História Signal - Capítulo 6


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Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jihyo, Jungyeon, Mina, Momo, Nayeon, Sana, Tzuyu
Tags Chaegyeon, Chaeyeon, Chaeyu, Dubchaeng, Michaeng, Mochaeng, Sachaeng, Satzu, Son Chaeyoung, Twice
Visualizações 111
Palavras 2.132
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Comédia, FemmeSlash, Ficção Adolescente, LGBT, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HEY GENTE! COMO ESTÃO?
MAIS UM CAP PRA VCS
BEIJOS

Capítulo 6 - Chapter Five: Invisibility


Fanfic / Fanfiction Signal - Capítulo 6 - Chapter Five: Invisibility

De madrugada, Mina e Somi chegaram da festa que haviam ido. Entraram no quarto e ligaram a luz sem se importar que eu estivesse dormindo.

– Chae, por você... Sumiu... — Mina foi interrompendo sua fala me ver com Momo deitada, dormindo abraçadinhas. Na verdade, ela estava, pois eu podia ouvir o que diziam.

– Elas transaram? — Somi perguntou. — Sério isso?

– Não, olhe, ainda nem tiraram os sapatos. Estão apenas dormindo. Mas o que quero saber é por que... Juntas?

– É, estranho. Até por que ela e Momo nem se falavam tanto...

– Deixe isso pra lá. Deviam se encontrar as escondidas por medo de serem pegas, mas olhe aí... Foram pegas, por nós. Amanhã vamos perguntar sobre isso.

Vou responder um interrogatório? Não deveria, mas percebi que minhas novas amigas - principalmente a Myoui - se importam muito com aquilo que eu faço. Não que seja ruim, mas acho que eu não deveria dar satisfações só por que dormi com alguém hoje.

Pensar nisso me deixou um pouco desconfortável, então tentei voltar a dormir assim que desligaram a luz.

[...]

Quando acordei, Momo já havia ido embora e eu estava debaixo do edredom, que na noite passada nós deitamos por cima mesmo.

Olhei pras outras duas camas e apenas Somi ainda estava dormindo. Mina saiu do banheiro já de uniforme e me flagrou a olhando.

– Bom dia, Chaeyoung.

– Bom dia, Mina. — Levantei e me espreguicei.

Antes que me fizesse perguntas sobre a noite de ontem, fui para o banheiro com a minha toalha e uniforme, direto tomar banho. Não demorei muito, pois os minutos estavam passando voando. Me vesti e saí para o quarto logo pegando minha mochila.

– Com pressa? — Somi me pergunta. — Nem tomamos café ainda...

– É verdade. — Largo a mochila na cama. — Acho que eu ainda estou meia perdida, que coisa.

– Pra isso que estamos aqui, te ajudar.

– Chega de enrolar e vamos direto ao ponto: Chaeyoung, por que Momo estava dormindo com você na sua cama ontem? — Mina perguntou com o cenho franzido. Não que eu tenha sentido com medo, mas engoli seco com a pergunta. A verdade - inteira - eu não posso dizer.

– Não gostamos muito daquela idéia de pular o muro então como vocês estavam na frente, decidimos voltar pra cá... E pegamos aqueles livros para ler, só que ficamos cansadas e dormimos aqui mesmo e só! — Respondi meio brava. Gostaria que as duas percebessem que eu não gosto nenhum pouco de responder interrogatórios que não sejam feitos pelos meus pais.

– Momo sempre santinha, que merda... — Somi revira os olhos, mas em seguida sorri pra mim. — Mas se você diz que só rolou isso, é por que só rolou isso. Certo, Myoui?

– Vamos tomar café.

Foi a última coisa que Mina disse antes de sair do quarto. Eu realmente não quero que ela pense que sou algum tipo de propriedade própria ou algo assim, até por que não esqueci da minha promessa de não deixa-la sozinha.

Sou um ser humano livre, no momento e estou vivendo em outro planeta, bem longe do meu, com garotas lindas e meio possessivas.

No refeitório, eu e Momo trocávamos olhares tímidos e não comentamos sobre a noite passada perto das outras meninas, e quando perguntavam por que sumimos, dissemos que ficamos no quarto lendo. Não sei se colou, mas é isso.

Percebi que Sana está inquieta ao meu lado, batendo freneticamente a unha na mesa, tanto que mal tocou no café, e enalteço: se ela não comer aquele cupcake de mirtilo nos próximos três minutos eu o devoro! Que delícia de bolinho, parece híper saboroso.

– O que você tem? — Tzuyu perguntou á ela.

– Não sei, quero aprontar alguma, só isso! — Riu de forma maquiavélica, mas também fofa, coisa que a Sana é de sobra.

– Sana, Sana, olha lá hein... — Jihyo disse. — Não vai fazer algo sério e que vá se arrepender depois e nem parar na detenção.

– Pode deixar! Chae, você me ajuda?

– E-Eu?

Bom, o bolinho ficou para trás, mas vou comê-lo, preciso! Mas agora não, pois Sana me puxou até o elevador e fomos para o corredor das salas de aula, onde haviam uns dois coordenadores parados - ambos com as antenas na cabeça.

– Está vendo aquela velha feia? — Sussurra e me seguro para não rir. Realmente é uma 'tia' muito estranha, uma alien mega feia comparada á aquela mulher que nos recebeu, a maldita do comercial.

– Sim, o que tem ela?

– Sempre que quero pregar peças, e não na Tzuyu, faço com ela por que sempre dá certo e acredite, morro de tanto gargalhar! Exceto quando ela corre atrás de mim...

– Uma perguntinha: que tipo de peças você prega na Tzuyu?

– Você não vai querer saber, pequena Chae. — Ri maliciosa. Desviei o olhar e fiquei me perguntando o que acontecia antes de eu aparecer e desfocar todos essas meninas - sem querer.

– Mudando de assunto, qual minha parte na pegadinha?

– Nada, só quero que observe! E veja como o poder da invisibilidade é o melhor de todos! — Sorri. Tudo bem que eu acho o da velocidade, por enquanto, o melhor. Mas ok.

Sana desapareceu diante dos meus olhos e só notei sua presença quando assoprou minha franjinha, bagunçando-a. Abafei uma risadinha e pude sentir quando se afastou.

Assustei-me quando a porta da sala ao lado da velha feia bateu com toda força. Sabia que era a Sana. A mulher deu um pulo e levou a mão até o peito murmurando um palavrão bem feio. Em seguida, ela mesma começou a se enforcar e sufocar. Não sabia se ajudava ou gargalhava.

A segunda opção ganhou. Só parei de dar risada quando a mesma ficou roxa e seu rosto estava oscilando do humano para o alien o tempo inteiro. Não era azul como Goblin e sim rosa e também possuía olhos pretos, grandes e redondos.

Cheguei a pensar que Sana estivesse a matando, só que a velha despencou no chão, voltando sua 'forma humana' novamente, que foi quando a garota invisível apareceu. A mulher imediatamente levantou e tirou um garfo não sei da onde!

– MELHOR VOCÊ CORRER, CARA DE RATO! — Gritou.

Imediatamente, Sana veio correndo e ela estava gargalhando. Quando passou por mim gesticulou que eu fosse atrás e não perdi tempo. A mulher estava furiosa e queria nos atacar com o garfo, que por sinal está bem afiado.

Era incrível como a garota ao meu lado estava achando a situação hilária. Pois, ao meu ver, estamos prestes a nos meter numa encrenca enorme.

Sana me puxou pra dentro de uma sala onde estava tudo escuro e fechou a porta, trancando-a. Haviam vassouras, esfregões e produtos de limpeza, o que me fez perceber que é o armário do zelador.

– Espera um momento... — E sumiu mais uma vez, destrancando a porta e abrindo uma frestinha. Me encolhi no canto para a iluminação não me alcançar. Ouvi os resmungos da alien do lado de fora e a mesma foi embora, talvez voltando á sua posição. — Ufa, ela se foi! — Aparece novamente.

– Ah, perfeito, podemos sair, acho que o caminho está livre.

Eu ia pegar a maçaneta e girar, todavía Sana me pegou e me prendeu sobre a porta. Ficamos muito próximas, podia sentir sua respiração misturando-se com a minha, me deixando com as bochechas coradas.

– Não vai Chae... Fica comigo aqui, só um pouquinho. — Sussurra e sinto seus lábios no canto dos meus.

– M-Mas o s-sinal vai bater para a aula.

– Quando podemos ter um tempinho a duas? — Um biquinho surge em sua boca. — Todas parecem ter mais chance que eu, com você.

– S-Sana, preciso ir...

Abri a porta assim que o sinal bateu e corri para o elevador. Tinha que voltar ao dormitório, pegar minha mochila e ir pra classe. Fiz tudo isso bem rápido e corri para minha sala.

Me sentei num lugar aleatório e coloquei o material sobre a mesa, ainda sem deixar de pensar sobre o que aconteceu comigo e Sana naquele armário. Ela ia me beijar? Talvez...

– Ei, tem alguém aí dentro? Signal chamando Chaeyoung! — Despertei dos meus pensamentos com uma Dahyun sacudindo as mãos na minha frente e um sorriso brilhante.

– Oh, desculpe Dadah, eu estava meio distante. Disse algo?

– Na verdade, sim. Perguntei se podemos ir tomar alguma coisa qualquer dia... Fora da escola, em um fim de semana. Que tal?

– Claro, vai ser muito legal! — Sorrio. — E pode deixar por minha conta!

– Combinado. Olha, eu não quero ser intrometida mas, por que sumiu depois do café da manhã?

– É que... Sana queria fazer uma pegadinha com a tia do corredor e me chamou para assistir, só que eu acho que deu merda, pois ela tinha um garfo e veio correndo atrás de nós! E só nos salvamos depois de entrar no armário do zelador. Ficamos lá até a área ficar limpa, e aí o sinal tocou... E só.

– Minatozaki Sana e seus malditos truques. Cuidado com ela, Chae! Aquela japonesa não tem limites.

Outra japonesa! Acabei de perceber que além de lindas são perigosas e meio obcessivas. Sana e Mina são um tanto quanto intensas, mas Momo é doce como aquele cupcake de mirtilo que eu nem comi ainda.

– Fica tranquila, sei com quem estou lidando, ela é apenas uma criança em pele de adolescente...

– Se você acha isso, tudo bem. Pelo menos o nosso futuro encontro está marcado! — Dahyun se inclinou e deixou um beijo estalado na minha bochecha, para em seguida voltar á sua carteira. Olhei de soslaio para o lado e Tzuyu me olhava com uma expressão séria, como se estivesse planejando um plano de como me matar.

A aula começou quando a professora chegou e encheu a lousa de tarefas, estas que não demorei a começar. No meio do meu raciocínio, um papelzinho amarelo repousou na minha carteira e eu o peguei e ali havia escrito:

"Sou eu, Sana. Neste momento estou bem do seu lado..." Olhei para o lado e não vi ninguém, óbviamente, o que me fez dar um sorrisinho e mesmo assim procura-la com o olhar, sem sucesso. "...Gostaria de passar um tempo com você, agora. Vem no banheiro, estarei lá! Beijinhos."

– Professora, por acaso é permitido bilhetinhos na sala de aula? — Tzuyu disse de repente me fazendo virar e a encontrar me olhando e depois olhando para a professora.

– Nem vou responder, senhorita Chou! — A mais velha respondeu sem se virar.

Encarei a taiwanesa e ela deu um sorrisinho maquiavélico. Não entendi o por que dela ter feito isso... Estávamos bem. Arqueei uma sobrancelha e balbuciei um 'o que foi isso?', sendo ignorada.

Levantei a mão no intuito de chamar a atenção da professora para pedir permissão para sair, mas Wendy, a garota ao meu lado, disse que não precisamos pedir para sair, é só ir.

Dahyun disse que se a professora sentisse minha falta, diria que fui ao banheiro. Agradeci e corri para o banheiro.

– Sana? — Perguntei assim que passei pela porta. A japonesa surgiu na minha frente com um sorriso largo e eu segurei a expressão de assustada que ia fazer. Pois, ela surgiu do nada, melhor eu me acostumar com isso.

– Oi, meu neném. Sentiu saudades?

– Oh sim, claro! — Dou um sorriso tímido. Eu realmente não sei no que estou me metendo, pois acho que estou cabulando aula. Imagino a professora sentindo minha falta e Dahyun não conseguindo livrar minha pele.

– Vamos passear pela escola?

– Não acho uma boa, Sana. Eu preciso voltar para a sala...

– Tem certeza? — Faz um biquinho. Esse é o tipo de aegyo que me convence, mas de verdade, não quero me meter em outra encrenca depois do que houve com a tia.

– Sim, desculpe. Eu vim por que não quis te deixar esperando... Mas não com intuito de demorar.

– Certo.

A japonesa se aproximou de mim e me deu um selinho nos lábios, talvez esperando que eu iniciasse um beijo, só que mantive minha boca imóvel até Sana descolar nossos lábios e dar um sorrisinho. Sua mão alcançou meu ombro e me senti muito diferente.

– Você está invisível agora, também.

– Sério? — Girei meu corpo para o espelho e realmente não conseguia ver meu reflexo. Esquisitissímo. Pois ao mesmo tempo que me sinto visível, não me sinto, é um batalhão de emoções. — Que doido, Sana! Como fez isso?

– Eu meio que me conectei com você quando toquei seu ombro! E daí, reparti meu poder contigo, pela vontade. Só que vamos rápido, antes que a gente se desconecte.

Voltamos para a minha classe, comigo ainda invisível e só voltei a aparecer quando estava sentada no meu lugar novamente, dando um pequeno susto em Tzuyu e deixando Dahyun boquiaberta. O resto da sala nem ligou, devem imaginar ser meu poder.

– Você estava com a Sana? — A taiwanesa perguntou com o cenho franzido.

– Estava sim...

As duas garotas fecharam a cara.


Notas Finais


HEY GOSTARAM?
ESPERO QUE SIM
OBRIGADO POR LEREM #SACHAENG


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