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História Siegrid - Águas Desconhecidas - Capítulo 17


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Capítulo 17 - Capítulo 17.


Fanfic / Fanfiction Siegrid - Águas Desconhecidas - Capítulo 17 - Capítulo 17.

~ Kasar ~

Eu estava fora de mim, isso não havia qualquer dúvida. Havia bebido, e o fumo que o cinzento me dera devia ser muito mais forte que qualquer fumo que eu já havia tentando. Cheirava forte e desagradável, e me deu uma certa dificuldade de pensar, para piorar meus olhos estavam ardidos.

Agora ela caminhava na minha direção, eu diria destemida, mas tive a impressão de vê-la tropeçar. Estava toda de mãos dadas com aquela mulher de Malta segundos antes. Meu coração começava a se perguntar seria mais uma de suas traições. Se é que eu poderia chamar assim.

Não havia feito minha proposta, nunca nos intitulamos enamoradas. Foda-se. Nos amávamos, nos entregamos! Sofri por ela e o que ela fez?

Seu rosto rosado parou a minha frente e encarou meu fumo. Ergui o ultimo trago aos lábios e o puxei para dentro, deixando a fumaça preencher meu corpo enquanto fixava os olhos nos dela. Ela estava perto o suficiente para que a fumaça atingisse seu rosto quando eu expirei.

Ela abriu sua boca atrevida, ela ia me falar alguma coisa. Eu joguei o resto do fumo no chão e pisei em cima para não causar incêndios.

Apesar de que nós duas já pegávamos fogo.

Puxei sua mão miúda para dentro da floresta, nos perdendo de vista. Encostei seu corpo contra uma árvore de grosso porte e beijei sua boca morna com gosto de álcool.

De início seus braços demoram a me acolher, mas logo sua boca se entregou a minha. Suas mãos correram pelos fechos das minhas vestes, tirando as peças das camadas externas.

Minha cabeça latejava.

Ela te traiu.

Você a ama.

Ela estava com ele.

Agora está com você.

Sua boca lambeu meu pescoço e sugou minha pele, um gemido escapou de meus lábios.

Foda-se que ela me traiu. Eu a amo.

Desabotoei todos os fechos de sua roupa, com saudade daquele corpo que eu tanto admirava. Seus seios pequenos, mas que cabiam tão perfeitamente nas minhas mãos, como se fossem feitos para mim. Agarrei seus seios com a boca de modo sutil e terno, apesar da avidez que eu sentia para tocar seu corpo.

Da sua boca saíram gemidos, gemidos desavergonhados e melódicos que eu pretendia guardar para sempre dentro de mim.

Quanto mais minha língua tocava seu corpo, mais seus gemidos ficavam foram de controle e eu não pude esperar mais um minuto sequer. Dei beijos em sua barriga até me ajoelhar completamente, me livrando de pressa do resto de suas roupas, finalmente encostei a língua naquele ponto tão íntimo, tão nosso.

Seu gosto adocicado preencheu minha boca, e como se isso libertasse uma besta dentro de mim, a suguei e tomei para mim, agarrei sua bunda com as duas mãos. Sigi puxou meus cabelos e passou uma de suas pernas pelos meus ombros.

Seus gemidos eram altos e ardentes, quase gritos sussurrados vindo do fundo de sua alma, dos cantos mais obscuros do seu desejo.

Deslizei um dedo para dentro dela e então dois. Minha cabeça tentou sabotar a situação, tentou pensar no que ela fez, mas cada grito seu dissipava dentro de mim qualquer sentimento ruim.

Atingi uma velocidade saborosa, até que seu corpo estremeceu sobre mim, deixando-a mole e sem ar.  Levantei e encarei aquele rosto avermelhado. Seus lábios estavam inchados e suas bochechas coradas. Os olhos estavam bêbados, mas não de bebida, de mim.

Acariciei seu rosto com um sorriso.

- Eu quero você – Ela sussurrou, e então me empurrou. Demorei a entender seu pedido e então me sentei sobre suas roupas. Ela se ajoelhou na minha frente e começou a me despir, peça por peça, até que não sobrasse nada. Sem rodeios ela desceu para o meio de minhas pernas e fez o mesmo comigo. No minuto que sua língua morna encostou em mim, eu senti meu corpo inteiro relaxar e gritar por ela.

Deitei o resto do corpo sobre as vestes, enquanto ela chupava-me com volúpia. Agarrei seus cabelos, mordi o lábio para não gemer alto, mas era inevitável, aquela boca atrevida fazia o que fosse para me tirar do sério.

Ela me olhou enquanto passava a língua em mim, seus olhos de menina agora eram olhos diabólicos de mulher. Revirei os olhos, não suportaria encara-la por um minuto sequer.

Não daquele jeito.

Até que o prazer máximo me acolheu, paralisou meu corpo e me tomou para o lugar mais vazio de minha mente, onde só conseguia sentir sua língua e meu corpo.

Ela engatinhou por cima de mim e deitou sobre mim com um sorriso bobo nos lábios. O olhar diabólico havia dissipado, beijei sua boca vermelha suavemente e acolhi em meu peito.

- Eu te amo, Sigi...

- Também te amo, Kasar.



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