História Sick By Your Body (Long Imagine - JIMIN - BTS) - Capítulo 16


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Personagens Originais, V
Tags Bangtan Sonyeondan, Bts, Drama, Jimin, Jiminxvocê, Kim Taehyung, Romance, Satiríase, Sexo, Suspense, Terror, Violencia
Visualizações 150
Palavras 1.467
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


É eu voltei!
Resumidamente... Eu tive problemas, todos temos certo? BOm eu tive e precisava de um tempo para organizar a bagunça dentro de mim. Me perdoem eu estava segurando esse capítulo por muito tempo,mas eu precisava terminar
Então espere que amem!

~BOA LEITURA

Capítulo 16 - Brothers


“Sick By Your Body”

 

CAPÍTULO XVI – Brothers

Ele vai ficar bem e vai entender que fiz isso por ele.

 

Acordei e olhei pela janela, vendo a enorme e linda Lua Cheia iluminando meu quarto. Alguns segundos depois ouvi batidas na porta e logo um rosto familiar abrir a mesma:

- Posso entrar? – perguntou com a voz calma

- Pode sim, Raquel – respondi e ela entrou e se sentou ao meu lado da cama

- Eu já passei pelo que está passando, mas a minha situação era muito pior – disse com a cabeça baixa

- Pode me contar?

- Claro, se te incomodar, diga que eu paro – assenti e ela continuou – Você ao sair daquela casa e da vida do Jimin, foi quase numa boa. Já eu tive que vê-lo sendo levado a força por uns médicos, ele gritava, esperneava, rebatia e me ameaçava. A partir dali eu achei que tinha acabado, mas eu recebia cartas dele todos os dias... Não eram boas, eram ameaças, palavras sujas e raramente eram mensagens românticas ou algo do tipo.

- Acha que ele pode fazer algo comigo? – perguntei com semblante preocupado e ela me olhou

- Eu tenho certeza que não. Ele parecia tão diferente, tão protetor daquilo que tinha...

- Como assim?

- Quando começamos a contar as verdades, ele parecia com medo, perdido. Eu nunca vi a convivência de vocês, mas eu sei que ele te ama muito. De alguma forma eu pude sentir. Ele parecia muito preocupado, nunca agiu daquele jeito comigo... Sinceramente eu acho que se ele voltar vai ser para te implorar para voltar – de alguma forma aquilo me deixou feliz, leve, como se tivesse tirado um peso das costas.

- Ele chorou, quando eu sai daquele quarto. Nós choramos... Será que eu fiz certo? Eu deveria ter ficado... – disse e cobri o rosto com as duas mãos

- S/N, você fez certo. De alguma forma ele tem que aceitar as consequências e essa era uma das únicas formas de ele começar a enxergar isso. Não se culpe à toa! Você fez bastante por ele. – ela disse e se levantou – Bom, vamos comer? Vem – ela disse me estendendo a mão.

- Ok! – respondi e aceitei ajuda dela para levantar e descemos as escadas, indo em direção a cozinha. Quando chegamos lá, nos sentamos na enorme mesa e alguns segundos depois, Taehyung se juntou a nós, se sentando próximo a mim.

- Você está bem, pequena? – perguntou assim que se acomodou ao meu lado

- Vou ficar, Taetae – disse suspirando

- Voltarei logo, logo para Califórnia. – disse simplista

- Já? Precisa de algo? – ela negou – Bom, obrigado por tudo. Não sei o que seria da S/N sem você.

- Eu não fiz nada, foi você. Eu só vim – ela disse envergonhada

- Se eu puder fazer qualquer coisa para ajudá-la, por favor me diga – Raquel assentiu e logo nos servimos.

Quando acabamos, pedi licença e subi ao meu suposto quarto outra vez. Tomei um banho e me sentei na cama, comecei a observar o jardim pela janela e lembrei do jardim que Jimin havia gastado para mim. Vou sentir saudade daquelas flores... Nem tive tanto tempo para apreciá-las.

Já era tarde e a casa estava apagada, mas eu não. Tentava de todas as formas me distrair do assunto, mas era meio difícil esquecer de uma hora para outra. Logo eu tomo um susto quando ouço alguém abrir a porta do quarto e assim que olho, fico aliviada por ser Taehyung, com a cara amassada e sonolenta, coçando os olhos.

- O que você está fazendo acordado? Seus olhos estão vermelhos. – disse indo em direção a ele

- Por que você está acordada? E não consigo dormir se você não dormir.

- Está bem – disse e suspirei – vou me deitar, agora pode voltar para o seu quarto – disse desligando a luz e ele passou reto por mim pegando meu pulso e me levando em direção a cama – O que você está...? – Não consegui terminar por que no segundo seguinte ele se deitou comigo na cama e me abraçou, colocando minha cabeça em seu peito – Tae...Tae... Você está me apertan...

- Shhh... Durma! – disse me interrompendo e eu parei de lutar contra seu abraço. Ele me abraçava como se eu fosse um bicho de pelúcia, literalmente. E ele tem essa mania desde que éramos pequenos.

Tentei dormir naquela posição, com ele me abraçando praticamente pelo pescoço e por incrível que pareça eu consegui.

 

[...]

 

A manhã seguinte foi tranquila, mas hora ou outra eu me pegava pensando no ocorrido. Será que ele está bem? Será que eu fiz errado?

Esses pensamentos logo cessaram quando ouvi meu amigo me chamar no andar debaixo. Quando desci o mesmo estava falando com alguém na porta e assim que fechou a mesma estava com um buquê em suas mãos.

- O que é isso? – perguntei

- Eu acho que é um buquê – revirei os olhos e ele riu – Não, sei para quem é ou por que está aqui... Mas tem um bilhete – disse me entregando um envelope.

O envelope era rosa e tinha vários detalhes em tecido, ao procurar um remetente vi que apenas meu nome estava ali. Abri o mesmo com cuidado e peguei o papel abrindo-o e vendo de cara uma caligrafia conhecida por mim. Eram poucas palavras, mas eram suficientes para que eu pudesse saber de quem eram:

 

“Duvide do brilho das estrelas.

Duvide do perfume de uma flor.

Duvide de todas as verdades.

Mas nunca duvide do meu amor”

 

Não consegui evitar de lacrimejar um pouco pelos olhos. Ele vai ficar bem, eu sei.

- Foi ele não é? – perguntou Tae me olhando

- Foi sim – disse e ele me entregou o buquê.

Assim que rolei meus olhos por aquelas flores, eu as reconheceria de qualquer lugar. São as flores que estavam no jardim e eram as minhas favoritas. Levantei meu olhar ao garoto em frente a mim:

- Posso pedir uma coisa? – ele assentiu – Pode pedir a alguém que plante isso no jardim? É simbólico demais para morrer.

- Está bem, por enquanto coloque-as no vaso. – assenti e quando já estava no caminho da escada ele me chamou – S/N, eu vou sair... Quer dar uma volta? – fiquei pensativa por uns instantes e acabei aceitando, eu queria sair por aí sem ter horário para voltar e sem me preocupar se chegaria tarde ou não.

Cheguei ao meu quarto e guardei a carta dentro da gaveta da cômoda ao lado da minha cama. Mudei de camiseta, coloquei uma jaqueta e logo desci com o buquê em mãos ainda. Fui em direção a cozinha e peguei um vaso qualquer que continham flores de plástico e coloquei as minhas ali com uma pouca quantidade de água. Fiquei as encarando e logo ouvi Taetae me chamando outra vez. Quando fui até o mesmo o olhei confusa.

- O que foi?

- Você estava me espionando?

- Do que você está falando? – perguntou tão confuso quanto eu.

- A sua jaqueta é igual a minha, não está vendo? – ele revezou o olhar entre as duas e riu soprado

- Que coincidência. Vamos agora? – assenti e ele pegou as chaves do carro e abriu a porta de casa.

Estávamos no caminho até que chegamos na cafeteria que nos encontrávamos, quando eu podia sair de casa. E geralmente quando íamos para lá era por que tínhamos muito para conversar.

Chegamos, nos sentamos e fizemos nossos pedidos. Assim que os mesmos chegaram, a conversa se iniciou:

- Como você está? – ele perguntou levando a xícara aos lábios

- Eu vou ficar bem. Estou tentando não me culpar ao máximo

- Você sai dessa, eu sei, eu te conheço. Mas se precisar de qualquer coisa, eu estou aqui e agora não tem como fugir já que moramos embaixo do mesmo teto.

- Tem razão... – disse e ri soprado – Agora eu vou sofrer de verdade... – disse soltando uma risada no final e ele riu debochado

- Você não aguenta viver sem mim. Eu sou seu herói, deveria ser eternamente grata por isso. – disse convencido

- Está bem, ó meu herói, o que seria de mim sem você?  Eu estaria perdida neste mundo grande e vazio, obrigada por me tirar da solidão – ele riu

- Você teria feito o mesmo por mim

- É, eu teria mesmo.

As horas passaram rápidas, mas conversamos demais e por um instante eu esqueci do que estava me afetando. Tae conseguia tirar risadas de mim muito facilmente, nós tínhamos essa irmandade e conversávamos sobre coisas do nosso passado rindo de cada detalhe que lembrávamos. Foi muito bom. Éramos conectados de uma forma que nós fossemos para caminhos diferentes, eles sempre se cruzariam de novo. Eu confiava nele e ele em mim, eu não precisava de mais nada. Eu era agradecida por ele me ajudar.


Notas Finais


Eu espero que tenham gostado! Eu sei que comecei a desaparecer demais, mas no meu tempo livre eu só estava descansando ou fazendo trabalhos e etc.
Me perdoem, não me abandonem...
Eu posso ficar sem postar, mas eu nunca vou desistir de uma fic minha! NUNCA! Mesmo que fique flopada!
Bom se quiserem adicionar algo, criticar, elogiar, fiquem a vontade, me mandem mensagens ou comentem (que seria ótimo tbm)
Se esse ficou curto, me desculpem o próximo será maior, mas eu estava devendo então né...
Bjs
Até o próximo capítulo!
-Gabs


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