História Simplesmente Bárbara Gordon - Batgirl - Capítulo 18


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Categorias Asa Noturna, Batman, Caçadora "Huntress", Canário Negro
Personagens Alfred Pennyworth, Barbara Gordon (Batgirl), Batwoman (Kate Kane), Bruce Wayne (Batman), Comissário James "Jim" Gordon, Coringa (Jack Napier), Dick Grayson, Dinah Lance (Canário Negro), Helena Bertinelli, Jason Todd, Personagens Originais, Renee Montoya, Richard John "Dick" Grayson, Selina Kyle (Mulher Gato), Timothy "Tim" Drake
Tags Asa Noturna, Aves De Rapina, Bat Família, Batgirl, Batman, Dc Comics, Drama, Hq's, Jogos Batman, Oraculo, Piada Mortal, Romance, Sexo
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Palavras 4.163
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ola sobrinhos como estão? Espero que bem, eu estou bem atrasada não é costumo postas as sextas, mas estou tendo problemas com a net ( e com minha vida pousal também )

Mesmo assim amo escrever essa fic e espero que gostem do capitulo de hoje.

Peguem seu suco e boa leitura

Capítulo 18 - Caso Reaberto.


Fanfic / Fanfiction Simplesmente Bárbara Gordon - Batgirl - Capítulo 18 - Caso Reaberto.

Antes que eu imaginasse Batman já avia chegado, e com ele as luzes e sirenes se aproximavam, era uma verdadeira operação policial que so uma pessoa podia mobilizar, não demorou para eu ver meu pai descendo do seu caro com um cigarro em mãos, ele sempre fumava quando estava nervoso, eram 9 viaturas 4 helicópteros que sobrevoavam a areia com suas luzes ate os famosos dirigíveis não tripulados de Gotham estavam la, era como uma operação de guerra, aviam 2 ambulâncias que pararam bem de frente para mim e pouco a pouco foram descendo os policias com os cães guia que invadiam a mata a procura do maníaco.

 Entre os policias estava Sarah minha madrasta, Renee que avia falado comigo a pouco tempo atrás e Harvey isso me deixou arrepiada – de novo minha paranoia em ser descoberta – mas era claro que eles estaria ali era os melhores do DPGC e os responsáveis pelas investigações.

Meu pai estava virilmente impaciente, eu consigo deduzi o motivo, ele deve ter passado em casa e não me visto por la, seu rosto não estava nada bem eu queria ir ate ele e disser “ei comissário seu filha esta bem, não se preocupe” mas não podia fazer.

- Esse sangue e seu? – perguntou Batman de frente comigo – esta ferida?

- Machuquei meu pulso – respondi – mas o sangue e dele.

Bruce coletou a amostra de sangue em minha luva e na máscara que se sujou de sangue quando dei a cabeçada no maníaco.

- Robin – meu pai se aporismava – foi você que reportou tudo isso a policia não foi?

- Sim senhor comissário – disse Robin – Batgirl achou a mulher e depois seguiu  o homem mata a dentro por isso eu sai da mata achei que la eu e a vitima seríamos alvos fases.

- Então você sai da mata e deixa sua parceira para trás? Se você fosse um dos meus homens iria receber uma punição disciplinar – meu pai tragou o cigarro e apagou oque restou dele com o pé.

- Sei me defender – respondi mas não falei muito mais.

- Que bom – disse meu pai – e consegue fazer um retrato falado dele Batgirl? – perguntou dando sinal para um policial tomar meu depoimento e fazer o retrato.

- Ela conseguiu coisa melhor comissário – disse Batman – lutando com ele, ela sujou suas luvas e máscara com o sangue suspeito, o bastante para o DNA.

Bruce deu cotonetes com a amostra de sangue para meu pai que colocou em um saquinhos de evidências, olhei para Sarah ela estava falando com o socorrista.

- Vou ver a vitima – disse Robin.

Antes que ele saísse de perto de mim abri um dos bolsos do sinto de utilidade e lhe dei uma pílula do dia seguinte para entregar a vitima, foi ate o batmovel procurando por alguma tala ou algo assim para imobilizar meu pulso e chegando perto dele acabei escutando a conversa do Bruce com meu pai.

- Tem certeza disso comissário? – questionava Batman.

- Não tenho dúvidas – disse meu pai – eu tenho praticamente certeza que ele é meu filho, mas o teste de DNA na vitima e nos cotonetes podem por fim nesse caso.

- Você parece mais preocupado que o normal ate para quem esta casando o próprio filho – disse o morsego - algum problema?

- Minha filha saio de casa e não responde as ligações, mas conhecendo Barbara como conheço sei que ela está bem, mas não tira minha preocupação, ela sai quase todas as noites a anos.

Antes que Sarah ou qualquer um dos policias pudessem falar com a gente Bruce assinou o helicóptero de guerra que nos tiraria de la, Robin disparou o cabo de aso e subiu e eu fiz o mesmo, guinchos prearam as motos que seriam  e levadas pelo ar, eu já imaginava a conversa que teríamos na batcavrna com Bruce.

Dick e eu fomos os primeiros a chegar Bruce viria depois com o batmovel eu tirei a mascara e fui direto para o laboratório fazer o a análise de DNA.

- Quintal paramos um pouco e antes de você fazer isso? E eu dou uma olhada no seu pulso – Dick colocou a mão em meu ombro – não vai te matar esperar um pouco.

Tiramos a luva e Dick me examinou o pulso que não chegou a quebrar, mas deslocou com isso a dor era grande e ele estava inchado mas o primeiros socorros terminaram assim que Bruce chegou e foi ate nos eu sabia que íamos começar uma conversa seria então dei o primeiro passo.

- Ele é mesmo meu irmão – eu disse em quanto Dick cuidavam do meu machucado eu tentava não demostrar pânico - o sangue pode provar se o homem que peguei na mata mesmo ele, mas eu posso garantir que é ele ... eu o vi e eu o reconheci...

- Não vamos nos preocupar com isso agora - disse Dick fechando o curativo - so precisamos pega-lo e você precisa se recuperar, vou lhe dar um remédio para dor.

Isso era terrível, cheguei em casa e não consegui dormir só pensava na mulher e no cadáver que Dick achou na mata, com certas haveriam mais, tentei me levantar para bebe agua na cozinha, mas já era bem tarde então dormi ate o dia seguinte.

Assim que amanheceu cerca de 2 horas depois, eu me levantei atordoada fiquei de pé era uma luta para não voltar para a cama e dormi por mais horas, mas que escolha eu teria? Eu tinha um emprego e uma vida normal para viver.

Tomei minha ducha com tudo o cuidado do mundo para não apagar de sono, vesti minha roupa típica de trabalho calça sapatos comportados camisa e casaquinho, acabei me maquiando um pouco para disfarçar as olheiras,desci as escadas como um zumbi e antes de chegar a cozinha eu ouvi vozes.

- Oque vamos fazer James? – era a voz da minha mãe – o teste deu mesmo positivo e agora – ela tinha uma voz baixa e melancólica.

- Não sei Barbara – disse meu pai para minha mãe – e agora que nossa filha sabe sobre o irmão, eu tenho medo de como ela ficaria assim que souber que é mesmo ele.

Eles ficaram em silêncio e eu também, então oque eu imaginei era mesmo oque meus pais imaginavam, a diferença agora é que eu sabia da verdade eu sabia que era mesmo ele eu sabia que ele não era so um suspeito e sim o culpado.

- Eram mais de 15 – dizia a voz do meu pai -  ainda ah equipes de busca na mata acham que pode ter muitos mais.

– Senhora Barbara – a voz era de Sarah - se a senhora souber de algo sobre seu filho tem que nos falar.

- Eu juro Sarah eu não sei de nada – ela suspirava – eu so vim para Gotham porque James Júnior é minha responsabilidade – ela fez uma pausa e voltou a falar – Jim ficaria com nossa filha e eu com nosso filho, acredite Sarah não quero ser uma ex-mulher chata criando caso para ver o ex-marido, eu gostaria mesmo que nada disso estivesse acontecendo.

Eu continuava escutando escondida.

- A credito em você Barbara – disse Sarah.

O telefone de casa começou a tocar e eu tinha que anteder antes deles, ou eles descobririam que eu estava la bisbilhotando.

- Casa dos Gordon? – disse ao telefone – quem fala?

Meu pai veio da cozinha e olhou para mim.

- Quem fala? – perguntei mais uma vez, eu conseguia escutar a respiração da pessoa – olha isso não tem graça, eu sei que está me ouvindo eu ouso a sua repressão!

- Quem é filha? – perguntou meu pai chegando perto.

- Alo! – eu praticamente gritei ao telefone – quem está falando?

Escutei um balbucio como um risada e então eu desliguei o telefone com raiva.

- vá para o inferno desgraçado – desliguei o telefone praticamente o jogando no gancho.

- Quem era? – pergunto meu pai de novo.

- Não sei... um babaca qualquer – eu estava tensa.

- Esquece essa ligação filha – disse meu pai tocando no meu ombro – deve ser um engano e a pessoa ficou com vergonha de falar que ligou erado - Eu senti medo ao atender a ligação não sei bem o por que – esqueci e isso vem sua mãe veio lhe visitar.

Tomar café da manha nos 4 era estranhamente desconfortável, mesmo que Sarah e minha mãe aparentemente não se desentendiam era estranho, eu me mantive em silêncio o tempo todo, mas a maior causa do meu silêncio era meu sono.

- Esta com uma cara horrível – disse meu pai.

- Obrigada – respirei fundo – semana de prova não consigo dormir é meu último ano se eu falhar não sei oque farei.

Abri a boca de sono durante o dia todo no trabalho meu amigo começou a ficar sonolento so de olhar para mim.

- Reese preciso sair no almoço para procurar apartamentos, pode ir comigo?

- Não da babs – disse meu amigo – eu vou almoça com meu namorado.

- Ta me traindo? – perguntei em um tom de brincadeira.

- Olha so foi você que ficou estranha, de uns anos para ca nem nos falamos deito dês que começou a namorar com o filho do Wayne – ele paresia bem irritada.

- Deixa para la vou sozinha.

 Peguei meu celular e mandei mensagem para meu pai perguntando se ele teria o horário de almoço livre para ir comigo ver as casas, mas como imaginei ele estava ocupado de mais.

As horas eram intermináveis ate que finamente meu estomago rouçou e olhando para o meu relógio de pulso descobri que finalmente estava na hora do almoço, vesti o casaco com cuidado por que meu pulso ainda doía, sai pela porta da frente da biblioteca e para minha surpresa avia um caro da polícia parado na porta andei ate ele e vi que era um rosto bem familiar.

- Deixa eu adivinhar – disse me apoiando pela janela da viatura – meu pai me colocou sobre custodia policial por causa das últimas noticias do maníaco? – eu fingia não saber mais do que dos policias.

- Ola Barbara – disse Montoya – seu pai disse que quer ajuda com apartamentos, entra eu te ajudo com isso.

Eu respirei fundo dando a volta na viatura e sentando no banco ao lado da policial e em seguida fechando a porta e pondo o sinto de segurança, então olhei bem para Montoya e disse:

- Ele so te mandou porque quer que você fique de olho em mim, isso não tem nada a ver com as casas, ele acha que o assassino em serie pode me fazer mal, não é?

- É, um ponto para você, - Renee suspirou – o comissário se importa com sua segurança, sei que você não tem mais 8 anos Barbara então vou ser direta e sincera,  seu pai pediu para eu passar o resto do dia com você, guarda preventiva, - ela deu partida da no caro - seu pai acha que o assassino pode tentar uma retalha-lo amesendo você e sua mãe, então eu ficarei com você e Harvey com sua mãe, e por favor Barbara não torne esse trabalho ainda mais difícil, acredite eu gostaria muito de estar na minha meça reunindo provas.

- Eu sei – disse tombando minha cabeça para trás no banco – só queria que meu pai acreditasse que eu sei me defender.

- Ele sabe disso Barbara – saímos pelas ruas de Gotham mas a policial me olhava direto com cara de desconfiança.

- Oque foi? -  perguntei olhando para ela.

- Não é nada – ela paresia incomodada.

Paramos em um lanchonete e pegamos comida para viagem a primeira parada era na zona leste, não era a aria mais segura de Gotham na verdade era a mais perigosa mais o preso do aluguel era barato e avia porteiro 24h, mas bastou 20 minutos dentro do apartamento para descobrimos que o cheiro de naftalina era para ocultar o cheiro de sangue de uma morte “acidental” apartamento 1 descartado fomos para a aria central.

Apartamento 2 era bem perto do trabalho dava para ir a pé, aria relativamente segura, porem era um quitinete minúsculo, so tinha uma janela e eu mal cabia no banheiro, também descartamos.

Apartamento 3, ele era uma cobertura pequena, tinha 2 quartos e um banheiro recém reformado, mas estava com uma infestação de baratas, descartado

Apartamento 4, era um prédio médio, aria de laser ampla varanda no quarto, era perfeito, porem 100 dólares amais do que eu podia pagar, descartado.

Apartamento 5, ele foi descartado de imediato quando Renee puxou o histórico do prédio e descobrimos que ele deveria ter sido demolido a 7 meses.

- Aiai isso esta difícil – disse bebendo agua.

- Nem me fale – disse a detetive – acho que tem so mais um lugar.

- Onde fica? – perguntei sem esperança alguma.

- Burnside, é um distrito relativamente novo – disse Renee – deixei por último porque não achei muitas coisas sobre esse bairro nos arquivos, ele é bem novo.

- ok ne – respirei fundo – não sobrou mas nada mesmo.

Eu estava bem desanimada era longe de tudo, longe da minha casa longe do meu pai longe do trabalho, alias nem sabia por que estava indo para Burnside era praticamente fora de Gotham, tínhamos que passar pelas pontes de ainda da cidade, do outro lado do Rio Gotham e bem ali estada Burnside o bairro mais novo da cidade.

Mas assim que os pneus da viatura pararam na aria meus olhos brilharam, aquilo não podia ser Gotham, era como uma cidade pequena porem moderna não avia prédios altos, as ruas eram limpas e tinha arvores, o lugar era silencioso, meu deus que lugar e esse?

As ruas eram calmas com poucos caros, aviam pessoas da minha idade  por todos os lados algumas ate mas novos, 10 minutos na aquelas ruas e eu vi minha nova diva passar por meus olhos.

- Oque aconteceu – eu disse olhando pela janela – entramos em um túnel de realidade alternativa? - Olhei para Montoya ela segurava a risada – a não brinca.

Ela começou a rir e eu não entendia nada.

- Eu sabia que você ia amar esse lugar – disse ela – eu o deixei por ultimo de proposito, Burnside foi fundada por pessoas como você, pessoas com olhos no futuro, tudo aqui é autossustentável, tecnológico a internet e publica, e claro a poucos crimes por aqui – disse Montoya – a maioria dos moradores são universitários como você, ou jovens empresários lutando por seus olhos – ela tinha um sorriso - muitos deles dispostos a alugar um quarto e como uma república.

Eu abrasei Montoya e ela me legou a um apartamento que era perfeito, eu dividiria ele com outra menina, eu gastaria bem menos podendo poupar dinheiro para finamente comprar um lugar para mim viver.

Naquela noite foi para a faculdade muito animada, infelizmente Montoya ainda estava comigo, eu sei que essas coisas de proteção eram necessárias, mas eu estava sufocada, como me livraria dela para ver Bruce e Dick?

Mais uma vez Dick não foi a faculdade, logo ele iria tomar bomba se continuasse faltando para ser o Robin.

Eu já avia terminado as aulas do dia e como não tinha mais nada para fazer resolvi da uma volta pelo campus, mesmo com Montoya me vigiando seria bom tomar um ar, avia dezenas de alunos novos, alunos que eu jamais conhecia por estava no meu último ano, ele iam e viam e eu imaginada qual eram seus sonhos e objetivos.

Isso me fazia lembrar quais eram os meus a anos atrás com 16 anos quando escolhi esse curso, criminologia me permitirá ser detetive e ajudaria o meu pai, assim ficaremos mais tempo juntos, pensamentos de uma garota ingênua, mas obstinada.

Mas e agora? Estou com 24 logo completo 25 , e onde estão os meus outros planos? Viajar o mundo ter minha casa poria e como eu vou fazer isso? Com o salário de bibliotecária é que não seria, ok tenho uma poupança bem generosa dos anos que minha mãe pagava pensão para mim, mas meu pai também pagava para júnior oque levava a conta a se igualar.

James Gordon Junior, meu irmão mais velho, diagnosticado com psicopatia precoce, mal tratava e matava animais por prazer, e foi suspeito de assassinato na minha infância, a assassinato esse nunca solucionado, como eu era ingênua, eu percebi que avia algo erada, e não sabia oque era, e agora no mesmo bosque que acampamos a anos atrás começaram a aparecer corpos.

Para mim oque estava acontecendo era claro e obtivi, so podia ser o Junior, e agora tinhas as provas.

Eu ficava me perguntando se não estava olhando isso com olhos pessoais e não no geral? Pense bem estamos em Gotham malucos homicidas e estupradores tem aos montes tudo poderia der pura coincidência, mas no fundo eu sabia que não era, eu queria acreditar nisso, mas não conseguia.

- Senhorita Gordon? – Bard tocava meu ombro – estou te chamando faz uns 20 minutos.

- Desculpa eu estava meio distraída – respondi meio assustada.

- Algum problema? – perguntou Montoya que me vigiava de longe para não tirar minha privacidade.

- Não, é um colega de curso – assim que falei ela a nos deixar a sós - eu escutei uma vos distante me chamar mas não vi que era você.

Bard para quem já se esqueceu, é Jason Bard era um detetive partículas amigo do meu pai.

- Você esta com uma cara horrível Barbara, a acontecendo alguma coisa?

- Ta perguntando como detetive particular, amigo do meu pai, ou como um cara que so quer puxar assunto com uma garota bonita?

- Estou perguntando como quem se importa – disse ele pegando os livros da minha mão para carregá-los – e como quem quer puxar assunto com uma garota bonita, serio Barbara você está bem?

Eu normalmente não ficaria bem com um homem mais velho pegando meus livros como se estivesse paquerando uma garota dos anos 60, mas eu estava tão saturada de Batgirl, e de faculdade, namoro, ate do que ouve com a Caçadora a anos atrás, e com a minha família agindo como se eu fosse uma criança, acabri dendo em  Bard alguém que eu pudesse talvez confiar.

- Eu to cansada, a faculdade está sugando minha alma, o dinheiro que eu ganho como bibliotecária não está sendo o bastante para meus objetivos e agora tem um assassino loco a solta deixando meu pai paranoico com minha segurança então... – olhei para a Montoya – tenho uma nova guarda costas e ... não eu não estou bem.

Acho que no fundo ele não esperava que eu fosse assim tão sincera, achei que ele devolveria meu livros e fugiria desesperado como a maioria dos homens quando se deparam com uma mulher que tem problemas reais, mas diferente disso ele não fulgiu.

- Eu to morrendo de fome – ele disse – ia te oferecer um jantar, mas acho que você precisa de outra coisa.

- Era para ser um jantar ou um interrogatório? – perguntei olhando para ele.

- Na verdade – ele disse com um sorriso – finalmente terminei minha mudança, digo a mudança do meu escritório como detetive particular, e estava pensando se não quer conhecer.

 - Acabo de dizer que tem um assassino a solta e você quer me arrastar apara o seu covil? – eu dei risada – ok eu aceito, também estou com fome, mas – olhei para Montoya – temos que ser rápidos.

Despistar Montoya não foi fácil, mas tivemos uma chance quando ela atendeu um telefonema e ficou de costas para nos dois e quando dei por mim entrei o caro do Bard me escondendo na parte de abaixo do banco.

Ele dirigiu ate uma loja de bebida onde comprei dois de vinho um tintos e um branco, por fim paramos o caro em um prédio de parede meia na região central o aluguel era comercial então deduzi não ser muito caro.

- Seja bem-vinda senhorita – disse ele abrindo a porta do prédio subimos de elevador ate o 3 andar onde em um porta discreta de viro com o nome dele impresso.

O lugar era grande o bastante para ter tudo o necessário eu me senti em um filme de gangster da época do cinema em preto e branco com falas atrasadas, era um belo escritório a mesa era de madeira maciça com tampo de veludo verde.

- Parece que você fez um belo investimento aqui – eu disse – é adorável serio eu amei.

- Que bom -  ele colocou as garrafas de vinho na mesa – a desculpa  não tenho taças, so tenho copos descartáveis do bebedouro, chicas, e bem copos de uísque.

- Acho que os copos do uísque são os melhores – nos rimos ele nos serviu nos sentamos em um sofá que ficava ali era ele antigo e mesmo sim confortável.

- Então da ultima vês você me interrogou mas não conseguiu muito, agora esta tentando me embriagar para conseguir mais informações?

- Devo te lembrar que foi você que comprou as bebidas Gordon.

- Me chama de Barbara, ou Babs meu amigos me chamam assim, Gordon parece que esta falando com meu pai – bebi o vinho.

 Ele pediu uma pizza do outro lado da rua então chegou bem quente comemos quando percebemos estávamos no resto do vinho.

- Você parece estar acostumada a beber – ele disse me servindo de novo e a si mesmo.

- Eu? Não, tenho quase 25 e nunca tive uma ressaca – minha voz estava mole mas acho que por comer muita pizza não estava toa bêbada.

- Seu pai deve ter te educado com muita severidade – ele disse bebendo e se servindo.

- Não... quer dizer sim, olha não sei... meu pai era mais do tipo que confiava que eu faria o melhor, ele sabia que eu não faria nada que ele não aprovasse – tombei minha cabeça no sofá olhando para o teto - talvez por que eu cresci com a polícia a minha volta sendo vista como a filinha fofa do comissário – respirei fundo – ele confiou em mim não tínhamos segredos, minha mãe nunca esteve la então para quem você acha que eu contei sobre o meu primeiro beijo? Quem você acha que comprou meu primeiro sutiã e meus absorventes? – eu suspirei me lembrando de todas as conversas contendoras com meu pai - Quem você acha que que disse para mim que os “meninos” poriam ter outras intensões comigo?

- Imagino que tenha sido ele – Bard olhava para mim com atenção, e pela primeira vez em muito tempo eu estava confiando em alguém  para me abri.

 - Sabe era constrangedor... mas eu não tinha uma mãe, no fundo meu pai foi e ainda é tudo oque eu tenho, ele confiava em mim sempre tive o benéfico da dúvida, ele sempre deixou eu escolher por mim mesma, mas agora cinto que tudo mudou – deitei minha cabeça no ombro dele - a alguns anos atrás eu comecei a sair a noite... todas as noites... ele destruiu meu quarto por que achava que eu estava escondendo drogas nele ... eu o perdoei mas... sabe ele podia ter perguntado o por que seu sair todas as noites.

- E você teria dito a verdade ?  - perguntou Bard – se ele quisesse saber oque você faz todas as noites você teria dito a verdade?

Eu não sabia responder aquilo, será que eu teria contado sobre ser a Batgirl? Sobre me ariscar para salvar vida? Como ele reagiria? Com raiva? Com medo? Eu não sei a resposta,

- Oque você faz todas as noites senhorita Grodon? – perguntou o detetive particular.

Eu me levantei indo ate a mesa dele e sentando sore ela.

- Faso yoga... eu tenho um professor, ele é bem exigente, passamos a noite praticando yoga – serio Barbara? Yoga? Acha mesmo que ele vai cair nessa?

- certo yoga – ele riu e eu também acho que ele entendeu de algum modo minha analogia - seu pai e um homem incrível – disse Bard – me ajudou muito.

Ele deu risada e eu também, eu comei a sentir minhas pele moles

 - Chega de vinho para mim – dei meu copo para ele – serio obrigada, nem sei como agradecer eu precisava de um tempo longe de tudo, oque me faz pensar eu to completamente aberta para você, não vai mesmo me integrar sobre o caso?

- Para que? – ele perguntou tirando o vinho de perto de nos 2 – fechei os arquivos, seu pai reabri o caso ele acha que tem relação com os acontecimentos do atual assassino, então ele confisco os antigos documentos.

- Oque? - eu fique espantada -  ele não me disse que ia reabri esse caso, ele teria que me falar eu era a única testemunha chave.

- Ele não te contou? – ele se apoiou na mesa com cara de estranheza – se você era a única testemunha da época você teria que ter recebido uma carta comunicando a reabertura do caso, você não recebeu nada?

- Não...  eu não sabia de nada..

Então era isso reabriram o caso da minha amiga... avia mesmo sido ele se não haveria motivos para reabertura do caso.


Notas Finais


O caso de assassinato foi reaberto, e mesmo Barbara tendo o dirito de saber não foi comunicada, isso abala mais uma vez sua confiança em seu pai, alem disso ela párese esta mesmo determinada a se mudar, logo as coisas não serão mais as mesas.

Criticas? sugestões? Deixem seu comentário eles me ajudam a escolher o caminho desta historia.


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