História Simplesmente Acontece - Capítulo 21


Escrita por: e TatyNamikaze

Postado
Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Aposta, Cirurgia, Drama, Gaaino, Lenamizu, Londres, Medicina, Naruhina, Naruto, Romance, Sasusaku, Tatynamikaze
Visualizações 240
Palavras 3.442
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


(Leiam as notas finais!)

SURPRESAAAA

Olá, tudo bem? Demoramos dessa vez, né? Sabem como é faculdade, a vida não tá fácil pra nenhuma de nós...

Bem, esse capítulo tá emocionante, esperamos que gostem.
Boa leitura!

~Lena e ~Taty.

Capítulo 21 - Então é Natal


Fanfic / Fanfiction Simplesmente Acontece - Capítulo 21 - Então é Natal

Simplesmente Acontece

Capítulo Vinte e Um - Então é Natal




 Dezembro tinha chegado e, com ele, a época mais desejada do ano e seus floquinhos de neve, que pintam a cidade de branco. Natal, época de reunir a família e amigos, trocar presentes e juras de amor. De comer, se divertir e planejar aventuras para o ano seguinte.

 Konoha, como sempre, estava coberta de neve, luzinhas coloridas enfeitavam as fachadas dos estabelecimentos comerciais e de algumas casas, e adesivos de corações se destacavam nas vitrines das lojas de presentes. Tudo estava muito bonito, como era sempre na época natalina.

 Era dia 24, véspera do feriado de Natal. As pessoas já se preparavam para seus encontros românticos ou ceias com os familiares. E com Sasuke e Sakura não era diferente. Ele estava no seu apartamento e já pronto para ir ao jantar na casa dos Harunos. Seu semblante parecia sereno, porém o interior se encontrava um tanto eufórico.

 Era a primeira vez que Sasuke ia à casa dos Harunos como namorado oficial da filha deles, era natural ficar nervoso, até porque nem os pais dela e os seus próprios sabiam do relacionamento recente ainda. O Uchiha tinha ensaiado o discurso milhares de vezes, mas, quando o dia enfim chegou, ele parecia ter perdido a capacidade de formular frases. Sua garganta secava, e a voz sumia só de pensar em assumir o namoro na frente de todos. Sasuke se sentia um adolescente indo conhecer os sogros pela primeira vez, e talvez seja assim mesmo que ele devesse se sentir, era a primeira vez que tinha um relacionamento sério.

 O homem estava todo agasalhado, usava touca e até cachecol. Nessa época do ano faz bastante frio, portanto usar roupas leves estava fora de cogitação. Sasuke saiu do apartamento esfregando uma mão na outra, por frio e nervosismo e bateu na porta do apartamento ao lado. Não demorou muito para ela se abrir, revelando uma Sakura de moletom e pantufas.

 — Sasuke? Já está pronto? A festa só vai começar daqui a uma hora. — Sakura riu, notando que o namorado parecia bastante ansioso e nervoso.

 — É sempre bom se preparar antes. Evitar atrasos. — Sasuke falou sem jeito, tentando justificar sua chegada e ocultar o que sentia.

 Seu estômago embrulhava, Jesus!

 — Vem, entra. — Sakura abriu espaço para ele passar e sorriu.

 O Uchiha caminhou para dentro da residência e se sentou no sofá. Alguns materiais de unhas estavam espalhados por ali. 

 — Eu estava pintando as unhas, por isso essa bagunça. — Sakura justificou e pôs-se a juntar as coisas. — Eu vou tomar um banho e me arrumar, daqui a pouco, a gente sai de casa, certo? — Sasuke assentiu e a observou sumir na entrada do corredor. 

 Ele ficou lá durante alguns minutos, até que o tédio tomou conta de si e acabou cochilando naquele pequeno sofá. Quando Sakura retornou usando um casaco felpudo branco, touca vermelha e uma calça clara, ele estava jogado no sofá e bastante confortável. A Haruno sorriu com a cena. Mais cedo ele estava meio agitado, porém dormindo era tão sereno, parecia até um anjo.

 Ela chegou um pouco mais perto do moreno e colou seus lábios ao dele brevemente, em um selinho. 

 — Agora eu sempre vou querer acordar assim. — Sasuke falou em um sussurro, assustando Sakura no primeiro momento. Ela se afastou rápido.

 — Você estava acordado? —  perguntou, e ele apenas riu fraco e segurou os braços dela com delicadeza.

 Sakura deixou-se ser guiada por ele até seu colo, uma perna de cada lado do corpo maior. Sasuke a beijou, e ela correspondeu, sentindo-o puxá-la para mais perto enquanto, simultaneamente, apertava-lhe a bunda. 

 — Vamos nos atrasar. — Sakura disse entre os beijos. A mente dizia para lhe afastar antes que perdessem a ceia de Natal, mas o corpo queimava e implorava para ser dele ali mesmo.

 Sasuke deu um beijo no pescoço da mulher, causando um arrepio gostoso e suspirou, se levantando junto com a Haruno e depois a colocando em pé na sua frente. 

 — Tem razão, precisamos ir. — ele disse a contragosto. — Podemos terminar isso mais tarde.

 Soltou um sorriso malicioso, e ela sorriu tímida, antes de enlaçar as suas mãos e puxá-lo para fora de casa.


. . .


 Sasuke estacionou o carro na frente da casa da família dos Harunos, Sakura estava ao seu lado e, antes de descer junto ao namorado, ela deu uma última olhada no espelho. Caminharam de mãos dadas até a porta da casa, e ela girou a maçaneta, que se encontrava aberta. 

 Ao entrarem, os dois viram que quase todos já estavam por lá, então soltaram as mãos antes que alguém os visse juntos e estragasse a surpresa. Toda a família Uchiha estava lá, até a namorada de Itachi, Izumi, a qual Sakura ainda não conhecia. Todos reunidos na sala. Sakura caminhou até a mãe, que antes conversava alegremente com Mikoto.

 — Boa noite! — ela cumprimentou e, em seguida, abraçou a mãe com carinho.

 — Querida! — a mulher retribuiu o abraço. — Você está linda.

 — Obrigada. — Sakura sorriu e depois olhou para a sogra. — Dona Mikoto! — cumprimentou-a também com um abraço.

 Mikoto ainda não sabia que era sua sogra.

 — Já está todo mundo aqui? — a mulher de cabelos cor-de-rosa perguntou.

 — Só falta o Naruto e a Hinata. — Mebuki respondeu.

 — Então acho que não falta mais ninguém. — a rosada apontou para a porta, Itachi acabara de abri-la para que o loiro e sua namorada entrassem.

 — Ah, que ótimo! Então já podemos começar a ceia. — Mebuki sorriu animada. — Vamos todos para a mesa, senão a comida vai esfriar. — falou um tom mais alto.

 Todos os presentes, então, se dirigiram à sala de jantar e se reuniram ao redor da enorme mesa de madeira. A comida estava posta sobre a toalha de cetim, dessa vez uma ceia inspirada no Natal de países ocidentais, com peru assado, macarrão com queijo e outros pratos típicos. Sasuke estava ao lado de Sakura e, depois de alguns minutos de conversa, ele olhou para ela. Os dois sabiam que estava na hora. O homem se levantou, atraindo os olhares para ele; começou limpando a garganta e puxou o ar para criar coragem.

 — Sakura e eu temos algo a dizer. 

 Os familiares e amigos olharam para os dois, principalmente Itachi, que já imaginava o que viria a seguir. O mais velho soltou um sorriso brincalhão.

 — Se for falar que estão namorando, nem precisa, acho que todos aqui já notaram. — Itachi soltou, fazendo Sasuke e Sakura revirarem os olhos.

 — Você não consegue não estragar as coisas, não é, Itachi? — Sasuke murmurou, os olhos pareciam fuzilar o irmão.

 — Até parece que você não conhece seu irmão. — Izumi brincou antes de bebericar a taça de vinho.

 E Mikoto e Sakura permitiram-se rir dos Uchihas mais novos.

 — Vocês finalmente estão juntos mesmo? — Mebuki perguntou, a voz era bem animada.

 — Sim, nós estamos. — Sakura respondeu.

 — Eu pretendia comunicar, mas meu irmão não sabe ficar de boca fechada.

 — Ah, Sasuke, pelo amor de Deus. Isso já estava mais que claro, pode perguntar para qualquer um. — Itachi se defendeu, e o casal desviou o olhar para os outros presentes na mesa.

 Todos assentiram com a cabeça.

 — E ter certeza disso nos deixa muito felizes. — Mikoto falou, sorrindo. — Finalmente admitiram o que sentiam um pelo outro.

 — Estava esperando por isso há anos. — Fugaku revelou, ele ainda se recordava de tempos atrás, quando via seu filho pelos cantos com a filha dos Harunos, ou como ele mudou por completo após a partida dela.

 Sasuke e Sakura se olharam com as bochechas cor-de-rosa e então sorriram, pousando uma mão sobre a outra em um carinho leve.

 — Eles fazem um casal tão fofo. — Hinata comentou, atraindo a atenção dos dois para ela.

 — Beija! Beija! Beija! — Naruto começou um coro, provocando risadas nos mais velhos enquanto o novo casal não conseguia esconder a timidez.

 — Beija! Beija! Beija! — Mikoto entrou na brincadeira, batendo palmas.

 — Até você, mãe? — Sasuke murmurou, constrangido.

 Ele esperava aquilo do Naruto e do Itachi, não dela.

 No entanto, quando menos esperavam, o coro se estendeu à mesa inteira. Todos batiam palmas e riam enquanto continuavam o "Beija! Beija! Beija!"

 Sasuke olhou para a namorada, que apenas sorria em um misto de timidez e diversão. E então, no instante seguinte, a mão dela já estava em sua nuca, e os lábios nos seus em um beijo simples, mas significativo.

 Palmas e assovios ecoaram pela sala de jantar quando eles se soltaram. Ambos com as bochechas ainda cor-de-rosa, porém rindo.

 Apesar de estarem constrangidos, aquele estava sendo um Natal legal e, para Sasuke, a revelação do namoro saíra bem melhor do que esperava. Para quem estava morrendo de nervosismo e ansiedade, aquele leve constrangimento era lucro. 

 Riu internamente com esses pensamentos e tampou o rosto com as mãos. 

 

. . .


 Sasuke parou o carro na garagem subterrânea e girou a chave na ignição, desligando o motor. Apenas a sua respiração podia ser ouvida, todo o redor estava em completo silêncio.

 — Chegamos. — disse, atraindo o olhar brilhante da mulher para ele.

 Como Sasuke amava aqueles olhos verdes… Se pudesse, ficaria todas as horas do dia apenas olhando para eles que não se cansaria.

 Aproximou-se e tomou os lábios da namorada em um beijo ardente capaz de incendiar os seus corpos naquele inverno congelante. Lá fora fazia alguns graus abaixo de zero, o chão só não estava coberto por uma camada branca por ser um estacionamento no subsolo. 

 — Está tão frio, não queria te soltar mais. — Sakura murmurou contra o pescoço dele, a respiração quente causou arrepios na pele exposta.

 — Então não solte. — ele murmurou de volta antes de puxar a nuca dela para trazê-la a mais um beijo. — Dorme comigo hoje? Aí não precisaremos nos desgrudar.

 Sakura ouviu o pedido e sorriu de canto. Aquela até que não era uma má ideia. Dormir de conchinha, pele com pele, sem nada entre os dois… Sentiu o interior se aquecer em expectativa.

 — Pode ser.

 Sasuke sorriu de volta, um sorriso sacana e cheio de segundas intenções. Ele não falava, mas estava louco para passar a noite com aquela mulher depois de tanto tempo. Sentir o seu cheiro doce, a textura lisa de sua pele, o calor de seus braços. Sua mente estava enlouquecendo de tanto desejo para tomá-la nos braços e levá-la às alturas.

 Ele beijou-a avidamente mais uma vez e apertou-lhe a perna por cima do tecido grosso da calça.

 — Vamos subir então. — sussurrou no ouvido dela, uma voz tão rouca que quase a fez gozar só de ouvir. Sakura ficou ainda mais ansiosa e afoita e tratou logo de destravar o cinto de segurança.

 Rapidamente, os dois saíram do carro e seguiram em passos ágeis até o elevador. A temperatura era abaixo de zero lá fora, porém a caixa de metal parecia pegar fogo. O Uchiha pressionou-a contra a parede do elevador enquanto beijava seu pescoço, e as mãos ávidas dela corriam-lhe pelo tronco por baixo dos agasalhos. Sem um pingo de vergonha e com uma expressão safada no rosto, ela correu com os dedos para baixo e pousou-os sobre a calça jeans, sentindo imediatamente a ereção formar-se sob o tecido. Estava gostando disso...

 — Você me deixa louco. — Sasuke sussurrou em seu ouvido ao senti-la apertar seu pênis por cima da calça.

 — Você quem me deixa louca. — ela disse de volta, e isso quase o fez perder o controle e tomá-la para si ali dentro se a porta não tivesse sido aberta automaticamente no terceiro andar. — Venha. — Sakura o puxou pela gola da camisa, e ele apenas deixou-a lhe guiar. 

 — Para onde? — ele perguntou ofegante.

 — Sua cama.

 O Uchiha concordou imediatamente enquanto curvava os lábios em um sorriso malicioso e tirou o molho de chaves do bolso. Abriu a porta afobado e deu passagem para a mulher entrar. Mal ambos entraram no apartamento, Sasuke já a prensava contra a porta e segurava firme sua bunda por cima da calça.

 — Eu queria ser romântico… — ele começou a falar entre os beijos. — Mas eu estou louco para te ter, não sei se consigo ter calma.

 — Deixe a calma para outra hora, hoje eu só quero você. Não se contenha. 

 E, com essa resposta, qualquer pensamento sobre ter calma se dissipou. Os dois estavam loucos de desejo, teriam mais tempo depois para explorar seus corpos com calma. Por hora, só precisavam um do outro. O mais rápido possível. Sakura desvencilhou-se dos braços dele e arrancou seus agasalhos com agilidade, revelando sua nudez ali na sala mesmo. Em seguida, ocorreu o mesmo com a calça e os sapatos. Apenas a calcinha continuou no corpo curvilíneo e delicado.

 Sasuke sorriu sacana, os olhos presos em cada detalhe daquele corpo, que parecia mais bonito do que nunca. Tratou de tirar suas roupas também, ficando apenas de cueca. 

 — Você é muito gostosa. — ele sussurrou antes de tomá-la nos braços e erguê-la do chão.

 Sakura prendeu as pernas na cintura dele e gemeu ao sentir a ereção aumentar contra sua intimidade e os beijos quentes no pescoço e rosto. Sem aviso, Sasuke rumou para o quarto antes que, tomado pelo desejo, ele a colocasse no sofá e a fizesse dele ali mesmo. Entraram no quarto aos beijos e esbarrando nos móveis. Quando chegaram à cama, Sasuke colocou Sakura lá, sentada na beirada, porém, antes que ele se deitasse sobre o corpo menor, as mãos dela em sua perna o impediram.

 — Quero fazer uma coisa. — ela sussurrou e, antes que ele perguntasse o que era, as mãos dela seguiram para a cueca boxer preta e a abaixaram de uma vez.

 O pênis pulou para fora. Grande e grosso. Sakura lambeu os lábios e olhou para cima, não conseguindo decifrar o olhar desejoso e safado que Sasuke lhe destinava. Ela sorriu maliciosa e levou uma das mãos ao membro já ereto. Acariciou toda a extensão, indo da base até a glande, da glande até a base, em um ritmo lento. Sasuke jogou a cabeça para trás, extasiado pelas carícias da mulher amada.

 A Haruno estava gostando das reações do namorado, gostando de dar-lhe prazer, mas ela queria mais. Queria dar-lhe mais. Portanto, sem aviso, ela abocanhou a glande, arrancando um gemido dele. Sasuke fora pego de surpresa com o calor dos lábios dela, ele não esperava por isso, e foi impossível não gemer com a cena que via: Sakura sentada na cama e deslizando a língua por todo o seu pênis, hora ou outra engolindo-o pela metade ou por inteiro. Era delicioso, indescritível. 

 Ela lambeu toda a extensão do membro dele, algumas vezes abocanhou até a base, embora quase se engasgasse nas tentativas e sorriu de satisfação ao ouvir os gemidos de Sasuke aumentarem e ele mover vez ou outra o quadril em direção à sua boca. Ele estava quase chegando lá, mas ainda não era a hora, portanto a mulher parou o que estava fazendo e se levantou.

 Sasuke puxou-a para um beijo. 

 — Agora é a minha vez de te dar prazer.

 Ele deitou-a sobre a cama e distribuiu beijos pelo corpo dela, começando pelos pés e indo até às coxas. Sorriu sacana ao vê-la fechar os olhos quando deslizou os dedos sobre o tecido rendado da calcinha vermelha, depois deslizou as duas mãos pelas coxas e chegou ao cós da peça. Sem aviso, Sasuke puxou a calcinha para baixo e tirou-a pelos pés antes de colocar-se entre as pernas dela.

 Só de vê-la de pernas abertas e com a intimidade exposta para ele, Sasuke quase gozou, mas se segurou, pois queria que a noite fosse longa. Inclinou-se sobre o corpo de Sakura e lambeu a intimidade já encharcada, denunciando a excitação da mulher. Habilidosamente, ele movia a língua pela pele sensível, ora acariciando, ora penetrando-a. Encontrou seu ponto sensível e trabalhou com a língua por ali em um ritmo lento e prazeroso. 

 A Haruno se contorcia sob as carícias dele e já gemia alto devido ao prazer que a dominava. Prazer que logo aumentou e tornou-se incontrolável quando os dedos de Sasuke começaram a trabalhar em conjunto com a língua em sua entrada. 

 Ele era bom nisso, sem dúvidas. Seu corpo estava cada vez mais quente, e o prazer era indescritível. Sakura segurou o lençol da cama com força enquanto mordia os lábios a fim de reprimir o gemidos, no entanto era impossível com Sasuke fazendo um belo trabalho entre suas pernas.

 O orgasmo veio em cheio, deixando seu corpo mole e coberto de suor pelo esforço. A respiração estava descompassada, e o coração parecia quase querer sair pela boca. O Uchiha sorriu ao ver o estado em que a havia deixado e inclinou-se em direção ao criado mudo para pegar uma camisinha na gaveta. Abriu o pacotinho rapidamente e cobriu o pênis com o preservativo. Afoito, pois estava louco para estar dentro dela, ele colocou-se sobre o corpo menor e posicionou o membro na entrada apertada.

 Foi entrando devagar, sentindo-a apertá-lo deliciosamente. Sakura gemeu e abraçou-o com força enquanto sentia-o invadir sua vagina com calma. Estava sendo um pouco mais doloroso que o normal, visto que não fazia sexo há alguns meses, mas nada insuportável ao ponto de querer parar. O prazer era maior. 

 Quando o pênis de Sasuke estava todo dentro, ele começou a se movimentar. Começou lento, depois aumentou o ritmo, e a dor logo virou prazer quando seu interior se acostumou ao tamanho do namorado. Ele estocou rápido e fundo algumas vezes, depois voltava à lentidão e calma, e depois retornava ao ritmo rápido e indo até o fundo.

 Sakura gemia muito abaixo dele, e ele também soltava uns bons gemidos sonoros. Era prazer demais. Sasuke deitou-se de lado, e Sakura ficou de costas para ele. Com uma das mãos apertando a coxa grossa e macia dela, ele abriu-lhe as pernas e continuou penetrando-a. Indo e vindo, indo e vindo, indo e vindo rápido. Os corpos estavam suados, e eles já tinham perdido a noção do tempo.

 O ritmo de Sasuke foi diminuindo, denunciando o cansaço chegando. Sakura notou isso e decidiu tomar o controle da situação. Sem aviso, virou-se na cama, colocando-se sobre ele. Com as mãos apoiadas no abdômen sarado, ela começou a se movimentar sobre o membro ainda ereto, indo para baixo e para cima com agilidade e rapidez.

 Sasuke a encarava cavalgar em seu membro com satisfação. Era uma cena bem bonita de se ver. Os seios balançando a cada movimento, o rosto vermelho e o corpo coberto de suor. Ele poderia gozar só com aquela cena. 

 Falando em gozar, ele já sentia seu orgasmo próximo. O Uchiha não queria que a festa já acabasse, mas estava há tempo demais sem transar, não iria aguentar por muito mais. Não dessa vez. Ele sentou-se na cama enquanto ela ainda cavalgava sobre seu pênis e segurou a bunda dela com força, ajudando-a nos movimentos. Os lábios finos foram para os seios médios, chupando ora um, ora o outro. Uma das mãos também veio para os seios enquanto a outra ainda apertava as nádegas. Certamente a pele ficaria vermelha, mas aquilo não importava no momento.

 Com isso, a Haruno não aguentou. Outro orgasmo veio em cheio ao sentir o pênis de Sasuke mexer-se dentro de si, e os lábios em um dos seios enquanto, habilidosamente, os dedos de Sasuke lhe acariciavam o outro. Era prazer demais para se controlar e também cansaço, tanto que ela agarrou o pescoço dele para impedir que seu corpo caísse na cama. Sasuke sorriu contra o ombro da mulher e movimentou o quadril enquanto segurava na cintura dela e a impulsionava para cima e para baixo algumas vezes. O orgasmo dele também veio em seguida, enchendo a camisinha com seu gozo. 

 — Isso foi… — ele não conseguia dizer, a respiração ofegante não ajudava.

 — Eu sei. — Sakura murmurou antes de lhe dar um selinho, ainda em seu colo e com os braços em volta de seu pescoço. 

 Ela não precisava de palavras, tampouco ele. Os dois sabiam que aquela havia sido a melhor transa de suas vidas, um ótimo presente de Natal, diga-se de passagem, e totalmente diferente da primeira vez deles a anos atrás. 

 E também sabiam que aquela noite seria a primeira de muitas, pois os dois ainda teriam a vida inteira pela frente e todo um futuro juntos.


Notas Finais


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Beijinhos e até o próximo.
~Lena e ~Taty.


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