História Silence - 2Min - Capítulo 15


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Categorias Got7, SHINee
Personagens Jackson, Jonghyun Kim, KiBum "Key" Kim, Mark, Minho Choi, Taemin Lee
Tags 2min, Got7, Jackson, Jonghyun, Jongkey, Key, Kibum, Mark, Markson, Minho, Romance, Shinee, Taemin, Yaoi
Visualizações 68
Palavras 1.324
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Slash, Survival, Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bolsonaro me mate agora

Capítulo 15 - - 15 - Seu Diagnóstico


Capítulo 15

Seu diagnóstico 


 

 KiBum entrou no apartamento sem mesmo ser convidado.

 

_ Eu sei que ele está aqui, e você vai pagar caro por isso. - os dois policiais adentraram junto ao enfermeiro, e por um momento MinHo se viu confuso e perdido.

_ Mas…

_ Não é culpa dele - TaeMin apareceu saiu da cozinha enquanto ouvia o mais velho falar.

 

 O enfermeiro se assustou, era realmente o que ele estava vendo, e… ouvindo?

 

_ TaeMin! - correu até o mesmo, colocando as mãos em seu rosto, checando rapidamente se estava tudo bem. - Eu fiquei tão preocupado, a gente revirou toda aquele clinica atrás de ti, meu bem…

_ Eu estou bem, não foi nada de mais…

 

 KiBum sentiu seu olhos marejarem, não conseguia nem dizer sobre o outro conversar contigo. Apenas o abraçou, abraçou com força como se não quisesse nunca mais o perder daquela forma.

 

_ Desculpa, não era a minha intenção te preocupar.

_ Tudo bem vamos voltar para casa, lá a gente… conversa… melhor - ele assentiu.

 

 Os dois se viram para a saída, onde os dois policiais seguravam Minho, um de cada lado, enquanto o mesmo tentava se soltar.

 

_ Podem soltá-lo, foi apenas um engano - os dois fizeram, MinHo suspirou aliviado encarando os dois.

 

 TaeMin pegou sua mochila no sofá, e quando caminhavam para a saída ele parou em frente MinHo que o encarava solenemente.

 

_ Muito obrigado por tudo, espero que podemos nos ver qualquer dia - o abraçou reconfortante, sussurrando em seu ouvido.

_ Eu também espero… - se separaram e sentiu a mão do mais novo em seu rosto e o olhar em seus olhos antes de dizer:

_ Eu te amo - disse baixinho, apenas que pudessem ouvir.

_ Eu também… - acariciou os cabelos de sua nuca e sorriu. - Te amo.

_ Vamos TaeMin? - KiBum chamou cortando a atenção dois.

 

 Os dois saíram pela porta de seu apartamento sem dizer mais nenhuma palavra, KiBum sequer o olhou e ele não se incomodou, sabia que ele era orgulhoso e não daria agora que deixaria de ser.

 Depois de um tempo parado onde estava, processando o que havia acontecido logo tão cedo, ele se jogou no sofá, se perguntando se tudo não havia passado de um sonho. Mas não queria que tivesse sido afinal, Lee TaeMin havia dito que o amava e aquilo ficaria marcado em si para sempre.

 

 

_ TaeMin… - KiBum adentrou seu dormitório depois que haviam chegado e deixado o mais novo tomar banho e voltar suas coisas para o lugar de sempre.

 

 O mais novo encarou o enfermeiro se aproximar de sua cama, enquanto esfregava a toalha no cabelo molhado a fim de secá-lo.

 

_ Você já comeu hoje? - perguntou se sentando ao seu lado.

 

 TaeMin apenas assentiu.

 

_ Não… Fala comigo - reclamou brincando. - Me deixa ouvir sua voz.

_ Eu já comi hoje, não se preocupe - deixou a toalha de lado, sem perceber o olhar todo bobo do enfermeiro.

_ Sua voz parece tão diferente, tão mais bonita… 

 

 TaeMin se sentia meio desconfortável nessa situação, depois de toda aquela cena de mais cedo e pouco tempo depois ouvir um perdão diferente do KiBum mas conseguir enxergar o mesmo de sempre o deslocava.

 

_ Eu sei…

_ Que foi? Você parece incomodado - tombou a cabeça para o lado ainda o encarando.

_ Impressão sua, não é nada.

 

 Ele insistiu em falar, em saber o que aconteceu, dessa vez mudando um pouco o foco.

 

_ Por que você fugiu ontem TaeMin? Por que saiu de noite e foi procurar logo o MinHo?

 

 TaeMin sentiu um bolo de palavras subir em sua garganta, queria poder dizer tudo, tudo que estava preso dentro de si a anos, mas apenas disse:

 

_ Eu queria ver o MinHo…

_ Por que tanto apego nesse homem TaeMin? Você não vê que ele faz mal 'pra você, 'pra sua saúde? - quis saber.

 

 Ele ficou quieto, calado, encarando seus pés. KiBum se levantou mas permaneceu na mesma distância.

 

_ Ele quebra as regras do hospital, te levar daqui e ainda por cima te leva para a casa dele. Não só eu, como você também, sabemos muito bem as intenções desse homem, não é?

_ Não… - sussurrou. - Você não sabe?

_ Como é?

_ Você não sabe - disse alto o suficiente para o outro entender.

 

 E se levantou a sua altura.

 

_ Não sabe, e nem procura saber. Todos esses anos vivendo nessa clínica e você só sabe o que VOCÊ acha, não sabe quem eu sou de verdade só o que acha que sou por fora. - encarou o olhar assustado do enfermeiro, mas continuou: - Eu sei que era você quem afastava todo mundo de mim, não me deixava falar com ninguém porque achava que era o melhor pra mim, mesmo sabendo que eu queria continuar lá, e com o MinHo não foi diferente, azar o seu que ele não desiste fácil porque se não seria só mais um que você fez o favor de manter bem longe de mim. Eu acreditava quando você dizia que era para o meu bem, mas sempre foi mentira, e eu só consegui enxergar agora…

_ Taem…

_ Não fala nada, eu não quero ouvir mais nenhuma mentira vinda de você.

 

 

 Haviam se passado vários e vários dias após o último ocorrido, TaeMin chegou a conclusão que seu enfermeiro havia surtado de uma vez. KiBum passou a manter o mais novo apenas dentro do quarto, trancado e não saia nem nos horários obrigatórios para o jardim. Ele não via KiBum a dias e em todos períodos que alguém entrava em seu dormitório eram outros enfermeiros, pareciam ser estagiários pelo fato de nunca ter os visto pela clínica. Cada enfermeiro adentrava o quarto deixava o que precisava deixar no criado mudo e saia novamente trancando a porta, sem dizer nada, olhar para nada e manter a maior distância possível. 

 TaeMin começava a desconfiar do que acontecia do lado de fora do quarto, do que KiBum fazia e onde estava, e porque de tudo aquilo. Mas tudo o que ele conseguiu naquele momento foi ouvir a porta do quarto se abrindo, era manhã e mais uma vez um enfermeiro diferente levando remédios e seu café da manhã. 

 Era um homem alto e magro, cabelos castanhos e vestido de enfermeiro, foi tudo que TaeMin reparou de início. O mesmo que se mantinha no na ponta da cama enquanto observava o outro homem deixar a bandeja do criado.

 

_ TaeMin? - ele ouviu uma voz de seu lado o chamar, mas ignorou pensando seu algo de sua cabeça. - TaeMin? 

 

 O enfermeiro estalou os dedos e dessa vez chamando a atenção do outro, erguendo seus olhos de suas mãos e levando ao rosto bonito do enfermeiro.

 

_ O KiBum pediu para te entregar isso. - estendeu um livro em sua direção.

 

 Curioso, TaeMin recebeu. Leu o título e quis rir, " auto reflexão ", sério?

 

_ Pode devolver, eu não quero. - entregou novamente o livro.

_ Mas…

_ Diz para ele que se quiser me dizer ou entregar algo, que venha ele mesmo.

_ Tudo bem - deu de ombros recebendo o livro novamente e se virando para a porta.

_ Espera! - pediu, se levantando e paralisando o outro que voltou a se virar. - Por que ele está me mantendo preso aqui? Qual o motivo?

_ Ele quem?

_ O KiBum, o enfermeiro chefe? Qual a instrução ele dispõe a vocês - insistiu.

_ Acho que eu não posso dizer isso…

_ É diz respeito a mim, eu precisa saber.

 

 O enfermeiro pensou um segundo, tensionado mas logo disse:

 

_ Ele disse que você é esquizofrênico* e precisamos manter certa distância.

 

 TaeMin permaneceu quieto por um instante, tentando entender o que acabara de ouvir, apesar de sua mente está um completo branco.

 

_ É esse o seu diagnóstico.


Notas Finais


*Esquizofrenia: termo geral que designa um conjunto de psicoses endógenas cujos sintomas fundamentais apontam a existência de uma dissociação da ação e do pensamento, expressa em uma sintomatologia variada, como delírios persecutórios, alucinações, esp. auditivas, labilidade afetiva etc.

As vezes que esqueço que tenho responsabilidades, e por isso a demora :) espero que tenham gostado, ate mais 💕


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