1. Spirit Fanfics >
  2. Silent Scream >
  3. Cheiro de Ciúmes?

História Silent Scream - Capítulo 10


Escrita por:


Notas do Autor


Olaá meus anjinhos e anjinhas!!

Td bom???


OLHA SÓ QM APARECEU DPS DE MESES SEM POSTAR?!!!


Anjinhos, me perdoem, é q as aulas começaram em janeiro (tô odiando ser nono ano ;-;), viciei em um anime chinês (recomendo muiito, se chama Mo Dao Zu Shi * - *) e pra completar, meu celular deu piti do nada e agr algumas teclas n tão funcionando muito bem (tipo a de apagar, as letras p e L tbm)


Masss, prometo q esse ano vou me comprometer em postar todos os dias certinhos, pq:

Ganhei meuu tão esperado notebook ^^


E por causa desse surto de Corona Vírus, minha cidade (Campos do Jordão) resolveu suspender as aulas, mesmo q ainda n tenha nenhum caso confirmado..

Então, eu vou ficar em casa sem fazer porra nenhuma e vou aproveitar pra poder adiantar alguns capítulos e escrever fics novas kk


E esse é o novo "cronograma" das fics:


Primeiro e último sábado do mês: Última Chance

Todo domingo: Silent Scream

Toda sexta: Songs of Magic


Por enquanto é só isso mesmo......


ESPERO QUE GOSTEM DO CAPÍTULO!!!

AGNT SE VÊ NOS COMENTÁRIOS!!!!













Podem ler agr, eu deixo....









( Edit: gntt, perdão pelo Capítulo postado antes, eu tinha escrito ele pelo notebook e esqci de escrever as notas e n tinha colocado uns negócios lá. Apaguei ele e esse aq é o certo.)

Capítulo 10 - Cheiro de Ciúmes?


Fanfic / Fanfiction Silent Scream - Capítulo 10 - Cheiro de Ciúmes?



Albus e Scorpius não paravam de falar um segundo sequer e isso já estava começando a irritar Draco. Ok, ele sabia que Potter era um tagarela, mas seu filho? Merlin! Nem parecia que o loiro estava na mansão durante as férias de tão quieto que ficava quando o moreno não ia visita-lo!

Mas ele relevaria. Os dois eram adolescentes apaixonados e cheios de hormônios, oque ele poderia fazer?

- Tio Draco. – Chamou a atenção.

- Sim Albus? – Respondeu ao Ômega, mas sem tirar os olhos da estrada para o Largo Grimmauld.

- É errado eu querer que um Avada Kedavra atinja minha prima enquanto ela esteja andando pela rua? – Piscou os cílios inocentemente.

O Malfoy mais velho freou bruscamente o carro com a resposta do “afilhado”. Virou-se para trás meio pasmo.

- Albus! Isso é coisa que se fale? Ainda mais ela sendo sua prima! – O Ômega revirou os olhos infantilmente.

- Ora! Mas é verdade! – Retrucou – Rose fica toda hora falando sobre o “O Período das Trevas” e "A Ascensão do Lord das Trevas", como se ninguém nunca tivesse lido um livro de história na vida! – Cruzou os braços emburrado e Scorpius ao seu lado riu baixinho da birra do outro – E ela também fica toda hora querendo a atenção do ‘Scorp e ele sempre da ‘bola pra ela! – Olhou acusatoriamente para o Alfa mais novo. O Malfoy deu um sorriso provocante.

- Isso seria ciúme, Sr. Potter? – Sorriu mais ainda quando o Ômega ficou todo corado.

- M-mas...! É c-claro que n-não!! – Gaguejou virando o rosto para a janela, ignorando as risadas dos dois Malfoy.

 

Depois desse momento um pouco constrangedor para o Potter, o mesmo voltou a tagarelar sobre “mil e um motivos para odiar Rose Weasley”, mas os dois outros presentes no carro não ligaram muito. Já estavam perto da residência dos Potter mesmo.

 

 

[ • • • ]

 

 

Harry estava passando o aspirador de pó na sala quando viu a ruiva descer as escadas toda arrumada. Gina pegou a chave em cima da mesinha da sala e foi direto para a porta.

- Vou sair. Não me espere para hoje à noite.

- Como se eu quisesse esperar você... – Resmungou baixinho assim que a Alfa saiu.

Um tempinho depois ouviu o som do carro saindo da garagem e apenas o barulho do aspirador de pó sendo ouvido. Deu de ombros e continuou a passar o objeto pela casa.

Limpou a cozinha, sala, banheiros, quarto de hospedes, os quartos de Lilian e James, o seu, o de Gina e agora estava terminando de arrumar o quarto de Albus enquanto cantarolava uma musica que – se ele bem lembrava – Tom ficava cantando ela durante o curto período de gestação em que ficou com o Ômega.

- “Me diga então, diga então, como, fiquei assim...” – A letra da musica bem “pesada’ até, mas Harry gostava do ritmo calmo e baixo dela – “Se há um outro alguém, preso dentro de mim?” - Pegou uma porta retrato seu e de Albus que estava em cima da cômoda no quarto. Aquela foto em especial, tinha sido tirada por Scorpius e nela o moreno mais novo estava pendurado no pescoço do pai, esse que estava tentando equilibrar seu filhote os sorvetes de ambos nas mãos – " Estou perdido, bem perdido, no mundo, onde acordei..." Recolocou a foto em seu lugar e percebeu que já tinha terminado tudo por ali – " E só tive vejo rir.... Mas o porque eu não sei...."

 

Saiu de seu pequeno mundinho ao ouvir um som de carro estacionando em frente à casa. Espiou pela fresta da cortina e abriu um pequeno sorriso ao notar que era o carro de Draco. Viu também seu filhote e o amigo saírem apressados do carro – e com “seu filhote e o amigo”, ele quis dizer que Albus estava praticamente arrastando o sonserino para a casa.

Fechou a cortina ainda sorrindo e desceu correndo as escadas até o hall de entrada, chegando bem a tempo de ver seu filho abrir a porta meio afobado e vir correndo abraçar o pai fortemente. Já iria completar umas duas semanas que não se viam.

- Senti sua falta papai... – O Ômega mais novo enterrou o rosto no peito do pai e aspirou seu característico cheiro de flores silvestres e chocolate do mais velho.

- Também senti muito sua falta filhote. – Aspirou o cheirinho de chocolate e baunilha que se desprendia dos cabelos negros. Harry amava o cheiro natural de Albus, por que era uma mistura de seu cheiro com o de Tom – o aroma natural do Alfa era uma mistura muito boa, na opinião de Harry, de baunilha com café.

- Desculpa interromper o momento mãe e cria, mas eu não mereço um abraço também? – Draco perguntou brincalhão,

- Ora essa Dray! – Harry desgrudou-se de Albus – Você já um adulto! Não precisa ficar querendo abraços! – Riu.

- Chato... – O Alfa fez um biquinho, fingindo estar chateado, o que arrancou risadas dos mais novos. Seus pais pareciam mais crianças que eles às vezes.

- Bom... Pai, eu posso levar o Scorp pra conhecer a casa? – Perguntou meio ruborizado.

- Claro, mas juízo vocês dois hein. – Gargalhou junto com Draco quando os garotos ficaram extremamente vermelhos e o Ômega saiu arrastando o loiro murmurando algo como: “Acho que o papai está com alguns parafusos a menos...”.

Assim que os sonserino subiram, os dois adultos pararam de rir aos poucos e depois foram para a cozinhar conversar. Draco se se sentou à mesa e o Potter pegou o bule de chá e serviu aos dois.

- Eles crescem rápido, não? – Harry parou de bebericar seu chá e olhou para o outro.

- Sim... Parece que foi ontem que Albus era apenas um bebezinho recém-nascido que eu carregava pra lá e pra. – Sorriu.

- Você quis dizer que você não largava né? – Sorriu divertido vendo o Ômega corar – Vai dizer que não é verdade?! Harry, você não deixava ninguém, repito, NÍGUEM, segurar o Albus quando ele nasceu!

- Ok, talvez seja por que eu fosse um pouquinho ciumento com o Alby... – Murmurou envergonhado.

- Um pouquinho é?

Ficaram em silêncio por um tempinho, até Draco suspirar pesadamente se virar para Harry. O moreno estava distraído tomando seu chá quando o mais velho pigarreou.

- Harry... Se... Se você e... ele... Eram almas gêmeas, por que você ainda está com aquela vadia? – Se alterou levemente. Potter suspirou meio tremulo, sabia bem que o loiro não tinha ido ali apenas para trazer Scorpius.

- Olha Dray... – Depositou a xícara no pires – É mais complicado do que você pensa... Mas eu prometo que vou lhe contar tudo o que quiser saber, ok? Mas... No momento, eu prefiro que tanto você, quanto o Al, não saibam de nada...

O Malfoy olhou para o Ômega meio receoso, mas preferiu acreditar no mesmo – Se você diz...

 

Os dois voltaram a ficar num silêncio um pouco desconfortável, mas logo conseguiram arranjar algum assunto. Dessa vez, Draco estava questionando a escolha do nome de Albus.

- Ok, o Snape eu até entendo, você e ele acabaram descobrindo aqueles rolo lá, dele ser na verdade seu pai Ômega e tals, mas sério, o Dumbledore?? – Franziu o cenho.

- Bom, mesmo que aquele velho tenha ferrado com boa parte da minha, quase toda ela pra falar a verdade, ele ainda sim foi um grande bruxo... E também porque esse foi o único nome que combinaria com Severus. – Riu junto de Draco.

 E totalmente paralelo aos adultos, no andar de cima, Albus estava mostrando seu quarto para o amigo.

- Bom, eu sei que não é GIGANTE como o seu quarto, mas é o meu cantinho. – Deu uma risadinha. O Malfoy, por outro lado, estava completamente pasmo pelo fato de, mesmo que fosse consideravelmente menor que o seu aquele quarto tinha sensação aconchegante e confortável.

- Tudo bem, ele é bem legal pra falar a verdade. – Sorriu tímido. Os dois ficaram se encarando por alguns segundos, até o Potter desviar o olhar corado e pedir para o loiro se sentar na cama – Então... Onde a sua mãe e seus irmãos estão?

- O Jay e a Lily devem estar na casa da vovó agora, por causa da caça aos ovos e o almoço de Páscoa que eles sempre fazem, e eu acho que a mamãe também deve estar lá. – Colocou a mão no queixo pensativo.

- E você não foi por quê?

- Você sabe que eu não gosto de ambientes em que estejam com muitas pessoas aglomeradas e também, eu não quero ir por que aquela metida a sabe tudo irritante vai estar lá. – Cruzou os braços e fez um biquinho muito fofo com os lábios.

O sonserino riu da infantilidade do amigo e, distraidamente, acariciou as madeixas negras, não notando o rubor que se alastrou pela face do moreno. Albus somente aproveitou aquele carinho e se inclinou um pouco mais para Scorpius.

Sem que percebessem, ambos estavam deitados na cama, com o loiro ainda acariciando o cabelo do Ômega em cima de seu peito. Potter estava tão confortável ali que não queria mais levantar.

- E sua mãe? Ela não vai vir passar a páscoa com você e seu pai? – Cortou aquele silêncio confortável do quarto. Scorpius fez uma careta.

- Astória nunca se importou realmente comigo. – Disse com frieza – O casamento dos meus pais foi totalmente planejado pelo meu avô, Lucius Malfoy, então os dois nunca realmente se amaram. Tanto que o pai nem sequer a marcou como Ômega. – Continuou a acariciar o couro cabeludo do menor.

- Mas ela nunca tentou contato ou tentou a agir como uma mãe?

- Não. Ela até “cuidou” de mim quando eu tinha entre dois e três anos, mas somente porque eu ainda mamava no peito e não aceitava nenhum leite a não ser o dela. – Suspirou – Depois disso, ela me deixou com o meu pai, pediu o divórcio e se casou com algum outro Alfa rico da Itália.

- Nossa... Scorpius eu... Não tinha noção disso, eu sinto muito. – Levantou a cabeça do tórax do outro e olhou diretamente em seus olhos prata. O mais alto sorriu ternamente e plantou um pequeno beijo na testa do outro.

- Não se preocupe, eu não ligo mais. Astória também não passava de uma Ômega interesseira, só ligava para o dinheiro do pai. – Encostou a cabeça na cabeceira da cama e voltou a fazer o carinho na cabeça de Albus – Quando eu completei dez anos, o pai e ela foram chamados em Gringotts para saber sobre a minha herança perante a família Malfoy e tals. Chegando lá, descobrimos que meu avô tinha deixado toda herança em meu nome antes de falecer e que eu só dividiria essa quantia com quem eu desejasse. – Fechou os olhos – Estamos falando de muito dinheiro Al. Mesmo que o nome Malfoy tenha sido um pouco malvisto na época de Voldemort, o pai conseguiu juntar a herança que o vô deixou para mim e parte do dinheiro que ele ganha do St. Mungos. Então foi meio obvio que Astória tentou de todas as formas se aproximar de mim para poder obter parte da herança. Ela sempre me mandava, e manda, cartões postais dos lugares que ela visita, presentes e acessórios super caros, esperando que um dia eu vá considera-la como parte da minha herança. – Terminou o relato com um suspiro pesaroso. Falar de sua mãe, mesmo que não ligasse muito para a mesma, era um pouco doloroso e difícil.

Albus ouviu tudo aquilo em silêncio, sentindo muito pelo amigo e também se identificando um pouco com ele. A diferença era que Astória ainda tentava contato com o loiro, mesmo que por interesse. Já Gina, sequer ligava para a existência do pequeno Ômega.

- Mas você não acha q-

Os dois sonserinos foram interrompidos um barulho no andar de baixo e se levantaram rapidamente da cama ao ouvirem a porta do quarto se abrir brutalmente. Uma Rose Weasley estava na porta com uma careta raivosa, praticamente soltando fogos pelas ventas.

A ruiva se aproximou da cama completamente possessa e praticamente berrou:

- Eu posso saber o que você está fazendo aqui, na casa do meu primo e no quarto dele, Sr. Scorpius Malfoy!?

O loiro rolou os olhos para a Ômega e fez uma cara de entediado – Ahn... O Albus ‘tava passando o começo do feriado lá em casa e o meu pai resolveu trazer ele e aproveitou pra fazer uma visita pro tio Harry, já que eles são amigos. – Disse – Mas não que eu lhe deva explicações, né? – Olhou para a ruiva.

- Mas é claro que deve! Eu sou a sua!-

- Colega. Apenas isso, Roselle. – Falou sério para a outra, que corou de raiva e sentiu os olhos marejarem. Mesmo que tentasse de tudo para chamar a atenção do loirinho, Albus sempre dava um jeito de “tira-lo” de si. Ou pelo o menos, era isso que ela pensava.

 

O Potter continuou sentado ao lado do outro sonserino quieto, apenas observando a interação entre ele e sua tão odiada prima. Ouviu o barulho de alguém subindo as escadas e logo seu pai apareceu com um semblante um tanto entristecido.

- Alby, troque de roupa, nós vamos à casa da sua... Vó, para o almoço de páscoa. – Poderia apenas ser sua impressão, mas o Ômega mais velho parecia mais pálido que o normal.

- Claro... Mas, o senhor está bem, papai? – Fez uma carinha de preocupado. Harry sorriu meio forçado.

- Sim, sim, filhote. Apenas a minha pressão que caiu um pouco enquanto eu subia a escada.

O mais novo resolveu não questionar o mais velho e somente olhou meio encabulado para o de olhos azuis, que corou instantaneamente e se retirou do quarto. Albus esperou a prima sair, mas a cacheada aproximou-se do mais baixo e sussurrou ameaçadoramente em seu ouvido.

- Fique longe do Scorpius, Potter. Ele. É. Meu! – Disse a ultima frase pausadamente. E mesmo não querendo, o moreninho sentiu um calafrio subir sua espinha.

Ainda ficou parado por um tempo depois que a grifinória saiu do quarto, balançou a cabeça e pegou uma muda de roupa no guarda-roupa. Terminou de se vestir e desceu as escadas e viu seus tios, Hermione e Ron, num silêncio tenso com os outros dois adultos. Pigarreou e deu um sorriso falso.

- Papai, já estou pronto, vamos? – O menino-que-sobreviveu assentiu e rapidamente puxou Albus para perto de si, quase como se quisesse proteger sua cria. Hermione olhou de soslaio e com o nariz empinado para o Ômega mais novo, ela, talvez por culpa de Rose, não gostava nem um pouco de Albus.

- Bom... Scorpius, acho que já está na hora de irmos, disse a sua vó que não demoraria muito aqui. – O loiro mais novo concordou rapidamente, mas sentiu seu braço esquerdo ser agarrado pela Ômega ruiva.

- Por que você e seu pai não passam essa Páscoa lá n’A Toca? Seria tão legal! – Falou num tom que deixou o garoto completamente enjoado.

- O que?! Essas duas doninhas n’A Toca? Ah! Mas nem pens-! – Ron foi interrompido pela esposa, que lhe deu um beliscão no braço. A cacheada mandou-lhe um olhar mortal, sabia bem que a filha era completamente apaixonada pelo Malfoy mais novo e mesmo que desgostasse do garoto, ela faria de tudo para que ambos ficassem juntos. E isso incluía aceitar que Draco almoçasse com ela e sua família.

- Claro Rose! Assim você aproveita a oportunidade e apresenta o seu namorado para os seus avós e tios! – Sorriu falsa. A ruiva sorriu envergonhada, sentindo as bochechas arderem levemente e esfregou a face no braço do sonserino.

- Perdão Sra. Weasley-Granger, mas eu e a Roselle não estamos namorando, nem nada do tipo. Ela é apenas uma colega, e outra: eu já tenho um parceiro pré-definido em mente. – Foi curto e frio, vendo o sorriso da mais velha vacilar por um momento. O Potter mais novo também sentiu um leve aperto no coração ao ouvir o amado dizer que já tinha planos pra um (a) companheiro (a). Encolheu-se ainda mais nos braços do pai, o qual foi totalmente retribuído.

- Oh!... Mas veja bem Scorpius, você ainda é novo, tem muito que fazer pela frente e isso inclui, talvez, mudar de ideia sobre essa ou esse tal “parceiro”. – Falou da forma mais calma que conseguiu, quase como se estivesse ensinando para uma criança a diferença do certo e do errado.

- Acho que você só esqueceu, Granger, que o filho é meu e se ele já tem uma pessoa a qual quer passar o resto da vida em mente, eu vou ficar muito feliz por ele. – O mais velho fez com que Rose desgrudasse do braço de Scorpius e colocou a mão em seu ombro. Ele tinha quase 100% de certeza que esse tal “parceiro” era Albus.

Depois da fala de Draco, todos resolveram ir logo para A ‘Toca para não perderem o almoço. Os Weasley foram os primeiros a passar pela rede de flú, sendo seguidos pelos Potter e Malfoy.

 


[ • • • ]

 

 

A casa dos ruivos estava uma completa bagunça. Era crianças correndo para lá e para cá, adultos conversando alto -berrando- e algumas outras pessoas estavam no quintal jogando quadribol. Molly Weasley se aproximou dos recém chegados e os cumprimentou educamente, pedindo para que os mesmos se sentassem porque o almoço já estaria sendo servido.

A mesa era bem grande e havia sido posta do lado de fora da casa, com bastante espaço para caber aquele tanto de pessoa. Harry sentou-se ao lado de Jorge e com Draco sua frente. Scorpius se sentou ao lado do pai e sinalizou para o Ômega ficar ao seu lado, porém, Rose foi mais rápida em se sentar ao lado do loiro e sorriu vitoriosa para o primo.

Potter se sentou ao lado do irmão mais velho -do outro lado de Jorge- e tinha um semblante misturado em tristeza, raiva e ciúme. Malfoy deu um sorriso ladino e foi se sentar ao lado do menor, arrancando um arfar pasmo da ruiva.

Depois de todos estarem em seus lugares o senhor Weasley comentou:

- E a Gina? Ela não vem Harry?

O moreno engoliu o pouco de comida que havia em seu prato com dificuldade – Ela saiu não faz muito tempo... Mas acho que não deve demorar a chegar. – O mais velho assentiu.

Durante todo o almoço, Rose ficou fitando Albus com um olhar quase mortal e isso fazia com que o Ômega se sentisse incomodado. O garoto estava prestes a perguntar ao pai se já podiam ir embora quando Lily se levantou correndo da mesa.

- MAMÃE! 

 

 

 


Notas Finais


Olaá meus anjinhos e anjinhas!!

E aí?

Gostaram? Curtiram? Ou odiaram?


Dnv, perdão pelo Capítulo postado antees!!!!


E! Esse Capítulo deveria ter sido beeem maior, mas eu percebi q n estava tomando o rumo q ele deveria ter, então eu postei metade dele e vou postar a outra metade domingo.



( Joguei a bomba q o Snape é pai do Harry e sai correndo!!!!)



Só isso mesmo......



ESPERO QUE TENHAM GOSTADO DO CAPÍTULO!!!

BJS, ABRAÇOS, FLWS E FUUII!!!

TCHAU PESSOAL!!!!












Bye bye e até o próximo capítulo!

Sayonara!! 💚💙💛❤️


( Ps: Pelo amor de deus, tomem cuidado ao sair na rua! Se possível, n saia de casa! Mas se sair, aconselho a passar bastante álcool em gel, máscara e evitarem lugares com muito movimento!!)


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...