História Siga Em Frente Revisando - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Original Gay
Visualizações 47
Palavras 1.296
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Slash
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura

Capítulo 1 - Dia De Sol


Mais um dia acordo, mais um dia levantei. Onde eu conquistei força para isso? Eu não sei. Não vou para a escola a um mês; por quê? Enquanto eu voltava para casa, alguém me pegou despercebido e colocou na minhas costas uma arma. Me lembro de ter me sentido perdido; me levou até um beco, não vi seu rosto, mas ele me posicionou de quatro e eu senti. A pior emoção existente, aquele dia marcou minha vida. Depois que ele terminou me jogou no chão, eu estava fraco cansado , me sentia sujo e então ele riu, um risada de desprezo e sensação se vitoria; logo de um tempo ele parou e ouvi sons de passos se afastando, ele havia ido embora. Dês daquele dia eu não vou a escola, como teria coragem? Contudo, você deve se pergunta, por que você não vai com seus pais? Bem, morro sozinha dês que meus pais morrerem em um acidente de marítimo, eu tinha 13 anos, fui mandado para casa do meu tio que odiava crianças, que convenientes, toda vez que eu fazia algo errada ele me batia; não importava com o que qualquer coisa que tivesse em mãos seria perfeito a ele; uma panela no fogo, jornal, uma vassoura, foi o pior ano da minha vida. Quando completei 14 ele me 'deu' um dos seus apartamentos alugados e me da uma mesada mensalmente. Lembro dele dizendo que ele só fazia por mera obrigação, entretanto um dia que eu fiquei acordado ate tarde, ouvi ele falando no telefone com outra pessoa; a pessoa deveria ter perguntado por que ele cuida de mim, se isso era cuida, ele disse que era porquê quando olha para mim ele ve a irmã dele. 
      O despertador começou a tocar de novo, será que devo ir hoje? Meu tio disse que se eu não volta-se para escola teria que encontrar um emprego. Troco de roupa e desço as escadas, pego as chaves, vou até a porta. Minha mão para na maçaneta. Se eu sair? Se eu encontrar ele novamente? Se ele estiver me esperando do outro lado? Só uma maneira de saber. Abro de olhos fechados com o medo do lado de fora. lentamente vou dando espaço para visão, nada, apenas pessoas ocupadas com a própria vida.
         Deveria levar uma faca? Esse pensamento passa na minha mente. Não só alguém doido andaria com uma arma por ai, ou um estuprador.

-Ah - suspiro com meus pensamentos. - E agora ou nunca.

Now our never, essa música passa pela minha cabeça. Começo a caminhar pelas ruas, fico olhando atentamente para todos os lado; a quanto tempo eu não saio de casa? Parece tudo tal diferente; é como fosse outro mundo do lado de fora. 
         Paro no ponto de ônibus. Vejo duas idosas conversando, ambas sorriam, parecem até que se conhecem a anos; mas provavelmente uma deve ter perguntado as horas para outra e acabaram nessa conversa emocionante delas. Eu acho que não importa o que aconteça daqui pra frente, eu nunca vou conseguir ter uma conversa com um estranho. Meu ônibus finalmente chegou, sento no banco da janela e assin o ônibus começa a andar. Do lado de fora vejo a imagem se torna rápida e abstrata, o único que permanece intacto e o sol, não importa o que aconteça, faça chuva ele estará lá; escondido, porém permanecerá. Talvez devêssemos ser como o sol, não importa o que aconteça sempre estaremos de pé, mesmo que a lua, ou uma pessoa, queira nos afasta; nós voltaremos como se nada tivesse acontecido. Chegamos ao temido local, respiro fundo saindo do ônibus, caminho para dentro, todos começão a me olhar como se eu estivesse morto e tivesse me tornado um fantasma; talvez eu fosse, um fantasma prendido na escuridão de medo e angústia de viver pensando no risco que pode acontecer. 
      Vou para minha sala, todos laçam olhares para mim e cochicham sobre alguma coisa, como sempre, começo me sentir desconfortável; não me sinto bem com um bando de pessoas falando e olhando para mim. Uma garota se aproxima de mim, não olho para ela esperando que ela entenda que eu não quero conversa:

-Oi - ela inicia o diálogo. Sério que ela não compreendeu?

-Oi - dou um suspiro de bravo e a fuzilo com os olhos.

-Ah am... Eu - se perde entre murmuros confusos.

-Desembucha - peço por fim.

-E que hoje tem passeio então você vai ter que ficar sozinho na escola desculpa não queria te incomodar tchau - ela diz sem para e com um certo medo na voz.

-Oh - pronuncio sozinho.

    Bem, vai ser como ficar em casa, só que na escola. Todos os alunos estão sorrindo e rindo sobre algo, todos parecem felizes, cada um com uma família e amigos; sorrir? A quanto tempo eu não faço isso, provavelmente dês dos meus pais, desde então a única coisa que eu fazia era sorrisos falsos e dizer "tudo bem" ou "eu já superei ". Superei? Como eu posso superar a morte das pessoas que eu mais amava. É impossível, a única coisa que você pode fazer e aceitar que nunca mais verá eles sorrirem, chorarem, rirem e com o tempo adaptar-se a não ter mais as convivência deles ao seu lado. Apenas aceite. Parece que os cochichos pararam, o professor chamou todos e só sobraram eu. Me lançou um olhar de pena pra mim, não entendo muito bem porquê, eu apenas iria ficar sozinho refletindo sobre porquê estamos vivos.  
          Depois que todos se foram, eu me vi sozinho em uma de sala bege, junto a losa manchada por canetas usadas e mal usadas e carteiras rabiscadas com desenhos grotescos até mesmo bem feitos e praticados. O único som que pairava pelo ar era dos ventiladores rangendo. Nada, absolutamente nada, para me distrair. Pelo menos não podem dizer que eu faltei. Me levantei, já não haveria aula não precisava ficar na sala, eu posso ficar no clube se jardinagem (é onde tem um grande campo com árvores, flores e uma parte tem vários espaços para plantações). Fui para a parte do campo, a qual as pessoas normalmente não vinham, pelo que eu me lembre. Me encosto em uma árvore, olho para cima, uma nuvem bloqueia o sol; mesmo assim sol permanece, no entanto invisível. Começo a me sentir confortável. 
        Ao longe vejo dois esquilos , um correndo atras do outro, o outro está com uma noz. Em um salto o esquilo que corria atras do outro cai em cima do colega, os dois começam a puxar a noz um para cada lado. A noz se quebra. Cada esquilo ficou com uma metade, rapidamente os dois se encaram depois se aproximam e começam a comer a noz. Logo um esquilo começa a correr para uma árvore e o outro vai junto e ambos somem na paisagem. Morrer para um bem maiorbem a noz não esta viva, contudo ela fez uma briga parar se quebrando, no fim é como morrer para salvar uma vida. Poético eu diria:

-Pensei que ninguém viesse aqui - no primeiro segundo me assustei por não o te-lo percebido. - Nunca te vi aqui é novo? - o ignoro esperando que se vá. - Cara oi? - ele tenta novamente. - Você esta me ignorando?

      Permanece quieto e olhando para o horizonte. Quando, de repente sinto um braço passar por cima dos meus ombros. Me assusto com o ato e me afasto instantaneamente, olho para o garoto de cabelo brancos incrédulo , entretanto ele contínua com um sorriso sarcástico no rosto. Ele coloca os braços atras da cabeça e fala sorrindo:

-Você tem seu jogo e eu tenho o meu - disse sorrindo.

-Hrg idiota -Bufo, mas a única resposta em troca dele é um risada alegre e sincera.


Notas Finais


Espero que tenham gostado


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