História Sigh Of Death - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 2.102
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi oi, eu acabei apagando o capítulo sem querer me desculpem. Aqui vai o capítulo, eu demoro para escrever, mas estou começando a escrever o próximo. Me falem o que andam achando dessa história? Algo para acrescentar, tirar, tudo é válido.

Capítulo 4 - Tinha tudo para dar errado


Todos as equipes do já haviam chegado, todos no sub solo no Centro da cidade. As instruções sendo terminadas de serem passadas e um mapa da cidade com as localizações de suas bases, para alguns era como uma questão de vida ou morte o que estava acontecendo ali. No fim do dia,  talvez realmente se transformasse em uma. Cada equipe tinha si eu próprio portão de saída, se um mesmo portão fosse usado por duas equipes teria uma diferença de cinco minutos entre ambas. O foco total nos rosto dos jovens, haviam poucos com 15 ou 16 anos, em sua maioria preferia esperar as crianças realmente amadurecerem. Em uma tentativa de evitar tantas decepções.  Na opinião de muito isso era completamente falho, independente da idade “decepções” aconteceriam.

O alarme soou deixando todos em volta alertas, as equipes se posicionaram em seus devidos portões. Todos focados em apenas uma coisa, achar a base em menos tempo possível. Precisavam se instalar e pegar os suprimentos. Armas naquele momento eram cruciais. Assim que a porta de metal se abriu entraram nos elevadores, em poucos segundos estavam sobre a superfície. De longe era possível ver alguns correndo para suas bases. Tinham menos de 10 minutos para achar e se instalar.

Thomas olhava o mapa projetado em seu braço com atenção, a drenalina correndo sobre sua sangue. Ele não podia parar não naquele momento. Pareciam que quanto mais corriam mais longe ficavam do objetivo. Estavam começando a ficar irritados, estavam andando em círculo e mais círculos.

— Chega! Thomas já passamos por aqui umas 10 vezes, você está vendo o mapa errado. — Maya disse irritada, parando de andar e olhando em volta. — Me entregue o mapa!

— O mapa está indicando que é aqui! Vai ver exatamente a mesma coisa que eu! — Falou se virando para a garota.

Aquilo provavelmente iria render uma longa discussão, ninguém ali queria isso. Apenas iriam perder mais e mais tempo e era algo que eles não tinham. Todos ali queriam evitar esse belo acontecimento, precisavam se manter Unidos, iram passar um longo tempo juntos, precisavam de uma relação no mínimo amigável.

Nicolas olhou em volta aproveitando a distração dos integrantes de sua equipe para poder olhar o local, na mente do garoto era óbvio. A base se encontrava ali, mas não exatamente ali. Parecia que os mais velhos faziam tudo ficar mais complicado, Nicolas não sabia definir se era nervosismo ou medo. Já estava, a quase 20 minutos procurando a base e nada dela aparecer. O tempo de paz dentro daquela doma não duraria tanto. Deveria estar perto de acabar. Soltou um suspiro fraco e olhou para todo o local, era uma espelunca, para que corredores tão longos? Seus moradores faziam exercício andando tudo aquilo? Não tinha lógica. O silencio reinava pôr aquele local, pelo menos até um alarme soar. O garoto sentiu sua respiração pesar e o ambiente ficar cada vez mais pesado. Aquilo não deveria estar acontecendo. Ficou parado por alguns segundos apenas esperando um sinal que precisava correr, era apenas isso que precisava.

Sentiu algo correndo por trás de si e se virou de forma rápida, não vendo nada além de escuridão. Em poucos segundos a luz parecia ter diminuído de forma drástica, uma névoa parecia se formar a cada segundo. Estava atento á tudo em sua volta. Qualquer coisa ele correria para o mais longe possível.

Um grito saiu por seus lábios assim que sentiu alguém encostar em seu ombro. Iria correr e gritar ainda mais se a pessoa não tivesse o segurado e rapado sua boca.

— Nicolas pare de ser idiota! Nunca mais saía por aí sozinho. — Maya disse virando o garoto para si. Fazendo-o a encarar, para não ter outro ataque. — Estamos sem base e sem armas! Se fosse atacado iria ser um á menos, menos chances ganharmos. Nunca mais faça isso.

O garoto apenas concordou com  a cabeça e olhou para trás de Maya podendo ver o restante de sua equipe. Katherine apenas retirou os olhos e seguiu em frente, não tinham tempo para isso. O restabte apenas seguia a garota, acompanhando cada passo dela. Pelo menos ela aparentava saber o que estava fazendo. Mesmo parecendo quase impossível ela mostrava confiança. Eles nem sabia mais se estavam subindo ou descendo, não parecia ter um fim, era apenas um corredor enorme que subia, descia e virava.

— Chega! Me passe uma lanterna. Não estamos enxergando nada e parece que estamos andando em círculo. — Thomas disse irritado esticando a mão na direção de Katherine. Olhava para a garota com a mão esticada apenas esperando que ela entregasse-lhe o objeto.

Ligou o aparelho dando voltar apenas em uma tentativa de enxergar melhor, mas havia névoa em volta. Apenas se via o Branco da névoa espessa. Tudo aquilo estava começando a ficar cansativo, andar em círculos sem nem sequer ter para onde ir ou noção de onde está. Viram um vulto passando próxima a parede, se juntaram em um pequeno bolinho um de costas para o outro. Era a melhor forma de ter visão. Um barulho baixo de algo se arrastando era possível de ser ouvido. Nicolas tentava ficar cada vez mais próximo dos mais velhos. Viu uma sombra indo em sua direção e se jogou para o lado empurrando o restante da equipe. Quando olhou para a direção onde a criatura havia pulado pode ver uma cauda de cobra rastejando para o meio da névoa.

— Gorgonas... — disse baixo para si mesmo e olhou em volta. — É uma gorgona... por isso da névoa. Ela não vai nos pedrificar pela névoa, apenas se olharmos diretamente para os olho dela. Por ser um nível J não contém veneno. Achem um cano, ou qualquer coisa para bater nela. — Ele olhava para todos preocupado. Não era difícil lidar com a gorgona, apenas o medo de "morrer" logo no primeiro momento.

Começaram a tatear o chão, tinha que ter algo. Durante o caminho todo estavam chutando canos, cabos, pedaços de vidro. No momento que precisavam simplesmente não tinha nada.

— Espalhem as lanternas pelo chão. Assim vamos ver pelo menos a sombra dela. — Thomas disse começando a revirar sua mochila.

Todos deveriam ter no mínimo uma lanterna. Cada um pegou a sua e largou em um canto do corredor, podiam ouvir a gorgona rastejando pelo local, se mantinham perto um do outro. Podiam ver a sombra da mulher, ela se encontrava próxima a parede e em alguns momentos sumia, esperavam apenas o momento que ela iria para cima para terem um modo de atacar. A gorgona pulou na direção de Maya enquanto ela se encontrava de costas. Derrubando a garota no chão, se virou de frente para o monstro com os olhos fechados. Tentava manter afastadas as garras e a cabeça da mulher de si.

Katherine tateava o chão buscando algo para bater no monstro. Batia e arrastava a mão pelo chão de forma desesperada, conseguiu encontrar um fio de aço e um pedaço de cano quebrado. Segurou o cano com todo o cuidado para não acabar se cortando. Ouviu gritos animalescos da mulher e se virou de forma rápida, encontrou Thomas segurando o rosto da mulhere e sendo picado pelas cobras da mulher. Isso enquanto Nicolas chutava e dava socos na direção da costela. Ela parecia irritada, soltava gritos agudos tentando acertar Thomas a todo o custo e no exato momento passou a calda pelas pernas do garoto o jogando para longe e em seguida empurrando Thomas.

O mais novo sentia uma dor forte em sua costela pelo impacto, resmungava baixo. Thomas se levantava com um pouco de dificuldade e Katherine apenas observava a cena assustada com tudo. Uma expressão seria tomou conta do rosto da ruiva. Segurou o fio com força em uma de suas mãos e correu na direção da gorgona. A mulher com aspectos de cobra se tocava em ir atrás de Nicolas, talvez vingança por a trazer seu almoço. O garoto se encontrava assustado no canto da parede, os olhos fechados com força. Era apenas um garoto, seria estranho se não sentisse medo.

Katherine pulou nas costas do animal e fincou o cabo nas costas dela, a mulher cobra se debatia tentando se livrar do cano e da garota. A cada segundo que passava ela demonstrava cada vez mais raiva. A ruiva agarrava a gorgona com toda a força que tinha, a impedindo de rastejar pelo chão da maneira que podia passou o fio de aço pelo pescoço dela, o puxava com cada vez mais força. Podia sentir a garganta rasgando aos poucos. Sabia que se a mulher se mexesse de forma mais brusca iria sair voando das costas dela.

Enquanto Katherine segurava a gorgona Thomas ajudava Nicolas e Maya se recuperava do susto, a respiração pesada. E os braços fracos, mas mesmo assim se levantou. Pegou a primeira pedra que viu e quebrou em cima da cabeça da gorgana força o pescoço dela contra o fio cortando quase que completamente. Aos poucos os movimentos iam parando até ela estar completamente imóvel no chão. Ambas as garotas se olharam e começaram rir.

— Mandou bem, para uma luta as cegas mandamos bem! — Maya disse sorrindo.

— Eu vocês dois vamos! A névoa está diminuindo. — A ruiva disse se virando para a direção dos dois, a expressão Feliz logo se tornou preocupada quando encontrou Thomas com Nicolas nos braços.

— Ela jogou ele na diagonal, bateu no canto e no chão. Precisamos a achar nossa base logo. — Ajeitou ele em seus braços e fez uma breve carícia sobre os cabelos negros dele. — Aguente só mais um pouco, logo a dor passa. — disse em uma tentativa de tranquilizar o mesmo.

Todos ali entendiam a preocupação, sentiam as dores física normalmente e as dores causadas pelo uniforme que usavam. Por preocupação olharam a saúde do mais novo. Precisavam saber se era muito urgente ou se era apenas a dor do impacto. Para o alívio de todos era apenas a dor do impacto.

Escutaram o barulho de paredes se movendo e ficaram em alerta, esperavam qualquer coisa naquele jogo. Viram uma entrada se formar no fundo do corredor o espanto de todos e a curiosidade era enorme. Aos poucos foram se aproximando. A porta estava fechada, mas se abriu assim que Katherine passou o painel sobre a mesma, em cima da porta estava escrito B-67 o número de equipe que haviam recebido. Um sorriso surgiu nos lábios deles que correram para dentro do local. A porta logo se fechou e as luzes acenderam. Havia tudo que precisavam. Thomas deixou Nicolas em um sofá e foi atrás de algum remédio para dor.

— Katherine e Maya vejam os arquivos e separem entre os da missão principal e das outras. Montem uma do que iremos fazer, precisamos saber por onde começar. — Thomas encarou as duas. Voltou para perto de Nicolas e lhe entregou o remédio dizendo para descansar logo depois.

A base era um sonho para qualquer um, equipamento, ala médica, computadores tudo que precisavam ali. Era simplesmente maravilhoso, tudo divido e organizado da melhor forma possível. Uma pequena cozinha no canto e os quartos no final do corredor. Levou Nicolas para o quarto e o deixou na cama, uma pomada para hematomas ao lado. Para o momento que ele acordasse.

Iriam passar o restante do dia ali, não iriam arriscar sair sem estratégia alguma. Maya olhava cada arquivo com atenção, todo cuidado era pouco. A importância daqueles arquivos era enorme. Katherine e Thomas resolveram treinar. Ver como era realmente usar uma arma do governo. Pelo menos haviam pensando em colocar uma zona de treino dentro da base. Queriam pelo menos estar em um nível aceitável. Não queriam morrer logo no primeiro ataque. Estavam ali para lutar e seria isso que iriam fazer.

Em poucas horas Nicolas acordou, não falou com ninguém apenas foi até a cozinha e pegou algo para comer. Resolveram deixar o garoto quieto por um tempo, talvez ele precise de tempo para absorver tudo que estava acontecendo. Um suspiro saiu dos lábios de Maya, haviam notícias boas e ruins, aquilo estava ficando mais complicado do que imaginavam. Os arquivos tinha partes que não conseguiriam acessar, obviamente sabia que tudo ali estava filtrado, apenas iriam saber o que precisavam para aquela missão.

— Vamos até a biblioteca. É o único lugar que eles não filtram e liberam aos poucos. Provavelmente vamos receber a informação de ultimato apenas nos últimos dias. Deve ter algo na biblioteca. — Nicolas se levantou e foi até Maya — Eu vou ver se consigo te ajudar com algo.



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