1. Spirit Fanfics >
  2. Síndico - yoonkook >
  3. Pingo no I

História Síndico - yoonkook - Capítulo 25


Escrita por: e vantsart


Notas do Autor


Eu simplesmente vou sentir muita falta dessa adaptação.
Esse não será o último capítulo. Ainda tem o epílogo.
Quero agradecer a todos pelos favoritos, comentários essas coisas. Muito obrigada.

Leiam as notas finais.
Boa leitura ♡♡

Capítulo 25 - Pingo no I


Fanfic / Fanfiction Síndico - yoonkook - Capítulo 25 - Pingo no I


Nossos grandes planos de casamento teriam que ser colocados em espera até que o bebê nascesse. Montar o quarto, preparar os cães para a chegada do bebê, havia muita coisa acontecendo para se preocupar com a organização de uma festa gigantesca.

Optamos por não saber o sexo do bebê, embora jungkook ainda estivesse convencido de que era uma menina. Ele realmente acreditava que o espírito que ele encontrou em seu sonho, ou o que quer que tenha sido essa experiência, era do sexo feminino. Ele atribuiu isso à intuição de pai.

Todos os itens que compramos para o quarto eram em cinza, branco e verde, embora jungkook pegasse pequenos itens cor-de-rosa quando saía e os colocasse estrategicamente dispostos pelo espaço. Era essencialmente o quarto de um bebê do sexo feminino.

Minha barriga ganhou um apelido, jungkook  a chamava de “bolinha de praia”.

No geral, a gravidez foi tranquila até o último mês.

Nós dois estávamos muito estressados, porque Jenna tinha nos avisado que planejava se mudar para o Colorado com o novo namorado. Ela também decidiu que os cães eram dela, e que tinha o direito de levá-los.

Jungkook  tentou convencê-la de que ficar na Califórnia era melhor para os Dois Ds porque era o único lar que eles conheceram. Ela não concordou e ameaçou levar a disputa pela custódia aos tribunais. As coisas não estavam nada boas.

Eu fiquei tão agitado que acabei de repouso devido à pressão alta. E aí, além de se preocupar com os cães sendo levados, jungkook agora tinha que se preocupar com a saúde do esposo e do filho que nem tinha nascido. De minha parte, eu me preocupava com o estresse que tudo isso impunha ao coração dele.

Antes de todo esse alvoroço. Eu e o jungkook fizemos uma consulta. Pelo fato da gravides ser de risco. O médico nos orientou descanso extremo. Era de risco sim, mais tinha chances sim de levar a gravides normalmente e o bebê nascer com os nove meses saudável. 

Os cães eram meu único conforto durante o período de repouso absoluto, já que subiam ao meu lado e me faziam companhia à tarde, quando jungkook tinha que fazer as coisas pelo prédio. Ele nem resistiu à presença deles na nossa cama porque sabia o conforto que eram para mim. Eles ainda eram proibidos à noite, no entanto. Eu sabia que ele estava com medo de Jenna vencer a disputa e levá-los embora em breve.

O resultado era que os cães estavam ficando mimados.

Um dia, jungkook tinha saído para comprar algumas coisas que eu queria comer. Ele demorou duas horas além do necessário.

Quando finalmente retornou, ouvi a porta da frente fechar e ele dizer:

— Está feito.

— O quê?

— Está feito. Ela vai deixar os cachorros com a gente.

— O quê? Como?

— Fiz um contrato e paguei a ela.

— Você o quê?

— Eu joguei um monte de dinheiro em cima dela, o suficiente para não poder recusar. Eu não deixaria isso continuar nos aborrecendo. Não deixaria que ela os levasse para longe de nós.

— Quanto deu a ela?

— Não se preocupe. Nós temos verba para isso. E eles valem qualquer quantia.

Mais uma vez, jungkook enfrentou a situação e veio em meu socorro. Lágrimas de alívio começaram a correr por meu rosto. Só naquele momento realmente percebi quanto o medo de perder os animais estava prejudicando a minha saúde e o meu bem-estar.

Jungkook normalmente não subia na cama conosco, mas naquela tarde ele se espremeu em um canto. Deitado na cama com os Três Ds, senti uma paz imensa. O bebê estava chutando forte. Nossa família estava completa e ninguém podia tirar isso da gente.

Esse tipo de coisa não tem preço.






* * *

Era uma noite clara e o céu escuro se enchia de estrelas brilhantes. Jungkook e eu estávamos sentados no pátio na noite anterior à minha cesariana, fantasiando sobre todas as coisas que íamos fazer quando o bebê nascesse.

— Mal posso esperar para comer sushi de novo e poder raspar as minhas próprias pernas.

Ele apertou minha coxa e disse:

— Mal posso esperar para sentir essas pernas nas minhas costas e entrar em você sem me preocupar com a integridade do meu filho. — Ele olhou para mim. — Você pode voltar a raspar suas pernas, mas deixa que eu mesmo raspo seu saco quando puder vê-lo novamente.

— Combinado. Na verdade, estou contando com isso.

— Ótimo. — Ele piscou.

— Ah! E meu latte da tarde! Essa é outra coisa de que sinto falta, muita cafeína.

Jungkook grunhiu.

— Sabe o que não consigo mais esperar? O dia em que vou jogar aquela merda de muro de pinto pela janela. É a primeira coisa que vai sair daqui.

Isso me fez dar risada. Ele estava se referindo ao travesseiro de corpo que eu usava para dormir nas últimas semanas. Ele formava uma grande barreira entre nós.

— Por que você não deixa os Ds ficarem com ele? Eu os peguei transando com o travesseiro outro dia. Os dois juntos.

Ele uniu as sobrancelhas.

— Isso lembrou seus livros?

Eu o cutuquei com o cotovelo.

— Não.

Ele riu e beijou minha bochecha.

Eu queria que chegasse logo a hora da cesariana no dia seguinte. Por causa da minha pré-eclâmpsia, o médico achou melhor tirar o bebê uma semana antes da data prevista para o parto, especialmente porque o colo do útero não tinha dilatado.

Estávamos nervosos, mas muito animados para finalmente conhecer nosso bebê.




* * *

Jungkook estava muito engraçado com a touca fornecida pelo hospital. Estar aqui me lembrou do pavor que senti no dia da cirurgia dele. Por mais assustador que fosse imaginar o médico cortando meu abdômen hoje, nada se comparava ao medo que senti no dia em que meu marido foi operado.

Ele me surpreendeu quando disse:

— Sabe, por mais assustador que tenha sido a minha operação, estou muito mais assustado hoje. Não vejo a hora de isso acabar.

A ironia da declaração me fez sorrir. Acho que é isso que acontece quando você ama alguém. Pensar que algo pode acontecer com a outra pessoa é muito pior do que pensar em alguma coisa acontecendo com você mesmo.

Olhei para ele da minha posição horizontal na mesa de cirurgia.

— Eu te amo.

Ele retirou rapidamente a máscara cirúrgica para dizer:

— Vocês são minha vida.

Eu me senti muito grato por ele estar se sentindo bem, por estar ao meu lado.

Jungkook segurou minha mão com força enquanto os médicos explicavam tudo que estavam fazendo. Eles me deram uma raquidiana, e toda a parte inferior do meu corpo ficou completamente adormecida.

Eles me avisaram que sentiria a pressão, os puxões. E, quando senti, jungkook apertou a minha mão com mais força.

— Ai, meu Deus, ela está vindo. Eles a estão trazendo para fora.

Então eu ouvi.

Choro.

Choro.

Mais choro.

Meu bebê.

Os olhos de jungkook estavam brilhando.

— Meu Deus! Ela é linda, amor. Parece com você. É igual a você!

— É mesmo?

— Sim. Ela tem a pele clara. É um anjo. Ela... ela... tem... um pênis. Um pênis?

— É um menino — anunciou o médico.

Jungkook começou a chorar de alegria e rir, tudo ao mesmo tempo.

— Ela tem um pau pequeno. É um menino? É um menino! Gato, a gente tem um filho.

— É um menino! — repeti.

— Sim!

Depois de alguns minutos, uma enfermeira entregou nosso filho para jungkook, que o colocou perto do meu rosto.

Eu beijei sua bochecha, desejando segurá-lo.

— Oi — falei com voz mansa.

Por mais que jungkook pensasse que ele era parecido comigo, eu vi o nariz de jungkook.

— Você devia ser uma menina — murmurei. — Enganou seu pai.

Jungkook se abaixou e beijou a testa do nosso bebê.

— Ele mudou a história.





* * *

Uma das desvantagens de não saber o sexo de nosso bebê era não termos nenhum nome escolhido.

Estávamos tão focados em nomes de meninas que as opções de menino caíram no esquecimento.

Nosso filho tinha algumas semanas quando finalmente escolhemos um nome. Optamos por anunciá-lo aos familiares e amigos mais próximos na véspera de Natal.

Parece que foi ontem que fizemos uma festa de Natal na nossa casa no ano passado. Muita coisa tinha mudado desde então. Naquela época, jungkook nem tinha decidido fazer a cirurgia, nós pensávamos que nunca teríamos filhos e estávamos apenas namorando. Avanço rápido para um ano depois: jungkook tinha feito a cirurgia dez meses atrás, nos casamos e tivemos um filho. Sem mencionar os cães, que agora eram nossos em tempo integral.

Jungkook segurava o bebê no sling junto ao peito e colocava as últimas decorações. Ainda me recuperando da cesariana, eu preparava a comida na cozinha sem pressa. Não tínhamos planejado uma festa, mas seria muito mais fácil do que transportar nosso filho de casa em casa durante aquela época. Tínhamos tudo de que precisávamos para ele aqui em nossa casa.

A campainha tocou.

Tyler, sua namorada, Nicole, e a mãe de jungkook estavam na porta com presentes nas mãos.

— Ei, pessoal! Entrem.

Monica me abraçou com força.

— Como você está se sentindo?

— Estou bem, ainda um pouquinho dolorido, mas ótima para as circunstâncias.

Nicole me olhou da cabeça aos pés.

— Você está tão magro! Ninguém diz que deu à luz há um mês.

Jungkook gritou para nós:

— Por trás ele não parecia grávido nem no nono mês. Eu sei disso porque passei muito tempo nessa posição no final. — Ele olhou para Monica. — Opa, desculpe, mãe.

Tyler passou por nós e foi ver o bebê.

— Meu afilhado sem nome!

Nicole sorriu.

— Ah, ele está de touca como o pai dele.

Colocamos uma touquinha cinza nele para combinar com jungkook.

Tyler olhou para jungkook quando disse:

— Nunca pensei que veria esse dia, cara.

— Nem eu, irmão.

Tyler falou perto do bebê:

— Não se preocupe, pequeno sem nome. Seu tio Tyler vai te ensinar tudo que você precisa saber nesta vida.

— E aí o papai vai dizer para você fazer o contrário do que o tio Tyler disse — brincou jungkook.

— Quando vamos saber o nome dele? — Monica perguntou.

— Quando todo mundo chegar aqui, talvez depois do jantar, vamos anunciar — disse jungkook. — Ainda estamos esperando a família da yoongi.

Nicole se aproximou de mim tocando seu colar.

— Olha o que o Tyler me deu de presente de Natal. É da Tiffany’s.

Eu examinei o pingente em forma de coração na corrente de prata.

— Nada mal, Ty.

— Ele escolheu bem. — Ela sorriu.

— É muito bonito. Vocês dois devem ter acabado de comemorar um ano também, não é? Lembro que conheci você no ano passado, quando começaram a namorar.

— Sim. Ainda continua forte.

Tyler ouviu e levantou o dedo indicador.

— O que significa... que ainda não fiz besteira.

Jungkook bateu no ombro do irmão.

— Sério, Nicole, tem que ser uma mulher especial para lidar com meu irmão narcisista. Parabéns.

— Touché. — Tyler riu. Depois olhou para mim. — Então, quem vem da sua família?

— Minha irmã Claire, seu marido, Micah, e a filhinha deles, Clementine. E meus pais.

— Você não tem outra irmã? — perguntou Monica.

— Tenho. — Eu fiz beicinho. — Jade não conseguiu sair de Nova York. O espetáculo tem sempre uma plateia maior nesta época do ano.

— Que pena.

— Sim, eu sinto falta dela. Ela nem conheceu o bebê ainda. Está morrendo por isso, mas eles ameaçaram demiti-la quando ela pediu licença para voltar para casa quando ele nasceu. — Triste, eu disse: — Logo. Ela vem assim que tiver uma chance. Tyler passou o braço em volta de Nicole.

— Por que não estou bebendo nada?

— Na verdade, irmãozinho, eu ia mandar você ao mercado para comprar um pouco de cerveja. Saí mais cedo e esqueci o mais importante.

— Eu posso ir. — Ele beijou o nariz da namorada. — Nic, você quer ficar ou vem comigo?

— Eu vou ficar.

Alguns minutos depois que Tyler saiu, a campainha tocou. Imaginei que fosse minha família, já que viriam todos juntos em uma minivan.

Meu coração disparou quando vi minha irmã. Ela estava ali parada, segurando um monte de sacolas.

— Jade! Meu Deus!

Pulamos nos braços uma do outro. Quando ela se afastou, ficou com os olhos cheios de lágrimas ao ver o bebê. Sem aviso, jungkook o tirou do sling e entregou para a tia. Jade admirou nosso filho em seus braços.

— Eu estava morrendo de vontade de segurá-lo.

Dei a ela um minuto antes de perguntar:

— Como conseguiu fugir?

— Eu literalmente chorei, implorei e supliquei por uma noite de folga. Tenho que estar de volta amanhã à noite. Eu simplesmente não podia esperar mais para vê-lo. — Ela olhou para o bebê e disse: — Ele parece com a gente. Mas tem o nariz do jungkook.

— Foi exatamente o que eu disse! Jungkook parecia feliz por me ver tão feliz.

— Jade, que surpresa incrível. Você não tem ideia de quanto acabou de fazer seu irmão feliz.

Ela sorriu para mim.

— Estou muito feliz por ter conseguido vir.

Todos os outros chegaram logo depois e ficaram tão chocados quanto eu por ver Jade ali parada segurando o bebê. Ela não o soltou até ele fazer cocô, quando jungkook assumiu o comando para que eu pudesse ter um tempo com minha irmã.

Jade e eu estávamos preparando a comida na cozinha quando Tyler voltou do mercado com a cerveja.

— Tyler, vem conhecer minha irmã! Essa é Jade.

Jade, que estava de frente para mim, se virou para cumprimentá-lo.

Ele abriu a boca e parou como se tivesse visto um fantasma. Eu não podia culpá-lo por ficar sem palavras ao vêla pela primeira vez. Muita gente tinha essa reação. Jade era alta e linda, uma presença dominante que iluminava qualquer ambiente. Com o cabelo loiro e curto, os olhos grandes e nariz minúsculo, parecia quase uma versão da Sininho na vida real.

Ele engasgou com as palavras:

— Oi. Eu... ahh, eu sou... Jade respondeu por ele:

— Tyler. — Ela sorriu. — Você é o Tyler.

— Esse é o meu nome. Sim. E você é... — Tyler ficou sem palavras novamente.

— Jade.

Ele riu nervoso.

— Certo. Ela disse isso. Jade. É um prazer conhecer você.

— Ele estendeu a mão e ela a apertou.

— Finalmente, não? Muito bom conhecer você, Tyler.

Nicole entrou na cozinha nesse momento, e Tyler, cuja mão segurava a de Jade por mais tempo que o necessário, instintivamente a soltou.

— Aí está você, Ty. Eu não vi você entrar. Estava começando a pensar que tinha se perdido lá fora.

Com um sorriso forçado, ele disse:

— Oi. É, muitas opções de cerveja nos dias de hoje. — E olhou para a minha irmã novamente. — Jade, essa é...

Quando ele engasgou novamente, sua namorada se apresentou:

— Nicole.

Jade sorriu para ela.

— Sim. Já nos conhecemos quando você estava fora.

— Ótimo. Ok, então. — Ele apontou por cima do ombro com o polegar. — Eu só vou... colocar essa cerveja na geladeira.

Tyler se abaixou na frente da geladeira e ficou todo atrapalhado com as garrafas, tanto que uma escapou e se espatifou no chão.

— Merda — ele disse com os dentes cerrados. — Desculpa, yoongi. Eu limpo tudo.

Nunca vi Tyler agir desse jeito. Normalmente ele era frio como um gelo. Foi uma reação à minha irmã ou a alguma outra coisa?

Depois que Tyler e Nicole saíram da cozinha, Jade só olhou para mim em silêncio. Eu já havia visto essa cara antes. Nós líamos os pensamentos uma da outra sem ter que falar nada.

— Então, esse é o Tyler. — Ela olhou para onde ele estava do outro lado do apartamento.

— Sim.

— Ele é lindo — sussurrou.

— Eu sei. Jungkook e ele são parecidos, mas diferentes, certo?

— Totalmente. — Jade soltou um suspiro profundo. Ela também parecia um pouco nervosa.

Se havia uma coisa que eu sabia sobre a minha irmã, era que ela nunca pensaria em se aproximar de alguém que namorava. O último relacionamento de Jade terminou com o ex dela indo embora com outra pessoa, assim como o meu tinha feito comigo. Ela entendia o que era traição. E, mesmo que em algum universo alternativo ele não estivesse com Nicole, eu não sabia se poderia confiar a Tyler o coração de Jade. Por mais que amasse meu cunhado, ele não era jungkook. Um ator que namora uma atriz também não parece ser uma combinação inteligente.

Ainda assim, por um momento fugaz, não pude deixar de imaginar como seria ver o irmão de jungkook com minha irmã. Mas era só uma fantasia, especialmente porque Jade morava em Nova York e Tyler, aqui.

Morava aqui com a namorada dele.

Ok. Vida que segue, yoongi.

Mais tarde naquela noite, todos tinham comido e trocado presentes, sendo o momento oportuno para anunciar o nome que tínhamos escolhido.

Jungkook fez as honras.

— Então, quero que todos saibam que pensamos muito sobre isso, analisamos nomes obscuros e comuns. Nada parecia certo por muito tempo. Então, meu homem aqui impôs sua decisão. Ele me disse que só havia um nome adequado. Quem sou eu para discutir? Então, apresento a vocês... Damien Raymond Hennessey ou, como gostamos de chamá-lo, Pequeno D.

Depois de todos os “oohs” e “aahs”, Tyler gritou, brincando:

— Esperamos todo esse tempo só para saber que ele vai chamar Damien?

— Exatamente. E o nome do meio é o do papai, é claro.

Monica estava chorando, provavelmente pensando em seu falecido marido.

— Acho que nossa escolha representa nosso relacionamento — acrescentei. — Às vezes, as melhores coisas estão bem debaixo do nosso nariz o tempo todo.





* * *

Jungkook e eu estávamos nos preparando para dormir na véspera de Natal, quando eu lhe perguntei:

— Tyler falou alguma coisa sobre a Jade?

— Alguma coisa diferente de “Puta merda, por que não me falou que a sua cunhada era essa delícia?” Não.

— O que disse a ele?

— Eu disse que Jade agora era da família e que eu ia encher ele de porrada se algum dia transasse com ela.

— Sério?

— Claro que sim. Dito isso, acho que ele gosta mesmo da Nicole. O adolescente nele só saiu para dar uma voltinha quando ele viu sua irmã.

— Ok. — Decidi abandonar o assunto e superar a minha aparente obsessão com a ideia de Tyler e Jade juntos.

Jungkook  se virou para mim na cama.

— Então... pronta para o seu presente?

— Você disse para esperar alguma coisa maluca, então não sei.

— Não é tão maluco. — Ele olhou para o teto em dúvida, depois riu. — Bem, talvez seja.

— O que é?

— Bom, vou começar dizendo... Eu nunca amei esse sinal na minha bunda. Eu odiava, na verdade... até que você me disse que tinha gostado dele.

— Uau. Agora estou muito O. Do que estamos falando?

— Eu decidi colocar os pingos nos is.

— O quê?

— Em vez de remover o sinal, dei uma ajeitada nele.

Jungkook levantou da cama e abaixou a calça para revelar a bunda musculosa e bronzeada. Tinha uma palavra tatuada onde antes havia o sinal.

Espera.

A manchinha ainda estava lá! Agora era o pingo no I da palavra que ele havia tatuado naquela bela bunda.

INCENDIÁRIO.


Notas Finais


Eu quase arranquei os cabelos da jenna juro. Garota ótara do caralho.

Eu sabia que era menino !!
Ty pode apagar fogo do cú. Oras maizes.
Queria ver essa bunda também.. .

Tô chorando. De alegria e saldades. Amo vocês ♡♡♡

Siiiiiiiimm. O que vocês acham de outra adaptação ? Yoonkook ou taegi. Vocês que escolhem. Por favor me falem ! Yoongi sempre será bottom.

Se vocês gostam de yoonmin eu vou recomeçar a posta a adaptação lá. Só fique ciente que é muita putaria mesmo.

https://www.spiritfanfiction.com/historia/escritorio--yoonmin-19134160


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...