História Sieben Jahre - Capítulo 11


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Categorias Fairy Tail
Personagens Acnologia, Anna Heartfilia, Happy, Kyouka, Lucy Heartfilia, Mavis Vermilion, Sayla, Zeref
Tags Acnolu, Magia, Novela, Romance, Suspense, Tailfairy, Tartaros
Visualizações 231
Palavras 2.665
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Luce...
Veneno...

Acnologia dando entrevista exclusiva. 😝

Capítulo 11 - Qualquer coisa!


Fanfic / Fanfiction Sieben Jahre - Capítulo 11 - Qualquer coisa!

Ano de 792

Montanha Negra

Quarto do Acnologia



No quarto do Dragão Negro, onde a bela loira corria risco de vida, estava coberto pelas trevas. Trevas essas que irradiavam do próprio corpo de Acnologia, convalescido pela sua impotência – porque, ele primeira vez em muito tempo, ele se deparava com outro caso inusual: não podia fazer nada!

— Lucy. — desta vez, seu nome saiu em tom de súplica. Ele a sacudiu mais uma vez, com tanta força que parecia querer sacudir sua alma também — Lucy.

Maldição. Nada ainda.

— Tempester! — rugiu, sem tirar os olhos dela — Mard Geer! — longe deles do jeito que estava, duvidava que pudessem ouvir — Ajudem! — Lucy teria pedido socorro? Acnologia se abaixou e levou seus lábios aos de Lucy, tentando soprar sua força para dentro dela. Calor... formigamento...

Ela entreabriu os lábios azulados e ela gemeu. Finalmente. Outro sinal de vida.

Ele quase uivou de alívio.

— Fale comigo, linda. — pediu. Ele afastou o cabelo molhado do rosto dela e ficou desconcertado ao perceber que as próprias mãos tremiam — Diga o que há.

— Acnologia… — disse ela com voz rouca. Mas seus olhos permaneceram fechados.

— Estou aqui. Diga o que posso fazer para ajudar. Diga do que precisa.

— Tire as teias. — falou tão baixinho que ele teve dificuldade em ouvir, mesmo com a sua audição apuradíssima. Passou os dedos no rosto dela enquanto olhava ao redor do quarto.

— Não tem teia nenhuma, linda.

— Por favor. — Uma lágrima de cristal escapou debaixo da pálpebra — Não param de subir pelo meu corpo.

— Sim, está bem, vou tira-las. — suspirou. Apesar de não entender, ele continuou a passar as mãos no rosto dela, depois, no pescoço, pelos braços, barriga e pernas — Elas desapareceram. Eu juro.

Ela pareceu relaxar um pouquinho ao ouvir aquilo.

— Comida, vinho. Veneno?

Ele empalideceu, sentiu que a cor se evaporou do seu rosto até ele ficar quase tão branco quanto Lucy. Ele não pensara... não considerara... O vinho fora feito para os demónios, não para os humanos. Como o álcool dos humanos não fazia efeito neles, os demónios misturavam Etherano para lhe dar mais sabor e… Acnologia só bebia dele porque, de alguma forma, ficava bêbado por mais tempo uma vez que aquilo enfraquecia a sua magia.

Eu fiz isso a ela, pensou Acnologia, horrorizado. Eu. Não os deuses.

No segundo seguinte, o seu pai, Akselam ofereceu a visão da sua silhueta para o filho e depois apontou para Lucy. Fez um símbolo com os dedos que deixou o dragão tenso: ao crepúsculo, ela vai contigo. E desapareceu tal como apareceu…

Argh! — rugiu. Ele deu um soco na cabeceira da cama de metal e sentiu as dobras dos dedos racharem ainda mais e se encherem de sangue. Não satisfeito, deu outro soco na cabeceira. A cama balançou, e Lucy gemeu de dor.

Pare; não vá machucá-la.

Ele fez um esforço para ficar parado, respirar devagar, apesar de estar se concentrando, pela milésima vez no dia, na tentativa de manter a calma. Só que o ímpeto por violência era tão sombrio, tão lúgubre... Tão intenso que era quase incontrolável. A não ser por aquele breve momento depois de sua briga com Mard Geer, ele ficara de mau humor o dia todo e isto apenas piorava a situação. Estava a um triz de perder a linha e causar danos irreparáveis.

— Diga-me como ajudá-la. — repetiu.

— Do-doutor… Polluska.

Um curandeiro humano. Sim, sim. Ele tinha que levá-la para a cidade, pois nenhum dos demónios tinha conhecimentos médicos. Nunca fora preciso. E se aquele doutor quisesse mantê-la internada? Ele balançou a cabeça. Isto ele não podia permitir. Ela podia dizer aos Caçadores o que sabia ate agora, o que vira; a melhor maneira de derrotar os guerreiros. Mas o que mais o incomodava era o medo de que alguém a tomasse, a machucasse, e ele não fosse capaz de salvá-la.

Ele teria de levar o médico até ali.

Acnologia deu outro beijo suave em seus lábios tão frios. Novamente, houve uma descarga elétrica, desta vez, mais abafada que a anterior, fraca como a própria Lucy. Ele estava com os punhos fechados.

— Vou encontrar um médico, linda, e o trarei à fortaleza.

Ela gemeu, e seus longos cílios finalmente se abriram. Piscinas de chocolate, cheias de dor, o fitaram. Pequenas gotas de orvalho apareceram na sua testa lisa.

— Acnologia…

— Juro que não demorarei.

— Não... vá. — ela soava à beira das lágrimas — Dói. Dói tanto. Fique.

A necessidade de ceder e a necessidade de procurar ajuda lutaram dentro dele. Afinal, não conseguiria negar nada a ela. Ele foi até a porta e gritou:

— Jackal! Mard Geer! Kyouka! — o som de sua voz ecoou pelas paredes — Tempester! Sehila!

Ele não esperou por eles; voltou para a cama. Entrelaçou os dedos aos de Lucy. Os dela estavam sem força.

— O que posso fazer para aliviar sua dor?

— Não me solte. — ela arfou de leve. Estrias vermelhas se formavam nos cantos de sua boca. O veneno estava se espalhando?

— Não vou. Não vou. — Mais do que tudo, ele queria transferir para si mesmo a dor que ela estava sentindo. O que era um pouco mais de sofrimento para ele?

Nada. Mas ela era... o quê? Ele não tinha resposta para aquilo.

Gemendo, ela apertou o abdômen, rolou para o lado e ficou em posição fetal. Acnologia usou a mão que estava livre para afastar-lhe o cabelo da orelha, que ainda estava molhada.

— Algo mais que eu possa fazer?

— Não sei. — ela o fitou com um olhar vidrado — Vou... morrer?

— Não! — ele não quis gritar, mas a negativa escapou de sua boca — Não. — ele repetiu mais suavemente — Isto é culpa minha, e não vou deixar que morras.

— De propósito?

— Nunca.

— Então, por quê? — sussurrou ela. E gemeu de novo.

— Acidente. — ele disse. — Aquele vinho …não era para a sua espécie.

Se ela o ouviu ou não, não deu qualquer indicação.

— Vou... — ela engasgou, cobriu a boca com a mão... — vomitar.

Ele pegou a tigela de frutas vazia e a estendeu para ela. Ela foi para a beira da cama e esvaziou o estômago. Ele segurou-lhe o cabelo para trás, para que não se sujasse.

Seria bom ou mau ela regurgitar?

Lucy caiu de volta no colchão no momento em que Kyouka e Jackal entraram correndo. Ambos pareciam confusos.

— O quê? — quis saber Kyouka.

— O que houve? — perguntou Jackal. Ele estava suando, com linhas de tensão mais profundas ainda ao redor dos olhos.

Os braços de Kyouka estavam sangrando, as mãos, inchadas, e ela segurava duas lâminas, nitidamente pronta para lutar. Seu olhar assimilou a cena, e a confusão se intensificou.

— Precisa de ajuda para dar o golpe de misericórdia?

— Não! O vinho... o nosso vinho. Eu deixei para ela. — a confissão saiu dele de uma vez, repleta de culpa e desolação — Salve-a.

Jackal vacilou, mas conseguiu manter a rigidez.

— Não sei como. Nos só cabemos libertar Etherano e não absorve-lo de alguém.

— Precisa saber! Passaste incontáveis horas com humanos! — Acnologia mal conteve o grito ensurdecedor — Diga como posso ajudá-la.

— Quisera eu. — resmungou. Ele esfregou a testa molhada com as costas da mão — Nunca dividi nosso vinho com os outros. É nosso.

— Vá perguntar o que fazer às outras humanas. Se não souberem, Kyouka voara ate a cidade para trazer um.

Kyouka assentiu e deu meia-volta.

— Sinto muito, Acnologia! — disse Jackal —, mas estou no meu limite. Preciso de explodir algo. Ouvi seu chamado quando estava na porta da frente, de saída, e vim para cá ao invés de ir embora. Devia ter ido. Se eu não chegar logo à cidade, vou acabar...

— Eu entendo.

— Fico devendo essa. — Jackal saiu cambaleando do quarto.

— Acnologia. — Lucy gemeu de novo. Estava com a testa suada. Sua pele ainda estava azulada e tão pálida que ele conseguia ver as veias — Conte... uma história. Alguma coisa... para esquecer... dor. — ela fechou os olhos e, novamente, os cílios fizeram sombras em seu rosto.

— Relaxe, linda. Não deveria estar falando.

Ele correu até o banheiro, esvaziou e limpou a tigela, pegou e molhou uma toalha. Voltou para perto da cama, colocando a tigela ao lado, só por precaução. Ela ainda estava de olhos fechados. Ele achou que tivesse adormecido, mas ela ficou tensa quando ele lhe lavou o rosto. Parou ao lado dela, sem saber o que dizer.

— Porque... amigos apunhalaram-te?

Ele não falava sobre a maldição que carregava, nem mesmo com os homens que sofriam ao lado dele. Não deveria discutir o assunto com Lucy. Na verdade, ela seria a última pessoa com quem discutiria aquilo, mas isso não o impediu. Olhando para ela, vendo seu rosto retorcido de dor, ele seria capaz de fazer qualquer coisa para ajudar a distraí-la.

— Eles me apunhalaram porque têm de fazer isso. Como eu, eles são amaldiçoados.

— Isso... não explica nada.

— Isso explica tudo.

Vários minutos se passaram em silêncio. Ela começou a se contorcer, como se estivesse se preparando para vomitar de novo. Ele a deixara doente; então, lhe devia tudo que ela desejasse. Ele abriu a boca, e dela saiu a história de sua vida.

— Aqui vai uma história para ti. Sou imortal, e vivo na terra desde o começo dos tempos, ao que parece.

Enquanto falava, ele sentiu que os músculos dela começaram a relaxar.

— Imortal… — repetiu Lucy, como se saboreando a palavra — Sabia que eras mais que humano.

— Eu nunca fui humano. Fui criado como guerreiro, feito para proteger o rei dos deuses. Por muitos anos, eu o servi bem, ajudei-o a permanecer no poder, protegendo-o até de sua própria família. E por interessante que pareça, descobri que eu era filho dele, mas isso não me afastou da minha missão. Enfim, ele não achou que eu fosse forte o bastante para guardar seu bem mais precioso. Não, ele ordenou que uma mulher fizesse isto. Ela era conhecida como a maior guerreira, verdade, mas meu orgulho foi ferido.

Felizmente, Lucy continuou relaxada.

— Tentando provar o erro que fora cometido por ela ao se juntar as bestas voadoras… — esta ultima palavra tencionou a loira — … Matei o máximo deles que podia. E, como castigo, fui tornei-me um deles.

Ele a enlaçou pela cintura e gentilmente lhe esfregou o ventre, esperando assim aliviar-lhe o sofrimento. Ela expeliu um leve suspiro. De alívio? Ele esperava que sim.

— Eu já desconfiava.

Sim, desconfiara.

Ele ainda não entendia porque ela admitira tão prontamente.

— Mas és bom. Às vezes. — acrescentou. — É por isso que seu rosto muda?

— Sim. — Ela o achava bom?

Cheio de prazer, ele continuou sua história.

— Eu soube no momento em que algomudou dentro de mim, como se partes de mim estivessem morrendo, abrindo caminho para outra coisa, algo mais forte do que eu mesmo. — fora a primeira vez em que ele compreendera o conceito de morte, mal sabendo quão intimamente ele viria a compreendê-lo. Afinal, o seu pai era o Deus da Morte, o mais forte deus de todos.

Ela soltou outro delicado suspiro. Ele não tinha certeza se ela realmente entendia o que ele dizia. Pelo menos, não chorava, não se contorcia de dor.

— Por um tempo, perdi contato com minha própria vontade e a besta assumiu total controle de mim, me forçando a fazer... — Todo o tipo de mal, ele completou mentalmente, visões de sangue e morte, fumaça e cinzas e desolação total lhe encheram a cabeça. Ele próprio mal conseguia tolerar saber de tudo, e não poderia corromper a inocência de Lucy com aquilo.

Até aquele exato momento, ele ainda se lembrava de quando o domínio do espírito se enfraquecera, como se fosse uma névoa de sonho se dissipando, a fumaça negra de sua mente sendo levada embora por uma doce e perfumada brisa matinal, deixando para trás apenas sua detestável lembrança. O dragão o compelira a matar Anna, a guardiã que ele odiava acima de tudo e a ancestral de Lucy… Que, por sinal, era assustadoramente parecida com ela. A sede de sangue havia arrefecido enfim, recuado para o fundo da mente de Acnologia, deixando para ele a função de lidar com os danos.

— Deuses, se eu pudesse voltar... — ele disse, suspirando — Se pudesse voltar e deixar o Zeref de lado...

— Zeref… — disse Lucy, assustando-o — Demônios... Ouvi algo sobre isso. — Ela abriu a boca para falar mais, então se contorceu. Gritando, ela tateou em busca da tigela.

Mais rápido do que nunca, Acnologia pulou da cama e lhe passou a tigela em questão de segundos. No momento em que lhe estendeu a tigela, ela se debruçou e vomitou. Ele a envolveu nos braços num gesto protetor durante os piores momentos, de um jeito como jamais fizera. Confortar alguém era algo novo, e ele rezava para que fizesse tudo certo. Jamais consolara sequer os próprios amigos. Eles todos eram tão reservados com seus próprios tormentos quanto ele. Quando Lucy terminou, ele a colocou no colchão de volta e, mais uma vez, limpou seu rosto. Então, voltou os olhos para o teto.

— Estou arrependido pelo jeito como falei contigo, pai. — ele sussurrou para os céus — Mas, por favor, não a machuques pelos meus pecados.

Ao baixar os olhos para fitá-la, ele sentiu como se uma eternidade tivesse passado desde que a encontrara pela primeira vez, como se ele já a conhecesse e ela sempre tivesse feito parte de sua vida. Uma vida que se desintegraria no nada se ela lhe fosse tomada. Como era possível? Apenas uma hora atrás, ele havia se convencido de que seria capaz de assassiná-la. Mas, naquele momento...

— Deixe que ela viva. — ele se pegou acrescentando —, e farei qualquer coisa que quiseres.

Qualquer coisa?, perguntou uma voz suave, saboreando as possibilidades da palavra. Não era a voz do dragão, ele se deu conta, nem nenhuma das outras vozes que ouvira antes. Acnologia ficou paralisado. Então, seu choque se transformou em mera confusão.

— Quem está aí?

Espantada pela reação, Lucy arrastou os olhos, marcados por linhas vermelhas, na direção dele.

— Eu… — disse ela com voz rouca.

— Não se importe comigo, linda. Durma. — disse ele suavemente.

Quem pensa que sou, guerreiro? Não consegue imaginar quem teria o poder para falar contigo desta forma?

Outro momento de choque se passou antes que a resposta se enraizasse. Poderia ser verdade? Um... Titã? Zeref? Deuses? Fazia anos que ele apelava a eles, e jamais lhe haviam dirigido a palavra com tamanha rapidez. Jamais lhe haviam sequer dirigido a palavra. E os Titãs não tinham invocado Mard Geer daquela forma, apenas com uma voz?

Esperança e pavor brotaram dentro dele. Se aqueles Titãs ou Deuses fossem benevolentes, se eles ajudassem, Acnologia pensou que talvez fosse capaz de fazer qualquer coisa. Mas, se fossem maliciosos e piorassem a situação... Ele cerrou os punhos.

Eles haviam ordenado que Mard Geer matasse a vila inteira; não poderiam ser bons. Maldição! Como ele deveria interagir com aquele ser naquele momento? Com humildade? Ou isto seria visto como um sinal de fraqueza?

Qualquer coisa?, a voz insistiu. Ouviu-se uma gargalhada etérea. Pense com cuidado antes de responder, e saiba que sua mulher, de fato, pode morrer.

Acnologia olhou de relance para o corpo trêmulo de Lucy, suas feições distorcidas de dor, e se lembrou de como ela estava antes. Do jeito como ela o fitara com êxtase, pedindo para que saboreasse o silêncio com ela. O modo como parara em sua frente, agradecendo pela comida. A maneira como se apressara a defendê-lo dos próprios amigos dele.

Até aquele momento, ninguém havia precisado dele. O fato de ela precisar lhe causou uma sensação inebriante, e passou a senti-la com mais intensidade. Não posso deixá-la sofrer assim, pensou. Ele teria que arriscar a sorte com os Titãs. Não importava o que eles realmente quisessem dele, não importavam suas intenções, e não fazia diferença se estivessem usando ou não os Caçadores e Lucy para castigá-lo por sua falta de respeito; ele arriscaria.

Conteve o xingamento que lhe chegou aos lábios, desconfiando de que ele sofreria como jamais sofrera antes.

Mas isto não mudou sua resposta.

— Qualquer coisa.

Estou disposto a oferecer a minha vida e paz em troca.



Notas Finais


Quem será o dono da voz... Ou dona?
Bom... Coisa boa não é. Mas, o bom de tudo é que Polluska esta na Fortaleza. Mas será que ela tem tudo o que precisa para salvar a loira e será que eles sabem dela. Happy?!


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