História Sicário - VkookTaekook - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Agora Vai Cacete, Biiamazing, Jeongguk!top, Kookv, Serial Killer, Taehyung!bottom, Taekook, Vkook
Visualizações 94
Palavras 1.509
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AE CARALHO
Eu enrolei? Muito, muito, muito mesmo
Mas eu falei que até hoje eu postava e to postando; já é quase 00:00? Talvez
Eu tenho prova amanhã? Tenho
Eu me importo? Nem um pouco rsrs
Só queria deixar claro que, por mais que eu vá me esforçar para que tenha, essa fic não vai ter muito fluffy porque né...NÉ?
Eu nunca escrevi nada parecido com isso antes, tipo, nunca escrevi sobre serial killer e nem em terceira pessoa, então qualquer erro, sorry sz
Aah, e antes que eu me esqueça: Sicário é sinônimo de assassino, caso queiram sabem hduasdhd
Paola, como sempre, fez a capa sz, obg szsz
Creuza, como sempre, tava me pressionando qq, te amo sz

AGORA SÓ VAI

Sejam felizes
Boa leitura
szsz

Capítulo 1 - Justice


Se levantou para alcançar o controle da televisão e pausar o episódio que acabara que se iniciar quando o toque de seu celular ecoou pelo ambiente da sala de estar, atraindo sua atenção, antes voltada para o seriado, ao aparelho.

Levou o telefone barulhento ao ouvido após verificar quem ousava interromper seu momento de lazer matutino; se estranhou ao ver que era Namjoon a pessoa que o estava ligando? Claro que sim, mas não se atreveria a recusar uma chamada de seu chefe, uma vez que, por este estar telefonando em um fim de semana, deveria ser algo deveras importante, já que estes normalmente eram seus dias de “folga”.

As aspas são necessárias devido ao fato de seu trabalho não o permitir deixar de estar atento a tudo e todos a sua volta vinte e quatro horas por dia, é evidente que tomava cuidado com cada passo que dava em suas madrugadas rotineiras, no entanto, nunca se sabe quando tem alguém à espreita.

Saiu de seus devaneios logo se pondo a iniciar a conversa:

— Namjoon? Aconteceu algo? – usou um tom efetivamente preocupado, tom esse que condizia com o que sentia devido as circunstâncias.

— Não exatamente – a voz grave do superior exprimia tranquilidade, coisa que fez com que o Jeon se atenuasse vagamente – Preciso de um serviço urgente e, como você é o meu melhor sicário, pensei que pudesse executá-lo para mim; tudo bem para você ou tem algo planejado que irá atrapalhar? Se preferir eu posso pagar hora extra

— Não, sem problemas – o moreno não tardou em aceitar a proposta, afinal, não tinha mais o que fazer mesmo, fora que ganhar uns tustões a mais não era de todo mal, mas por qual motivo isso era tão importante? – Precisa que eu vá aí ou pode passar as informações por chamada?

— Prefiro que venha até aqui, acredito que seria mais seguro, sabe como andam as coisas hoje em dia...

— Certo, chego em meia hora.

Ouviu apenas um murmúrio em confirmação após sua frase e o barulho do aparelho, indicando que a chamada havia sido encerrada.

Pôs-se a organizar ligeiramente a bagunça que havia feito em sua sala devido à todos os pacotes de besteiras devorados por si e se direcionou para o quarto quando considerou que, o cômodo no qual situava-se anteriomente, já estava organizado o suficiente para que ele conseguisse caminhar pelo mesmo sem encontrar formigas e outros insetos devorando as sobras de comida que antes encontravam-se no carpete.

Entrou no aposento que possuía algumas vestes espalhadas pelos cantos e abriu seu armário, logo enroupando-se de uma camiseta branca comum, uma calça skinning preta e suas costumeiras timberlands mostarda, já um tanto desbotadas devido ao uso excessivo.

Voltou à sala de estar, pegando o celular que havia deixado em cima do sofá pardo e o colocou no bolso da calça; seguiu em direção a porta de sua residência, não se esquecendo de pegar as chaves no chaveiro ao lado da mesma, e a trancou assim que encaminhou-se para fora do domicílio.

Destravou o Mustang preto estacionado na garagem e adentrou o mesmo, logo ligando o ar condicionado em uma temperatura amena.

Dirigiu até a casa, e também escritório, de seu chefe em silêncio, mergulhado em seus pensamentos que se esforçavam para deduzir o porquê de aquele trabalho ser tão significativo.

Não custou muito para chegar na casa – lê-se mansão – do Kim mais velho, visto que a mesma ficava a apenas algumas ruas de distância da sua.

Parou o carro algumas casas abaixo para atrair menos atenção e caminhou até o enorme portão principal da casa do arroxeado que justificava aquela tonalidade com palavras como:

“Ninguém suspeita de uma pessoa de cabelo roxo”.

Jeongguk nunca entendera como Namjoon conseguia ser respeitado em sua “principal” ocupação, visto que não é muito comum topar com um policial de madeixas coloridas pelas ruas, mas não se atreveria a perguntar; não que não tivesse intimidade o suficiente com o mesmo para isso, tinha até mais do que pretendia, ele apenas não queria se intrometer em assunto que julgava serem superficiais e, até mesmo, desnecessários, poderia seguir a vida normalmente sem entender isso afinal.

Apertou o botão relativamente escondido da campainha e aguardou a voz do Kim se fazer presente no interfone, coisa que não fora necessária pois Namjoon possuía um sistema de câmeras na parte externa de sua residência nada humilde.

Jeongguk estaria mentindo se dissesse que uma mansão daquelas estava longe de seu alcance financeiro ao passo que, ele tinha dinheiro suficiente para comprar uma tão grande quanto, ou até mesmo maior que essa, entretanto, nunca julgou que isso fosse necessário já que morava sozinho.

Ouviu um ruído que indicava que o portão havia sido aberto e não pensou duas vezes antes de adentrar pelo jardim repleto das mais variadas espécies de plantas que o Jeon sequer fazia ideia do nome.

Logo viu a imagem do mais alto se fazer presente perante a enorme porta de entrada; o mesmo estava com a aparência equivalente a de sempre: Cabelos perfeitamente penteados, uma camisa social nem tão formal assim, calça levemente folgada e um sapato preto perfeitamente lustrado.

— Chegou rápido – proferiu, mas não estava realmente surpreso, sabia que Jeongguk nunca se atrasava para seus compromissos, por mais tolos que estes fossem.

— Sempre chego – permitiu-se brincar um pouco para quebrar o clima completamente formal entre chefe e funcionário, o que arrancou um riso soprado quase inaudível do outro.

 

[...]

 

Acompanhou Namjoon até o escritório escuro, perfeitamente imaculado devido ao trabalho duro das empregadas domésticas da casa.

Sentou-se na cadeira já conhecida por si enquanto o Kim ligava o computador e se sentava do lado oposto da mesa.

— O que é tão importante que não podia esperar? – não aguentou a curiosidade e resolveu perguntar de uma vez.

— Hoje de madrugada eu finalmente consegui descobrir quem é aquele suspeito de estupro que estávamos procurando – começou a explicar apoiando os cotovelos na mesa de vidro.

— O homossexual? – existiam muito estupradores na lista de suspeitos deles, mais do que gostariam de admitir, mas apenas um que abusava de outros homens, e este era o alvo mais desejado de Jeongguk; seu superior sabia disso, portanto, obviamente não havia requisitado seus serviços apenas por ele ser seu homicida mais cauteloso.

— Esse mesmo – deixou um sorriso sádico escapar de seus lábios – A questão é que você precisa agir o quanto antes pois, pelo que me parece, ele já tem um garoto sendo mantido em cárcere no esconderijo dele.

— Sem problemas – focou-se na segunda parte das informações – E você já descobriu quem é esse garoto?

— Não, e acredito que não conseguirei tão rapidamente – suspirou em frustração – Por isso vai ser necessário que haja cuidado redobrado dessa vez; sei que isso não é problema para você, mas com uma possível testemunha tudo fica mais difícil – encarou o Jeon seriamente – Não pode deixar que o garoto veja seu rosto de forma alguma, entendido?

— Por acaso esqueceu com quem está falando? – usou um tom ofendido. Como Namjoon poderia cogitar a ideia de que ele deixaria que sua identidade fosse revelada assim? – Não precisa se preocupar em relação a isso.

— Eu sei, mas é só por garantia – virou-se de lado para encarar o monitor do computador já ligado e correu os olhos por alguns arquivos de fichas criminais a procura do nome do sujeito para que o Jeon pudesse ver seu rosto – Aqui, é esse o cara – apontou para a tela que apresentava a imagem de um homem com uma face bastante marcada pela idade. Um velho, gay, estuprador? Sério isso? – Ele já mantinha alguns registros de denúncia por porte de armas na ficha, portanto, fique atento a isso também – o moreno apenas assentiu – Vou imprimir os dados para você e já te libero.

Enquanto o mais velho ligava a impressora, Jeongguk já matutava em sua mente inúmeras maneiras de se livrar do homem, mas nenhuma delas lhe parecia segura pelo fato de provavelmente haver algum garoto sendo mantido no local de ação do criminoso; precisaria arquitetar um plano rápido e falhar, definitivamente, não era uma opção.

Passara tanto tempo considerando todas as suas possibilidades, que só percebeu que o Kim já havia imprimido todas as informações quando este lhe estendeu os papéis já unidos por um clips prateado, aparentemente cinco folhas; era mais do que o usual, mas não chegava a ser uma quantidade assustadora.

— Está tudo aqui? – questionou enquanto pegava as folhas, dando uma olhada por cima em tudo que estava escrito nas mesmas.

— Sim – respondeu simplista – Caso eu tenha deixado algo para trás, eu te envio por e-mail mais tarde.

— Tudo bem – esboçou um sorriso ladino carregado de mordadicade. Já estava há muito tempo sem sujar as mãos, precisava sentir a sensação de justiça novamente, e nada melhor que alguém como esse cara para dar adeus ao mundo e fazer uma visitinha ao diabo.

Se o Jeon iria parar no mesmo lugar futuramente? Ah, isso não era possível de se saber, mas não sentia nem o menor dos remorsos por absolutamente nada do que fazia, pelo contrário, ele amava aquilo.

Até mais do que deveria...


Notas Finais


Eu revisei , mas nunca se sabe, se tiver algum erro e eu ver eu corrijo depois
Taehyung já vai aparecer no próximo cap; não sei quando vai sair, mas prometo tentar não demorar :')
Espero que tenham gostado
2bjo


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