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História Simplesmente Peraya - Capítulo 40


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Capítulo 40 - "O segredo de Wuxi- parte 1"


Fanfic / Fanfiction Simplesmente Peraya - Capítulo 40 - "O segredo de Wuxi- parte 1"

Aquele momento era esperado, na verdade deveria ter falado com Krist muito antes sobre isso, eu meio que já previa, devido ao contexto da série, e o fato de que meu papel incluiria um triangulo amoroso, sem contar que na série meu relacionamento teria duração de 4 anos, então é de se esperar que tenha cenas do tipo. Mas fiquei tão empolgado com a oportunidade de atuar em outra coisa, outro tipo de personagens, dentro de mim ardia uma chama, de poder demonstrar meus talentos, um papel a desempenhar que é bem diferente do que estou acostumado a fazer, não me leve a mal, eu amo Kongpob, e sou grato por tudo que ele tem me proporcionado, mais a ideia de um desafio profissional me excita muito.

- Cama Singto? Puta que pariu... (ele se levantou da cama, possesso de raiva).

- Kit?

- Não quero saber, eu estava super preocupado se você se importaria pelo beijo que eu teria que dar na série, já estava imaginando várias formas de como não te deixar mal e você vem com esse papinho de sexo na série.

- Krist, eu nem sei como vai ser, se acalma por favor)

- Me acalmar? por favor Singto, me poupe, estamos falando de outro cara tocando em seu corpo como se fosse te comer, e você me pede calma?

- Amor, isso é trabalho, nada demais.

- Eu não gostei dessa serie dês do começo, eu sabia que isso seria assim, qual é a próxima merda que eu tenho que aturar?

- Krist, espera vamos ver como vai ser primeiro, depois você tira suas conclusões, mais infelizmente não posso dizer não, porque já assinei um contrato e isso vai ser bom para minha carreira.

Ele paralisou por um instante e me olhou, seu olhar não transmitia apenas  raiva,  e muito ciúmes, eles transmitiam tristeza, eu não saberia o porque deles, mais posso imaginar que no fundo era ele quem queria estar ali, atuando dessa forma comigo. Eu não tinha argumentos no momento, deixaria Krist brigar comigo o dia todo, queria passar confiança a ele, mais tudo que temos é escondido de todos, qualquer reação minha que se oponha aos outros por ele, seria suspeito de mais, e isso nós dois sabemos que não queríamos.

- Carreira ne? Ok, tudo bem, temos mesmo que pensar em nossas carreiras, não estamos mais em Sotus, então estou indo porque também tenho uma carreira.

- Krist? Krist? Por favor?

Ele saiu sem ao menos olhar para trás, o que significa que ele estava realmente bravo, talvez magoado.

[..]

Eu posso estar sendo egoísta ou ciumento, não sei, e pode parecer que não, mas eu entendo que isso não passa de um trabalho, mais a misera ideia de ver Singto embaixo de outro cara, simulando o ato sexual me enlouquece. Eu precisava trabalhar agora, o caminho era longo até o local de filmagens, porque essa serie se passava no interior, fui o caminho todo sem falar com ninguém, apenas dormindo ou somente calado. Nem mesmo peguei meu celular, no caso de ter uma mensagem de Singto nele, acabaria brigando com ele na frente de todos. Nós só vamos nos encontrar agora, quando eu voltar direto para um fanmeeting  in Wuxi.

Durante as gravações, procurei fazer o meu melhor, mais na hora do beijo?

- Krist, está tudo bem? (Mook é uma atriz experiente, tive sorte em estar atuando com ela)

- Krist, está pronto, vamos tentar mais uma vez ( a produção também notou que havia algo errado, eu estava muito desconcentrado)

- Krist não se preocupe, faça como tem costume, ao seu tempo.

- Ok, agora estou pronto (na verdade minha cabeça ainda estava uma bagunça, lembrando de minha conversa com Singto, mais quer saber, melhor fazer o "meu trabalho" como diz ele, já que posso esperar pelo pior).

Corta...........

- Ficou ótimo, muito bom Krist, para quem estava receoso com a cena, ficou maravilhoso.

Eu fiquei envergonhado, tanto pela cena, quanto pelos elogios. A questão é ainda estou muito bravo com Singto, principalmente por não ter me dito antes, uma cena como essa com uma pessoa como Nat, convenhamos não teria como não ficar preocupado, droga estou pensando nisso novamente. Mas ele me paga, ah isso eu garanto.

[...]

Chegamos ao fim das filmagens e eu estava louco para encontrar a galera, e ele, tenho certeza de que Singto não faz ideia do que o aguarda.

Ignorei suas mensagens, rejeitei suas ligações, no começo ele deu meu espaço como sempre, na esperança que eu me calmasse, mais depois eu continuei ignorando suas inúmeras tentativas de falar comigo. Sei que no evento não podemos transmitir isso para nossos fãs, então vou tentar meu melhor para fazer meu trabalho.

Chegando no aeroporto, como sempre ele vira só depois, eu me aproximei de Namon, um dos meus amigos mais próximos, por mais estranho que pareça, na serie ele é o melhor amigo de Kongpob, mais na vida nós que realmente somos próximos. Quando ele me viu, automaticamente sacou que eu não estava bem, além de que eu estava com sono e todos sabem como fico quando estou com sono, claro que isso também era parte da desculpa pelo fato da minha cara não estar nada agradável, então meu amigo ficou o tempo todo me provocando e fazendo graça com o intuito de me fazer ficar melhor.

[Quando ele me viu, automaticamente sacou que eu não estava bem, além de que eu estava com sono e todos sabem como fico quando estou com sono, claro que isso também era parte da desculpa pelo fato da minha cara não estar nada agradável, então meu ...]         

Quando Singto chegou, tomei um susto devido os gritos dos fãs, não sei como ainda não me acostumei com isso. Puta que pariu, aquele desgraçado estava lindo, e não suporto aquele sorriso, então encostei nele, mais e claro que era para nossos fãs, pois eu mesmo estava bravo. Mesmo que tivéssemos trocado sorrisos, ainda assim nosso filho, o pequeno Fiat também notou que havia algo errado, então ele ficou procurando maneiras diversas de nos aproximar, até fingir que estava caindo em cima de Singto para que ele apenas esbarrasse em mim ele fez.

Bom, continuamos fingindo estar tudo bem, e eu me mantive próximo ao Namon, o que deixou Singto desconfortável, e Namom não era idiota, acho que nenhum de nossos amigos é, por perceber que o motivo do meu humor era Singto, e ele resolve provoca-lo também, só que Singto não estava nada no clima, porque sei que estava bravo comigo, por ter ignorado ele por esse tempo, então as brincadeiras de Namon e a proximidade a mim, estava o deixando louco e com mais raiva, ao ponto dele não conseguir disfarçar mais.

[Bom, continuamos fingindo estar tudo bem, e eu me mantive próximo ao Namon, o que deixou Singto desconfortável, e Namom não era idiota, acho que nenhum de nossos amigos é, por perceber que o motivo do meu humor era Singto, e ele resolve provoca-lo...]         

 

Por fim, pegamos o avião, nos mantivemos separados, continuei ao lado do meu amigo até que por fim, chegamos no hotel, passamos pela recepção de nossos fãs e seguimos para fazer a entrada, alguns quartos já estavam reservados. Eu já cheguei passando por todos e falando para minha gerente Yuyui.

- Eu quero ficar em quarto com o Namom (Singto me olhou imediatamente com uma expressão horrível, na verdade todos me olharam estranho, porque eu sempre, sempre brigava para estar em um quarto onde Singto estava)

- N'Krist, você geralmente fica com Singto, até já reservamos um quarto para vocês.

- Ok, mais dessa vez quero ficar com Namon (Singto não disse uma palavra, apenas me fuzilava com o olhar, P'Jane se aproximou do meu ouvido e sussurrou)

- Vocês brigaram né? Eu senti um clima estranho entre vocês, sem contar na cara feia de ambos, se tem um problema resolvam agora.

Eu estava disposto a enfrentar quem fosse, mais não baixaria minha guarda, e outra Singto me conhece muito bem, ele realmente sabe como me fazer cair aos seus pês, e eu quero que ele sinta o que ganhou ao escolher fazer uma cena como aquela, o que significa não me ter na cama com ele, o mais perto que ele vai chegar de uma é atuando na frente de varias pessoa, quero ver o que ele vai fazer. Então olhei firme para P'Jane e disse

- Eu vou ficar com Namon, já disse, se quer o bem do seu menino, porque não ficar no quarto com ele.

Eu era imbatível quando o assunto era pirraça ou quando eu tomava uma decisão, ah quando isso acontece, nem mesmo minha gerente ou até minha família me faria deixar isso de lado, eu simplesmente conseguia o que queria, quando me propunha a isso.

- Que coisa Krist, as vezes você não passa de um garoto mimado, tudo bem para você ficar comigo Singto?

Ele não respondeu apenas acenou com a cabeça, e assim que a chave estava nas mãos de P'Jane ele as pegou abriu um enorme sorriso e seguiu rumo ao seu quarto, sem nada em mãos, pois sabia que P'Jane cuidaria disso.

Eu esperei que todos se registrassem, e subimos juntos, lá em cima nos separamos, cada um para seu quarto, N' Fiat ficou com P'Off, P'Gay ficou com Yuyui, Namon comigo e P'Jane com Singto. O Restante da equipe escolheu um quarto onde caberiam mais pessoas, até mesmo para deixar os equipamentos juntos, o que facilitaria na hora de remover para o vento.

Fomos jantar e a comida estava incrível, estávamos exaustos da viajem, então comemos rápido e fomos para nossos quartos.

[...]

Krist escolheu essa viajem para me enlouquecer, tudo bem eu entendo que ele ficou chateado sei lá o que? Mas me ignorar dessa forma, isso é como uma falta de respeito, eu nem mesmo gravei a cena e ele já está agindo como se eu tivesse feito mesmo sexo com P'Nat. Agora o pior de tudo foi não querer ficar comigo no quarto, nosso aquilo me subiu o sangue e nem preciso falar que não estou gostando nada da aproximação dele com o Namon, sem contar nas brincadeiras que ele insistia em fazer para me provocar, não sei se Krist contou alguma coisa para ele ou não, mais estou puto, estou até me lamentando internamente. Vou lá agora resolver isso com ele, mesmo que ele não queira e esteja fugindo de mim.

Comecei a caminhar enfurecido em direção a porta estava disposto a dar uma lição em Krist, mais P'Jane me barrou na porta.

- Onde você vai Singto?

- Eu já volto (falei meio seco, sem olhar em seus olhos)

- Eu sei onde você vai, e sei que está com raiva, só não sei e nem quero saber o motivo, resolva o que precisa, mais sem escândalo, por favor.

Não respondi nada, nem mesmo um aceno, era tarde demais para aquele pedido.

[...]

- Hahahahah

- Ei Krist, me fala logo, qual seu problema com Singto?

- Nenhum

- Não seja idiota é obvio que brigaram, caso contrário não seria eu que estaria aqui rindo das suas palhaçadas.

- Cara, não quero falar sobre isso, se quisesse era ele quem devia estar nesse quarto não você, então esquece. Mais não se preocupe isso não vai atrapalhar nosso trabalho nunca atrapalhou.

- Bom se você diz, mais se quiser falar sobre isso estarei aqui.

- Tudo bem eu sei

- Eu vou tomar um banho, pretendo demorar, se puder pede alguma coisa para comer, o jantar não foi o suficiente pra mim.

- Ok,

Namom entrou no banheiro e fechou a porta, eu resolvi pedir apenas alguns petiscos e uma bebida, um suco talvez, mesmo que ele ainda estivesse com fome, já era tarde para pedir coisas pesadas. Então me deitei em um pequeno sofá que havia no canto do quarto e liguei a TV, tentando procurar alguma coisa que presta,  meu celular estava carregando e desligado. Fiquei pensando na cara do Singto na entrada do Hotel, parecia que ele me comeria vivo se pudesse, e tenho certeza que nesse exato momento ele deve ter tentado se comunicar comigo, mais não vai conseguir pois meu celular não está disponível. Será que passei dos limites?

Interrompi meus pensamentos quando ouvi o barulho da porta, pensei comigo, nossa como são rápidos. Me levantei e abri a porta tranquilamente até que meu coração parou. Ao sentir meu corpo ser arrastado para a parede e em seguida ouvi dois estrondos, um dos barulhos veio da porta sendo fechada com o pé, e o outro som, se refere ao impacto do meu corpo na parede, foi tudo tão rápido. Singto estava com a mão no meu peito, me pressionando contra a parede, seus olhos fixos nos meus transmitiam raiva e desejo, ofeguei quando ele lentamente subiu suas mãos do meu peito para o meu pescoço, levantei levemente a cabeça para conseguir respirar, então ele se aproximou dos meus ouvidos e disse em um sussurro

- Você está tentando me enlouquecer?

Eu nada respondi, naquele momento eu já estava excitado com as atitudes de Singto, ele estava me tomando como dono, parecia confuso mais queria me dominar. Nem em nossas noites mais intensas eu vi esse olhar, sua mão agora deslizou até encostar entre o meu lado esquerdo do pescoço e meus ouvidos, Singto, começou encostando sua língua bem na base minha garganta, subindo lentamente, depositando a sua saliva pela pele já arrepiada, eu gemi com o ato então ele deslizou sua língua até meu lábio inferior e mordeu, não de uma forma gostosa mais com violência.

- Aí, está sangrando. (ele tapou minha boca com uma mão e com a outra agarrou meus pulsos e ergueu minhas mãos para o alto e disse.

- Cale a boca, você não queria se manter em silencio? Então nem uma palavra a mais, vou te mostrar o que acontece quando você me ignora.

Ele liberou minha boca e atacou meus lábios novamente com os seus, nosso corpo já estava liberando hormônios como a dopamina, a ocitocina e a serotonina que são responsáveis pelas sensações de euforia e paixão.

Sua língua quente se movimentava com a minha enquanto um beijo gostoso aconteceu, sem perca de tempo Singto começou a roçar seu pau duro no meu, a outra mão me soltou por alguns segundo, só para que ele tivesse acesso a minha calça. Com força em um movimento certeiro com sua mão sedutora, ele apenas abriu minha calça já enfiando sua mão, a fim de me masturbar. Assim que os movimentos começaram, eu sabia que já estava entregue, minhas mãos agora estavam em volta de seu pescoço.

- AAAAHHHHHH, OOOOWWWWW, HHHUUUMMM (eu só sabia gemer, com o fato da mão de Singto está subindo e descendo em meu pênis, meu corpo pressionado na parede indicava que eu não poderia fugir, minha respiração já não fazia mais sentido, ele também estava louco de tesão, me tocando e apertando meu pau com seus movimentos)

Não aguentei mais, deitei minha cabeça em seu pescoço e dei um grito final de prazer

-OHHHHHHH........(gozei forte em sua mão, aquela porra se espelhou por toda minha calça, pois ele nem se quer havia as tirado. Singto retirou sua mão de dentro das minhas calças e lambeu seus dedos cheio de porra, me olhando com muito desejo ainda, eu pretendia reivindicar o que ele havia feito, mais começaram a bater na porta, e ele imediatamente foi atender, enquanto eu fechava, minhas calças é claro, tentava me recompor)

- Serviço de quarto (ouvimos, antes que ele tivesse acesso a maçaneta)

Serviço de quarto, puta que pariu o Namon???????

Corri para a porta do banheiro, e ele saiu de lá já gritando.

- MAIS QUE PORRRA É ESSA QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI, O QUE EU VI É............

- Você viu? Ai caraleo (nossa não sabia que a escolha de um quarto com outra pessoa, daria essa merda toda, o que vamos fazer agora?)

Eu só consegui colocar a mão na cabeça enquanto Namon começou a me encher de perguntas.

- A quanto tempo isso está acontecendo? Vocês enlouqueceram?

- Namon por favor, não diga a ninguém que viu o que viu, eu fui pego de surpresa e esqueci que estava aqui e.......

- Não dá pra mudar o que aconteceu aqui (Singto entrou calmamente com ar de superior, com uma chave nas mãos, e em seguida entregou ao Namon).

- Vá para o meu quarto, ainda não resolvi o que precisava, amanhã explicaremos tudo, diga a P'Jane que passarei a noite aqui

Ele estava decidido, acho que ainda estava com raiva, pois sua atitude era de tacar o foda-se, ele não queria saber mais nada, só queria que nossa situação fosse resolvida. Namon, olhou em minha direção e perguntou com o olhar se deveria sair, eu acenei que sim. Ao sair, ele parou ao lado de Singto em uma direção oposta e disse.

- Não o machuque, e vou querer uma explicação, assim que o sol nascer.

Singto continuou parado e Namon foi em direção ao quarto de P'Jane.

- Você viu o que fez, estamos fudidos agora, o que vamos falar para ele, Namon viu tudo Singto, o que fizemos.

- Não venha me culpar Krist, eu confesso que agir como um louco entrando aqui e te atacando, mais você me deixou em um limite que não tinha mais controle sobre minhas ações, eu nem se quer me lembrei que não estava sozinho nesse quarto, eu só queria te mostrar que não deve fazer o que fez, me tratou como um lixo, me ignorou o que esperava que eu fizesse depois disso?.

-Por que você acha que fiz isso P', em? me diz? ou já esqueceu que você pode estar na cama a qualquer momento com alguém, acha que tenho sangue de barata Tuan? Não quero meu homem nos braços de outro.

- Krist, não seja louco, isso é trabalho, e nem mesmo fiz a cena ainda, nem sei como ela será. (agora meu sangue ferveu, meu corpo estremecia com a raiva que passava em minhas veias, eu cheguei perto dele, agarrei em sua camisa com força, como se fosse bater nele).

- Você é meu, entendeu, meu, não quero que te toquem

- Eu sei a quem eu pertenço, eu gostaria de gritar ao mundo inteiro Krist, falar que tenho um dono e que só fodo ele, mais não posso né, segundo você, nem mesmo nossos pais podem saber, e essa porra de segredo ainda tem o poder de nos deixar assim.

-Você sabe meus motivos, falamos varias vezes sobre isso Singto , e você disse que entendia.

- Eu entendo, então para de dar uma de louco, e não me enlouqueça mais, não ouse me deixar, Krist.

-Eu, eu só estava com ciúmes, e......

- O que você quer de mim Krist, o que você quer que eu faça para que você entenda que é o único homem que eu quero.

- Quero que foda comigo, quero sentir que cada misero pedaço seu me deseja, que sua pele transmita paixão e que você admita que pertence a mim, e só a mim. (ainda com minhas mãos em sua camisa, ele chegou ainda mais perto, quase encostando seu nariz no meu e disse com tanta firmeza em sua voz que me fez estremecer)

-EU SOU SEU!!!

   

*( se possível, ouçam a musica enquanto continuam a ler)

Com as mão ainda em sua camisa eu a rasguei de cima a baixo e o joguei na cama, seu peito exposto, aqueles músculos que me chamavam, podia ver as veias de seu pescoço pulsando, acompanhando as batidas de seu coração, eu montei em cima dele encaixando meu quadril ao seu, com uma perna de cada lado, cheguei bem perto de sua boca e me prendi em seu olhar quando dizia as seguintes palavras.

- Você também, vai aprender que não se meche com Perawat, meu amor

Peguei o pano que acabara de rasgar dividindo em vários pedaços, amarrei seus braços e com o outro pedaço do mesmo pano eu o vendei, queria que ele sentisse novas sensações, Singto precisa confiar mais em mim, vou enlouquecer sem que ele saiba de onde veio.

Peguei uma pedra de gelo que estava em um dos copos que vieram com as bebidas do serviço de quarto que pedimos, coloquei na boca e comecei a passar por seu corpo começando pelo pescoço e deslizando para seus mamilos, senti seu corpo arquear, conforme minha boca se movimentava, ele arrepiou todos os pelinhos quando parei por um tempo em seu mamilo, queria enfatizar a sensação.

- AAAAHHHHH, isso dói

- É o que você merece por ter feito o que fez comigo.

Subi novamente, mais agora era apenas meus lábios que percorriam seu corpo, minha língua provando todos os quadrados de sua barriga, enquanto minha mão seguia o caminho lateral de sua cintura, ele ainda gemia descompassado, quando comecei a rebolar em seu quadril, ponto alto atingido, assim que voltei a beijar sua boca deliciosa, um beijo apaixonado, podia sentir a dilatação dos vasos meus sanguíneos, conforme meu coração estava acelerado, tudo estava tão quente.

Sai de cima dele e retirei o resto de suas roupas de uma vez, eu precisava me livrar daquelas peças que me impediam de acessar todo seu corpo. Aproveitei para arrancas as minhas próprias roupas, que se foda, eu quero comer ele, quero usufruir daquela delícia jogada na minha cama, tão belo, sexy e amável.

- O que vai fazer? AAAAHHHH, OOOWWWWW

Ele deu um grito quando coloquei seu pau latejante em minha boca, eu estava completamente no controle, pois ele não saberia o que viria a seguir. Chupei como se chupa o doce mais gostoso, saliva escorrendo por toda extensão, eu colocava na boca e tirava, depois movimentava em vários sentidos, subindo e descendo, engolindo tudo e  mordendo devagar a cabeça de seu pau, essa era uma das melhores coisa em fazer sexo com ele, seu membro é tão gostoso que me faz querer sempre mais, só que não o deixaria gozar, não agora. Singto emitia um som manhoso, se revirando, querendo se soltar, eu sei que ele queria me tocar. Aquilo era um especie de luta entre nossos corpos, e logo começamos a suar, espalhando gotas por todo o lençol, ainda assim deixei que minha boca fizesse todos os movimentos precisos para que ele perdesse o controle.

Retirei sua venda para que lhe dar  acesso aos meus olhos, eu o mantive amarrado, mas o ajudei a ficar em pé, olhei em minha mochila, e sabia que lá havia um lubrificante que deixei da última vez em que nós viajamos juntos.

Suas mãos estavam para trás, amarradas, encostei ele em cima de uma pequena mesa que estava no canto direito do quarto, o deixando de costas para mim, ele olhava para trás, pois agora já sem venda conseguia olhar meus movimentos.

- Você não vai me soltar? (claro que faria essa pergunta, encostei em seu corpo puxando seu cabelo para trás, e disse bem ao pé se seu ouvido)

- Eu vou fazer o que quiser com você (mordi a ponta de sua orelha, e depois usei minha língua fazendo movimentos circulares no ouvido)

Mais uma vez o deixei lá, me abaixei e dei um tapa que fez um estalo em sua bunda, Singto deu um pulo com a violência do ato, mais não me importei, por que logo eu estaria com minha língua dentro de sua entrada, lubrificando naturalmente aquele orifício apertado, que eu estava prestes a foder. Mais um tapa gostoso e o óleo lubrificante começou a escorrer, derramei quase tudo lambuzando toda a região, balancei as duas bandas daquele trazeiro gostoso, e voltei a abrir, agora com dificuldade porque escorregava muito por causa da quantidade de lubrificante.

Não perderia tempo introduzindo meus dedos eu queria meter com força, isso era o que mais queria. Sentei-me em uma cadeira e o trouxe para meu colo, já deixando que sua entrada sentisse toda extensão do meu membro grosso. Ele estava de pena aberta  de frente para mim, mordendo os próprios lábios de prazer.

Singto subia e descia devagar, não sei se acostumando com meu corpo no seu. Notei que sua dificuldade era porque ele ainda estava preso, então soltei seus braços, e ele demonstrou sua liberdade, cavalgando em meu colo, com força e velocidade total. Suas mãos apoiadas em meus ombros, a selvageria de seus beijos me provava o quanto ele me queria.

Nos prendemos um no olhar do outro, ainda em movimento, eu voltei a apertar sua cintura, o ajudando em seus movimentos, queria sentir o impacto de seu corpo com as mãos toda vez que minhas bolas encontravam sua bunda, e meu pênis adentrava sua entrada. Soltei seu corpo e apertei seu membro, pois vi que seu pre gozo já estava começando a escorrer. O Masturbei, violentamente até que ele veio derramando seu líquido quente sobre nossas barrigas.

Eu confesso, também estava perto, mais essa brincadeira gostosa, ainda não acabaria assim, ele precisa sentir algumas coisas. Empurrei Singto para fora do meu colo, ele respirava com dificuldade, e tentou limpar a porra que estava escorrendo em minha barriga.

Joguei ele no chão, o deixando de joelhos, agarrando seu pescoço assim como ele fez comigo quando entrou, ele me encarou frente a frente, beijei sua boca mordendo, fazendo seus lábios sangrarem e incharem, ele nem se quer se mexeu.

- Nunca mais me morda assim, entendeu? Agora é minha vez de gozar.

Sai de seu pescoço e agarrei seus cabelos, colocando sua boca em meu pau, eu o forcei a me chupar, meus dedos estavam firmes presos nos fios de seus cabelos, era como se estivesse penetrando, pois ele encostou diversas vezes em sua garganta apertada.

Não demorou muito, e meu líquido também se derramou na boca dele. Levantei Singto do chão e beijei sua boca dividindo toda a porra que estava lá dentro. Ele abriu aquele maldito sorriso, seria possível que essa noite louca de sexo, fosse uma maneira de fazermos as pazes e deixar tudo isso de lado?

- Banho? (ele perguntou)

- Banho (afirmei)

- Vamos, minha vez de dominar. (a gargalhada dele indicava que a noite seria longa, continuaríamos nesse joguinho de gato e rato).

Fizemos sexo a noite inteira, mais no outro dia após toda essa loucura, acordamos cheios de marcas, e muitas explicações a dar.

Continua.......................................

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