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História Shy Boy - Capítulo 1


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Notas do Autor


(atrasadíssima, porém estoi aqui eba)

oie galero~ aqui estou eu, 23 horas da noite, (re)postando essa fanfic como sendo meu presente de aniversário pra joana (aka @chimyun), o amor da minha vida e tbm a minha noiva que tem um namoradinho muito boiola que eu vivo ameaçando, hehehe. olha joana é bom vc ler shy boy dessa vez sn eu vou te dar umas palmadas, e nem é do jeito que tu gosta *emoji zangado*

espero que gostem, bjsbjs, boa madrugada e feliz aniversário, jojo *emoji de coração*

Capítulo 1 - Primeiro


Taehyung não fazia o tipo vaidoso.

Apesar de gostar de estar bonito — até porque, era um homem bonito —, o de fios castanhos não costumava se emperiquitar demais ou gastar muito do seu tempo em frente ao espelho, maquiando-se ou escolhendo uma entre tantas peças de roupas após combinar inúmeros looks. Aquilo não fazia muito a cara dele; não na maior parte do tempo, pelo menos. Entretanto, ele gostava sim de enfeitar-se, porém não tinha costume de usar muito mais além de seu colar prateado com pingente de lua e seus anéis fininhos, e, sobre roupas, uma camiseta larga e macia e sua adorada calça do pijama sempre caíam muito bem, pois deixavam-no genuinamente satisfeito e confortável.

Ele não precisava de muito para estar bonito ou para achar-se, realmente, bonito. 

Mas Taehyung não podia negar que existiam raríssimos dias em que um desejo súbito se esgueirava por seu corpo, queimando-o, e fazia-o querer usar muito mais do que apenas seu pijama. E, quando isso acontecia, ele costumava abrir o próprio guarda-roupa enquanto carregava um brilho confiante em seus olhos cor de caramelo, olhava-o por inteiro e logo depois fechava-o, tentando resistir ao que sentia, mas, segundos mais tarde, ele suspirava longamente e então rendia-se àquele desejo ardente. E tão logo ele abria o móvel mais uma vez e arrancava do meio da bagunça (nada) organizada, roupas que não usava com certa frequência — afinal, podia-se dizer que elas eram... demais —, pois o desejo de querer arrumar-se, mesmo que só para ele, era maior do que o tédio.

Ele queria sentir-se ainda mais bonito. Ele queria olhar-se no espelho e pensar “oh, estou belo demais”, mesmo que o tal desejo e a admiração por si mesmo só durasse até passar lencinhos umedecidos no rosto e jogar as roupas bonitas em seu guarda-roupa, quando sentia que já estava de bom tamanho emperiquitar-se tanto e, então, voltava a usar apenas o colar prateado, a camiseta macia e a calça larga, desfazendo-se por completo da imagem (mais) atraente que admirou no espelho por longas horas.

Mas, quando se encontrava nesses dias, Taehyung realmente se empenhava.

Demorava horas maquiando seus olhos com cores bonitas, destacando-o com lápis de olho, enquanto coloria suas bochechas com tons de pêssego até vê-las exageradamente rosadas e brilhantes, e pincelava seus lábios com seu famoso gloss de cereja, pois era simplesmente apaixonado por ele e por seu doce sabor. E, para completar toda a formosura que se exaltava quando estava maquiado, ele então vestia-se com suas tão preciosas roupas, principalmente as macias e quentinhas, as quais ele guardava com tanto carinho e cuidado, pois elas eram suas preferidas. Quando aquelas roupas estavam diante de seus olhos, então o de fios castanho dedicava-se em combinar peça por peça com louvor, e aquilo por si só já mostrava o quão apaixonado ele era por aqueles tecidos, pois não tinha o costume fazer aquilo — afinal, camisetas largas e calças descombinando eram os seus xodós.

Então, quando aquele desejo aparecia sem aviso prévio e teimava em queimá-lo por dentro como labaredas, ele emperiquitava-se por longas horas para ficar (ainda mais) belo e, também, para admirar-se em frente ao espelho, naquela vontade ardente e passageira.

E, naquele entediante sábado à noite, apenas mais um para a sua enorme lista, Taehyung viu-se em um desses dias em que queria passar horas combinando looks com alguma de suas lindas calcinhas rendadas — as quais cobriam precariamente sua bunda gorducha e macia —, além de querer maquiar-se e deixar seu rosto daquele jeito exageradamente rosado e belo até finalmente ver-se contente com o resultado de sua aparência ao fim daquele processo demorado, porém relaxante. Assim, consumido pelo tédio de um dia em que passou do início da tarde até meia hora atrás apenas mofando em sua cama, Taehyung levantou daquele conforto, enfim rendeu-se ao seu desejo e tão logo pôs-se a arrumar-se enquanto conversava com Jeongyeon, sua melhor amiga, deixando-a fervorosamente curiosa para saber como estava vestido e maquiado a cada segundo que passava naquele suspense (intencionalmente) inquietante.

Ele não iria mentir, era divertido vê-la desesperada por qualquer besteirinha que fazia entre as paredes de seu apartamento.

E, sorrindo encabulado pelas mensagens que lia no chat da mais velha, Taehyung puxou a manga esquerda do blusão branco — que caia perfeitamente em seus 1,79 de curvas tentadoras — até o tecido cobrir seu pulso e dedos tatuados com borboletas, corações e cometas; chegando a esconder até a ponta rosada de suas unhas curtinhas debaixo do tecido branquinho e macio da peça comprida.

— Noona, acalme-se, já vou mandar uma foto pra você — ele falou, soltando uma risada constrangida ao final pelo conteúdo das mensagens da garota, e enviou o áudio enquanto aproximava-se novamente do guarda-roupa, pisoteando as roupas espalhadas pelo chão do quarto sem o menor cuidado, afinal, não eram suas preciosas peças ali.

“Céus, ela realmente é a maior fujoshi que eu conheço”, Taehyung pensou após ler as novas mensagens dela. Um sorrisinho brincava em seus lábios cintilantes e saborosos pelo gloss de cereja.

Ele não demorou até acomodar-se em frente ao grande espelho de seu guarda-roupa. E ele sentiu-se derretendo diante seu reflexo belo e atraente.

“Tão diferente do meu comum...”, pensou em um suspiro.

As maçãs avantajadas estavam coloridas pelo blush cor de pêssego, os lábios estavam banhados no gloss de tom vermelho intenso e os olhos de cílios longos e atraentes tinham suas pálpebras beijadas por tons suaves de azul e amarelo. Seus fios ondulados e castanhos pareciam brilhar na luz do quarto enquanto a maciez dele era exaltada, pois caiam sobre sua testa como algodão. O tronco, o quadril curvilíneo e os braços até metade das coxas estavam cobertos pelo tecido de algodão do blusão branco e quentinho, um de seus preferidos. Suas pernas magras, esguias e macias como o mais puro veludo, encontravam-se abraçadas pelas meias ⅞ de cor azul bebê, as quais eram tão delicadas que ele sentia-se ainda mais apaixonado por cada peça. E, por baixo de todo o algodão que caia de seus ombros até tocar seus joelhos, onde o espelho à sua frente não podia apreciar com louvor, a calcinha rendada de cor amarelo pastel acolhia seu membro adormecido e beijava as bandas gorduchas de sua bunda com devoção, num toque gostoso que fazia-o sentir-se genuinamente adorado.

Seu corpo de caramelo afundava no mais puro algodão enquanto era beijado por renda e cores, e ele não podia sentir-se mais precioso.

Porém, não demorou muito até Taehyung ser tirado de seus pensamentos (que resumiam-se em como ele estava aliviado por ter se rendido à vontade de se emperiquitar naquele sábado à noite) quando o celular com capa de peixinho dourado passou a vibrar em sua palma esquerda. E, antes de ler as mensagens que chegavam sem pausas — apenas mais um surto de Jeongyeon pedindo logo uma bendita foto —, ele ergueu a câmera do aparelho e atentou-se ao melhor ângulo para capturar todo seu corpo bonito e rosto maquiado antes de tocar na tela e disparar os clicks.

Ele tirou uma, duas, três, quatro fotos de uma só vez e enviou, após analisá-las de maneira breve e um tanto envergonhada, apenas uma delas para a amiga curiosa.

[19:53] Yeonnie: taehyung quer me matar???

[19:53] Yeonnie: que demora

[19:53] Yeonnie: acho que vou morrer... e será sua culpa

Um sorriso brincou nos lábios dele ao ler as últimas mensagens que a garota enviou antes de mandar a foto para ela, enquanto enrolava o cordão com pingente de lua — o qual não abandonou, como geralmente fazia, mesmo após produzir-se todo — no indicador tatuado.

“Tão dramática”, pensou e revirou os olhos de pálpebras coloridas.

Ele ficou quieto e em pé no meio do quarto, pisoteando as roupas espalhadas sobre o tapete fofinho que tinha perto da cama, ansioso para saber o que a de fios escuros falaria sobre sua aparência depois de todo aquele suspense inquietante que fizera desde que a contou que estava vestindo-se e maquiando-se daquele jeito. E, apesar de ter confiança em si mesmo, Taehyung queria tanto saber se a garota também achava que estava belo e precioso vestido daquele jeitinho fora do seu comum.

E o coração dele acelerou quando viu que ela estava digitando depois de um bom tempo sem mandar qualquer sinal de vida.

[19:56] Yeonnie: ooooh, taehyungie, realmente acho que vou morrer

[19:56] Yeonnie: de repente estou me sentindo tão quente

[19:56] Yeonnie: acho que estou… molhada???

[19:57] Yeonnie: olha o estado em que você me deixou

[19:57] Yeonnie: estou quase tendo um orgasmo só com suas fotos, porra

Taehyung divertiu-se com a reação (em sua opinião, exagerada) da melhor amiga. Ela era alguém importante para si desde sempre, então gostava de saber o que ela pensava sobre muitas das coisas que fazia, fosse elas besteiras ou não. Ele sentiu suas bochechas extremamente quentes ao ler aquelas mensagens despudoradas, e perguntava-se como ela poderia ficar molhada apenas com aquela foto bobinha. Céus, Jeongyeon não tinha mesmo juízo, e um fio lilás de vergonha agora encontrava-se enrolado ao dedo mindinho e tatuado do de fios castanhos.

Sorrindo, ele digitou uma mensagem e a enviou.

[19:58] Eu: se você tá assim só com uma foto minha vestido, imagina se eu mando uma foto nu???

[19:58] Eu: ou só da minha bunda

E não demorou sequer cinco segundos até ter que segurar a risada ao ver as figurinhas indecentes que a (não tão) doce garota passou a mandar uma atrás da outra. Apesar de encontrar-se envergonhado, ele gostou de ver como ela reagia.

[19:58] Yeonnie: kim taehyung, estou lhe obrigando a me enviar fotos da sua bunda

[19:58] Yeonnie: agora

[19:58] Yeonnie: eu necessito disso

Taehyung não se aguentou — o sorrisinho e as bochechas quentes o denunciavam — e teve que morder a ponta do dedão esquerdo, acabando por machucar sua única unha pintada de preto enquanto pedia para a morena esperar um minutinho.

Ele virou-se para o espelho de novo e caminhou para ficar um tanto mais perto, saindo do chat com a garota para colocar na câmera do celular. Ele suspirou, pois não tinha muito costume de fazer aquilo a menos que estivesse trocando fotos sensuais com algum garoto que estava provocando ou fodendo, mas não enrolou muito para ajoelhar-se de costas em frente ao espelho do guarda-roupa. Ele levantou o tecido do blusão de algodão com uma mão até a altura do peito, deixando suas bandas bronzeadas, cobertas pelo tecido rendado da calcinha clarinha, livres para a lente presunçosa da câmera capturá-la naquela posição em uma foto que Jeongyeon, provavelmente, iria colocar como papel de parede na tela de bloqueio do celular apenas para deixá-lo encabulado. Ele aquietou-se após ajeitar-se da melhor maneira naquela pose provocativa, e não demorou muito até o primeiro e único click disparar, resultando em uma bela e tentadora imagem.

Seu rosto corado tanto pela vergonha de ler as mensagens de Jeongyeon quando pelo blush não era o foco na foto — apesar de não deixar de chamar atenção, mesmo que estivesse parcialmente escondido atrás do celular —, o que fazia com que seus ombros largos e sua cintura descoberta ficassem destacados no tecido que acumulava-se na altura do peito, mas a atenção era quase totalmente direcionada exclusivamente para sua bunda coberta pelo tecido curtíssimo da calcinha. E as bandas volumosas pareciam quase tão suculentas aos olhos quanto aos toques.

Taehyung poderia se orgulhar por ser chamado de “tentação ambulante” desde que entrou na universidade, pois realmente era gostoso demais.

Ele sentia-se envergonhado por ter tirado aquela foto tão casualmente, porém não se arrependia, pois estava belo e sentia-se tão precioso vestido naquelas roupas, com todos aqueles panos macios tocando sua pele de caramelo e amando-o tão verdadeiramente em sintonia com o brilho em seus lábios e o colorido em seus olhos felinos. Ele enviou a foto para a conversa com a mais velha, que se encontrava lotado com mensagens dela, ao sentar-se na cama com as costas apoiadas na cabeceira de madeira e as panturrilhas cobertas pelas meias azuis esticadas nos lençóis de estampa colorida.

Um suspiro ansioso escapou por entre seus lábios. Era certo que trocar fotos sem roupa com seus ficantes era bem mais comprometedor do que aquilo, mas Jeongyeon era intensa demais e aquilo deixava-o nervoso; no entanto, não era de um jeito ruim.

[20:00] Yeonnie: tão gostoso, céus

[20:00] Yeonnie: sinto vontade de morder sua bunda, taehyungie

Ele sorriu com as mensagens, divertindo-se com a situação, enquanto digitava rapidamente uma resposta.

[20:01] Eu: quem sabe um dia você não as morda, hehehe

Um sorriso envergonhado, que carregava uma pitada de malícia — tão diferente das bochechas quentes de outrora —, crescia no canto dos lábios naturalmente vermelhos e brilhantes de Taehyung a cada mensagem que trocava com a morena enquanto estava (agora) no conforto de sua cama quentinha, em meio aos seus lençóis coloridos e travesseiros fofinhos.

Ele sentia-se genuinamente aliviado por Jeongyeon ter dito que estava bonito — e gostoso —, pois era tudo o que queria naquele momento.

Estava belo e atraente, e sentia-se contente por realmente ter se rendido àquele desejo de mais cedo, afinal, não era sempre que empenhava-se a emperiquitar-se tanto e ficar daquele jeitinho precioso. Ele pensava que em seu dia-a-dia não se arrumava tanto quanto poderia, mas gostava de surpreender-se quando decidia o fazer. E só o fato de os elogios terem vindo de sua melhor amiga tornava tudo ainda mais descontraído para seu pobre coração, muitas vezes, tímido, o que colaborava ainda mais para que suas bochechas maquiadas se tornassem ainda mais vermelhas em contraste com o sorriso malicioso que desenhava-se em seus lábios de cereja. E, apesar de ser alguém bastante livre, leve e solto, ele não desejava ter a vergonha que ainda o cercava em boa parte do tempo, mesmo quando estava em seu momento mais confiante, mas, contraditoriamente, ele também gostava de ter seu rosto pincelado por um adorável e natural tom de vermelho, das orelhas até a ponta do nariz, enquanto seus olhos cor de caramelo desviam para um ponto qualquer e inferior, porque acabava ficando ainda mais charmoso daquele jeito, acabando por tornar-se ainda mais interessante aos olhos de qualquer um que estivesse caidinho ou não por si.

Logo, ele acomodou-se melhor na cama e puxou um dos travesseiros para suas coxas enquanto ria, lendo as mensagens da garota, quais vieram acompanhadas de uma figurinha de gatinho com as patinhas juntas e enormes olhos pidões, como se implorasse um “por favor”.

[20:03] Yeonnie: tae...

[20:03] Yeonnie: deixa eu te foder? mas, tipo, foder mesmo

[20:04] Yeonnie: pra valer

O de fios castanhos engasgou uma risada e inclinou-se para o lado na cama espaçosa. Com o rosto enfiado em uma das almofadas de donuts que tinha, pensou que Jeongyeon realmente não tinha o menor juízo. Ele recuperou-se das risadas poucos segundos depois e digitou rapidamente uma resposta para a mais velha que, àquela altura, encontrava-se terminando de se arrumar para ir trabalhar.

[20:04] Eu: noona não precisa pedir uma segunda vez

[20:04] Eu: quando quiser, sabe estou prontinho pra ti

Enviou as mensagens acompanhadas de uma figurinha com um bonequinho sorrindo de maneira inocente, e, em menos de cinco segundos, a garota já o respondeu, arrancando mais uma risada gostosa de si.

[20:04] Yeonnie: atenção, atenção meu pau tá durão!

Taehyung divertiu-se com mais um surto dela enquanto lia as mensagens desenfreadas e ouvia os áudios histéricos que ela mandava enquanto não dava a hora de desligar o celular para, enfim, ir trabalhar. Acreditava que se Jeongyeon estivesse cara a cara consigo, não existiria intervalo de tempo entre uma frase ou outra dela, porque quando conversavam, fosse no campus da universidade ou em saídas para o centro da cidade, a morena sequer respirava, apenas para manter o ritmo acelerado da conversa que, muitas vezes, Taehyung não conseguia acompanhar. E a situação não era muito diferente por mensagens, aliás.

(Ele alegrava-se por saber que sempre teria a mais velha ao seu lado, mimando-o e igualmente recebendo mimos, de toda e qualquer forma que fosse, porque ela sempre o fazia sentir-se bem; como naquela noite que acabou deixando de ser entediante. Ele tinha seu coração aquecido pela garota desde muito tempo, e sabia que sim, ela era preciosa demais para si. E o de fios castanhos teve ainda mais certeza disso quando ela anunciou que, mesmo não estando vestido com o blusão de algodão, com as meias ⅞ de cor azul bebê e com a calcinha amarela de renda, ele ainda continuava sendo belíssimo e o amor platônico de sua pobre vida como uma universitária fodida, trabalhadora de boate e streamer flop. E mesmo que não fizesse o tipo vaidoso, Taehyung sentia-se no auge com a garota elogiando-o e, consequentemente, florescendo seu ego.)

Porém, fazendo um bico brotar em seus lábios cheios de gloss, Jeongyeon logo se despediu, pois já estava na hora de ir trabalhar. O áudio dela acabou arrancando uma risada de Taehyung, pois ele vinha acompanhado de resmungos enquanto ela amaldiçoava o pobre novato que ficava na recepção — quem teve de ir para casa por estar com dor sabe-se lá onde —, o que acabou (indiretamente) fazendo com que ela tivesse de ir trabalhar um pouco mais cedo naquele sábado.

Alguns segundos depois ele despediu-se com um “até mais, yeonnie” seguido de uma figurinha de gatinho, e desligou o celular, jogando-o ao lado de seu corpo na cama enquanto suspirava por ver-se sozinho. Eram apenas oito horas da noite e ele já encontrava-se mofando em sua cama e encarando o teto mais uma vez.

Ele rolou na cama e enfiou o rosto em um dos travesseiros, pensando em alguma coisa que poderia fazer para tirá-lo do tédio que viria mais cedo ou mais tarde. Por não conseguir distrair-se com facilidade, tinha de ser algo interessante o suficiente para tirá-lo do conforto de seus lençóis coloridos e quentinhos. Algo que o fizesse mexer as pernas em vez de ir dormir mais cedo do que gostaria em pleno sábado à noite ou que o fizesse abandonar seu sofá macio e a Netflix, mesmo que nenhuma comédia romântica ou filme de terror barato realmente prendesse sua atenção. E, claro, tinha que ser algo mais interessante do que maquiar-se e vestir mais uma de suas belíssimas calcinhas apertadas — apesar de ter uma bunda gorducha e um pacote volumoso, ele não perdia as peças mesmo quando elas não entravam mais, principalmente as de tecido rendado.

Mas como ele iria encontrar algo naquele nível se mais nada parecia inspirador o suficiente?

Ele bufou com o rosto ainda enfiado no travesseiro, mas logo forçou seu corpo a levantar da cama e obrigou-se a arrastar o corpo quentinho e todo envolvido no mais gostoso dos algodões pelo colchão, derrubando algumas das almofadas de donuts no chão durante o processo. Ele logo viu-se parado no meio do quarto desorganizado sem saber o que diabos iria fazer agora, apenas pensando que ajeitar aquela bagunça estava fora de questão assim como lavar a louça do almoço.

Com uma careta, ele olhou ao redor do cômodo enquanto arrastava os pés vestidos com as meias pelo tapete e divagou sobre ser uma boa ideia — a menos desinteressante àquela altura — pegar seu iPad para, de uma vez por todas, desenhar a cena final do capítulo 54 da manhwa BL que publicava no site da editora onde trabalhava há quase três anos. Porém, quando seus olhos caíram sobre seu reflexo no espelho, Taehyung sorriu travesso e agarrou rapidamente o celular largado em cima da cama. Vestido daquele jeito, a melhor coisa que faria naquele momento seria tirar mais fotos de si mesmo enquanto admirava mais um pouco suas belas pernas macias sendo beijadas pelas meias clarinhas enquanto seu tronco de caramelo estava coberto pelo blusão quentinho de algodão, sem falar em sua bunda gorducha sendo apertada pela calcinha rendada e seu rosto maquiado de maneira tão fodidamente adorável.

Ele não podia desperdiçar aquele momento de maneira alguma, pois realmente encontrava-se belo e precioso.

 

[...]

 

Taehyung não contou quanto tempo ficou em frente ao espelho do guarda-roupa, admirando-se e sentindo-se o homem mais gostoso do mundo, mas ele achou que já estava bom de tantos clicks quando passou os olhos na galeria do celular e contou mais ou menos vinte novas fotos.

Contente com cada uma delas, até mesmo com as borradas e com as que estava fazendo careta, ele logo escolheu apenas uma com intenção de enviá-la para Jeongyeon — como um tipo de mimo por ela ter ido trabalhar mais cedo.

Ele mordeu o lábio inferior ao que voltava para a cama, sentando-se na beirada do colchão enquanto os lençóis coloridos afundavam sob suas coxas macias e embaladas pelo tecido clarinho. Ele passou a analisar mais uma vez a foto que pretendia enviar para a de fios escuros, certificando-se que estava realmente precioso, além de sensual. Na imagem, ele encontrava-se de joelhos no chão bagunçado do quarto, de frente pro espelho, seu tronco cor de caramelo via-se despido do blusão quentinho, os fios ondulados e castanhos de seu cabelo estavam meio despenteados enquanto as coxas estavam afastadas uma da outra e a calcinha de renda amarela destacava seu membro adormecido ao mesmo tempo que, para completar a pose que rendeu-lhe um sorriso encabulado e bochechas ainda mais vermelhas pela vergonha passageira, ele encontrava-se com um dos dedos tatuados por entre os lábios brilhantes e com gosto de cereja.

Resumindo, ele realmente era o homem mais gostoso do mundo.

Com um sorriso envergonhado desenhado no canto de seus lábios, Taehyung entrou no KakaoTalk para enviar a foto para a melhor amiga. O olhar dele brilhava em ansiedade para que ela visse a foto o quanto antes, e seus dedos tatuados encontravam-se genuinamente inquietos. Ele logo apertou a barra de pesquisa e digitou as quatro primeiras letras do nome da mais velha ao ver que seria mais fácil fazer daquele jeito em vez de procurar na tela principal do aplicativo pelo chat dela, pois os grupos que participava não paravam de mandar mensagens — o principal motivo de a maioria estar silenciado. Quando viu o primeiro “Jeon” aparecendo na pesquisa, ele clicou de maneira afobada e distraída para enviar a foto diretamente, sem precisar abrir a conversa.

Após enviar a foto, o de fios castanhos respirou fundo, aquietou-se na cama e desligou o celular. Ele jogou-se de costas no colchão, colocou o aparelho em cima do peito e agarrou-se a um dos travesseiros, apertando-o com força por entre os braços vestidos, pois tinha embalado-se novamente no blusão para as últimas fotos.

Ele estava ansioso para ver a reação que a morena teria quando pudesse finalmente ver a mais nova foto que enviou, e, mesmo envergonhado por ela ser um tiquinho mais provocante do que as outras, ele não deixava de sentir-se contente. Imaginava que, quando Jeongyeon visse sua mensagem, ela tiraria um segundo para espiar o conteúdo e acabaria vendo a foto em um momento não muito adequado. Imaginava se ela surtaria outra vez enquanto mandava figurinhas e vários “eu vou morrer de tesão”.

Taehyung mordeu o lábio inferior e sentiu o gostinho de cereja na ponta da língua. Ele sentou-se na cama após largar o travesseiro e passou uma das mãos de dedos tatuados nos fios castanhos de seu cabelo, pensando se era melhor esperar a garota responder ou se era melhor começar a “se desmontar”, pois já tinha aproveitado bastante tudo o que aquele raríssimo dia, onde rendeu-se ao desejo de passar horas maquiando-se e combinando looks, podia lhe oferecer. Por fim, ele jogou o celular com capinha de peixinho dourado na cama e tão logo começou a tirar as meias ⅞ azuis bebê de suas pernas com lentidão, aproveitando-se da sensação macia do tecido deslizando por sua pele de caramelo uma última vez naquela noite antes de colocá-las na cadeira da escrivaninha. Ele levantou da cama pouco depois e passou a vasculhar uma das prateleiras do guarda-roupa, na parte onde colocava seus cosméticos e sapatos, e rumou para o banheiro da suíte depois de pegar seus lencinhos umedecidos e hidratante facial.

Assim que entrou no cômodo, ele viu que o roupão branquinho já estava pendurado perto do box do chuveiro.

Quando em frente ao balcão que sustentava a pia de vidro, ele logo começou a limpar o rosto para tirar a maquiagem. Ao terminar, viu que, mesmo sem as cores clarinhas em suas pálpebras e sem o blush cor de pêssego em suas bochechas, continuava bonito. Ele mordeu o lábio inferior, controlando o sorriso, e jogou os lencinhos usados na lixeira. Apesar de não fazer aquilo com frequência, pois realmente não era alguém vaidoso ou que gostava de estar normalmente enfeitado além do colar prateado e dos anéis fininhos, ele gostava de ver a harmonia e beleza em seus cuidados, em seu rosto e corpo, mesmo após desfazer-se de toda aquela imagem preciosa que construía em algumas horas enquanto bagunçava o quarto. Assim que os últimos rastros de maquiagem ficaram no último lencinho, ele despiu-se do blusão de algodão e logo viu-se apenas com a calcinha de renda em frente ao espelho do banheiro. Enquanto dobrava com cuidado o tecido em suas mãos, passou a admirar o que conseguia ver de seu corpo esguio e curvilíneo — seus 1,79 de genuína perfeição. Seus dedos com corações e borboletas logo escorregaram pela pele quente de seu tronco, das clavículas à virilha, e não demorou muito até ele sentir as bochechas ligeiramente mais quentes ao focar sua visão em um breve caminho com singelos chupões de tons rosados, que corriam de seu peito esquerdo até quase chegarem em seu quadril. Soltando uma risada um tanto encabulada enquanto passava a calcinha de renda por suas pernas macias e longas, o de fios castanhos amaldiçoou até a quinta geração do garoto — o belíssimo e sensual vocalista de uma banda local — com quem transou na quinta-feira à noite, quando saiu com Jeongyeon e Namjoon, seu sunbae do trabalho, para beber na inauguração de um bar com música ao vivo em Hongdae.

Vendo-se nu em frente ao grande espelho do banheiro, Taehyung passou uma tiara de cabelo em seus fios, para impedir que a franja, que encontrava-se mais longa do que costumava deixar, caísse em seu rosto durante o banho, e logo entrou no box do chuveiro. Fechando os olhos, ele girou o registro e tão logo sentiu a água morna chocar-se contra seu corpo, beijando cada centímetro de sua pele e levando com ela suas horas de adoração.

 

[...]

 

Assim que terminou o banho, Taehyung enrolou-se em seu roupão branquinho, passou um hidratante em seu rosto, tirou a tiara de seu cabelo e caminhou descalço para o quarto enquanto sentia gotas finas de água escorrendo por suas pernas. Ele pôs-se de joelhos no chão em frente às gavetas do guarda-roupa e passou a vasculhar a primeira delas atrás de seu pijama lilás — uma das peças macias e quentinhas que mais costumava usar, principalmente quando estava livre da universidade e do trabalhando, como naquela noite. Ele não se importou com a bagunça que estava fazendo dentro da gaveta ao jogar mais roupas de um lado para o outro, afinal, o quarto inteiro já encontrava-se de cabeça para baixo, então não poderia importar-se menos com algumas camisetas e cuecas fora do lugar.

Mas, fazendo com que desviasse a atenção das peças coloridas e de pares diferentes que se encontravam sobre seus joelhos, onde procurava a calça certa do pijama, o barulhinho da notificação de mensagens soou pelo quarto. Encarando o celular em cima da cama com seus olhos curiosos, Taehyung sentiu-se novamente ansioso — já até tinha esquecido da foto que enviou para a melhor amiga antes de ir tomar banho — e tão logo engatinhou para o pé da cama sem importar-se com o roupão subindo e mostrando a poupa das bandas de sua bunda.

Ele jogou os braços sobre o colchão de lençóis coloridos para pegar o aparelho em mãos com um sorrisinho em seus lábios sem qualquer camada do gloss que era simplesmente apaixonado. Com o aparelho em mãos, ele o desbloqueou e vasculhou a tela principal atrás do KakaoTalk. Entretanto, fazendo seu sorriso ir diminuindo aos pouquinhos enquanto era substituído por uma expressão confusa e seu coração batendo um tiquinho mais acelerado no peito, ao contrário da conversa com Jeongyeon brilhando no topo da tela principal do aplicativo, indicando novas mensagens da garota, era o contato de Jeon Jeongguk, seu hoobae na universidade — por quem tinha um fodido crush —, que brilhava ali, acompanhado por algumas novas mensagens.

Taehyung piscou algumas vezes, ainda mais confuso com aquela situação, no mínimo, curiosa. Sentou-se no chão com as costas apoiadas na cama e apertou o celular em suas mãos.

 Com o lábio inferior por entre seus dentinhos brancos, ele não demorou muito para abrir o chat com o mais novo — com quem não tinha costume de conversar. Assim que as mensagens abriram, ele engasgou com a própria saliva e arregalou os olhos de cílios longos e atraentes ao ver que, acima das mensagens que o garoto enviou há poucos minutos, estava sua foto de calcinha em frente ao espelho. Sua mente gritou um “puta que pariu” e ele sentiu vontade de bater a cabeça na parede mais próxima.

Céus, como pôde fazer uma besteira daquelas?

— Não... — ele sussurrou enquanto puxava por entre os dedos tatuados os fios de seu cabelo e um sussurro encabulado escapou por entre seus lábios. — Não acredito... Puta que pariu! — choramingou, intercalando seu olhar entre a foto que enviou e o “Jeongguk hoobae” no topo do chat, amaldiçoando-se por ter sido tão descuidado.

Ele leu e releu as mensagens do mais novo e quase jogou-se no chão sobre as roupas espalhadas pelo tapete ao lado da cama, pensando no quão estupido era por ter feito aquilo enquanto choramingava; caso estivesse em uma manhwa, tinha certeza que seria retratado como um chibi de expressão desesperada rolando de um lado para o outro no chão do quarto. Tamanha vergonha que sentia queimar suas bochechas e acelerar seu coração, ele já recusava-se a olhar para a cara de Jeongguk outra vez depois daquela situação cabulosa em que os meteu. Ele sentia que agora realmente não teria mais coragem para chamá-lo para sair e comer o melhor Tteok de Hongdae.

(Quiçá, ele nunca mais sairia do próprio apartamento depois daquilo, pois estava tão, tão envergonhado que poderia estar fazendo cosplay de tomate cereja em alguma convenção de fantasias amadoras. Ele já se recusava a tomar sol, a vestir outra cor além de azul royal e a conviver em sociedade outra vez tamanho desespero que sentia esgueirar-se por sua coluna — um sentimento tão diferente do desejo sem aviso prévio que sentiu mais cedo, antes de começar a emperiquitar-se e de ver-se naquela situação.)

Sussurrando um xingamento para si mesmo, condenando a afobação que sentiu ao enviar aquela foto para o contato errado, o de fios castanhos releu as mensagens de Jeongguk e desejou enfiar-se debaixo da cama e nunca mais sair.

[21:14] Jeongguk hoobae: hm… olá, sunbae

[21:14] Jeongguk hoobae: eu gostei da sua foto, mas... por que a enviou tão de repente?

Taehyung fez uma carinha de cão abandonado no meio da chuva em uma avenida deserta e logo seus lábios se moldaram em um bico enquanto seus olhos tornavam-se apertadinhos, em uma falha tentativa de controlar sua vontade de chorar de raiva. Era o tipo de carinha que ele fazia na época em que tinha quatro anos e pedia um Kancho para sua mãe e pai, mas ambos se recusavam a comprar os biscoitos, deixando-o fazer birra e chorar até esquecer o que queria. E, céus, agora ele estava mesmo quase chorando em uma mistura de raiva de si mesmo e vergonha — um perfeito chibi com a expressão desesperada.

Ele sentia-se tão constrangido. Só queria estalar os dedos e fazer com que voltasse para mais ou menos meia hora atrás, quando digitou as quatro primeiras letras do contato de Jeongyeon para lhe enviar a foto e acabou apertando no chat errado.

Droga, ele deveria ter se lembrado que não tinha apenas um contato começando com “Jeon” no KakaoTalk. Não queria ter feito aquilo, pois, sobretudo, poderia ter arruinado todas suas (talvez) futuras chances com o garoto mais bonito, inteligente, gostoso e gay da universidade — a definição perfeita de “pacote completo”. E, agora, Taehyung não só encontrava-se chorando por ter sido descuidado naquele nível de estupidez enquanto estava deitado de bruços no chão do quarto, mas também encontrava-se com sua bunda de fora do roupão branquinho e seus pensamentos uma completa bagunça.

Como aquela noite entediante de sábado em tão poucos minutos tornou-se um desastre?

Suspirando após passar longos minutos na mesma posição, o de fios castanhos enxugou as gotinhas de constrangimento que brotaram no canto de seus olhos sem um resquício de maquiagem com o indicador tatuado com uma borboleta e, então, focou-se no chat aberto na tela principal do aplicativo. Apertando o celular em suas mãos, ele digitou uma mensagem para Jeongguk depois de tentar apagar a foto, no mínimo, três vezes.

[21:18] Eu: jeongguk-ssi, desculpe, de verdade

[21:18] Eu: não era pra eu ter enviado essa foto pra você, foi um engano

[21:19] Eu: por favor, finja que não a viu, sim?

Ao enviar a última mensagem para o mais novo, Taehyung levantou do tapete e jogou-se na cama de lençóis coloridos. Tão logo ele largou o celular de qualquer jeito sobre o colchão, agarrou uma das almofadas de donuts por entre seus braços e enfiou o rosto vermelho pela vergonha em dos travesseiros macios para abafar os resmungos e xingamentos que escapavam por entre seus lábios naturalmente vermelhos.

Entretanto, fazendo-o levantar a cabeça apenas o suficiente para que seus olhos cor de caramelo ficassem visíveis, minutos depois ele ouviu o barulhinho de notificação ecoar pelo quarto e, receoso, pegou o aparelho. Ele ligou apenas a tela de bloqueio para fuxicar sem abrir a mensagem — pois não queria marcá-la como visualizada tão cedo — e logo pôde ler o “okay, sunbae” que Jeongguk enviou.

Taehyung quase chorou, mas não sabia se era de alívio ou, mais uma vez, de raiva.

— Merda, merda, merda… — ele resmungou ao largar o aparelho, apertando ainda mais a almofada entre seus braços enquanto sentia suas bochechas esquentando mais e mais.

Ele sabia que, mesmo dizendo para Jeongguk esquecer que viu aquela foto — que, apesar de não ser tão “uau”, ainda assim era bastante comprometedora —, o garoto já a tinha na galeria do próprio celular e também já a tinha guardada em um cantinho de sua mente muitíssimo engenhosa. Mas o que deixava o de fios castanhos mais encabulado era o fato de que sequer teve a chance de apagar a foto, e agora sentia que não poderia encarar nem mesmo o sol que nasceria em algumas muitas horas, chamando-o para sair de casa em um não tão belo domingo de folga. Ele queria esquecer que tinha sido tão descuidado e que tinha feito aquilo sempre que fechava os olhos e xingava a si mesmo, mas a frase “eu gostei da sua foto” não parava de se repetir em sua mente, deixando-a ainda mais bagunçada e nervosa do que já estava.

Taehyung xingou até a sétima geração de Jeongguk por fazê-lo sentir-se tão envergonhado e voltou a resmungar contra o travesseiro, pensando que, céus, aquele não era o dia para ter se rendido ao desejo de vestir uma de suas preciosas calcinhas.


Notas Finais


espero que tenham gostado e até a próxima atualização, galero *emoji de coração*

obs: o plot passou por algumas mudanças significativas e eu me sinto bem melhor escrevendo essa versão, ent, mesmo que eu demore MUITO com as atualizações, eu n vou excluir a fic dessa vez #palavradeescoteiro (mas se isso acontecer, podem fazer churrasquinho de amanda, eu deixo)


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