História Sieben Jahre - Capítulo 26


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Categorias Fairy Tail
Personagens Acnologia, Anna Heartfilia, Happy, Kyouka, Lucy Heartfilia, Mavis Vermilion, Sayla, Zeref
Tags Acnolu, Magia, Novela, Romance, Suspense, Tailfairy, Tartaros
Visualizações 187
Palavras 2.910
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Alguém pediu treta?
Neste capítulo Há um Acnologia possesso...
Revelações incoming!

Boa leitura 💕

Capítulo 26 - Nakama


Fanfic / Fanfiction Sieben Jahre - Capítulo 26 - Nakama

Ano de 792

Montanha Negra

Masmorras




Lucy, depois de ter ajudado no que pôde, pediu a Acnologia que a deixasse descansar. O Dragão, quase louco de preocupação, pensou que Lucy pudesse ter-se esgotado muito, depois da noite deles e depois de ter ajudado a cauterizar todas as feridas dos demónios. Pensou que ela pudesse adoecer outra vez…

Exigiu que ela descansasse… Mais uma vez.

Mas ela havia pedido isso, por isso, aceitou.

Na verdade, a matreira loira tinha algo em mente: aproveitar que todos estavam ocupados e que Kyouka não sondava a montanha, para libertar Happy e Polluska. Queria, a todo o custo, dizer aos seus nakamas que ela estava bem.

Então, próxima as masmorras, inalou todo o ar que pudesse e assim fazer tudo antes que Acnologia desse por sua ausência no quarto dele. E ela não podia mentir. Ele saberia.

Quase que deslizava numa trilha de sangue e ficou boquiaberta, horrorizada. Só relaxou ao perceber que os demónios feridos deviam ter passado por ali...em algum lugar. Aproximou-se da porta da masmorra e, antes que toca-la para saber como encontrar as chaves – uma vez que podia ver acontecimentos passados – aguçou os ouvidos e escutou voz de homem, a qual não estava lá pouco antes.

Ela deu outro passo.

A porta da masmorra estava destrancada…

Estranho.

Alguem estranho estava la em baixo com Mavis, Polluska e Happy.

O intruso poderia ser um Caçador.

Ela engoliu em seco, sentindo um nó na garganta. Se fossem os mesmos homens que haviam plantado a bomba que incapacitou vários demónios, podiam estar plantando outra naquele exato momento. Ela recuou, decidida a alertar Acnologia. Porque esse com certeza não seriam tão amistosos quanto Natsu e Wendy.

— Elas vão ficar bem — sussurrou ela, depois de pensar em abandonar as mulheres e Happy, em busca de ajuda. De acordo com Acnologia, os caçadores só queriam fazer mal aos imortais. Certo? Certo.

Ela deu mais um passo para trás.

Contar a Acnologia era a coisa mais inteligente a fazer.

Ele poderia detê-los, ela, não.

Mais outro passo e a conversa voltou a lhe atingir a mente.

A porta à sua frente se abriu, e um homem alto, de bom físico e cabelos negros encarou-a profundamente. Ele tinha um olhar pacifico, mas ao mesmo tempo, desconcertante. A energia que fluía dentro dela, antes furiosa e destrutiva, agora a envolvia tentando protegê-la de algo… ou dele.

— Luxy! — a vozinha de Happy inundou os seus ouvidos e os olhos castanhos pregaram-se a origem do som — Ele vai ajudar-nos! É irmão do Natsu!

— Ola. Sou Zeref Dragneel.

Lucy deu um passo atras com a menção do nome. Já tinha ouvido falar do mago negro: Zeref. Seria muita coincidência que esse fosse o mesmo mago negro? O vilão de toda a historia da magia?

Sim.

Haviam grandes possibilidade disso acontecer.

Uma vez que ela se encontrava apaixonada pelo Dragão Negro, outo vilão, que por acaso morava naquele castelo.

— O que queres?! — Lucy disparou, recuando dois passos. Happy, preocupado, andou ate ela e abraçou as suas pernas.

— Vamos embora, Lucy! — choramingou — Vamos para casa. Vamos para Fairy Tail. Tu prometeste, lembras? Íamos ajudar Natsu. Tu prometeste.

— Shh, aqui, não. — Zeref esgueirou o braço para fora e puxou Lucy e o gato alado, para dentro da masmorra, fechando a porta suavemente. A primeira coisa na qual ela reparou foi Polluska desmaiada no chão.

— Ah, céus. — tentou se aproximar dela, mas o moreno a segurou com mais força, mantendo-a no lugar. Várias outras pessoas estavam observando o quarto, procurando por... ela não sabia o quê. Tampouco os reconheceu. Jamais os vira na vida.

Uma loira de cabelo curto pregou os olhos nela, sorrindo. Uma outra mulher, um pouco mais nova, vestida de um jeito chamativo, encarava Lucy como se fosse entediante demais olhar para ela. Tinha o cabelo cor de esmeralda.

— Pai… Quem é ela? — um rapaz loiro, bastante sorridente, aproximou-se.

— Quieto. — sussurrou Zeref ferozmente.

— Desculpe

— Onde esta Mavis? — Lucy indagou, uma vez que não viu a pequena em canto nenhum da masmorra — O que fizeste com Mavis?

— Ah! Tu não sabes.

Lucy soltou o braço que ele estava segurando e correu para perto de Polluska, agachando-se ao lado dela.

— Ela está... —procurou sentir o pulso — Viva… — suspirou aliviada, sentindo a sua pulsação forte e certeira.

— Apenas dormindo. — assegurou Zeref.

Os ombros dela relaxaram de alívio.

— Por que fez uma coisa dessas? Porque Mavis não esta aqui?

— Mavis esta morta.

— Quê?! — engasgou-se horrorizada, observando o moreno com um terro que lhe lascava os músculos. Todo o seu corpo pedia por Acnologia; suplicava que ele aparecesse e a salvasse.

— Sempre esteve. — o moreno sorriu ameigável, uma mascara que prometia um milhão de coisas, menos amizade — Ela esta morta já há 400 anos.

— Mentira! Ela estava bem viva! Eu a senti!

— Sentiste o que ela queria que sentisses. — Zeref acocorou-se perto dela, fulminando-a com os olhos que se tingiam lentamente de vermelho — Ela é a fundadora da tua guilda. Por isso… — pegou a mão da loira que continha a tatuagem de uma fada cor-de-rosa — Somente os que pertencem a sua guilda, podem vê-la, menos nos!

— Mentira…

— Tu dizes que é mentira, mas la no fundo, acreditas em tudo o que eu disse.

— Mavis é…

— Um fantasma. Um fantasma que sabia como ajudar todos os que ficaram presos em Tenrou. Um fantasma que os prendeu num lapso entre o tempo e o espaço… E eu preciso que o feitiço se quebre para que eu possa soltar Natsu.

— Natsu…?

Caçadores. Ele provavelmente apenas inventou aquela historia risível para fazer Natsu caçar Acnologia, ela se deu conta e fechou os olhos, horrorizada. Suspeitara disso no dia anterior ao falar com Polluska, mas descartara prontamente a ideia, mas… Já não havia como negar. Ela abriu os olhos e os fixou no tal Zeref. A náusea revirava seu estômago.

Se Mavis não estava, era porque encontrou uma forma de escapar, caso contrario o seu corpo estaria ali também ou Polluska também estaria morta. Então, disposta a enfrentar esse ser desconhecido, tal como ela já havia enfrentado Acnologia um dia, pôs-se de pé e o encarou com um suspirou longo e pesado.

— Não desejas Natsu apenas por ele é teu irmão, não é? — ela perguntou suavemente. — Mago Negro.

— É claro que sim, Descendente de Anna. — disse ele, ofendido — Sou cientista, afinal. Nem todo toda a magia negra é má, veja você mesma, tem uma energia negra fluindo pelo seu corpo. — aproximou-se outra vez dela, apontando o dedo para o seu ventre — Mas se alguém ficar no nosso caminho, nós o destruímos. Sem piedade.

— Que direito tem de fazer isso?

— Um mundo novo. Ao contrário dos demônios daqui, não sou um monstro. Tudo que faço é pela segurança da humanidade.

— Como pode acreditar nisso? — ela arfou — Onde estava quando Natsu precisou de si? Um mundo novo? Pretende fazer o quê? Reiniciar a historia?

Ele empinou o queixo, pedindo-lhe com os olhos que entendesse.

— Se for possível, aniquilar tudo e todos.

— Toda a magia… — ela balançou a cabeça, perplexa — Não me admira que Acologia estremeceu quando mencionei o seu nome.

— Acnologia? Aquele que possui a mesma energia negra que eu? — ele abriu mais o sorriso — Quer uma informação? Posso lhe mostrar fotos do que esses demônios fizeram. Coisas que a farão vomitar. Coisas que vão fazê-la querer arrancar os próprios olhos, para nunca mais ter de ver uma imagem daquelas de novo.

Ela abraçou o próprio ventre. Não sabia porque, mas o seu corpo a levou a fazer isso.

— O passado não interessa.

— Eu queria que a descendente de Anna, a descendente daquela que tanto me ajudou, ficasse por fora dessa cachina. Realmente me importo consigo, Lucy. Sabíamos que havia dois grupos de demônios. Faz anos que lutamos contra um deles, sempre procurando o outro. Então, um dos meus generais descobriu Kyouka. Depois foi só aparecer em Tenrou, atrair Acnologia e fazê-lo massacrar tudo.

Lucy quase vomitou agora.

— Tu condenaste a Fairy Tail. Os demónios daqui são preferíveis a ti. Doam dinheiro como se fosse água e mantêm os níveis de crimes sempre baixos. Ficam isolados e raramente saem. Tu explodiste uma boate.

Zeref se aproximou dela com uma expressão determinada.

— Não viemos para matá-los. Não podemos. Ainda não. Anos atrás, descobriu-se que matar um demónio implicava a liberação de etherano no mundo; um demônio que não passa de um instrumento doentio de destruição, desfigurado por ser mantido em cativeiro. Não, estamos aqui para captura-los. Quero apenas que localize Mavis. Tu podes vê-la por nos, não podes? — ele esticou o braço e lhe agarrou um ombro — Sabe onde ela está?

— Não.

— Deve ter ouvido alguma coisa. Pense, Lucy.

— Já disse. Não sei onde ela está.

— Não quer viver em um mundo livre do mal? Livre de mentiras, tristeza e violência? — Zeref a observou longamente, franzindo o cenho — Cultivei o talento das Heartfilia durante anos. Fiz com que o teu pai fosse o homem mais prospero da face deste planeta, mas a vida boa não te deixava no lugar e fugiste.

— Então… depois que eu fugi… — começou ela, enojada.

O cenho dele ficou ainda mais franzido.

— Sim. Eu fiz questão de destruir Jude. — ao falar isso, ele arregalou os olhos, como se suas próprias palavras lhe houvessem oferecido uma assustadora revelação. Ele a soltou e fez um gesto estranho com a mão livre — Mas agora, descendente de Anna, defendes os demónios. Tu também queres ser um deles? — o tom de traição na voz dele teria sido risível se ela já não estivesse tão amedrontada.

Ela deu um passo para trás, e outro. Bateu com as costas numa parede de tijolos e tentou se afastar. Braços fortes a envolveram, segurando-a onde estava. Não era uma parede de tijolos, afinal. Era um homem. Ela lutou para se libertar.

— Onde está Mavis, Lucy? Consegues vê-la? — Zeref exigiu saber — É tudo o que quero. Diga onde ela está, e a libertarei.

Acalme-se. Enrole-o. Distraia-o. — pensou tremendo. Se Acnologia desse pela falta dela no quarto, iria procura-la em menos de nada.

— E agora tu carregas um pequeno milagre.

— Milagre? — perguntou ela, mal conseguindo falar.

— Esse rebento. Ainda é uma simples bola de células, mas promete. — riu — Oh! Tu não sabias que estavas prenha? Prenha de um monstro?

— O monstro aqui és tu...

O rosto dele foi coberto por uma cortina de ódio.

— Conhecer um monstro? — el trincou o maxilar. Chegou mais perto — Aquelas criaturas do submundo precisam ser destruídas, Lucy. As pessoas que eles mataram, a dor que causaram...

— E tu? Já não matou gente para chegar até eles? — indagou enfurecida, agarrando-se ao corpo de Happy que havia voado ate aos seus braços.

Happy estava assustado. Sabia que aquele homem era perigoso, mas não podia ser mais temido do que o Dragão Negro. Agora, depois da explosão de Lucy, sabia que devia ter ficado na masmorra e não fugido para procurar ajuda.

Sem aviso, Zeref fez um movimento rápido com o braço e tocou o centro da testa da loira com os dedos cruzados, proferindo algumas palavras. Ela tentou se afastar. Tarde demais. Subitamente, ela sentiu a cabeça tão fraca que mal conseguiu se mexer. Uma estranha letargia tomava conta de seu corpo, tecendo fraqueza e sombras em seu sangue, em sua mente zonza.

— Durma. — disse Zeref.

E ela dormiu.




Acnologia não conseguia acreditar no que via. Alucinação? Pesadelo?

Havia deixado os demónios feridos para verificar o quarto de Kyouka e ver se havia algum sinal do retorno dela. Alarmado, encontrara sangue espalhado por todos os corredores. Agora, estava ali parado, em pé, à porta de Kyouka, e viu que havia de fato retornado. Jazia no chão numa poça de sangue espesso e escuro. Tão escuro que parecia negro. Até mesmo seus cabelos esverdeados estavam manchados com aquele líquido vermelho-negro letal.

A garganta retalhada com um corte profundo.

Alguém havia tentado decapitá-la e fracassara, ou abrira um corte n para fazer com que se retardasse e obtivera sucesso. Os olhos de Kyouka estavam fechados, mas seu peito se elevava a cada intervalo de poucos segundos. Ela ainda estava viva.

Mas por quanto tempo?

A bile subiu até a garganta de Acnologia; bile, fúria e determinação. Kyouka havia rastejado do cemitério até em casa depois que aquilo acontecera? Ou alguém havia se infiltrado na fortaleza, atacando-a pelas costas no salão? Fora Silver quem fizera aquilo? Ou um Caçador? Acnologia perscrutou a sala, com o temor aumentando. Nenhum sinal de Caçadores, nem de Silver.

Sentia um incomodo.

Algo haver com Lucy?

Não!

A marca era muito recente para que se houvessem conectado tão eficientemente. Depois a procuraria o seu quarto e a guardaria do inferno para que os malditos caçadores não a tocassem. Saberia que ela era dele. Pelo cheiro. Pela marca.

Ele gritou, chamando os demónios, enquanto considerava suas opções. Kyouka era como uma irmã para ele; não poderia deixá-la sofrendo daquele jeito. Mas não podia tocar nela também. Embora o próprio Acnologia não ceder à sede daquele sangue preenchido de Ether, sem sombra de dúvida, passaria a vontade para Lucy.

Lucy. O culpado havia chegado até ela também?

Ele chamou os guerreiros novamente.

Não poderia se arriscar a ter contato físico com Kyouka. Teria de usar luvas. Movido pela urgência, Acnologia disparou até o armário e retirou de lá um dos inúmeros pares de luvas pretas que Kyouka guardava. Puxou-as rapidamente da embalagem lacrada e as colocou nas mãos, antes de enrolar uma camiseta preta no pescoço e da parte inferior da face, protegendo o nariz e a boca daquele cheiro.

Ele se curvou e pegou a demónio ferida nos braços. Carregou-a até a cama e enrolou uma camiseta no pescoço dela, que sangrava, aplicando pressão para estancar o sangramento. Era estranho estar tão próximo dela depois de séculos de distância. Os cílios de Kyouka se abriram lentamente, e Acnologia se flagrou encarando olhos dourados cheios de dor. O Dragão Negro já se preparava para a batalha, afiando suas garras, exigindo ação.

— Caçadores… — gorgolejou Kyouka. Mal se ouviu a palavra — Na colina. Vindo aqui. Querem a cadela… Zeref. Tocaram as armadilhas… Jackal. Pegaram Silver. — e desmaiou, com o braço pendendo frouxo ao chão.

Maldição. Tendo feito tudo que podia, Acnologia saiu correndo da sala, determinado a encontrar Lucy e os outros.

Fique calmo. Ela está bem.

Mas, só de pensar nela ferida ou algo pior...

— Lucy! — se os Caçadores a tivessem pego depois de encostarem nas bombas de Jackal, passariam os selos explosivos para ela. E se o demónio loiro não soube bem qual era, poderia explodir Lucy.

Uma névoa negra bastante familiar cobriu-lhe a visão.

Ela não estava no quarto dele, e não parecia que sequer havia estado lá. A cama jazia arrumada. Ela também não estava na masmorra com as mulheres. Na verdade, nenhuma delas estava lá. Não. Não! Com o canto do olho, ele viu o brilho prateado. Caminhou até a sacada, quase quebrando as portas de vidro até chegar lá. Uma corda de rapel estava enganchada ao parapeito e pendurada até o chão.

Homem e dragão urraram em uníssono.

Não havia nenhum sinal dos Caçadores na colina, o que significava que já haviam aberto uma boa distância. Os Caçadores a tinham! Os Caçadores haviam tocado nas bombas e, depois, em Lucy! Nauseado, disparou até a sala de entretenimento. Tirou as luvas e a camiseta extra no meio do caminho, deixando-as cair a esmo no chão.

— O Ether que foste buscar? — perguntou Tempester quando o avistou. Obviamente, ele não ouvira os gritos de Acnologia pedindo ajuda. Mas viu a expressão no rosto do amigo e franziu o cenho.


Acnologia contou ao grupo o que havia descoberto, a confissão arrasada e em pânico sendo feita às pressas. Todos voltaram a atenção e vociferavam em torno dele. Todos empalideceram.

— Eles passaram por nossas muralhas? — perguntou Jackal.

— Sim. — Acnologia se voltou para Keyes, rosnando — Você os ajudou?

O homem levantou as mãos com uma expressão de inocente ofendido.

— Eu estava sendo explodido em pedacinhos também, lembra? E meu objetivo sempre foi a destruição deles!

— E Polluska? — perguntou Mard Geer rapidamente.

— Desapareceu.

As pálpebras de Mard Geer se fecharam com força.

— Kyouka precisa de cuidados intensivos. — disse Jackal — Como vamos conseguir isso?

— Ela terá de se curar sozinha. Que merda! Os teus selos vão estar por toda a parte! — disse Tempester, sombrio — Não conseguiremos impedir isso agora.

Acnologia cerrou os punhos.

— Não me importa se haverá uma porra de uma catástrofe ou não. Minha mulher está lá fora. Farei o que for necessário para salvá-la.

Ezel deu um passo à frente:

— Silver estava naquele cemitério com Kyouka. Ele pode tê-la seguido de volta para cá.

— Kyouka disse que houve uma batalha na colina. Capturaram Silver.

— Inferno! — rosnou Keyes, batendo com o punho cerrado na parede.

Como um dia tão promissor poderia ter sido tão rapidamente arruinado?

— Irei até a cidade contigo. — disse Mard Geer a ele. Ele havia limpado um pouco da fuligem no rosto, mas seus pés ainda estavam queimados e descalços.

— Vou fazer uma busca no restante da fortaleza. — havia uma chama ardente nos olhos de diferentes cores de Tempester. Sehila uma vez dissera que Tempester tinha um temperamento mais sombrio do que a mais violenta das tempestades. Acnologia não acreditara na época. Mas já acreditava — Vou me certificar de que não estejam aqui ainda, escondidos.

Depois de ver a corda de rapel, Acnologia duvidava daquilo.

— Cinco minutos — disse a Mard Geer antes de correr até seu quarto e se armar da cabeça aos pés. Facas, armas de fogo, shurikens.

Caçadores sangrariam naquela noite.

Lucy voltaria.

Ou o mundo iria arder.


Notas Finais


Sem pedradas... Pls 😘


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