História Sick Love ; Sycaro - Capítulo 18


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Palavras 1.455
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Droubble, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


hello

fanart by @hxppybun no Twitter

Ela faz uns desenhos massa
segue ela lá

Capítulo 18 - Gift


Fanfic / Fanfiction Sick Love ; Sycaro - Capítulo 18 - Gift

[ se tu tá confuso, vai no comentário fixado. Obrigada ]


Assim que saímos do parque, olhei para Meia um e ele estava inquieto. 

- Ei, André - O chamei e o mesmo me olhou - O que tu tem?

- Ah, nada...E-eu só queria... - Ele virou o rosto - P-passar um tempo com você. 

Sorri e coloquei meu braço pelo pescoço dele, o puxando para perto.

- Bora pra tua casa, então - Falei e o mesmo me olhou, assentindo.

Assim que chegamos na casa de Felipe, subimos pro quarto dele e eu o vi ligar o pc. Quando ligou, André olhou pra mim.

- V-vamos jogar o que? - Perguntou, e eu fiquei pensativo.

- Sei lá. Alguma ideia? - Ele deu de ombros - Ah, bora jogar Minecraft?

Meia um assentiu.

Jogamos algumas partidas de Gravity, com a conta dele, e a gente não ganhou nenhuma.

- Que bosta, velho! - Meia um falou, quando o tempo acabou.

- Não ganhamo nenhuma - Falei, fazendo um bico.

André deu de ombros.

- Merda... - Eu olhei para a hora pelo computador - Tá tarde. 

- Hum? - O mesmo também olhou - S-se quiser, pode dormir aqui...sabe?

O olhei 

- Posso mesmo? - Perguntei, e ele assentiu - Então ok!

Sorri e me levantei 

- Tô com sono, André - Falei, indo até a cama dele. 

- T-tu vai dormir c-comigo? - Perguntou, também se levantando.

Dei de ombros, e sentei na cama. Bati a mão do meu lado, e ele sentou ali.

- André, eu queria te falar uma coisa - Falei, com vergonha - E-eu...t-to gostando de u-uma pessoa...

- S-serio? - Consegui sentir a tristeza em sua voz - P-por quem?

Peguei suas duas mãos, e o encarei. André apenas abriu a boca, esperando algo

- Por você - Sussurrei, e aproximei nossos corpos. E em seguida, selei nossos lábios.

O mesmo ficou surpreso, mas não me empurrou. Apenas cedeu, e eu sorri.

Puta beijo bom.

Quando nos separamos, percebi que o mesmo estava vermelho, da cabeça aos pés. Ri e o abracei.

- Eu...te amo - Falei.

- Eu também te amo! - Respondeu, e me abraçou - Eu ia me confessar também, sabia?

Nos separei

- Sério? - Perguntei e ele assentiu.

Sorri para o mesmo, e o dei um selinho.

- Bora dormir.


•~•


Eu e Ycaro fomos embora alguns minutos depois. O mesmo implorou para eu deixar ele dormir lá, e eu deixei. A mãe dele também.

Então, fomos direto pra minha casa.

Subi junto dele, e nós fomos até o quarto. Me joguei na cama, e o senti deitar do meu lado.

- Oii - Sorriu de lado - Bora dormir?

- Bora. To é morrendo de sono - Respondi, e o puxei para perto - Boa noite, bicinho.

- Boa noite! - Falou, e abraçou meu corpo.



Acordei com o sol no meu rosto, como sempre. Percebi que Ycaro não estava na cama.

Me levantei e fui até o banheiro, lavando o rosto. Desci as escadas e fui até a cozinha, vendo Ycaro cozinhando, com André ao seu lado.

- Oi..? - Sentei na mesa, e eles me olharam.

- Oi, amor! - Ycaro sorriu - O meia um tá me ensinado a cozinhar!

- Sim, sim! - André - Tô ensinado ele a fritar ovo. 

- Ah, mas isso é fácil! - Falei - E eu tô com fome.

- Pere ae - Ycaro Respondeu - Pronto!

Vi que ele já tinha colocado arroz em um prato, então o mesmo apenas colocou o ovo e me entregou.

- Experimenta! Eu quem fiz o arroz e o ovo! - Falou, com um sorriso enorme no rosto.

Sorri de lado e peguei o prato. André me deu uma colher, e os dois sentaram do meu lado.

Comecei a comer, e nossa. Tá muito bom!

Mas eu acho que vou fazer uma brincadeira com o Ycaro.

Fiz careta, e larguei a colher. Na hora, vi o sorriso do loiro desaparecer.

- O que foi? - Perguntou, e eu percebi que ele estava prestes a chorar - Tá ruim, né? 

Sorri de lado, e comecei a rir. O mesmo me deu um tapa forte no braço, enquanto André só ria.

- Abestado! Eu pensei que tu não tinha gostado! - Falou, e cruzou os braços - Retardado.

- Oooh, meu Deus! - Falei, e o puxei para um abraço - Coisa linda. Tá maravilhoso, ok? E eu só quis fazer uma brincadeira contigo.

Felipe se levantou.

- Eu tô indo - Disse antes de sair.

Terminei de comer, e o dei um beijo na bochecha.

- Tava ótimo - Falei 

- Obrigado. Eu chamei o André aqui só pra isso, sabia? Eu queria impressionar você - Murmurou.

Sorri e o puxei para a sala. O deitei no sofá, e fiquei por cima. Comecei a distribuir beijos por todo o seu rosto, enquanto o mais baixo apenas ria.

- Eu te amo muito! - Falei - Tu é uma gracinha mesmo!

- Hehe. Tu que é! - Respondeu - E eu também te amo.

Acabei de me lembrar!

- Eu vou sair, tá bom? - Vi Greg entrar na sala - Cuida do meu gato.

Ele assentiu, e eu subi pra me trocar. Após um banho rápido, coloquei uma camiseta vermelho, e por cima, uma jaqueta preta. Junto disso tudo, coloquei uma calça preta e um tênis também preto.

Peguei um pouco de dinheiro, e desci as escadas, vendo Ycaro brincando com Greg, no chão. Ao me ver, ele sorriu.

- Tu tá lindo. Onde é que tu vai? - Perguntou, e eu apenas beijei sua bochecha.

- Sair - Respondi, e saí. 


Demorei um pouco mais do que o esperado para voltar. Logo, eu estava em casa. Subi as escadas e fui até o meu quarto, vendo Ycaro deitado na cama, mexendo no celular.

Quando me viu, o loiro sentou na cama e deixou o celular de lado, olhando diretamente pra sacola que eu segurava. Me aproximei e sentei na frente do mesmo.

- Que que é isso aí, doido? - Perguntou, e eu ri.

- Um presente. Pra nós dois - Respondi e o vi ficar confuso. Entreguei a sacola para o mesmo - Abre ae.

Eu fui até uma joalheria, comprar dois colares. São de ouro, tudo bonito. Em um deles, tem um "R", que é dele, e no outro, um "C", que é meu.

Quando o mesmo abriu, vi seus olhos brilharem, e ele tirou os dois colares de la.

- Ooh Meu Deus! Mentira! - Ele sorriu - Saiko! Que lindos!

- Que bom que gostou - Virei de costas - Coloca o que tem o c em mim.

Ele fez, e eu fiz o mesmo nele. Logo, Ycaro estava no meu colo, enchendo meu rosto de beijos.

- Brigado brigado! - Falou, e eu ri

- Nada nada - Respondi e fiz o mesmo rir - Quer fazer o que agora?

- Sei não, doido - Ele me abraçou e escondeu o rosto na curva do meu pescoço - Acho que quero ficar abracadinho contigo, aqui mesmo.

Senti meu coração dar um pulo, e todo o meu corpo se arrepiou. Sorri de lado e o derrubei na cama.

- Bora então - Sussurrei, e o beijei.

 Ficamos a tarde toda, ali. Até que Ycaro decidiu que nós íamos assistir um filme, no meu computador. Apenas concordei, e nós fomos.

- O que 'nois vai assistir? - Perguntei, já no pc, com ele do meu lado

- Coloca um filme qualquer ae - Respondeu.

Comecei a procurar algum filme bom, e encontrei "O Chamado". Ri, e coloquei.

- Bora assistir a Samara - Falei, e ele me olhou.

- Ah, não, Rodrigo... - Ri e o puxei para o meu colo - Num quero.

- Deixe de ser medroso, menino - Sussurrei no ouvido dele, e o mesmo apenas ficou quieto.

Uns cinquenta minutos se passaram, e Ycaro estava tremendo no meu colo, enquanto sussurrava; "caralho", várias vezes. 

O filme deu mais um jumpscare, e Ycaro deu um berro, pulando do meu colo. Ri alto, e vi que o mesmo estava quase chorando.

- N-não quero mais não! - Falou, e eu percebi a voz chorosa dele.

- Tudo bem - Desliguei o computador, e o puxei para a cama.

Nos deitamos, e eu nos fiz ficar de conchinha.

- Que merda, Rodrigo! - O ouvi murmurar - Por que tu colocou aquele filme?

- Desculpa, nenê - Respondi, beijando a nuca do mesmo. 

- Desculpa nada... - Murmurou, e eu ouvi um soluço vindo do mesmo.

O virei de frente pra mim, e ele estava chorando. Respirei fundo, e comecei a secar as mesmas.

- Não chora, amor - Pedi - Dói em mim.

- E-eu não consigo p-parar de lembrar d-daquela bichinha f-feia! - Respondeu, começando a chorar mais.

O abracei, e o fiz esconder o rosto no meu pescoço. O aconcheguei em meus braços, e comecei a fazer um cafuné em Ycaro.

- Tá tudo bem - Sussurrei, e o ouvi parar de chorar - Eu tô aqui.

- O-obrigado - Sussurrou.

Alguns minutos depois, ouvi a respiração do mesmo ficar pesada. Fechei os olhos, e beijei a cabeça dele, antes de adormecer.







Notas Finais


velho
eu caí hoje
de um jeito
que eu bati meu pé e minha cintura

MAS DOEU MUITO
CHUVA FDP


bom, acho que eu não tenho muita coisa pra falar.

Twitter: @geralprotect

minha net ta um lixo :,(


ANTES DE TERMINAR
a fanart da capa é da @hxppybun
ela faz uns desenhos top top
segue ela, vai

agora sim
tchau


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