História Sickness - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Jeff The Killer, Lendas Urbanas, Slender (Slender Man)
Personagens Jeff, Personagens Originais
Tags Apocalipse, Creepypastas, Sickness
Visualizações 8
Palavras 1.362
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aloha meus docinhos de caramelo! Finalmente estou lançando o 2º capítulo de Sickness e esse aqui tá muito bom, eu adorei fazê-lo e o melhor é que demorei apenas 15 minutos para o escrever, contando com a revisão, bem, espero que gostem! Boa leitura!

Capítulo 2 - The Catcher of Diseases


Ben estava muito mais que surpreso e confuso, sua mente virou um borrão negro assim que viu aquela coisa olhando para ele, o mesmo não sabia porquê, mas havia algo naquele ser viscoso que o fazia ter um sentimento de familiaridade, como se já tivesse visto ele em algum lugar, porém isso era impossível, jamais viu tal criatura com um corpo tão magrelo e feito de uma meleca preta como aquela…

Isso, em parte, não importou quando a criatura de gosma criou um machado com seu braço e quase decepou a cabeça do pobre garoto que ainda não tinha entendido o que estava acontecendo, mas também não precisou quando, novamente, precisou desviar de outro golpe da criatura que já havia destruído a parede daquela casa…

O pequeno correu para o primeiro andar, olhando para trás e assim conseguindo ver a meleca andante entrando em um salto, Ben chegou num corredor com várias portas para diferentes cômodos, mas quem garantia que nenhum deles era fechado e sem nenhuma saída para a pobre vítima da criatura que já podia se ouvir o barulho de seu andar…?

Em tais circunstâncias, o jovem teve de correr para o fim do corredor, onde viu uma pequena portinhola no teto e que, provavelmente, era para o porão, Ben tentou alcançar o pequeno fio que abria a portinhola, mas o garoto era pequeno demais para lá chegar, então teve de pensar em outra coisa… e depressa…

Já a criatura negra acabava, agora, de subir as escadas, porém não viu nenhum Ben no corredor… ela andou um pouco, usando seu braço de machado para arrebentar as portas dos quartos, mas ainda nada… chegou a uma altura que o monstro já não tinha mais lugares para procurar, então ele foi até à janela no fim do corredor e olhou para ela… nada, como antes e agora… onde estaria aquele garoto?

Logo o ser de pura escuridão descobriu, quando uma tábua de madeira bateu bem na sua cara por fora da casa… o monstro ficou desorientado, mas ainda pôde ver Ben em cima do telhado com uma tábua nas mãos e correndo para o cimo da casa.

Uma luz vermelha intensa surgiu no rosto da criatura que usou sua mão machado para fazer um gancho e subir no telhado, onde estava Ben segurado à chaminé… não havia saída para o garoto, era só ele e a criatura, nada o podia ajudar agora e, então, ele teve uma ideia muito arriscada…

Ben não fugiu mais, correu na direção da criatura, que tentou decapitar o jovem e o mesmo saltou, desviando e ainda dando um chute com os dois pés na cara do monstro, o impulsionando para baixo, porém a criança doente também foi atrás, caindo ambos no chão com bastante força…

A cabeça do garoto latejava, mesmo que essa sensação de dor de cabeça já fosse normal, agora ela estava mais forte e era impossível a ignorar, ele era capaz de sentir tudo agora… vários parasitas, que já estavam mortos, em seu intestino, a sua doença pulmonar, a má circulação de sangue e a garganta que não conseguia engolir o ar assim como o nariz não conseguia respirar… lágrimas negras desceram pelos olhos da criança enquanto ele os fechava lentamente… esperando que outra coisa viesse e o matasse…

«…»

Infelizmente para Ben, ele ainda estava vivo, depois de sentir seu corpo sendo carregado por horas, o pequenino acordou numa quarto cinzento onde só tinha uma cama e nada mais que isso, que era onde estava deitado… ao se levantar, ele retirou, novamente, grandes “centopeias” de cera dos seus ouvidos e as jogou no chão, enquanto elas rastejavam para dentro da ventilação…

O doente foi até à porta e a mesma não se abriu, era uma porta de ferro sem qualquer fechadura, ou maçaneta, então era impossível abrir por dentro… mas não seria isso que impediria Ben de sair, o jovem fechou o punho e socou forte a porta, causando uma pequena amassadela na porta enquanto sentia todas as suas pequenas veias e músculos da mão se rasgarem após aquele soco… mas a dor era algo que não existia… quando Ben entrava nesse estado de pura desconectividade com seu próprio corpo, então era impossível sentir dor…

E depois disso deu mais um… e mais um… e outro, até que finalmente a porta saiu de seu caminho e foi contra a parede do corredor, que também era de ferro… ao sair, o garoto notou que estava em uma espécie de base militar muito antiga, isso também era indicado pelo facto de ter, na parede do corredor, um mapa com setas coloridas que indicavam vários lugares…

“Dormitórios, sala de planejamento, ala médica e refeitório,” eram esses os lugares indicados e parecia que Ben estava na ala médica… ele andou um pouco por lá até que viu uma das portas abertas e a sala não era nada, mas mesmo nada, parecida com a dele, era um quarto muito bonito, com móveis brancos refinados e papel de parede rosa, no meio do quarto, tinha uma criança brincando com pelúcias e fazendo algo como uma festa do chá…

A pequena garota tinha cabelos loiros, um vestido verde que realçava os olhos e, o que chamava mais a atenção, era as marcas negras na sua pele que se espalhavam por vários lugares de seu corpo…

-Aqui senhor coelho, mas não vai comer mais nenhum biscoito tá? –Perguntou para a pelúcia, como se ela pudesse falar… depois de distribuir chá, que era apenas água com outra cor, para a chavena da pelúcia, a pequena tomou um gole do seu chá e finalmente percebeu quem a olhava… -Quem é você?

-Eu… -Ben nem sabia o que falar, fazia tempo que não falava com ninguém, ele só avançou lentamente e, quando estava perto da mesa, falou… -Sou o Ben… Ben Sycklez…

-Que nome estranho… -Comentou a jovem, bem direta no ponto e deixando Ben com uma cara furiosa que a fez ficar nervosa. –Quer dizer… é bonito o nome…

-Acho bom… e quem é você?

-Meu nome é Serephim! Eu moro aqui com a minha mamãe! –Falou a garota, sorridente enquanto Ben se sentava numa das cadeiras. –Cuidado! Você vai matar o senhor urso! –Gritou e então Ben se levantou, vendo que quase tinha sentado em cima de uma das pelúcias…

-Desculpa… -Falou o moreno, colocando o urso em outra cadeira e se sentando naquela que queria sentar. –O que são essas marcas no seu corpo…?

-Ah! É que eu tô doente e minha mamãe fala que eu não posso apanhar sol e nem posso me machucar como as outras crianças, então eu fico aqui, mas ela traz outras crianças aqui… mas e você? Você não parece bem…

-Eu tô bem… não se preocupe… mas… não gostaria de estar melhor…? –Perguntou Ben, olhando aquelas manchas com alguma raiva.

-Sim… eu queria brincar como os outros, mas minha mãe falou que não há como curar essa doença e meu corpo pode piorar se for lá fora, ou simplesmente fazer algum esforço, por isso… huh? –Do nada, Ben se levantou e foi até Serephim, deu três tapinhas na cabeça dela. –O que foi isso…?

-Carinho especial… -Falou o garoto, colocando a mão na cabeça da pequena e, do nada, uma sensação de vómito veio a Serephim, ela sentia como se seu sangue estivesse sendo puxando para cima e sua pele retirada de seu corpo, quando ela mesma percebeu, aquela sensação havia parado e um sono enorme tinha a atingido…

-Tô com soninho… -Foi só isso que a jovem falou antes de desmaiar nem cima da mesa, sem manchas e sem nenhuma outra doença, enquanto Ben levantava sua camisa e via, na lateral de seu abdômen, manchas negras se formando, iguais às antigas de Serephim… o doente olhou para a loira e deu mais alguns tapinhas que chamava de… “carinho especial” e depois olhou para a sua maõ e depois para a garota…

-É um garoto… -Comentou o jovem, olhando para a loira, que na verdade era “o loiro”… o pequeno saiu, deixando o garoto travestido sozinho e fechando a porta… já Serephim dormia tranquilamente junto de suas pelúcias, sentindo-se melhor, como nunca antes se sentiu…


Notas Finais


E aí meus doces de caramelo? Quem terá levado Ben para esse lugar? O que é esse lugar de verdade? Que tipo de pessoas vivem nele? Quero saber o que acham dessas perguntas e do capítulo em si porque isso me motiva demais para continuar, bem, é isso, até mais meus doces! Aloha!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...