História Simplesmente Acontece (Imagine Jimin - BTS) - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Comedia Romantica, Gravidez, Imagine Jimin, Jimin, Park Jimin, Pockyx, Romance, Você
Visualizações 1.317
Palavras 2.079
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLÁAAAAAAAAA S2
meus amores, que saudades de vcs s2
tá, nem faz tanto tempo assim, mas eu adoro postar nessa fic, amo ver vcs surtando kkkkkkk

EU AINDA TO RINDO DOS COMENTÁRIOS DO CAPÍTULO ANTERIOR KKKKKKKKKK
Eu realmente espero que vcs gostem, eu estava morrendo de cólica, ainda estou com um pouco de dor, mas... vim postar pra vcs s2

+ @LolohChimChim-a fez aniversário recentemente e eu nem consegui dar parabéns a ela devidamente, e por mais que não sejamos muito próximas, ela sempre comenta em minha fanfic, então, eu queria parabenizar ela e dedicar esse capítulo à ela s2
ps: ainda irei te mandar um mp e um textão enorme kkkkkkkkkk

Boa leitura meus amores s2

Capítulo 10 - Almoçando com a mamãe


Fanfic / Fanfiction Simplesmente Acontece (Imagine Jimin - BTS) - Capítulo 10 - Almoçando com a mamãe

Eu não sei o porquê, mas ao olhar nos olhos de Park, meus olhos marejaram e eu logo senti os dedos dele enxugarem minhas lágrimas, enquanto ele perguntava o porque de meu choro, eu soltei um riso e o beijei. Park pareceu surpreso, mas retribuiu de qualquer forma.

-  O que foi? – Olhei para minhas mãos que estavam caídas entre minhas pernas.

- Só... Obrigada. – Sussurrei, ele então sorriu.

- Hum, humor de gravida é estonteante. – Dei um tapa nele e o mesmo riu, Park puxou minha cintura, colando nossos corpos de forma excitante e carinhosa. -  Não chore, ok, jagyia. – Soltei um riso.

- Lembrando isso, temos que marcar o almoço para amanhã, depois ligar para minha mãe. – Ele assentiu.

- Tudo bem, você está tão cheirosa que me enlouquece. – Soltei um suspiro ao sentir um beijo dele em meu pescoço. – Você não gostou? – O olhei confusa. – Do jagyia. – Soltei um sorriso.

- Você é bem rápido. – Sussurrei e Park sorriu.

- Sou rápido em outras coisas também. – Mordeu meu lábio, fechei meus olhos, sentindo ele me puxar contra o corpo dele.

- Eu gostei, só não esperava por isso. – Dei de ombros.

- Você nunca espera por nada, principalmente de minha parte. – Soltei um riso.

- Exato, você é imprevisível. – Soltamos uma risada. – Mas a única que eu espero de você é carinho. Park, você chegou agora e não sabe quantas vezes sorrio em apenas pensar em você. – Ele respirou fundo. Em seguida me puxando mais, quase me fazendo pular no colo dele.

- Acredite, eu sorrio cada vez que penso em você, ao menos é reciproco. – Soltei uma risada e em seguida segurei o rosto dele.

Senti meu coração bater três vezes mais forte ao olhar nos olhos dele, nossa risada foi se dissipando, nossos rostos foram se aproximando lentamente, até que não sobrasse mais espaço e ele me tirasse o ar.

Park me beijou com vontade, me apertando entre seus dedos, deslizando a mão por minha coxa, em seguida, subindo meu moletom.

- É quase um pornô ao vivo. – Park e eu nos abraçamos assustados. Me virei e olhei sobre meu ombro vendo Nick parada no batente da porta da cozinha. – Pode me dizer por que o retardado do seu amigo, cujo nome é Jin, me ligou me xingando de vadia? – Ela jogou o celular na bancada.

- Como é que é? – Park tomou a voz e não parecia calma como antes.

- É, você foi ver a princesinha hoje? – A fulminei com o olhar.

- Não, ________ passou o dia todo comigo, apenas encontramos o almofadinha no parque. – Dei um tapa no braço de Park, cruzei meus braços e encarei Nick.

- O que exatamente aconteceu? – Perguntei, ela respirou fundo.

- Por que não fica vigiando a comida, Park. Vem comigo. – Ela me puxou pelo braço.

Olhei para Park e continuei sendo puxada, passamos pela sala e fomos direto para meu quarto, Nick bateu a porta com força e depois girou a chave.

- Eu vou matar esse filho da puta. – Ela passou a mão pelos cachos e me olhou irritada. – Ele acha que manda em você. – Riu ironicamente, confesso, eu realmente estava com medo.

- Ninguém manda em mim. – Cruzei meus braços abaixo de meus seios.

- É, eu sei, mas ele acha que manda. – Revirou os olhos.

- Não estou entendendo. – Falei, minha amiga me olhou um pouco brava, mas ao ver meu olhar confuso, ela respirou fundo.

- Vou perguntar apenas uma vez. – Passou a mão no cabelo. – Jin se lembra do que aconteceu no bar? – Arregalei meus olhos.

- Eu não sei. – Passei a mão por meu cabelo. – Nick, ele não pode saber. – Abracei minha barriga.

Eu estava com medo, não sei o que Jin poderia fazer caso ele descobrisse que esse filho é dele. Fiquei tremula quando essa hipótese passou por minha cabeça. Nick olhou em meus olhos e viu meu desespero, em seguida ela me abraçou.

- Ele não vai descobrir. – Beijou minha testa. – Ele me mandou uma mensagem, não sei como ele conseguiu meu número, enfim, ele perguntou qual era a do Park pra cima de você. – Revirou os olhos.

- O que você respondeu? – Ela soltou uma risada, ali eu soube que ela tinha feito alguma merda.

- Falei que Park foderia você até cansar, e se ele quer uma resposta justa, era para procurar Park. Qual é, eu não suporto o Jin, não vou ficar trocando mensagem com essa princesinha. – Revirou os olhos mais uma vez.

Suspirei, Nick tinha razão, Jin se mete demais em minha vida, sempre acha que manda em tudo, sei que ele é meu irmão, acima de tudo, mas ele não pode se meter em minha vida particular, e é o que ele mais tem feito nas últimas semanas.

Saí do quarto e fui direto para a cozinha, Nick pegou o celular que estava bloqueado sobre a bancada, ela me lançou um olhar, assenti, entendendo que ela cuidaria de tudo por mim. Nick é uma grande amiga, sei que ela jamais deixara alguém me machucar.

A levei até a porta, nos despedimos, em seguida a fechei e voltei à cozinha. Park ainda se encontrava de costas, suspirei e o abracei por trás.

- O que ela queria? – Mordi meu lábio.

- Só Jin que anda enchendo o saco de todo mundo. – Ele se virou e segurou minha cintura, apenas à massageando, se inclinando sobre meu corpo, Park me deu um breve selar.

- Devo me preocupar com isso? – Neguei, soltei um riso quando ele levantou a sobrancelha. Assim como Nick, Park é cuidadoso, me protege e cuida de mim, não só de mim, como de meu filho também.

(...)

Suava frio, a gola de minha camisa apertava meu pescoço. Park estava sentado a minha frente, apenas estralando os dedos e eu mexendo minhas pernas inquietamente. Ele me olhou e soltou um sorriso, revirei meus olhos.

Minha mãe estava atrasada vinte minutos, confesso, ela nunca se atrasa, e quando isso acontece... Céus, eu sinto meu estômago embrulhar. Fechei minhas mãos sobre a mesa e segurei a mão de Park.

- Relaxa, você está muito tensa. – Soltei um riso.

- Eu estou... Meu Deus. – Senti tudo rodar, Park se levantou e se sentou ao meu lado.

- Respira, não é o fim do mundo, eu já vi sua mãe antes, ela é uma pessoa legal. – Neguei, não era bem isso com que eu estava preocupada.

- Jimin, e se... Se ela descobrir? – O olhei, como se ele pudesse ter alguma resposta.

- Hum, a gente dá um jeito, como sempre demos. – Piscou, soltei um riso e apoiei minha cabeça no ombro dele, sentindo ele acariciar meu ombro de baixo pra cima.

Senti meu coração disparar em emoção quando ele beijou minha testa, apertei a camisa de tecido vermelho que ele usava. Park estava perfeito, usava um jeans preto grudado as pernas, dando um ar sexy e jovial, um sapato social preto, na cadeira que ele estava sentado, um paletó preto. Jimin estava impecavelmente sexy e perfeito.

O sininho soou e eu olhei em direção a porta, minha mão estava com o cabelo diferente. Ela tinha ido no salão. Cabelo acima dos ombros, com algumas mechas loiras, óculos de sol, sendo que estava muito frio. Nos dedos, alguns anéis, seu vestido de cor roxa que ia abaixo dos joelhos e um salto que a deixava com um ar de superioridade, com o casaco preto pendurado aos ombros, ela veio caminhando até a mesa onde estávamos.

Jimin se levantou e puxou a cadeira para ela poder se sentar, assim que ela se sentou, ele pegou o paletó e se sentou ao meu lado.

- Você está pálida meu amor, está bem? – A olhei e assenti rapidamente. – Relaxa, não é como se eu fosse espantar Jimin de você. – Apoiei minha testa na mão e ouvi a risada de Jimin. – Já pediram algo? – Negamos.

- Estávamos esperando a senhora. – Ela tirou o óculos ao ouvir minha fala.

- _______, dês de quando você me chama de senhora? – Soltei um sorriso nervoso.

- Não sei mãe, ui. – Passei a mão no cabelo ao mesmo tempo que ela.

- Vocês... São muito iguais. – Olhei para Jimin.

- Ela é minha mãe, amor. Você quer o que? – Jimin sorriu e eu quis morder minha língua por ter soltado aquela palavra, droga, saiu tão carinhosamente que eu quis bater com minha cabeça contra a mesa.

Minha mãe sequer se importou, apenas pediu carne de porco e macarrão. Legal, eu amo esse tipo de carne, mas tem um porém, o cheiro é muito ruim.

Park segurou minha mão sobre a coxa torneada dele, apertei a mão dele, me sentindo um pouco nervosa. Ele arrumou meu cabelo carinhosamente e deu um beijo em minha bochecha, sibilando palavras dóceis em meu ouvido, minha mãe mexia em algo no celular e nem prestava atenção em nós dois.

- Filha, você já conheceu os pais de Jimin? – Não era nem pra ele ter conhecido você. Era o que eu queria dizer, mas respirei fundo.

- Ainda não, mãe. – Falei baixo.

- Jimin, como seus pais são? – O olhei e cruzei meus braços.

- Ah, bem, meus pais vivem um pouco mais afastados de Seul, eles moravam em Busan, mas pedi para que viessem mais para perto. São pessoas carinhosas, eles vão adorar ________. – Ela apertou minha bochecha, soltei um riso de nervoso.

Abri um botão de minha camisa, respirei fundo e olhei pela janela, sentindo um pouquinho de frio, tirei o casaco da cadeira e o coloquei. Jimin voltou a ficar mais pertinho, me aconcheguei nele, sentindo um pouco de seu perfume me embriagar.

- Que bom, ______ é uma menina adorável, tudo bem que na adolescência ela era um pouquinho estranha, mas agora é um mulherão. – Apoiei minha testa em minha mão e neguei enquanto ouvia Park rir.

Eu juro que eu farei minha mãe engolir a língua dela, meu Deus, nunca passei tanta vergonha em minha vida.

- Lembro de quando você me apresentou seu primeiro namorado, você tremia mais que o menino. – Se possível, eu me encolhi mais contra a cadeira.

- Mãe, por favor. – Ela riu e eu finalmente a olhei.

A comida chegou e só assim para minha mãe parar de tagarelar. O cheiro estava muito bom, o kimchi cheirava bem, saia fumacinha das comidas e minha boca já salivava para poder degusta-las.

Senti o cheiro da carne de porco quando Jimin colocou um pedaço em meu prato. A gordura era nítida, o óleo escorria diretamente para meu prato e o cheiro era estranho. Fiz uma careta e o olhei, remexi meu pé.

- O que foi filha? Você sempre gostou de carne de porco. – Mordi meu lábio.

- É que...

- Ela está de dieta, o que é uma bobagem, o corpo dela é magnifico, mas sua filha insiste em querer fazer. – Respirei em alivio ao ouvir a fala de Jimin.

- Mas só um pedacinho. – Neguei.

- Eu... Tenho que manter o foco, eu como kimchi. – Peguei um pouco, colocando na vasilha e em seguida pegando os hashis.

Minha mãe apenas deu de ombros, Jimin tirou o prato de perto de mim e começou a comer em silêncio. Peguei um pouco e senti ele apertar minha coxa, o olhei, vendo que no olhar dele, o mesmo dizia: falei que daria tudo certo.

Soltei um sorriso e segurei a mão dele, começando a comer com a outra para poder sentir o calor e a força dele.

Jimin passava isso pra mim, a força dele, me deixava bem, me deixava tranquila.

(...)

Eu estava acabada, aquele nervosismo só passou quando minha mãe entrou dentro do taxi, dizendo que adorou o almoço, mas adorou mais ainda Jimin, dizendo que ele era um ótimo partido e que eu deveria investir.

Confesso, Jimin é realmente um bom partido e eu estou apostando todas as cartas que tenho. Assim que entramos no carro dele, resmunguei sem parar, o mesmo riu e segurou meu rosto.

- Deu tudo certo, calma. – Neguei.

- Não, você não entende, minha mãe gostou de você, meu Deus, é a primeira vez que ela gosta de alguém que está se relacionando comigo. – Passei as mãos por meu rosto, Jimin as segurou.

- E isso é bom? – Mordi meu lábio e assim que assenti, Jimin me beijou, soltei uma risada e ele também.

Droga. Mil vezes droga. Não, isso não deveria estar acontecendo.

Eu estou, perdidamente, fodidamente, enlouquecidamente, cegamente, apaixonada por Jimin.


Notas Finais


ESPERO QUE TENHAM GOSTADO
gente, vcs são muito safadas... O HOT NÃO ESTÁ PRÓXIMO! KKKKKKKKK

Me digam o que acharam do capítulo nos comentários, ficarei muito feliz em responde-los depois s2
até bebês s2
perfil: @pockyx

Editado:
+ SOU EMPATA FOD*S SIM, ME AMEM KKKKKK


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