História Simplesmente Acontece. - Capítulo 5


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Categorias Amor Doce
Personagens Ambre, Castiel, Nathaniel
Tags Amor Doce, Castiel, Nathaniel
Visualizações 41
Palavras 2.874
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Galera, voltei, e com o capítulo que traz a primeira interação entre a Brigitte e o Castiel.
Espero que gostem, agradeço por cada comentário e favorito.
Boa Leitura!

Capítulo 5 - Se Acha Que Não Deve Beber...Não Beba.


Fanfic / Fanfiction Simplesmente Acontece. - Capítulo 5 - Se Acha Que Não Deve Beber...Não Beba.

“Não entendo essas pessoas que dizem "ame quem te ama". Se você pode escolher por quem sentir isso, não é amor.”

 

Ponto de vista: Brigitte.

 

Estava muito indecisa sobre o que vestir, por isso todas a peças de roupas aceitáveis do meu closet estavam jogadas no chão, espalhadas pelo meu quarto. Nem fiz questão de abrir a mala que  havia levado para viagem, sabia que nada que estivesse lá dentro me serviria no momento. Procurei por meu vestido preto de lantejoulas, mas, não o encontrei, conclui rapidamente que Ambre havia pego emprestado sem nem ao menos se dar ao trabalho de me pedir, quando falou comigo pelo telefone durante a viagem. Foi ai que vi um pano vermelho de cetim, em meio as roupas, puxei a peça, e me deparei com um vestido decotado, que ficaria perfeito com a minha sandália cheia de brilhantes. Decidi que vestiria ele e logo fui me arrumar.

 

   Avaliei meu reflexo no espelho quando já estava pronta e sorri. Meus cabelos loiros e cacheados estavam perfeitamente alinhados. O vestido destacava as curvas do meu corpo. As alças finas e o decote frontal realçavam meus arrebitados seios. O salto alto exibia minhas pernas, e o perfume francês me deixava sexy, peguei um gloss em cima da minha penteadeira, e o passei, com a intensão de finalizar minha maquiagem.

 

     Alcancei minha bolsa carteira em cima da cama,  guardei meu celular, o gloss, e alguns euros dentro. bEm seguida fui até a porta, e a abri lentamente, vendo que o corredor estava vazio. Comemorei mentalmente por isso, e sai do meu quarto, o fechando com a chave por fora, para que ninguém entrasse. Não que eu considerasse que meus pais passariam lá para me dar um beijo de boa noite, mas, é sempre bom  se precaver. Tentei não fazer barulho, enquanto caminhava em direção ao quarto do meu irmão, bati na porta duas vezes e escutei ele murmurar um “entre” e assim o fiz.

 

        Ele estava de costas, sentado em frente a escrivaninha estava digitando algo em seu computador, mas, assim que me ouviu entrando, se virou e me encarou com o cenho franzido.

 

—Por que você está vestida desse jeito ? —  perguntou curioso, em um tom baixo, acho que não queria que ninguém nos escutasse. No fundo, suponho que ele esperava que minha visita a essa hora significava que eu queria falar algo sobre o ocorrido do jantar, no qual ele não se defendeu. Mas, eu resolvi não remoer aquele assunto, sabia que se fizesse isso, brigaria com meu irmão, e eu não queria isso.

 

—Rosalya me convidou para ir a um show do Lysandre, preciso que me acoberte e que abra a porta quando eu chegar .—expliquei o que eu queria, e ele suspirou, me encarando com receio.

 

—Acabou de chegar e já quer se meter em confusão ? Se o papai te pegar fazendo isso, terá um castigo mais eterno do que a futilidade da Ambre. — avisou sendo o ser certinho que sempre era.

 

—Acha mesmo que eu me importo com o que o papai vai fazer comigo se descobrir?.—perguntei com uma sobrancelha arqueada,  me olhou de uma forma intensa, previ então que ele iria ceder.

 

—As duas da manhã, você tem até essa hora para chegar em casa. Sabe que o papai sempre acorda de madrugada para checar os alarmes.— anunciou e  eu não me contive, dei um beijo estalado em sua bochecha.

 

—Pode deixar, sei que o papai é um paranoico. Estarei aqui, sã e salva as duas. —garanti, tentando soar convincente. Então o mesmo se aproximou da sua janela, e a abriu, fui até lá, e joguei minha bolsa no jardim. Passei minhas pernas para o outro lado do parapeito como de costume, me apoiando no Nath. O olhei mais uma vez, antes de saltar, e ele sorriu para mim.

 

—Se cuide. — pediu de uma forma carinhosa, assenti, tirando minhas sandálias e as jogando também.

 

—Sempre faço isso.—comentei divertidamente,  logo alcancei o chão, resgatei meus pertences, olhei para cima sorrindo para meu irmão, juntei meus pertences, e sai de casa, ultrapassando o portão da entrada. Chegando em frente a residência vi um táxi passando e acenei para ele, quando o veiculo parou, entrei dentro do carro, e dei o endereço que Rosalya havia me mandado por torpedo.

 

      Demorou uns 15 minutos para chegarmos, assim que ele estacionou no meio fio, saltei do automóvel e paguei a corrida. A rua em que chegamos não era lá a mais civilizada de todas, parecia localizada em um bairro de quinta qualquer suburbano, me surpreendi no mesmo instante por minha amiga frequentar um lugar daqueles.

 

    Suspirei antes de começar a caminhar, rumo ao beco onde parecia ser a entrada da boate, olhei ao meu redor e tremi ao me deparar com caras no mínimo estranhos nos arredores. O segurança me avaliou de cima a baixo, e me olhou com uma cara de tédio

 

—Qual é a senha ?.—indagou como se acreditasse que eu não soubesse disso.

 

—Prescot.—aquela senha era ridícula, mas, Rosa havia me informado que eu tinha que falar aquilo, se quisesse entrar nesse estabelecimento.

 

—Pode entrar .—o cara forte disse meio a contragosto, enviei-lhe um sorrisinho debochado, e ultrapassei a barreira imposta por ele.

 

     E foi ao entrar que  me deparei com a verdadeira parte boa dali. O lugar estava animado, repleto de pessoas de todos os estilos, se divertindo e dançando ao som da música que o DJ tocava. Vi olhares de malicia serem direcionados a mim, por conta da minha roupa curta, sorri por isso. Procurei Rosa, por cima dos ombros, e a encontrei próxima ao bar da pista, conversando animadamente com o Barman. Balancei a cabeça negativamente, mas, ainda sim sorrindo e fui até ela.

 

—Brigg...Eu estava com muitas saudades. — anunciou quando me viu, se jogando nos meus braços.

 

—Sério? Nem pareceu. Você nem ao menos foi me buscar no aeroporto.— debochei divertida, a abraçando de volta.

 

—Desculpe. Estou tomando conta da loja, enquanto Leigh está na casa dos pais. — me explicou, se afastando de mim. Arqueei uma sobrancelha por causa da informação.

 

—Oh...Então quer dizer que só me chamou para sair, porque está carente já que o Leigh não está aqui?. — brinquei, me fingindo de ofendida.

 

—Basicamente isso . — retrucou e nós duas rimos.

 

—E Lysandre...Onde está? —indaguei curiosa, me sentando ao seu lado no balcão.

 

—Ele está com o Castiel no camarim,e stão fazendo tipo um último ensaio.— ela contou, levantando sua mão para que eu barman trouxesse uma margarita —Aquele bar com certeza era ilegal— Fiz uma careta, quando a mesma falou do Castiel, e Rosa percebeu —Para de implicar com o Castiel. Você nem tem um motivo real para não ir com a cara dele...Só acha que não gosta dele, porque ele é inimigo do seu irmão. — pediu me encarando com aquela pose de sabichona dela.

 

—Se quer saber eu acho o julgamento do Nath muito bom. —falei olhando para ela com uma expressão que dizia “O assunto acaba aqui” mas, ela não seria Rosa se não insistisse.

 

—Só me diz um motivo concreto para não gostar dele. — me desafiou a fazer aquilo. E eu fiz uma cara de pensativa.

 

—Bom...Ele é um babaca. —foi o único motivo que eu consegui arranjar no momento. Rosa arqueou uma sobrancelha.

 

—Por que? Por rejeitar a Ambre mais vezes do que se pode contar? Eu acho que isso o encaixa na categoria de cara legal. Sem ofensas, mas, sua irmã é insuportável. —não mediu as palavras, e aquilo me fez rir.

 

—Se você continuar com o assunto “Castiel” não vou poder te contar sobre o cara que eu fiquei nas férias. —falei mordendo os lábios, lançando a isca.

 

—Oh Céus. Eu preciso saber disso. Conte-me agora.—Rosa ordenou mandona como sempre era.

 

—Ficamos as férias toda juntos. Foi algo breve. Mas, eu me senti tão bem com Dake, ele me deu uma sensação de liberdade que eu nunca experimentei antes. Longe de pressões sabe? Eu não precisava ser outra pessoa, eu era a Brigitte e isso bastava.  — falei nostálgica me lembrando dele e de nossos momentos.

 

—Você se apaixonou por ele.— constatou rindo.

 

—Dake não é tipo de cara pelo qual você deve se apaixonar. Só fiquei deslumbrada com que eu vivi ao seu lado...Mas, o encanto de quebrou quando voltei para a realidade. Acredita que eu tive que jantar com a trupe do inferno? —debochei, be ela arregalou os olhos.

 

—Eu tenho pena de você amiga. — dramatizou. O barman perguntou se eu queria algo, e eu pedi um suco, fazendo Rosa me olhar com repreensão —Você só vai beber um suco?  —indagou incrédula.

 

—Me conheço, farei alguma porcaria se ficar bêbada. — não discordou, também me conhecia  suficiente para saber que aquilo era verdade.

 

   Continuamos colocando o papo em dia, sobre o que aconteceu em nossas férias, e ansiosas para iniciarmos o último ano do ensino médio amanhã. Era completamente fácil ser amiga de Rosa ,ela sempre me fazia me sentir confortável.

 

    Ela me pediu licença, alegando que iria até o camarim ver se o Lys precisava de algo, e assim me deixou sozinha. Troquei alguns olhares com o barman, que era muito gatinho por sinal, mas, não passou disso, não estava afim de ficar com ninguém hoje.

 

   Minha atenção se voltou para o palco, onde um cara pegou o microfone para falar algo. Assim anunciando, que a banda de Lysandre iria entrar, gritos explodiram no local, e nesse mesmo instante uma mensagem chegou no meu celular.

 

Leigh acabou de chegar, tive que ir embora amiga. Sinto muito! Vou para casa dele.

 

                                                                                         Enviada por: Rosalya.

 

    Revirei os olhos devido o abandono da minha amiga, e  voltei a olhar para o palco, com a intensão de procurar algo para fazer. Lysandre já estava posicionado, junto com os outros integrantes da banda. Sua voz aveludada iniciou uma bela canção, que fez com que os casais presentes se olhassem de maneira apaixonada, e os outros batessem palmas acompanhando a música.

 

       E foi então, naquele momento, que eu olhei para Castiel. Seus dedos passavam pelas cordas da guitarra com maestria, ele parecia tão conectado com o instrumento, e esboçava tanta satisfação ao tocar. Seus olhos que até então estavam fechados, se abriram, e suas orbes cinzentas se destacaram, enquanto ele acompanhava Lysandre com talento. Sem que eu percebesse um sorriso se formou nos meus  lábios. Todos os motivos que me fizeram achar que eu não ia com a cara dele, pareceram ter desaparecido. Porque naquele exato momento,  só consegui enxergar um garoto que se escondia por trás de uma máscara.

 

    A música acabou e eu ainda continuava prestando atenção nele. Logo outra canção se iniciou, tocada pelo DJ dessa vez. Pude perceber que era romântica, e aquilo fez com que eu sorrisse ainda mais. A situação estava começando a ficar estranha, estava parecendo aquelas cenas clichês de filmes.

 

    Ia continuar o olhando, mas, logo voltei a mim e notei que isso era errado, muito errado. Eu não podia olhar Castiel dessa forma, enxergando algo pelo qual vale a pena se interessar. Ele é só o garoto estúpido pelo qual Ambre é apaixonada desde criança, o mesmo cara que tem uma rixa com meu irmão, por achar que Nath ficou com a vadia da ex-namorada dele. Passei a mão por meu rosto, completamente aturdida, culpando Rosa, por me deixar ali, em meio aquele caos.

 

    Ergui minha mão, e pedi que o barman trouxesse um copo de whisky puro. Eu precisava de bebida, para ignorar aquelas sensações estranhas. E aquele foi só o primeiro copo, após ele, vieram mais cinco.

 

   O bar já estava fechando, as pessoas estavam começando a ir embora, e eu continuava ali. Só vi que deveria sair, quando o gerente gentilmente me dispensou. Me levantei meio sem rumo, e joguei alguns euros em cima do balcão. Procurei por alguém conhecido, mas, não encontrei ninguém. Peguei meu celular na bolsa, e me dei conta que já se passavam das 3 e meia da manhã.

Eu estava muito ferrada!.

 

    Caminhei até a saída, cambaleando, e com a visão embaçada. Eu realmente deveria ser proibida de beber!

Quando cheguei no beco, acenei bobamente para o segurança da boate, que riu do meu estado.

 

   Foco Brigitte! Você tem que tentar conseguir um táxi, para sair desse lugar. Foi com esse pensamento, que eu andei em direção a calçada do outro lado da rua. Meu plano não deu muito certo, pois no meio do caminho, o salto da minha sandália se fixou em um dos buracos do asfalto, e eu tropecei, me preparei para queda que estava por vir, mas, ela não veio, alguém segurou meu corpo para que eu não caísse. Ergui minha cabeça, na direção dessa pessoa , e encontrei lindos olhos cinzas, que me avaliavam de maneira intensa.

 

—Castiel.—falei rindo meio abobalhada. Ele revirou os olhos, ao notar que eu estava bêbada.

 

—Ótimo era só o que me faltava, aguentar a irmã do representante bêbada como um gambá. —ele disse com seu ótimo humor de sempre. Não sei porque, mas, ri de suas palavras. De repente senti uma tontura, e fiquei mole em seus braços —Brigitte! Brigitte! Você está me ouvindo? —Castiel indagou me chacoalhando.

 

—Você sabe meu nome. —falei erguendo o dedo para cima, sem saber a razão disso. Castiel bufou, pelas minhas frases desconexas.

 

—É claro que eu sei seu nome. A gente se conhece desde pirralhos, Brigitte. —ele relembrou,e eu olhei para os contornos de seu rosto.

 

—Você é bonito...Muito bonito. —comentei rindo. Castiel não resistiu e riu também.

 

—Com quem você veio? Não é seguro ficar por aqui essas horas, ainda mais sozinha.—ele indagou, me levando em direção a calçada, para que eu me sentasse. Estava estranhando aqueles cuidados. Afinal o Castiel não gostava de ninguém da minha família. Me convenci que ele estava apenas sendo humano.

 

—Vim com a Rosa...Mas, ela me deixou quando Leigh a chamou...Namoros são ridículos, isso torna você alguém vulnerável e chato. —murmurei.

 

—Por favor não me diz que tomou um porre, porque alguém te traiu .— pediu incrédulo. Controlei minha vontade de dizer “Eu tomei um porre, porque  estava praticamente babando por você”.

 

—Por favor digo eu...Olha só, se eu levasse chifres de alguém, esse seria o menor dos meus problemas...Eu sou uma DiLaurentis, isso já implica que minha vida não vai ser fácil.—Ótimo agora eu estava começando a desabafar com o Castiel.

 

—Eu não acredito que vou fazer isso. —Castiel falou para si mesmo —Vamos, eu te levo para casa. — falou oferecendo sua mão para mim.

 

—Sem chances...Já se passam das duas, o Nath já fechou os portões, e tudo que eu menos quero no momento é receber um sermão do Francis. —neguei convicta.

 

—E para onde você pretende ir ? —ele indagou me desafiando a responder.

 

—Baixa a bola okay? Eu não estou te pedindo ajuda. —falei irritada.

 

—Uma bêbada orgulhosa...Isso só melhora. —disse debochando.

 

—Eu orgulhosa? Já se olhou no espelho senhor “eu não vou acreditar na palavra de ninguém, porque estou sempre certo com meus julgamentos”. —ironizei pouco me lixando para o deboche dele.

 

—Estamos falando sobre o que ? — perguntou sem entender, mas, suspeitando de algo.

 

—Sobre a Debrah...No fundo você sabe, que o Nath não paquerou ela...No fundo você sabe que aquela garota é uma vadia...Você é tão idiota...Por que a Ambre gosta de você?. —perguntei sem temer por minhas palavras. Vi Castiel tentando se controlar para não me xingar.

 

—Se você não calar a boca eu vou te deixar aqui. —ele avisou com uma carranca.

 

—Ninguém está te impedindo de ir embora. —debochei sem ter a mínima noção dos meus atos.

 

—Você não nega ser irmã do Nathaniel, é irritante. —ele comentou,e então suspirou—Eu sei que vou me arrepender disso .—falou e quando eu ia perguntar do quê ele ia se arrepender, o mesmo me puxou e ergueu meu corpo, jogando-me em seus ombros como um saco de batatas.

 

—Me solta .—ordenei me debatendo,  dando socos nas costas dele.

 

—Como quiser, princesa.— disse irônico, e me colocou no chão, me fazendo cambalear de novo, para assim ele me segurar novamente.

 

 Nesse momento meus olhos se conectaram com os deles, e o xingamento que eu diria a ele foi interrompido. Só o que eu sentia era sua respiração contra meu rosto, sua pele contra a minha. E mesmo a noite estando fria para caramba, naquele momento eu estava quente. Muito quente.

 

—Eu não sei se eu estou muito bêbada, ou se eu sou muito louca, mas, eu quero te beijar agora. Tipo eu quero MUITO te beijar agora. —as palavras saíram da minha boca, sem permissão, e Castiel não falou nada, entendi aquilo como um consentimento. Mas, na verdade acho que ele só estava incrédulo com a minha afirmação.

 

   Sem controlar meu corpo, meus lábios colaram nos deles. Achei que Castiel fosse me afastar logo de cara, mas, ele não fez isso. Sua língua pediu passagem na minha boca, e eu aceitei. Minhas mãos encontraram as laterais de seu rosto, e eu o segurei delicadamente. Nunca me imaginei beijando o Castiel, e o pior de tudo, gostando disso.

 

    Quando nos afastamos não soubemos o que dizer. E para piorar tudo,5 segundo depois eu apaguei. Estou falando sério, eu realmente apaguei.


Notas Finais


Se não for para escrever casal provocador, eu nem escrevo hahaha.


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