História Shuu Sakamaki - Capítulo 2


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Shu Sakamaki, Yui Komori
Tags Diabolik Lovers, Sakamaki Shu, Sakamaki Shuu, Shu Sakamaki, Shuu, Shuu Sakamaki
Visualizações 81
Palavras 916
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Simples jogo entre irmãos...


Com passos cautelosos, arrastava a mala enquanto analisava a mansão que se encontrava em sua frente. Após uma longa viagem, a loira nomeada de Yui Komori enfim chegara ao seu destino: A Mansão Sakamaki.

Seu pai, Seiji Komori necessitou fazer outra viagem e não pode levar a filha junto, muito menos deixá-la sozinha. Logo, a enviou para casa de parentes.

Yui aproximou-se da porta e seguido de três batidas, esperou respostas. Entretanto, não obteve nenhuma. Insistiu repetindo a ação. Mas, obtinha o mesmo resultado. Um tanto cansada, suspirou, e quando foi tentar novamente, assustou-se saltando para trás quando a porta se abriu antes de sua mão alcançá-la.

Quando o coração disparado acalmou-se, aproximou-se e adentrou a casa. Estranhamente não havia ninguém. 

— Olá? — Os olhos passearam pelo local bem decorado, mas nenhum sinal de vida parecia habitar ali. — Talvez tenham saído? — Ela pensou. Foi então que avistou um certo loiro que adormecido estava sobre um sofá mais afastado. A Komori sorri aliviada por saber que não estava sozinha e caminha até ele. — Com licença... — Quando aproximou a mão para tocá-lo, se surpreendeu ao ter o pulso agarrado.

— Tsc... — Ele estalou os dentes.

— Ah, não é justo... — Virou-se rapidamente quando no cômodo revelou-se um garoto ruivo de olhos esverdeados, que parecia um tanto aborrecido.

— Pois é... — Outro aproximou-se. Era um pouco similar ao primeiro, mas seus cabelos eram mais longos, os olhos eram puxados para um verde esmeralda e o que lhe destacava era um chapéu que usava.

— Podemos fazer novamente? Shuu não faz questão dela... — E surgiu um arroxeado, suas olheiras lhe chamaram a atenção, quanto tempo não dormia? Será que estava mesmo bem?

— Err... O que- — Quando tentou entender a situação, foi interrompida por mais alguém. Nem se surpreendia mais com pessoas aparecendo misteriosamente e repentinamente.

— Tanta gente mais qualificada, e foi escolher justo este traste? Devo dizer que seu gosto não é um dos melhores, senhorita. — O novo homem que no local apareceu se pronunciou, desapontado.

— Argh... Eu disse que não ia dar nem um pouco certo! — O albino furioso estava prestes a socar a parede, quando o rapaz anterior segurou seu pulso.

— Chega de paredes quebradas, por favor.

Céus! O que estava acontecendo? Quanto mais falavam, menos entendia! Quem eram aquelas pessoas? Elas apareceram repentinamente! E o loiro desconhecido ainda segurava seu pulso, quando tentou puxá-lo, ele apenas o agarrou com mais força. A garota ergueu a sobrancelha e encarou os rapazes presentes:

— Ah... Alguém pode me explicar o que está acontecendo? — Antes de respondê-la, o rapaz alto com os cabelos de tom escuro, olhos rosados acompanhado por um óculos, pigarrou e voltou a sua postura:

— Vamos começar com as apresentações. Eu me chamo Reiji Sakamaki, aquele é Ayato. — O ruivo sorriu maliciosamente. — Laito. — Ajeitou o chapéu piscando para a garota, que desviou o olhar um tanto desconfortável. — Aquele é Kanato. — O garoto nem se preocupou em olhar, parecia aborrecido. — O mais novo, Subaru. — Fez o mesmo que o arroxeado, cruzando os braços e se escorando na parede mais próxima. — E por fim, Shuu... — Pronunciou o nome do loiro com certo desdém.

— E você, panqueca? — Apontou para a loira, que corou e respondeu.

— Ei! Não me chame assim! Eu nem lhe conheço!

— E daí? Estou dizendo alguma mentira? — Ele se aproximou, mas foi impedido por Reiji que o repreendeu.

— Modos, Ayato! — Ele revira os olhos. Yui o encara um pouco irritada com seu comentário e prossegue:

— Meu nome é Yui Komori, meu pai me enviou para cá pois disse que eu deveria morar aqui a partir de agora.

— Sim, nós sabemos. — Reiji diz.

— Ahm... Ok... Moço, pode me soltar agora? — Virou-se para Shuu, e mais uma vez tentou puxar o pulso.

— Não. — Ele respondeu simples e Yui o encarou.

Ele está falando sério? — Ela pensou sem tirar os olhos do mesmo.

— Ninguém mandou o escolher...

— Do que está falando?

— Ah, nada demais. Apenas um jogo nosso. — Subaru explicou.

— “Jogo”? — Repetiu confusa.

— Exatamente! Você seria noiva de sacrifício daquele que encontrasse primeiro, mas pelo visto, você não é muito esperta, né? — Ayato debochou da garota.

— A sua sorte é que este garoto é surpreendentemente forte para que eu consiga me soltar, senão... — Ergueu a cabeça e franziu o cenho para ele, que fez o mesmo.

— Ehh? Acha que tem capacidade para fazer algo comigo? Vou fazer se arrepender de ter dito isso! 

— Então faz, idiota! — O provocou. E quando estava prestes a avançar nela, Laito o segurou.

— Calma, irmãozinho, deixe nossa bitch-chan... Ela só está brincando. E não percebe? Ela é interessante... Não quer se divertir mais com ela? — O garoto de chapéu a encarava como um predador, seu olhar percorria por seu corpo, lhe causando arrepios.

— Tsc... — Ayato bruscamente se soltou e saiu andando.

— Bem, divirtam-se juntos. — Reiji faz o mesmo.

— Nunca quis estar aqui... — Subaru apenas desaparece.

— Até... — Kanato dá as costas e sai andando.

— Bye, bye!~ — Laito acena e segura o chapéu, saindo também.

Yui suspira longamente tocando a cabeça, e logo encarando o loiro novamente.

— Você realmente não vai me soltar?... — Ele nem respondeu. — Ei, pode me responder pelo menos? 

...




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