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História Signos - Capítulo 4


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Capítulo 4 - Encontro


Enquanto saía como parte da tropa, os pais de Gustu o abençoam e pedem para que ele não faça nada que coloque sua vida em risco. Sua mãe, Kala o beija na testa e seu pai, Tron lhe da o colar que havia comprado no dia de seu nascimento. Gustu guarda o objeto para não perde-lo e se despede.

Gustu é um rapaz alto para a sua idade, magro, cabelos castanhos claro, um pouco encaracolados nas pontas e sua pele é um pouco clara.

Enquanto andava pelas ruas e adrentava na parte mais pobre do universo, via como a vida das pessoas piorou depois da chacina pelo sangue.  Começou a pensar em como a ganância do rei de Libra fez com que muitas pessoas morressem, e pensava principalmente na família da realeza de escorpião e em como Roy foi morto ainda recém nascido. Gustu criança uma outra realidade, onde Roy era seu amigo e juntos estudavam magia branca e negra.

A tropa chegou ao navio e lá foram dividos entre armas, Gustu era um ótimo arqueiro e conseguia acertar três alvos com uma única flecha.   Assim ele ficou no terceiro barco.

A viagem demorou quase quinze dias até chegarem no final do universo Signo e começo do universo Dahki. Lá foram instruídos a fazer a formação alfa 4, que significado matar sem piedade. Como ele era da família da realidade de Capricornio participava das mais sigilosas reuniões, e foi em uma destas reuniões que soube o motivo deste alarde todo, Roy está vivo. Ao saber disto, Gustu instantâneamente começou a criar um plano para que Roy não morresse pela segunda vez. Felizmente era inteligente o bastante para conspirar contra o reino sem que ninguém desconfiasse. E assim, toda a tropa prosseguiu para de dentro do universo Dahki.

Em Dahki, Nurth tentava alimentar Fênix com todos os tipos de comida que uma ave comum gostava, mas sem sucesso. Foi então que ele pegou um pedaço de carne crua e colou perto da ave, a ave observou o pedaço de carne e começou a soltar bafo quente de seu bico, cozinhando o pedaço de carne. Foi ai que Nurth percebeu que ela era especial, que não era coincidência alguma ele tê-la encontrado perto de magma. Então ele repetiu o gesto até que ela ficasse satisfeita.

A ave já havia era como um bicho de estimação para a família, mas para o escorpiano ela era mais do que isto, ele a treinava com palavras especiais para atacar com seu bafo quente:

- Focus, Fênix ! Gritava o garoto, mas a ave só olhava para o ponto marcado na pedra mas o garoto insistiu até que começasse a ouvir vozes em sua cabeça dizendo :

- Forus, pequeno vingador, Forus...

O garoto assustado não entendeu o que estava ouvindo mas algo lhe dizia que era para dizer Forus ao invés de Focus.

- Forus! Gritou o garoto, e então, para alegria dele a ave respondeu ao comando e soltou seu bafo quente na pedra. Aos poucos via que o bafo começava a ter resquícios de chamas e tratou de treina-la ainda mais.

Passado um mês desde que Fênix obedeceu ao comando, Nurth começou a ouvir as vozes novamente, mas desta vez elas não diziam coisa com coisa, na verdade, parecia que estavam gritando. Isto continuou por mais alguns dias até que ele contasse à seus pais:

- Mamãe, papai, estou ouvindo vozes na minha cabeça e elas não param.

- como assim, meu filho? Perguntou Dik.

- Não sei explicar, elas gritam mas não entendo-as. Disse o garoto

- Irei preparar um chá para que você durma, pode ser que melhore. Disse Khuky levantando-se e indo em direção ao jardim.

- Desde quando ouve estas vozes, Nurth? Perguntou Dik.

O garoto respondeu:

- Acho que fazem uns dois ou três dias. Na verdade, é a primeira vez que não entendo o que elas dizem.

- Como assim é a primeira vez ? Você já as ouviu antes ? Por que só nos disse isso agora ?

- Não disse nada porque não achei que fosse algo importante, talvez eu tenha achado que na verdade era como um sentido a mais ou instinto, não sei explicar.

- Ok, isto já está passando dos limites, preciso falar com sua mãe.

Dik se deu conta que Khuky ainda estava no jardim. Ela nunca demora para fazer o chá. Eis que uma flecha passa pela janela e acerta seu ombro.  Nurth se desespera pois seu pai cai desmaiado na hora.

- Acalme-se, pequeno escorpião, não matarei ninguém. Disse a voz desconhecida à Nurth.

- Quem está ai? O que você quer ?  Responde o garoto.

Então alguém salta pela mesma janela de onde a flecha veio e se mostra ao escorpiano. É Gustu.

- Me chamo Gustu e estou aqui para te salvar.

- Me salvar ? Você atirou uma flecha em meu pai!

- Já disse para se acalmar, ninguém morre com uma flecha encantada cravada no ombro.

- O que fez com minha mãe?

- Sua mãe? Oh... Ela é sua mãe. Bem, ela também está desmaiada.

- Irmão ? Cadê a mamãe? Uma voz surge do alto da escada e sem que ninguém pudesse reagir, Gustu atira uma flecha encantada em Pol.

- Ok, precisamos conversar, escorpiano.


Notas Finais


Dêem feedback sobre a história. Aceito críticas construtivas.


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