História Sideral Lovers - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Alien, Alienígena, Azul, Danna, Extraterrestre, Invasor Zim, Lvy, Romance
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Palavras 1.511
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Mistério, Misticismo, Sci-Fi, Shounen, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eae povo, não parei com as outras fics, mas resolvi dar vida a mais uma 😅, sei lá, maneirar um pouquinho. Essa aqui é um pouquinho mais bizarra que as outras mas vamo lá né, vai que fica bom? Kk. Boa leitura ^^

Capítulo 1 - Capítulo 1 - Infiltração


O início da manhã trazia consigo as notícias da enorme cratera encontrada próximo a periferia da cidade. Não se falava outra coisa se não do blackout que afetou todo o município, deixando inúmeras pessoas sem energia em casa.

Vários reclamavam da barulheira de ontem a noite e do som estridente que rachou os vidros das janelas de todas as casas num raio de quatrocentos metros do local de impacto. Incrivelmente ninguém havia testemunhado o fenómeno e a mídia não dava explicações sobre o que de fato aconteceu.

Teóricos da conspiração viram o ocorrido como um prato cheio para divulgar suas mais diversas hipóteses a respeito do acontecido. Valia de tudo, desde a detonação de uma bomba por terroristas até uma eminente invasão alienígena. Obviamente o público não levou a sério a maior parte das ideias apresentadas por eles, preferindo acreditar que todo o estrago causado se deu por conta da queda de um meteorito.

Onde a rocha foi parar ainda era um mistério, alguns achavam que ela explodiu assim que se chocou com o solo. Passado um tempo, algumas organizações vieram averiguar o lugar e expulsaram todos os curiosos dali, fazendo com que a rotina de muitos voltasse ao normal e assim o dia sucedeu-se.

Na escola, a turma do terceiro ano do fundamental aguardava a chegada do professor. A ausência momentânea do mestre abriu espaço para a balbúrdia na classe.

-Aí esquisita, seus pais vieram te buscar ontem foi?! (Exclamou um dos alunos, jogando também uma bola de papel na cabeça da menina sentada a três cadeira a sua frente).

A classe toda parou após o comentário. Os alunos se dividiram entre aqueles que riram da piada e queriam mais, aqueles que não gostaram do bullying, mas que não fizeram nada para impedi-lo e aqueles que não estavam nem aí para situação.

-Acho que eles voltaram e buscaram o seu pai, afinal ninguém mais viu ele desde a semana passada. (Respondeu a garota, em tom agressivo, fazendo alusão ao recente abandono familiar que o pai do menino fez assim que soube que a esposa daria a luz novamente).

Aqueles que queriam ver o circo pegar fogo gritaram, incentivando ainda mais o conflito, sedentos por uma briga. Antes que os dois resolvessem suas diferenças na mão, o professor entrou na sala e exigiu o silêncio de todos ali presentes.

-Perdoem-me o atraso, a partir de hoje teremos uma nova colega, apresente-se por favor. (Disse o professor enquanto fazia o gesto de “vem” com a mão em direção a porta).

Adentrou na sala uma garota de estatura média, ela marchou até o lado do professor e se virou para a classe, apresentando-se em alto e bom som.

-Saudações amiguinhos, atendo pelo nome de Lvy, sou uma prole fêmea gerada a partir do rematado coito de dois de vocês em idade sexual ativa, não há nada, absolutamente nada, que temer de mim. Ficaria grata em ser aceita na sua sociedade e criar vínculos com seus representantes. Não toquem em mim, não prestem atenção em mim e nos daremos muito bem. (Disse a novata, dirigindo-se a carteira que o mestre a designou).

Impressionados, a grande maioria dos alunos preferiu prestar mais atenção na aparência da aluna nova do que no seu exótico discurso. Ela não era “feia”, muito pelo contrário, seu corpo e suas feições pareceram agradar, sem exceção, todos os meninos e causar agitação na maior parte das meninas. Seu uniforme era igual ao de todas as outras garotas, uma tiara preta e um par de brincos prateados hexagonais eram os acessórios que a diferenciavam das demais. Seu cabelo, olhos, sobrancelhas e unhas eram de cor azulada e tornaram-se o foco dos olhares e pensamentos de toda a classe. Lvy sentou-se ao lado de Danna que, boquiaberta, a encarou com estranheza e apontou-a o dedo.

-Tá legal... então eu sou a única aqui nessa sala que vê o extraterrestre?! (Disse Danna, gesticulando com as mãos afim de dar um enfoque maior a Lvy).

-Eu não sei do que você está falando. (Respondeu Lvy, já suando e tremendo sutilmente o corpo).

-Ela não é humana, é um extraterrestre! Uma das criaturas de que eu sempre falo! Não acham estranho demais transferirem ela no meio do ano?! Ainda mais depois da noite de ontem?! Ela está aqui para dominar o planeta (Exclamava Danna).

-Ela tá surtando kkk (Sussurrou um dos alunos do fundão).

-Ah qual é?! Você endoidou?! A menina só pintou o cabelo, é o estilo dela, para de causar uma má impressão. (Retrucou a aluna que sentava atrás de Lvy).

-E essa mão alienígena?! Isso também é estilo Lvy?!(Exclamou Danna, enquanto erguia o pulso de Lvy, revelando a todos que a mesma possuía quatro dedos em ambas as mãos).

-É... (Respondeu Lvy, cabisbaixa e em tom de voz triste).

Todos na sala encararam Danna com um semblante ruim.

-E daí que ela é diferente?! Você também é e ninguém te chama de extraterrestre. (Disse um dos alunos).

-Ela só quer zoar a novata para que parem de falar dela! (Exclamou um outro aluno).

O professor interrompeu a eminente discussão e pôs ordem na sala, iniciando a aula momentos depois. Tudo fluiu primorosamente até o último minuto antes da saída, Lvy se mostrou uma ótima aluna no quesito conhecimento, provando que estava muito a frente em matérias como matemática, físicas química e biologia que os demais alunos, conseguindo até mesmo debater com o professor e deixá-lo sem respostas.

O sinal tocou e todos se levantaram para ir embora. Danna seguiu a pé a suposta extraterrestre até o pátio atrás do colégio, que no momento encontrava-se completamente deserto.

-Lvy?! (Disse Danna, chamando a atenção da colega). Seu disfarce miserável pode ter enganado todo mundo, mas eu sei muito bem o que você é, e um dia todos irão saber a verdade também.

-Ninguém vai acreditar em você. (Respondeu Lvy, com a voz um pouco mais rouca que o normal).

-Vão acreditar quando eu te mostrar para todo mundo sem o seu disfarce. (Retrucou Danna, se aproximando de Lvy com um cínico sorriso no rosto). Olha só, comprei em uma loja dedicada a caçar e provar a existência de seres como você. (Disse Danna, tirando um bastão pequeno da mochila).

-Hum, bonitinho, o que é?! (Perguntou Lvy).

-É um bastão de choque alienígena, derruba qualquer alienígena com um só toque. (Respondeu Danna).

-Como sabe se funciona se nunca viu um alienígena antes?! (Respondeu Lvy, com um tom irônico na sua fala).

-Porque não descobrimos juntas?! (Exclamou Danna, avançando o braço com o bastão no abdômen de Lvy).

-Não faça isso com um semelhante de sua espécie! (Falou Lvy, arrancando o aparelho das mãos de sua oponente).

A garota de cabelo azul quebrou o bastão com uma só mão, o apertando com força o suficiente para parti-lo em dois. Após o ato a mesma olhou para Danna com o mesmo semblante que ela a encarou quando mostrou o objeto.

-Éhhh... então eu meio que já vou indo, mas não pensei que isso acabou! Eu ainda vou provar para o mundo que a invasão começou e... (Reclamava Danna, enquanto se afastava cada vez mais de Lvy).

-Tá bom, e vê se toma os seus dois litros monóxido de diidrogênio, ouvi dizer que vocês não duram muito tempo sem ele haha, tenha boas oito horas terrestres de suspensão da atividade perceptivo-sensorial e motora voluntária, enquanto isso eu vou para o meu novo lar, fazer a minha “lição de casa”. (Falou Lvy, sendo mais uma vez irônica). DPI, vem me buscar. (Disse Lvy, apertando sei brinco ao falar).

Assim que chegou em casa, a alienígena de cabelos azuis espreguiçou-se, revelando que sua tiara na verdade eram duas pequenas antenas, arranjadas de maneira que parecessem um acessório. Ela também retirou um par de lentes de contato dos olhos, mostrando assim que possuia grandes olhos sem pupilas de com magenta.

Um pequeno robô retangular veio até perto de si. Ele caminhava usando extensões retangulares do próprio corpo. A máquina moldou-se no formato de uma cadeira para que Lvy pudesse sentar e a levou mais afundo na residência.

Inúmeras portas e corredores metálicos, dotados de inscrições e símbolos ilegíveis para qualquer pessoa, entregavam a verdadeira procedência da casa. A base alienígena foi construída e moldada de um dia para o outro, afim de se parecer ao máximo com uma residência humana para quem a via de fora.

-Diário de bordo dois: Hoje eu pus em prática o conhecimento adquirido através de inúmeras pesquisas sobre a raça a ser dominada. Consegui me passar por um deles e criar o que os mesmos chamam de laços de confiança, entretanto, minha presença foi notada por um dos indivíduos. O sujeito em questão é uma jovem fêmea da espécie, mas que não representa ameaça ao nossos planos, visto que ela própria é excluída da sociedade em que vive. Caso a humana venha se tornar um problema aos nossos fins cuidarei de incapacita-la, o que não será tão difícil. DPI, finalize o registro. (Disse Lvy, indo em direção a uma tela com inúmeros dados sobre o planeta Terra).


Notas Finais


E aí, notaram a inspiração em "Invasor Zim"? Kk, esse primeiro cap fica dedicado a essa fantástica série, com o tempo eu posto mais, até outro cap ^^


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