História Shoujo no Pet xx - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Adult, Fantasia, Harem, Hentai, Jovem, Literatura, Magia, Romance, Shoujo, Teen, Vampire, Vampiro
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Palavras 2.021
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Harem, Hentai, Literatura Feminina, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Primero dia


Fanfic / Fanfiction Shoujo no Pet xx - Capítulo 1 - Primero dia

Eu me chamo Aster, e esse é o meu primeiro dia de aula. Eu me esforcei bastante e com a ajuda dos meus tios eu consegui entrar na academia mais prestigiada do pais sendo a primeira no rank bolsista e conquistando a vaga que é ofertada uma vez a cada semestre. Estou aqui finalmente. Sendo órfã, eu prometi a mim mesma que orgulharia meus pais e entraria na prestigiada academia do pais. Hoje é o primeiro dia e eu já me mudei para o dormitorio dos pets, como os dormitorios para os de rank baixo são chamados. Eu sou uma mahou, sou uma manipuladora de magia, nos livros de fantasia eu muitas vezes sou a heroína, mas minha realidade é muito diferente da literatura. Eu vim para servir a uma casa ou proteger um rei ou reino enquanto eu viver, assim sou chamada de Pet, não sou mais que um cachorro seguindo ordens de seu dono. Mas não é assim que eu penso em viver, afinal isso não é vida para ninguém. As pessoas como eu merecem algo melhor, e eu não vou ficar parada esperando alguém me escolher como Pet, vou mostrar a todos eles o que uma mahou pode fazer.

- Ufa! Finalmente acabou a mudança, e pelo menos não tenho que dividir a casa com ninguém, uma das coisas boas de ter tirado uma nota tão alta foi poder ficar na área vip do campus. Olho ao redor e vejo que as horas de sono que eu perdi me renderam uma casa arrumada mas não restou tempo de fazer qualquer outra coisa.

- Tenho que tomar um banho e comer alguma coisa, as aulas começaram as 09h00 e eu só tenho 35 minutos para me arrumar.

Sinto que vou me atrasar, então é melhor tomar um banho e deixar para comer algo depois. Depois de tomar banho eu coloco o meu uniforme, passo a fragrância que mascara o meu cheiro e só quando me olho no espelho eu vejo que a saia está um pouco curta demais, ser magra e alta resulta nisso. – Tamanho P e cumprimento também. – Vou no guarda roupa e pego uma meia que vai um pouco acima dos meus joelhos e coloco, depois me olho no espelho de novo e aceno com a cabeça para mim mesma. – Agora está aceitável pelo menos.

Pego minhas coisas e vou em direção a academia, apesar de ser no mesmo campus, eu peguei o dormitório mais longe possível, então vai ser uma andada de pelo menos uns 10 minuto até o prédio onde minha primeira aula vai acontecer. Continuo andando e pensando o quanto estou feliz por finalmente estar aqui e sinto como se estivesse sendo observada. Me viro de repente mas não tem ninguém atrás de mim, talvez seja algum animal entre as árvores. Afinal a minha casa é a última do campus e depois dela vem a mansão dos rank A, mas nenhum deles usa esse caminho. Continuo andando, mas a sensação de que tem alguém me observando não passa. Não sei ao certo se alguém me escolheria como Pet sem nem mesmo saber meu rank, mas o medo toma conta de mim e eu começo a correr o mais rápido possível e nessa hora eu consegui ver algo se mover tão rápido quanto eu em meio às árvores. Eu quis conjurar um feitiço mas eu estava tomada pelo pavor de que eu poderia ser marcada como o animalzinho de algum rank alto. Então eu finalmente cheguei no prédio de magikå e eu percebi que não sentia a presença de mais nada já havia algum tempo.

– Oh minha grande Blair, eu devo estar ficando louca, não é possível que alguém estivesse me seguindo, eu até mascarei o meu cheiro.

Sim, o meu cheiro. Desde que eu sou um bebê, meus pais usavam uma fragrância para diminuir o cheiro forte do meu poder, e isso também ajudou a inibir muito do meu poder. Eu vivi por muito tempo como um rank nulo, alguém que não tem poderes o que é mais da metade da população. Só depois de completar quinze anos eu tive todos os meus poderes e aprendi que havia perdido meus pais num acidente quando eu era apenas um bebê. Então, em um dia eu passei de rank nulo para rank ômega. Ômega são os segundos do rank, os chamados também de mahou, são pessoas que assim como eu tem domínio de magia e vivem para servir. Para servir a quem? Você deve estar se perguntando. Aos de rank alto, os alfa. Os que nos governam tem poder ilimitado e vida ilimitada também. São famosos viloes de livros infantis, e nas fabulas são conhecidos como vampiros. Mas a realidade é bem mais assustadora, apesar deles não se alimentarem de sangue, eles se alimentam de energia que vem de nós, ômega. E nós vivemos em prol deles.

Mas eu não concordo com essa divisão, não acho que deveria ser assim. Por que eu tenho que ser subjugada por um alfa e seguir todas as ordens que ele me dá? Algumas vezes tenho vontade de voltar no tempo e não descobrir que eu era uma ômega.

Ainda perdida em pensamentos e admirada pela bela estrutura do prédio de magikå, sou surpreendida pela voz que ecoou nos meus ouvidos fazendo os pelos do meu corpo se arrepiarem de maneira boa e ruim ao mesmo tempo.

– Você pretende ficar ai parada o dia todo?

Eu me virei para encarar o dono da voz e me arrependi no mesmo instante que o fiz. Sim, era um alfa. E era lindo. Meu coração batia extremamente rápido, e minha garganta estava seca. O dono da voz profunda tinha olhos de uma cor que eu não sabia que existia, era um tom de cinza com um toque de vermelho, os cabelos tão escuros estavam soltos na altura dos ombros. Seu olhar de despreocupado, passou a ser de um predador e um arrepio gelado desceu pela minha espinha.

– Você tem um cheiro interessante, ômega. Finalmente uma cara nova por aqui.

– Impossível! – Falei finalmente, lembrando que havia soltado um feitiço para mascarar o meu cheiro. – Não tem como você ter sentido o meu cheiro. – Falei firmemente.

– Com certeza você tem coragem para falar com um alfa assim. Você ao menos sabe quem eu sou?

Me arrependi de ter aberto a boca, minha tia me avisou que os alfas não tem piedade e pediu para que eu tomasse cuidado com a minha grande boca, já que eu iria para um lugar cheio de alfas. Então tentei parecer submissa, abaixei a cabeça e só consegui ver os pés a uma distância de pelo menos uns cinco passos, só deu tempo de piscar, ele já estava na minha frente. Segurando meu pescoço mesmo sem pôr força, dava para sentir seu poder emanar dele, sem esforço ele levantou meu queixo com o polegar e olhou nos meu olhos, ele estava tão perto que dava pra sentir o hálito dele fazer cócegas nos meus lábios.

– Você certamente sabe como fazer uma entrada, correndo feito louca na floresta.

Ele soltou um riso sarcástico e eu percebi que era ele que havia me perseguido no caminho para o prédio principal. Ele me olhava com tanta intensidade que eu estava quase implorando para ele me largar, mas eu não conseguia me mover, esse é o real poder de um alfa? Então ele chegou perto do meu pescoço e sussurrou algo na língua antiga e no mesmo momento eu tentei me soltar, eu queria empurrar ele para longe, correr e me esconder, mas nenhum feitiço passava pela minha mente e finalmente ele me marcou, todo o meu corpo respondeu, senti a energia fluir e percorrer as partes mais baixas do meu corpo, todos os pêlos do meu corpo se arrepiaram e o poder dele me invadiu e se misturou com o meu, tive que me segurar nele para não cair. Então ele me largou subitamente.

– O que você está fazendo?

– Hã? – Eu não estava mais entendendo nada, o lugar que ele havia mordido doía e queimava, mas eu me sentia muito bem, olhei para ele e a exaustão tomava conta de seu rosto, mas nem por isso ele ficou menos lindo. O que exatamente havia acontecido? – Eu não sei do que você está falando, foi você que acabou de me marcar.

Ele olhou para mim como se eu tivesse dito que a terra era plana, então seu olhar incrédulo sumiu e um obscuro tomou o lugar. – Agora que você é minha, não tente mais nenhuma gracinha. – Ele passou por mim e nem se importou em me ajudar a levantar, eu ainda estava no chão sentada sobre os joelhos sem entender como eu tinha acabado de ser marcada no meu primeiro dia de aula. O sinal tocou avisando que as aulas iam começar e me devolvendo força as minhas pernas.

Ao chegar na sala onde eu teria a primeira aula, notei que todos me olhavam e sussurravam, a menina sentada na mesa ao meu lado se apresentou. – Oi! Você deve ser a Aster, a bolsista. É um prazer te conhecer, eu me chamo Mia. Acho que você notou que todos estão... bem, eles estão... – Ela olhou ao redor procurando por palavras.

– Falando de mim? Eu notei.

– Ah, sim, pois é. Você é quase uma celebridade, todos estavam curiosos, afinal uma estudante nova e com a maior nota dos últimos cinco anos, no mínimo chama atenção.

Eu sorri e compreendi que todos deveriam estar pensando isso mesmo, não tem como eles saberem que eu já fui marcada, e por um qualquer.

– E você é sortuda mesmo, já foi escolhida pelo rank A mais cobiçado, Alec. – Ela sorriu e esperou por uma resposta que eu não sabia qual era.

– Como você sabe que fui marcada? – Foi a única coisa em que consegui pensar.

– Da pra sentir quando alguém é marcado por um rank tão alto quanto o dele. Você não sabia disso? – Ela me olho sem acreditar. – Você não sabia quem ele era quando foi marcada? – Ela estava ainda mais incrédula.

– Eu deveria saber? Ele não se apresentou, ele só... – O pensamento de ser marcada fez minha marca queimar.

– Então você não seduziu ele. Estranho, ele nunca marcou ninguém do campus, apesar de haver vários ômegas que eu considero bons o suficiente. Ele várias vezes se alimenta deles, mas não os marca.

Eu ainda estava digerindo o fato dela achar que eu havia seduzido ele enquanto ela continuava o discurso sobre o tal Alec. – Espera! Você acabou o dizer o que?

– O baile vai ser daqui a dois meses e...

– Não, antes disso. Você disse que ele é um príncipe...?

– Sim, o primeiro filho da casa regente, Alec Oziho. Então você realmente não sabia de nada não é, nossa, assim não tem graça, você ganhou tudo de mão beija. – Mia parecia uma criança que não tinha conseguido um brinquedo. Ela continuou me contando sobre Alec e sobre o segundo no rank alfa, Ezio.

O professor entrou na sala e a aula começou mas eu não prestei atenção a nada. Tudo estava girando e eu comecei a me sentir muito mal, e eu percebi que estava nas mãos de alfa, senti como se minha vida estivesse acabado. Quando a aula terminou e saí imediatamente e acabei não me despedindo de Mia, que ficou no ar quando perguntou se eu não gostaria de dar uma volta no campus pra conhecer o lugar. Eu não teria mais nenhuma aula e então voltei para minha casa, parei em frente a porta e me dei conta de que o dia estava chegando ao fim. Quanto tempo demorei pra chegar em casa?

Entrei e depois de fechar a porta me dei conta de que havia alguém comigo, pensei em abrir a porta e fugir, mas decidi ficar e lutar, eu não posso fugir para sempre, então me virei para encarar a escuridão.

– É melhor você sair, se não eu vou usar um vankå.

Então o intruso deu um passo na minha direção e eu pude finalmente ver o rosto de quem havia inválido minha casa, para minha surpresa, eu já sabia quem era.


Notas Finais


Rank A = Alfas ou Vampiros, se alimentam da energia de Ômegas, são 30% da população.
Rank B = Ômegas ou Mahou, usuários de magia, servem os Alfas, 50% da população.
Rank N = Nulo, não possui poderes e não manipula magia, 20% da população.


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