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História Sin - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


ok, eu não sei o que deu em mim, mas isso aqui brotou na minha cabeça do nada, após eu ter visto um post no falecido facebook, de uma menina dizendo que o yibo tinha cara de safado. é a minha primeira vez escrevendo esse tipo de coisa, quem lê o que eu escrevo sabe que só sai clichê água com açúcar da minha criatividade, to morta de vergonha, mas to postando!

enfim, boa leitura.

Capítulo 1 - (único); bad girls bring heaven to you


CAPÍTULO ÚNICO

BAD GIRLS BRING HEAVEN TO YOU


Céu ensolarado, sinos ressoando e as belas vozes do coral tomando conta da igreja. O padre recitava algum versículo da bíblia, enquanto os fiéis acompanhavam. Silêncio, o padre agora conversava com os fiéis. Kyle adoraria estar em casa dormindo, mas era a missa de domingo e deveria prezar pela sua imagem de boa moça. 


Aos dezoito anos, o que havia lhe sobrado depois do ensino médio enquanto a carta da faculdade ainda não tinha chegado — , era acompanhar os pais nas missas. Pedia aos céus e ao inferno que a merda do resultado chegasse logo, odiava aquele lugar. Odiava fingir ser algo que não era. Entretanto, para tanto azar, deveria ter um pingo de sorte, e a dela se chamava: Wang Yibo. Com um e setenta e nove de altura, olhos castanhos, corpo levemente malhado — gostoso para um santo caralho —, e cabelo nos olhos, Wang era a beldade da igreja, senão da cidade. As moças rezavam para casarem com ele, os pais rezavam para que ele escolhesse suas filhas. Era prestigiado por demais. Educado, inteligente, servo de Deus e certinho demais. Aquilo atiçava Kyle de uma maneira que nem mesmo ela entendia.


E, olhando para o rapaz, Choi suspirou. Pegou-se várias vezes pensando em como seria sentar naquele homem, até mesmo em como ele seria por baixo daquelas roupas engomadinhas. A calcinha chegava a molhar com as imagens obscenas que sua imaginação fértil gostava de criar. Droga, por que Yibo tinha que ser tão deliciosamente inalcançável? 


Quando a missa chegava ao fim, todos cumprimentavam o padre e principalmente Wang, que era como um exemplo do mais fiel a ser seguido. Kyle não podia evitar as segundas intenções no olhar. Tentava ao máximo não empurrá-lo para fora daquele lugar e transar com ele no primeiro beco que aparecesse. Qual é, ela já estava afim dele há muito tempo! Ao ir embora com os pais, a menina podia somente se lamentar, pois no fundo, sabia que jamais conseguiria sequer um beijo de Yibo.


Mas, naquela semana algo estava diferente. Com uma súbita vontade de ir a igreja, Kyle correu para o quarto, colocou um de seus vestidos mais bonitos. Pintou os lábios com um batom cor-de-rosa clarinho e saiu de casa. Caminhando pela pequena cidade, ela observava as vitrines das lojas e docerias. Se desse sorte, um dia levaria Wang Yibo para comer um doce consigo. Enquanto isso, ela tentava conseguir, ao menos, um "Oi" do rapaz e fazer com que seus planos — ala Cebolinha — funcionassem da melhor maneira. 


Com isso em mente, a loira parou de frente a igreja. Suspirando fundo, ela entrou, fez uma pequena reverência e benzeu-se. A face de boa garota tomando conta de seu rosto. Olhou atentamente ao redor e sorriu. Ótimo, se ele não estava ali, só podia significar uma coisa: confessionário. Assim como ela imaginou. Dirigiu-se até lá e esperou, pacientemente que, a velha senhora que estava ali, terminasse para que ela ocupasse seu lugar. Algo que não demorou muito, pois logo sentava-se. Não conseguia ver o rosto de Wang, mas sabia que era ele quem estava ali.


— Diga-me, o que lhe aflige, minha jovem? — a voz era calma. Serena. 


— Padre, eu pequei… — soltou. A voz falsamente embargada. — Venho pensado muito em alguém e sei que não devo, Deus irá me castigar por tais pensamentos impróprios!


— Continue… — disse baixo. Era como ouvir a mais bela melodia. — Em quem está pensando, Srta. Choi?


— Oh, o senhor não vai me perdoar! Tenho pensado única e exclusivamente no jovem Wang… — Kyle segurou um sorriso ao ouvir o mais velho engolir em seco. — Penso em coisas promíscuas, sinto-me tão suja. Mas, entenda, padre… É tão bom. — Esperou que ele dissesse algo, mas Yibo não havia mexido um músculo. Então, continuou: — Penso nele como veio ao mundo e me tomando de todas as formas, ele aparece em meus sonhos! Sinto uma culpa tão grande por isso, oh, senhor padre… irei para o inferno por pensar coisas obscenas de alguém tão nobre e puro. O que dirá papai? 


A loira fingia chorar o tempo todo enquanto falava. Pobre Yibo, estava caindo direitinho no plano do projeto de demônio.


— V-veja bem, senhorita… — Ouviu quando o mais velho suspirou. — Não serás castigada se te arrependes de verdade.


— Não serei?


— Não — ele parecia sorrir. Terno, reconfortante. — Deus perdoa aqueles que se arrependem de coração.


Ao terminar sua confissão muito mal feita, a Choi seguiu para casa. Com sorte, veria qualquer reação por parte do menino, a partir de hoje.



Era uma sexta-feira quando Kyle fora avisada que haveria uma pequena missa em sua casa. A mãe da garota arrumava tudo apressada, a ajudante terminava as guloseimas que a mais velha pedira e a menina, bem… Ela já imaginava se Yibo apareceria. Ele estava evitando-a de todos os jeitos. Sempre que Choi chegava perto, o rapaz virava um poço de vergonha, gaguejava e muitas vezes dava desculpas esfarrapadas para não ser cumprimentado por ninguém. Como no domingo passado, onde ele disse que não estava se sentindo bem e deixou com que o padre seguisse com a missa sozinho.


Bem, agora ele não teria como fugir. Estaria no território do predador, independente de como fizesse, não poderia escapar. Ao pensar nisso, a garota soltou uma risadinha e dirigiu-se ao quarto. Arrumar-se-ia para que, quando Yibo chegasse, ficasse com sua habitual aparência de moça de família.


Ao terminar de aprontar-se, a garota desceu. As fitas cor-de-rosa que prendiam nas tranças duplas, e faziam contraste com o resto do cabelo loiro solto, balançavam enquanto caminhava. O vestido era florido. Quem não a conhecesse, diria que estava de frente à uma boneca de porcelana tão delicada quanto uma flor. Mal sabiam a peste que a garota era. 


Desviando-se de cumprimentos e mais cumprimentos, a garota caminhou até Wang. Um sorriso doce brotou nos lábios bonitos.


— Boa noite, Sr. Wang — Disse, tão calma e educadamente que até mesmo ela se surpreendeu. — Espero que se sinta confortável em nossa casa, é um prazer recebê-lo aqui!


— Boa noite. — Respondeu, com um breve aceno de cabeça.


Após algum tempo, juntaram-se todos na sala, em silêncio enquanto Wang Yibo iniciava a missa. O padre observava tudo orgulhoso, afinal, era seu sobrinho ali. Havia dado tudo de si para que o garoto fosse quem era hoje. 


Kyle sorria olhando-o. Estava mais do que entediada, mas apesar de tudo, gostava de ouvir a voz do rapaz. Isto é, seria muito melhor ele gemendo, no entanto, contentava-se com o que tinha no momento. Logo, o padre tomou o lugar do menino e começou a falar. Aí, Choi já nem se importava em prestar atenção; seus olhos seguiam o moreno que caminhava em direção as escadas. Certamente procurava o banheiro. A loira sorriu, a oportunidade perfeita para finalmente conseguir o que queria. Pensando nisso, ela saiu discretamente da sala, subindo as escadas devagar, enquanto via Wang entrar no banheiro. 


Mordeu o lábio e encostou-se na parede, uma das pernas apoiada. Esperaria o mais velho sair dali e então daria o bote. Cobriu a boca, contendo uma risada e cruzou os braços ao ouvir a porta sendo destrancada.


Yibo saía do cômodo distraído e, ao notar a menina ali, ele suspirou pesado.


— Me desculpe se demorei — Era sempre o mesmo tom de voz, calmo.


— Você não demorou — Ela disse. — Eu estava esperando por você.


E caminhando até ele, Kyle o prensou na parede. Ele tinha os olhos arregalados, a feição em puro espanto.


— Eu sei que foi você quem ouviu minha confissão — Ela riu baixinho. — Ah, Yibo… Você é tão bobo! Não sabe há quanto tempo eu quero isso.


— D-do que você está falando? — Ele parecia nervoso, as bochechas estavam vermelhas. Era a primeira vez que a garota o via assim e estava adorando.


— Você não lembra o que eu disse? — Ela aproximou o rosto do dele. — Quer que eu te relembre?


Ele abriu e fechou a boca várias vezes. Os olhos corriam pelo rosto dela, às vezes descendo para a boca. Kyle riu baixinho e roçou os lábios nos dele, a mão apoiando na parede.


— Eu quero tanto te beijar, Yibo — sussurrou. Era um segredo. Talvez o segredo deles se Wang cedesse. — Deixa eu te beijar, por favor… 


— Isso é pecado, vai contra os meus princípios — Ele fechou os olhos. A verdade é que queria aquilo tanto quanto ela. 


— Desiste dessa ideia de ser padre — O encarou. — Vamos embora pra cidade grande, a gente namora, casa… O que você quiser, mas desiste disso e fica comigo!


Yibo a olhou surpreso. Não esperava ouvir aquilo — não dela. E, até mesmo Kyle estava incrédula consigo. Havia se declarado para ele e isso não fazia parte do plano. Com os olhos do Wang em si, ela procurou não demonstrar fraqueza, um sorriso malicioso brotando nos lábios.


— Me deixa ser o seu pecado.


E então os lábios se tocaram. Era casto, simples. Apenas um toque. Até Choi chupar o lábio inferior dele, um gemido sendo solto. Ela separou-se dele, para logo voltar a beijá-lo, dessa vez um pouco mais intenso. A língua dela adentrando a boca dele. Os cabelos da nuca do Wang foram puxados e ela teve a cintura apertada. Colou-se mais em Yibo, precisava senti-lo ali. Ter certeza de que não estava sonhando novamente.


Os lábios eram chupados e mordidos, as mãos dele agora dançavam pelo corpo dela. Costas, braços, bunda… Estava para ficar louco, nunca havia feito ou sentido aquelas coisas antes. 


Terminando o beijo, Choi deixou-lhe uma mordida fraca no lábio. Em seguida o puxou em direção ao seu quarto. A porta fora trancada assim que entraram e voltaram a se beijar. Kyle o conduziu até a cama, onde o fez sentar. Em seguida se pôs sobre ele, a intimidade bem em cima do membro duro. Ela mordeu o lábio, rebolando ali. 


As mãos foram de encontro aos botões da camisa dele, tirando um por um, Kyle sorriu ao ver o peitoral, levemente definido, à mostra daquele jeito. Yibo a olhou corado, a vergonha tomando conta de si, mas não queria parar. Agora queria ir até o final. Com os lábios no pescoço do Wang, ela beijou e chupou a área, deixando pequenas marcas que pudessem sumir logo. Não queria que o menino recebesse esporro do tio depois. Os beijos desceram, passando pela barriga enquanto dava mordidinhas e ouvia Yibo suspirar deleitoso.


De forma ágil, ela tirou o cinto da calça dele e a abriu. Puxando-a para os pés, ela deixou que o rapaz a tirasse. A loira encarou o membro duro por cima da peça fina, a boca seca e as bochechas levemente coradas. Ficando de joelhos, Kyle o beijou de forma apressada. Chupou a língua dele de modo afoito, enquanto a mão bonita tirava o pau dele para fora da cueca e começava a bombeá-lo. Um gemido entre o beijo fora solto e agora Yibo tinha a cabeça jogada para trás, os lábios cheinhos vermelhos enquanto os sons saiam livres. Choi suspirou, a imagem a sua frente fazendo sua buceta contrair-se contra o nada. Estava tão molhada, o líquido molhava a calcinha e o começo das coxas, estas que foram juntas, em uma tentativa falha de se aliviar.


Não aguentando por muito tempo, Choi colocou ele na boca. 


— K-kyle! — O gemido fora alto. Ela o encarou, os olhinhos cheios de lágrimas.


— Por favor, não faça barulho, alguém pode nos ouvir. 


E com isso, ela voltou a pôr o caralho dele em sua boca. Iniciando os movimentos devagar, a menina continuou a encarar o mais velho. Yibo tinha os olhos fechados, a mão cobrindo a boca para evitar que os gemidos fossem soltos. Ele abriu os olhos, lágrimas descendo devagar pelos cantos. Kyle gemeu. Levantando-se, ela tirou o vestido, apenas a calcinha permanecendo em seu corpo. Ela colocou as mãos nos ombros dele, enquanto o encarava. Olhos nos olhos.


— Tira. — Ela pediu em um sussurro.


— O que?


Yibo estava entorpecido demais na atmosfera sexual do quarto. Ela riu de um jeito bonito e ele pensou que, sim, valia a pena largar tudo por ela. A loira pegou as mãos dele, colocando-as na última peça de roupa que estava em seu pequeno corpo.


— Tira ela.


Sem hesitar, Wang passou a calcinha pelas pernas dela, tirando-a. Os olhos percorreram o corpo da garota, agora, completamente despido. Ele suspirou em puro deleite.


— E-eu posso tocar? — Sussurrou


— Deve.


Com as mãos tímidas, Yibo passou-as sobre os seios da garota, apertando-os. Ela mordeu os lábios. As mãos desceram devagar pelo corpo dela, ao mesmo tempo em que ele distribuía beijos em sua barriga. Tocou, de modo superficial, as coxas, subindo para a intimidade dela, onde acariciou levemente o clitóris. Kyle gemeu e segurou a mão dele ali, para que Wang não parasse. 


Os lábios dele eram mordidos, a vontade de beijar-lhe ali crescendo em seu âmago. Não se contentando muito, foi isso que ele fez. Choi tombou a cabeça para trás, uma das pernas fora apoiada na cama enquanto Yibo a comia de forma devotada. As mãos foram aos cabelos dele, os olhos fechados e as pernas tremiam. Com tudo isso a deixando mole, ela se afastou.


Sorrindo, Kyle o beijou. A mão indo de encontro a nuca dele, enquanto se colocava sobre Wang. Yibo segurou a cintura dela, enquanto a menina encaixava o pau duro dele em sua entrada. 


Mordendo o lábio do Wang, ela sentou de uma vez. Um gemido alto saindo da boca de ambos. Movendo-se de modo lento, ela sentiu ser apertada. As mãos do Wang passeavam por seu corpo, conhecendo até mesmo seus pequenos detalhes, como as omoplatas em suas costas.


Beijaram-se novamente, gemendo contra a boca um do outro. O chocar dos corpos ficando cada vez mais bruto. As costas da Choi foram de encontro ao colchão macio da cama. Yibo se enterrando novamente em seu interior. Olhavam-se nos olhos, sorrisos sendo soltos vez ou outra entre os suspiros e gemidos de deleite. O quadril dele batendo forte contra o dela, o barulho de molhado. Os arranhões nas costas e o estalar dos lábios ao se chocarem. Tudo aquilo contribuindo para que o ápice de ambos chegasse. E não demorou muito para isso, ambos abraçando-se. Cansados, suados e satisfeitos.


Após se recomporem, saíram do quarto, seguindo pelo estreito corredor. Beijos sendo roubados até chegarem a sala. 


Agora os convidados conversavam entre si. O padre fora o primeiro a notar o sumiço repentino do sobrinho, mas não tocara no assunto quando o rapaz apareceu. Diferente dos pais de Kyle, que agora questionavam-na a causa do sumiço dela e do Wang. 


Olhando para Yibo, ela sorriu doce. Não sabia o que aconteceria dali para frente, mas esperava que ele pensasse na proposta dela. Então, a única coisa que respondeu fora:


— Nada demais.


Notas Finais


essa é a hora que eu sumo e nunca mais volto.


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