quem tem esse sangue.... Não pode ser.

C.E/ABADDON! –Sua sombra preta começou a se dispersar dando lugar a uma forma humana.

Seus cabelos eram um vermelho vivo com algumas mechas mais claras de laranja. Estava usando um corpete vermelho de renda com laços, que estavam destacando seus seios fartos, usava uma saia preta de cintura alta, luvas de renda preta, uma meia sete oitavos completamente preta e grandes brincos e colar em formato de cruz.

Suas assas estavam abertas, eram vermelhas com leves toques de preto e em suas pontas tinham grandes espinhos. Anjos nunca abrem suas asas. É imensamente proibido.

A.P/Não acredito que vocês não lembravam de mim irmãos! –Colocou a mão em seu peito e fez uma leve cara de choro, mas parou assim que olhou para Patrick.

A.P/Você cresceu tanto meu sobrinho... –Levantou o rosto de P.E.

 

(Patrick)

P.E/Tire suas mãos imundas de mim, anjo do apocalipse.

Abaddon passou a língua em seus lábios.

A.P/Vai ser mais divertido do que pensei. –Olhei para meu pai.

Meus olhos ficaram completamente negros, não tinha nenhum resquício do que eram antes.

C.E/Saiam todos! –As pessoas ouviram e começaram a correr em direção a única porta.

Mas, A.P tirou seu sorriso do rosto e com um simples estalar de dedos quebrou todos os vidros do salão e fechou a única saída a selando com ferro quente.

P.E/NÃO! –Gritei em total desespero.

A.P/Por que querem ir tão cedo? A festa acabou de começar. –Me encarou séria.

P.E/Eu vou matar você. –Me encarou com um sorriso de canto.

A.P/Vou adorar te ver fracassar.

Fui em sua direção em um rápido movimento, tirei minhas adagas que sempre levo comigo das mangas e atirei em sua direção.

Mas seu corpo se tornou uma grande poeira negra assim que a toquei.

A.P/Se você não fosse filho dele, eu o machucaria de todas as formas que pudesse, essa sua imprudência me excita. –Senti uma mão em minha nuca e um frio absurdo.

P.E/Você tem tanto medo de meu pai? –Olhei para C.E. Abaddon riu muito alto.

A.P/Nunca te contaram? –Me virou pela nunca em direção de meu “pai”.

P.E/Do que está falando? –Tentava me soltar, mas sem sucesso.

Enquanto isso ocorria, ouvi Jonathan com nossas mães correndo para a outra saída. As deixou lá, e foi até os seguranças avisar da segunda saída, mas que não era para fazer muito alarde.

Me encarou e eu soube o que deveria fazer, fazer o quanto puder de distração.

C.E/Não faça isso, por favor. –Disse engolindo seco.

A.P/Vai me obrigar a te fazer falar? –Antes que ele pudesse responder, com sua outra mão A.P levantou um pouco seus dedos e colocou Oliver (Pai de Jonathan para cima).

Era como se estivesse sendo enforcado no ar.

P.E/Fala Pai! –Ela colocou suas unhas em minha nuca. Gritei muito de dor.

Não aguentei ver aquela cena, mas antes que pudesse fazer algo J.A pegou uma de minhas adagas que joguei e ficou no chão. Ela não tinha o notado.

Foi devagar por detrás dela enquanto os seguranças ajudavam os convidados a sair.

Eram cerca de 1000 pessoas.

J.A/Solte meu pai! –Enfiou a adaga em suas costas.

Eu caí de joelhos no chão sentindo o sangue rolar de minha nuca. O pai de J.A caiu no chão tomando fôlego.

A.P/Tão inocente. –Moveu suas asas para atirar seus espinhos.

Mas, eu abri minhas asas. Elas eram metade brancas com preto, era uma escolha minha quais seriam suas cores, mas eu sempre serei metade de algo e não completo.

P.E/Acho melhor você cuidar o que fara com meu futuro Genro. –Revirei os olhos sarcasticamente.

Abaddon colocou a cabeça um pouco para o lado em tom de confusão.

Voei em sua direção, começamos a brigar no ar, socos, empurrões não estavam ajudando e sim atrasando o inevitável. Minha morte, minha nuca sangrava, mas isso era o que menos me importava.

A.P/Foda-se seu pai. –Começou a invocar almas perdidas do chão;

Almas perdidas veem do inferno e apenas cavaleiros das sombras tem tamanho poder, e como Abaddon é o líder dos cavalheiros faz o que quer e quando bem entende.

Elas foram em direção das pessoas, mas assim que estavam chegando nelas, uma grande luz as queimou.

A.P/Mas, o que? –Começou a voar de um lado para o outro em total confusão.

P.E/Digamos que enquanto eu estiver aqui... ninguém vai morrer. –A prendi por trás e a deixei sem folego até cair no chão. Pousei um pouco longe de si.

A.P/O que você é? –Abri um grande sorriso largo.

P.E/Não se lembra de mim irmã? –Sua voz era diferente, seu olhar, seu modo de agir.

Não era Patrick.

A.P/Lúcifer? –Limpou uma sujeira do ombro e a encarou com sangue nos olhos.

P.E/Isso mesmo traidora. –As almas começaram a ir em sua direção.

Lúcifer começou a andar em sua direção. E assim que chegou, começou a bater nela com todas as suas forças.

A.P/Isso não vai acabar assim... –Disse se esvaindo com sua sombra.

P.E/Você não vai fugir de mim. –Fechou a sua palma da mão esquerda e seu corpo explodiu... deixando resquícios em todo o salão dourado.

C.E/Filho? –Se aproximou com receio.

P.E/Engraçado você dizer isso Christopher. –Ele recuou e se jogou no chão fazendo reverencia.

C.E/Eu não contei para ele, mas eu ia dizer... juro por... –Eu o encarei antes que finalizasse a frase.

P.E/Irei lhe dar alguns dias até que conte para ele, depois venha conversar comigo. Abaddon não vai desistir dele, eu o deixarei em suas mãos. –Desmaiou e J.A se tele transportou para me segurar.

J.A/Patrick? –Eu estava em total confusão.

 

Alguns dias se passaram enquanto Patrick se recupera de ter portado Lúcifer em si. Agora iremos focar em como lhe proteger e descobrir o do porquê de tudo isso.

Mas, também temos que arrumar as coisas do casamento o quanto antes.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...