História Sick Love ; Sycaro - Capítulo 21


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Palavras 1.680
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Droubble, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oioioi

Capítulo 21 - I warned!


Fanfic / Fanfiction Sick Love ; Sycaro - Capítulo 21 - I warned!

[ capítulo todo em terceira pessoa. E provavelmente, todos os próximos capítulos serão em terceira pessoa e tudo mais. E quando não for, eu aviso. Boa leitura ^-^]


O loiro resmungou e se ajeitou na cama, abrindo os olhos e vendo o teto.

Seu corpo pesava. O mesmo não havia parado de chorar desde a traição. Não conseguia acreditar que a pessoa que ele mais confiava, havia jogado todo o amor deles fora. 

Sentou na cama e respirou fundo. Estava sozinho em casa. Tawan havia ido embora, e a mãe havia viajado. 

Queria um abraço. 

Encarou o celular, e suspirou. Iria mesmo fazer aquilo.

Agarrou o aparelho, e entrou no aplicativo de mensagens. Encarou a foto de Ximenes, e clicou no contato.

Enquanto escrevia, seus dedos tremiam e ele errou várias vezes, apagando e concertando. 

Quando finalmente mandou, respirou fundo e largou o celular.


Você: Rodrigo, vem aqui em casa?


Sabia que o moreno não responderia. Provavelmente, Rodrigo estava acordado, mas estava fazendo outra coisa. Não responderia Ycaro a essa hora, ou sim?

Ouviu seu celular vibrar, e arregalou os olhos, quando viu que era Rodrigo.


Saiko: Vou sim, mas pq? Tipo. A gente não tá brigado e tudo mais?


Encarou a mensagem por alguns segundos. Até conseguir um pingo de coragem para respondê-la.


Você: eu só tô triste. Além de que uma hora a gente teria que conversar sobre aquilo.

Saiko: claro. Tô indo aí. Chego em...vinte minutos. 


O moreno ficou offline, e Carlos largou o celular, soltando um longo suspiro. Não acreditava que Rodrigo ia mesmo para sua casa.

Estava horrível; apenas com uma camiseta larga, uma calça moletom enorme, os cabelos longos bagunçados, e no rosto, haviam várias olheiras.

Não iria se arrumar nem nada. Apenas desceu as escadas, e sentou no sofá, encarando a janela. Percebeu que havia um carro do outro lado da rua, e que dentro dele, haviam um homem e uma mulher. 

Sentiu um arrepio em sua espinha, e olhou para outro canto. Estava com medo. Mas não era da conta dele.

Seu celular havia ficado lá em cima. Ouviu o mesmo tocar, e se levantou. Mas antes de subir, fechou a cortina e trancou a porta.

Adentrou o quarto e viu o aparelho tocando, na cama. Um número desconhecido estava o ligando. 

Não queria atender. Estava imaginando outras coisas. 

Mas atendeu, e colocou o celular no ouvido.


- Alô? - Sua voz saiu trêmula.

- Está com medo? - A voz era feminina - Há, que bonitinho você.

- Q-quem é? - Perguntou novamente, impaciente.

- Eu quero Rodrigo. Agora - Respondeu - Você o roubou de mim. Eu quero o que é meu!


O loiro levantou, trêmulo, e foi até a porta de seu quarto, a trancando. Ouviu um estrondo vindo do andar de baixo, e saltou para trás.


- Você com medo fica tão bonitinho! - Falou, debochada.

- O-o que tu q-quer, mulher? - Perguntou, e ouviu um barulho, como se tivessem dado um soco na parede. 

- Rodrigo Ximenes - Respondeu, simples.


A ligação se encerrou. O corpo de Ycaro tremeu. Foi até sua cama e tampou o rosto com as mãos.

Poucos segundos depois, bateram na porta do quarto do loiro. Começaram a bater várias vezes, com uma força absurda. Parecia que queriam derrubar a mesma.

Carlos se levantou num pulo quando viu sua porta cair. Não estava acreditando. Um homem enorme estava em sua porta, com um olhar assassino sobre ele.

- O-O É Q-QUE T-TU QUER? - Perguntou, e correu para o banheiro.

Tentou fechar a porta, mas o homem foi mais rápido e a abriu.

Estava encurralado. Havia sido acertado por algo extremamente duro, em sua cabeça, e ficou inconsciente, segundos depois.


≈≈≈


A cabeça do loiro doía. Abriu os olhos, e se viu amarrado numa cadeira, num lugar escuro. 

Não estava conseguindo processar o que estava acontecendo. Mas estava com medo. Muito medo.

Se perguntava onde estava Rodrigo a uma hora dessas. Provavelmente, chegou na casa do mesmo e viu tudo bagunçado? 

Ouviu passos, e a porta do lugar foi aberta. Percebeu que estava num porão. 

A garota usava um salto vermelho, que combinava com seu vestido. Os cabelos loiros longos, cobriam a maior parte das costas da menina. Além de seus olhos azuis, que se destacavam na mesma. 

Percebeu que não estava sozinho; dois homens estavam nos cantos do porão, olhando diretamente para o mesmo. Eles usavam ternos, óculos escuros, e tinham um olhar sinistro.

- Olha o que o vento trouxe! - Falou, com sua voz debochada - Como vai, Carlos? Anda roubando os outros, de outras pessoas?

- O-o que q-que...T-tu quer? - Perguntou, com a voz trêmula. 

A loira sorriu de lado

- Já respondi. Rodrigo Ximenes - Falou, e segurou no queixo do garoto - Vejo que você tá muito confuso, não?

Ycaro nada respondeu. 

- Bem, digamos que...se você não percebeu, sou igual a Francielle. Aquela burra que teve Rodrigo e nem aproveitou - Falou, revirando os olhos - Prazer, Franciella, a versão melhorada de Skii!

O loiro sentiu lágrimas de ódio rolarem pelo seu rosto. 

- D-desgraça, m-me solta! - Pediu - E-eu não tenho n-nada a ver!

Riu, debochada, e o deu um tapa estalado.

- Como você diz isso? VOCÊ BEIJAVA O MEU HOMEM! - Gritou, com raiva - Seu retardado.

- VAI SE FODER! - Gritou, com uma raiva enorme em si.

Fran apenas segurou o queixo do outro, com força.

- Olha aqui, bastardo. Rodrigo vai vir aqui, daqui uma semana, te ver pela última vez. E enquanto ele não chega.. - A mesma se afastou, e olhou para os dois homens - Acabem com ele, mas não o matem.

Eles assentiram, e Franciella deixou o porão, com um sorriso maligno no rosto. 

Finalmente, os planos da loira estavam dando certo.


≈≈≈


Ximenes bufava de raiva, enquanto Vito tentava pensar em alguma coisa. Select estava ao lado do namorado, no chão da casa de Rodrigo, apenas o observando. 

Já havia se passado uma semana, e nada de Carlos.

André estava encostado na parede, encantando o teto, com o namorado ao lado, acariciando sua mão. Tawan às vezes beijava sua bochecha, e o abraçava.

Já Rafael e Felipe, estavam tentando pensar em uma estratégia boa. O loiro estava no colo do namorado, enquanto o outro abraça sua cintura.

O celular de Rodrigo tocou, e o mesmo colocou no viva voz, sem hesitar atender.


- Hey, Rodrigo... - Reconheceu aquela voz manhosa na hora.

- Franciella. O que tu fez com ele?! - Perguntou, com raiva.

- O que eu fiz? Há. Aquele pirralho fica com medo muito fácil. Eu apenas liguei para ele, e o mesmo já havia ficado com medo! - Soltou uma risada alta.

- desgraçada - Murmurou.

- Enfim. Tu sabe onde eu moro, não sabe? - Não esperou resposta, e voltou a falar - Venha até aqui, sem ninguém. Tu vai ver aquele idiota pela última vez.

- Tô aí em quinze minutos, no máximo - Respondeu, com frieza.

- Que bom! Estou louca para te ver, Ximenes - Murmurou, e desligou.


Rodrigo bufou e se levantou. Todos os viram sair da sala, com uma raiva extrema. 

- O que faremos? - Rafael perguntou, olhando para os que estavam no sofá (vulgo Vito e Select.).

- Sinceramente, eu não sei. Eu ainda tô confuso - O de óculos respondeu, abaixando a cabeça e agarrando aos próprios cabelos.

Um silêncio pairou sobre a sala de estar, e ninguém ousou falar algo. Ouviram um barulho alto, vindo do corredor, e quem foi ver foi André.

- Rodrigo? - Chamou, e viu o moreno encostado na parede, encarando o chão - O que foi? Que barulho foi esse?

Apenas mostrou a mão, que estava vermelha. O mesmo havia socado a parede. 

Encostou ao lado do amigo, olhando para o mesmo. Rodrigo estava com o semblante sério, e ele estava com uma expressão nada boa.

- O que a gente vai fazer?  - Perguntou, com receio.

- Ué - Olhou para o mais baixo - Vamos salvar o Ycaro. Simples.

- Não. Eu digo...qual o plano, sabe? - Suspirou - A gente não vai lá e simplesmente salva o Ycaro.

- Vamos sim. Vamo pra sala. Lá eu conto o meu plano, pra todo mundo.


~•~


O de óculos bateu na porta da grande casa. Seus nervos estavam a flor da pele, mas não demonstraria. Não ali.

A porta foi aberta por um dos homens. O mesmo deu espaço para o outro entrar, e ele o fez. Entrou e olhou tudo em volta.

A casa era bonita.

Ouviu passos apressados, e viu Franciella, com um sorriso enorme no rosto.

- Rodrigo! - Se jogou nos braços do moreno, que apenas a segurou pelos ombros.

- Cadê ele? - Perguntou

- Argh, tá bem. Vamos lá - Revirou os olhos, e virou, começando a andar em direção aos fundos da casa.

Dois homens e Saiko a seguiram. A mesma abriu o porão, e olhou para o de óculos, que entendeu e entrou.

Porém, assim que desceu as escadas e olhou para a cadeira, seu corpo travou e lágrimas desesperadas saíram de seus olhos. 

O loiro estava ali, pálido, na cadeira. Suas roupas rasgadas, e havia sangue em suas pernas. E ao invés da calça moletom, o mesmo estava usando uma boxer.

Rodrigo correu até o mesmo e segurou as laterais de seus rosto com ambas as mãos, o fazendo olhar para o mesmo. Os olhos de Ycaro demonstravam medo e cansaço.

- Y-ycaro... - Sussurrou, e viu o loiro sorrir fraco.

- S-sai...ko... - Tossiu - E-eu...E-eu te a-amo...

- E-eu te amo, v-velho! - Soluçou - S-só...a-aguenta.

Ouviu a loira tossiu falsamente, e se levantou, enxugando as lágrimas. 

- Agora que você viu esse verme, vamos falar de coisa melhor? - Um sorriso enorme apareceu no rosto da loira - Mas antes, vamos sair daqui.

- Nem tão rápido, Franciella - Ouviram a voz de Vito.

Os garotos e uns cinco policiais entraram no porão, armados. A loira se viu sem saída, mas bolou um plano rápido.

Pisou no pé de um dos homens, e roubou sua arma. Se aproximou do loiro e pegou seu cabelo bruscamente, apontando a arma para a cabeça do mesmo.

- NINGUÉM SE MEXE! - Gritou - SE TENTAREM FAZER ALGO, EU ATIRO NESSE LIXO AQUI E AGORA!

Saiko era o mais próximo da de olhos azuis. Um dos policiais, discretamente, jogou uma arma para o mesmo. Mas Fran percebeu.

- EU AVISEI!

Rodrigo atirou, e fechou os olhos.

Um, dois, quatro, sete tiros.


Notas Finais


treta define
não me mataram, olha só

bem, não vou dizer nada. Tô com sono. Só isso mesmo

se tiver chato eu estar flodando demais a fanfic, eu posso sim parar ela um pouco. Pq pode ser que algumas pessoas não estejam conseguindo acompanhar o ritmo da fanfic.

e eu tenho medo de enjoarem dela :c

Nem, só isso.

Twitter: @geralprotect

tchau


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