História Silhouette - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood
Tags Outlaw Queen, Outlawqueen, Regina Mills, Robin Locksley
Visualizações 185
Palavras 3.038
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oláaaa, voltei!

Bom, esse é o primeiro capitulo que o otp interage um pouquinho mais, as coisas nessa fic vão ser bem slow burn, por isso eu peço calma, e espero que vocês gostem é isso!

Vale lembrar que: Autumn é surda, como fica claro pela sinopse, como não tem como fazer a língua de sinais através da escrita, eu vou sempre marcar as falas dela e de todos os outros personagens quando estiverem usando a língua de sinais com o itálico.

Capítulo 3 - Vovó Ingrid


Fanfic / Fanfiction Silhouette - Capítulo 3 - Vovó Ingrid

É comportamento padrão do ser humano categorizar as coisas, é quase como uma necessidade fisiológica a indispensabilidade que temos de colocar as coisas em pequenas caixinhas com etiquetas e organizá-las, é como se isso fizesse essa assustadora experiência chamada vida mais fácil. Uma das categorias que mais gostamos é a de coisas favoritas, por isso estamos sempre elegendo, filmes favoritos, livros favoritos, restaurantes favoritos e até mesmo pessoas favoritas.

E nessa linha de raciocínio, também entra o dia da semana favorito, que não necessariamente está ligado ao conceito de fim de semana. O dia favorito de alguém pode ser durante a semana, pode ser um dia em que essa pessoa faça algo que ela goste, pode ser o dia que essa pessoa sabe que vai encontrar alguém querido ou qualquer outra coisa do tipo.

O dia da semana favorito dele era as quintas. As quintas feiras era o dia em que Autumn costumava ter aula de dança, mesmo não podendo ouvir, com o auxilio da professora Anne que parecia ter um carinho extra pela pequena, assim como as vibrações do chão de madeira, Autumn era capaz de sentir a música e aprender a coreografia assim como as outras meninas.  Era nas quintas feiras também que Marie, irmã de Robin, pegava a sobrinha na aula de dança e passava um tempo com ela, dando assim a Robin e Marian a oportunidade de terem um tempo de qualidade para os dois. Mas as coisas já não eram como antes, e as quintas feiras deixaram de ser o dia favorito dele na semana.

Robin e Autumn vinham construindo nos últimos meses novas rotinas, novas experiências e principalmente novos conceitos a cerca do quer era ou não as coisas favoritas deles. E era assim que as manhãs de sábado aos poucos iam se tornando o dia favorito da semana de Robin, uma vez que esse era o dia da semana em que Autumn estendia seu sono por mais ou menos uma hora ou uma hora e meia além do habitual, dando a Robin tempo de descansar também. Era nas manhãs de sábado, que a pequena arrastava os pezinhos de forma arrítmica pelo assoalho de madeira e se juntava ao pai de baixos das cobertas para poder assistir os desenhos animados favoritos dela, enquanto aguardava o pai levantar e ir fazer o café da manhã deles.

No entanto, a manhã de sábado que se iniciava de forma arrastada quase como se não quisesse chegar, definitivamente não entraria para um dos momentos favoritos de Robin. Ingrid Hans, era uma mulher linda, e extremamente forte, qualidades que Robin aprendera desde o momento que a conheceu admirar. Porém, ela tinha dois grandes defeitos, acreditava que todo o mundo estava condicionado a acatar e seguir seus desejos, e conseguia desperta nas pessoas sempre o pior delas.

Era pela visita da sogra que pairava sob ele como uma lamina prestes a cortar lhe a cabeça que Robin havia levantado da cama duas horas antes do habitual naquele sábado, queria garantir que tudo estava no devido lugar evitando assim que a Ingrid listasse os inúmeros erros que ele vinha cometendo desde que se tornara pai solteiro assim que passasse pela porta de entrada.

Autumn estava animada para a visita da avó, e era por isso que Robin havia decidido que se comportaria da melhor forma possível, não queria discutir com Ingrid aquele fim de semana, o que ele não havia previsto, no entanto, era que a sogra tinha intenções completamente diferentes da dele para o fim de semana.

-x-

 

“Você precisa de alguma ajuda?” Ingrid perguntou ao entrar na cozinha.

“Não, eu tenho tudo sobre controle, mas de qualquer forma obrigado.”

“Você tem certeza? Eu não estou fazendo nada, eu não me importaria em ajudar. Quero dizer com todas essas vasilhas suja sob a pia parece que você precisa de uma mãozinha.”

Robin respirou fundo e mordeu a língua evitando assim de dizer algo que poderia desencadear em uma discussão. Todas essas vasilhas? Sob a pia havia exatamente dois pratos sujos, três copos, alguns talheres e a panela na qual ele havia vaporizado os legumes para Autumn. Ele havia finalizado o almoço naquele instante, por isso ter essas vasilhas sujas sob a pia não era algo como um pecado capital como Ingrid fez parecer.

“Tudo bem Ingrid, se você não se importa em ajudar você pode colocar a mesa? Eu vou buscar Autumn e limpa-la para que possamos almoçar. As vasilhas eu vou colocar na maquina de lavar enquanto almoçamos.”

O frio constante das semanas anteriores parecia ter dado uma trégua, um sol tímido e que mais iluminava do que esquentava havia saído naquele dia por entre as nuvens, e Autumn havia pedido insistentemente para brincar no quintal, e Robin acabou cedendo aos apelos da pequena enquanto fazia o almoço. Ao caminhar em direção ao quintal, ele permaneceu alguns minutos encostado no batente da porta em silencio observando a filha brincar. Os cachos loiros saltavam descoordenadamente enquanto ela corria com uma boneca agarrada em dos braços e um avião de plástico no outro. Ela estava crescendo tão rápido, e as vezes isso fazia o coração do loiro se apertar no peito.

Ele caminhou a passos lentos até a filha querendo que ela notasse a presença dele sem se assustar. Quando percebeu que não estava mais sozinha, a pequena saudou o pai com um amplo sorriso e correu na direção dele se jogando nos braços dele. Robin deixou um gemido lhe escapar devido ao impacto do corpo da filha no seu, e logo em seguida a pegou no colo. Ele a abraçou apertado e depois de dar um beijinho na bochecha dela ele a colocou no chão.

“Querida, esta na hora do almoço, sim? Vamos entrar, nos limpar e ir comer, a vovó esta esperando.”

“Eu posso voltar mais tarde?” Os olhos da pequena o fitavam com uma enorme expectativa.

“Eu não sai querida,  mais tarde provavelmente vai estar frio, talvez amanhã de manhã, nós possamos ir ao parque? Isso soa como um acordo?”

“Sim!” Autumn disse com o sorriso que aos poucos começava a se tornar falho, ela tinha perdido o primeiro dente na semana anterior.

“Tudo bem, agora vamos!”

Eles entraram e Robin levou a filha até o banheiro do andar  inferior auxiliando ela  a lavar as mãos, ele então se abaixou limpando os pés dela e o vestido azul claro que ela usava. Em seguida eles foram para a sala de estar onde encontraram Ingrid já sentada a mesa aguardando por eles. Durante todo o almoço, Ingrid conversou com a neta, e cedeu a todas as vontades dela ignorando totalmente Robin. Autumn teve o direito de escolher onde sentar a mesa, assim como também escolheu os vegetais que queria comer, uma vez que a avó falou que ela não precisava comer todos os que o pai tinha preparado, o suco também veio antes que a garota finalizasse a refeição, e Robin sentia o sangue ferver em seu corpo, era como se ele pudesse explodir a qualquer momento.

“Papai, eu não quero comer a arvorezinha” Autmun disse pegando apontando para os brócolis em seu prato.

“Você precisa comer baby, lembra do que conversamos sobre como alimento tem uma corzinha diferente e como cada uma dessas corzinhas são importantes?”

“Mas eu não quero!” A pequena disse empurrando o prato em direção ao centro da mesa.

“Esta tudo bem querida você não precisa comer” Ingrid disse sinalizando de forma lenta para neta. Ingrid ainda tinha dificuldade com a língua de sinais, mesmo que treinasse bastante o fato de não usa-la no dia a dia fazia com que ela não conseguisse ser tão rápida como Marian costumava ser.

“Não, não está tudo bem, ela sempre como todos os vegetais, porque sabe o quanto eles são importantes para ela, eu não estou entendendo o motivo dela esta agindo assim” Por mais que estivesse respondendo a sogra, Robin fez questão de fitar Autumn, queria que ela entedesse que aquele comportamento que estava tendo era completamente inaceitável para ele.

“Eu não quero!” Autumn sinalizou com raiva, as feições da garota eram uma mistura de raiva e birra e então ela pegou um dos brócolis com as mãos e o jogou sob a mesa.

“AUTUMN! Já chega! Você não quer comer? Tudo bem, mas você não vai comer mais nada pelo resto do dia, e você pode ir para o seu quarto agora mesmo, você esta de castigo!”  Mesmo sinalizando Robin vociferou o pensamento, e o seu tom deixava claro que havia chegado em seu limite.

Com o rosto banhando por lagrimas e o rosto marcado pelo quão chateada ela estava com o pai, a pequena correu escada a cima e bateu com toda a sua força a porta do quarto ao passar por ela

-x-

Eram quase cinco da tarde quando Ingrid decidiu que precisava ir ao centro da cidade comprar alguns itens no mercado, ao ver a sogra saindo o loiro quase soltou um suspiro de alivio.  Os nervos dele estava a flor da pele, mas tudo se acalmou quando ele percebeu que estava sozinho com a filha em casa, e que assim ele poderia conversar com ela sobre o ocorrido.

Autumn o recebeu meio receosa no inicio, mas depois de conversarem tranquilamente, e de Robin explicar da melhor forma possível porque havia brigado com ela, a pequena pediu desculpa ao pai, e Robin sabia que eles iriam ficar bem, só mais um dia e Ingrid iria embora e tudo voltaria ao normal.

“Hey big bro” Marie o cumprimentou com um sorriso assim que atendeu a chamada de vídeo.

“Olá pequena”

“E ai, como estão as coisas?”

“Péssimas!”

“Ingrid?”

“Quem mais seria?”

“Robin, você sabe como é o modus operandi, você sabe que ela adora provar reações desse tipo em você. Você não pode deixar ela te perturbar dessa forma.”

“Eu tive uma briga ridícula com a Autumn hoje a tarde, e eu estava me sentindo o pior pai do mundo, e então Ingrid voltou para casa depois de sair para comprar algumas coisas, e nós dois discutimos novamente na hora do jantar, e eu estou me sentindo ainda pior.”

“Robin, não vá por esse caminho...” Marie começou a dizer, mas foi interrompida por Robin

“Ela quer levar Autumn para morar com ela Marie, ela acha que eu não sou bom suficiente. Mas Autumn é meu mundo, eu não sei o que eu faria sem ela, mas eu estou começando a achar que talvez eu não seja tão bom pai assim como eu pensei que fosse.” Robin disse fechando os olhos e uma lagrima escorreu pelo seu rosto quando ao vociferar os pensamentos que rodavam sua mente desde a hora do jantar, tornou tudo real.

“EI! NÃO! Pare já com esses pensamentos, não deixe Ingrid entrar na sua mente dessa forma, você é um excelente pai Robin, você seria capaz de parar o mundo se achasse que isso fosse o melhor para Autumn. Você brigou com ela? Tudo bem, ser pai nem sempre é concordar com tudo que o filho faz e muito menos da a ele o que ele quer. Ser pai é ser capaz de fazer aquilo que não se quer em detrimento do bem estar do filho. Você não foi o primeiro pai a brigar com a filha e nem será o ultimo. E olha, vão existir vezes em que você vai brigar com Autumn, ou que você vai deixa-la de castigo, e ela vai dizer que te odeia, ou que você é o pior pai do mundo, mas isso faz parte do crescimento, tanto seu quanto dela, ok? Não fique se torturando assim.”

“Eu estou tão exausto.” Ele disse ainda de olhos fechados como se tentasse processar tudo o que havia acontecido. “Ingrid esta aqui a menos de 24 horas e parece que se passaram anos.”

“Eu te entendo big bro, mas o melhor a se fazer agora é respirar fundo e esperar, na segunda de manhã ela vai embora e sua vida com Autumn voltara a ser a mesma ok? Você continuará a ser o melhor pai do mundo para aquele serzinho pequeno e o super herói particular dela também.”

“Obrigado M.”

“Sempre que precisar - Marie disse sorrindo para o irmão – agora vá descaçar e tire essas ideias tortas que Ingrid enfiou na sua cabeça dai. Você é um excelente pai, e eu estou muito orgulhosa de você.”

-x-

Após uma noite de sono Robin sentia-se com os ânimos renovados, as incertezas sobre ser ou não um bom  pai para Autumn ainda estavam lá, mas ele estava determinado a não deixar Ingrid vê-las.

Robin estava decidido a ter um domingo tranquilo, por isso evitou todas as brechas para discussão que a sogra propiciou de maneira elegante. Autumn parecia alheia à tensão entre o pai e avó, tudo que parecia prender a atenção da garota era a promessa de um passeio no parque com direito a um pacote de pipoca com o dobro de manteiga.

Quando a segunda feira de manhã finalmente chegou, o loiro quase sentiu vontade de cantar como a Elsa a canção let it go. Ingrid iria embora em algumas horas, e ele e Autumn pulariam de volta na rotina que havia estabelecido nos últimos meses e tudo estaria bem.

A cada hora que passava a certeza de que as coisas voltariam ao lugar de sempre rastejavam mais fortemente pelo corpo de Robin. Ele estava animado e decidiu que numa comemoração silenciosa naquela noite ele e a filha teriam pizza para o jantar. Mas toda a empolgação construída ao longo do dia virou pó quando ele recebeu uma ligação. Senhorita Mill, ligou em seu celular falando que algo havia acontecido com Autumn naquela tarde e que, portanto eles precisariam se encontrar em uma reunião o mais rápido possível.

“Hey querida, você esta bem?” Robin perguntou abraçando a pequena quando a viu sentada em um banco no corredor em que fica a sala dela.

“Sim” Ela disse encarando o chão, e ele soube que algo estava errado.

“Ok, eu vou conversar com a Senhorita Mills, e já volto, tudo bem?” A pequena apenas balançou a cabeça concordando.

“Senhor Locksley” Regina apareceu na porta da sala e o cumprimentou chamando a atenção dele, ele a fitou e deu um sorriso tímido. “Podemos?” Ela perguntou sinalizando para o interior da sala, e ele entrou sendo seguido por ela.

“Eu não quero ser grosso ou mal educado, ou qualquer outra coisa mas eu preciso saber o que aconteceu, a angustia de não saber esta me consumindo, quando você me ligou essa tarde dezenas de cenários diferentes passaram pela minha mente, e eu preciso confessar nenhum deles foi agradável.”

“Eu imagino, e eu peço desculpas por te deixar tão apreensivo assim, mas algo aconteceu hoje a tarde e eu sinto que precisamos conversar sobre isso.”

“Certo!’ Ele concordou incentivando-a a continuar.

“Autumn é uma criança incrível, desde quando ela chegou ela cativou a todos desde os coleguinhas de sala, aos outros alunos e até mesmo o pessoal da direção. Ela tem uma luz própria, ela é super inteligente, ela é amável, bondosa e incrivelmente educada, mas hoje desde o momento que ela chegou eu senti que algo estava errado, ela estava super agitada, e impaciente, e na hora do trabalho em grupo, ela se estressou com um dos coleguinhas e ela o empurrou, e rasgou o desenho dele, e ela usou a palavra com B.”

A morena ia continuar quando percebeu os olhos arregalados do loiro.

“Oh! Não essa palavra, a outra. Ela chamou Thomas de babaca – e ao dizer isso Regina viu o corpo de Robin estremecer – E mesmo conhecendo ela a pouco tempo Senhor Locksley eu sei que ela não é assim, por isso eu fiquei preocupada, talvez alguma coisa tenha acontecido nesse final de semana, ou algo tenha acontecido com vocês dois? Eu não sei o que houve, mas gostaria de dizer que eu estou aqui, e que se você precisar talvez eu possa ajudar. Quero dizer o comportamento da Autumn não é algo aceitável na escola, então talvez se nós conversamos possamos chegar em um denominador comum, e achar a raiz dessa confusão e ajudar Autumn.”

Robin deixou um suspiro cansado lhe escapar e enterrou o rosto entre as mãos. Babaca havia sido como Ingrid havia o chamado a noite passada, mas ele nunca imaginou que Autumn havia ouvido a quase discussão dos dois, ele  pensou que ela estava dormindo.

“A avó de Autumn veio nos visitar nesse fim de semana. Ingrid e eu sempre tivemos um relacionamento de respeito, mas depois que Marian, a mãe de Autumn, morreu, as coisas entre nós tem sido complicadas. Eu não imaginei, no entanto, que Autumn havia visto nossa briga e muito menos que a tensão entre mim e a avó dela a afetaria dessa forma.”

“Eu entendo e sinto muito sobre toda essa situação. Mas Robin, eu posso te chamar assim, certo? – ela perguntou sorrindo timidamente, e ele concordou sorrindo de volta, e ela tinha certeza que estava corando naquele momento-, se tem uma coisa que eu aprendi após todo o tempo que eu tenho trabalhado com crianças é que elas são extremamente sensíveis ao que as cerca, e elas são um milhão de vezes mais perceptivas do que nós adultos.”

“Obrigado Senhorita Mil..- Regina suspendeu uma das sobrancelhas e ele riu se corrigindo – Obrigado Regina, eu vou conversar com Autumn sobre o que aconteceu, vou pedir para ela se desculpar com Thomas amanhã e vou ficar atento as coisas que acontecem a nossa volta, não quero que isso se repita.”

“Não há de que Robin.”

Os dois se levantaram e Regina estendeu a mão em direção a Robin, e ele aceitou. Quando eles se tocaram um arrepio percorreu o corpo de ambos, mas eles fingiram que nada havia acontecido. Robin estava prestes a sair quando Regina o chamou.

“Olha, eu não sei como é ser pai solteiro, mas eu sei como é ser filha de alguém que perdeu um grande amor, então se você precisar de alguém para conversar, ou desabafar, deixe me saber.”

“Eu vou. Mais uma vez, obrigada Regina.”

E dizendo isso, Robin saiu da sala. Pegando a filha no colo ele voltou para casa, sabendo que tinha um monte de problemas para resolver.

-xx-



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