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História Sinergia - Capítulo 6


Escrita por: anggieparra

Capítulo 6 - Sussurros em Madrid


“Sinto suas mãos deslizando lentamente sobre meu corpo, entre uma carícia e outra, arrepios e sensações envolventes que jamais experimentei...

Então começo a entender o poder desse toque suave, mas que logo torna-se selvagem, único e singular. Vou ao delírio, me transformo…”

Auxi Santana 

§§§

24 de Abril de 2017

Álvaro

Cine

 

Permanecemos alguns segundos em silêncio e tratei de não mirá-la no fundo dos olhos; eu não sabia o que estava acontecendo em minha cabeça, meus pensamentos estavam me traicionando. Observei ao nosso redor buscando desviar nossos olhares e espairecer o que acabei de pensar.

“Será que alguém percebeu?”

“Será que tínhamos olhares à nossa volta?”

Ela com sua virtude colocou os fios de cabelo para frente enquanto eu a observava por alguns instantes. Necessitava buscar explicações para tudo que eu sentia à sua presença: os gestos, as falas, os sorrisos, os olhares… Em toda minha vida, jamais senti esse rebojo que ela fazia em todo meu ser - mesmo involuntariamente.

Enquanto empenhava-me para entender ou pelo menos ter uma pequena proporção de tudo que meu corpo sentia, ajeitei as mangas do meu paletó, limpei a garganta e olhei no fundo de seus olhos; como gostaria de falar o que sentia e quizás tomar-te a boca para poder entender o que meu corpo deseja.

Busquei desviar um pouco minha atenção e conversei com um dos meus companheiros de cena que estava próximos a nós dois; ele falava um pouco sobre como o evento estava bonito e em como ele achava que a série seria recebida pelo público, mas para ser bem franco, não estava prestando atenção em absolutamente nada que ele estava dizendo.

§§§

Itziar

Cine

 

Procurei algum pretexto para que pudéssemos voltar a conversar, ele estava entretido com um dos companheiros de cena. Queria me desculpar pela maneira que o abordei, ainda mais mostrando minhas pintas, como eres tonta Itziar!

Toquei em seu braço acariciando até o seu cotovelo e de pronto virou-se para mim, e com aqueles olhos negros olhou-me profundamente. Senti como se uma energia estivesse nos conectando, uma corrente elétrica que eu não sabia explicar.

- Perdão! - levantei minha mão como símbolo de advertência e olhei para um ponto aleatório daquele lugar, estava totalmente envergonhada.

Tudo que estávamos vivendo não nos permitiria sermos apenas amigos. Minhas mãos estavam geladas, meu corpo trêmulo, meu coração disparado, nada disso era causado por um simples amigo e um companheiro de trabalho; estávamos indo além.

O que eu iria fazer? Esse sentimento estava dando voltas em minha cabeça.

Aproximei-me bem do seu corpo, com um pretexto para que Alba pudesse transitar livremente. Estávamos muito próximos. Coloquei minhas mãos no bolso para não passar o mesmo que minutos atrás e ter ganas de tocá-lo novamente.

Com a proximidade sentia a sua respiração no topo da minha cabeça e, com um pequeno momento insano, Álvaro quebrou todas as barreiras e limites que existiam entre nós dois.

- Não me importo que me toques, faça como e onde quiser. - por alguns segundos nos olhamos com luxúria, nós dois sorrimos e desviamos os olhares que estavam intensos.

Sabíamos que aquela frase conseguiu derrubar novos bloqueios entre nós dois. Ele conseguiu fazer com que minha cabeça criasse loucas fantasias com ele; aquilo não estava correto. Nós estávamos prestes a cair em um precipício, e o pior: juntos.

Úrsula nos tirou de todo nosso transe e nos chamou para registrarmos algumas fotos fotos. Álvaro foi primeiro e eu o segui. Ele tocou em minha cintura e tenho certeza que se eu não tivesse na frente de tantas pessoas, me desmontava ali.

Álvaro me segurava firme, fiz o mesmo em sua cintura, com certeza ele sentiu a pressão que meus dedos faziam em seu corpo.

Álvaro me guiou um pouco para o lado, assim nos centralizando para as fotos. Seus dedos estavam me apertando. Não tinha ideia do que ele queria, mas aquele toque estava me levando ao delírio. Estava jodida.

Posamos para os fotógrafos e logo todos do casting foram chamados para as fotos em grupo. Úrsula soltou-se de Álvaro e observou todos entrando, enquanto eu continuava ao seu lado, sentindo a sua energia e calor.

- Vão caber todos aqui? - perguntei diretamente a ele.

- Se espremermos bem, acredito que sim.

Enquanto todos buscavam um lugar, minhas mãos novamente buscavam tocá-lo. Coloquei a mão em suas costas e desci até o final dela… Claramente minha vontade era percorrer por outros caminhos.

Todos já estavam posicionados para batermos a foto em grupo, ouvi Mário gritar “trinta segundos”, ao mesmo tempo que a risada do Álvaro soou próximo ao meu ouvido, joder! A sua risada rouca tinha acabado de arruinar com todos meus sentidos. Acabei me envolvendo e ri como todos, para buscar disfarçar olhei para o Mário e sorri.

Logo Pedro continuou a brincadeira “Vinte segundos”, e para finalizar a Úrsula com sua impaciência gritou “Três segundos”. Todos nós olhamos para os fotógrafos e esperamos bater as milhares de fotos, e assim sucedeu.

Ouvi risadas, palmas e o Álvaro tentando falar alguma coisa em meu ouvido; pendi minha cabeça para trás, apoiando em seu ombro para conseguir ouvi-lo melhor.

- Alguém já ligou suas pintas? - não aguentei pela pergunta e caí na gargalhada. Virei-me para ele e apoiei minha mão em seu ombro.

- Quem liga pintinhas? - eu achei uma tonteria a pergunta, afinal, ninguém nunca teve a brilhante ideia de ligar minhas pintas; tampouco queria.

- Me encantaria unir as suas para teres a sensação de que eres o céu de alguém. - sua voz rouca invadiu toda minha entranha e fez minha boca secar; o que ele estava fazendo com meus sentidos?

Respirei fundo, balancei a cabeça negativamente e seguimos para a saída. Senti sua respiração em meu pescoço por alguns segundos e logo a sua voz rouca se aproximou.

- Eres minha constelação particular.

Virei-me para poder mirá-lo melhor, seus olhos estavam cheios de luxúria; mirei sua boca, joder como eu estava com vontade de beijá-lo ali mesmo.

- Estás me tirando toda sanidade que resta, saibas? - nós sorrimos e fomos para nossos lugares.

§§§

Álvaro

Festa

 

Após toda a divulgação e a apresentação dos dois primeiros capítulos, seguimos todos para a festa organizada pela produção. Estava tudo bem preparado; as músicas, o bar, as atrações. Com toda certeza Jesus estaria atrás de toda essa festança, ele adora uma comemoração.

Blanca estava ao meu lado a todo segundo, assim como observei que ele estava ao lado da Itziar. A festa estava bem animada para quase todos, resolvi não beber para não falar tampouco fazer coisas que acabariam com minha consciência no dia seguinte.

A observei rindo e naquele segundo percebi que o que tínhamos vivido naqueles minutos jamais poderia se concretizar. 

Sentia um peso enorme em tudo que falei, ela não merecia estar confusa com tudo isso, e tampouco eu.

- Algo de errado? - Blanca tocou em minha mão e mirou-me.

- Não, - sorri sem graça - Só um pouco nervoso e com calor, nada em demasia. - senti seus lábios tocarem os meus; retribui.

- Ambos não vão beber nada? - Pedro aproximou-se de nós, não esqueceria de agradecê-lo por ter me livrado de milhares de perguntas.

- Gracias, Pedro. Vou pegar algo no bar, queres mi amor? - Blanca se afastou de nós dois.

- Quero água, por favor. - sorri amigavelmente e ela se foi; passei os dedos por meus cabelos e sequei um pouco do suor que sentia em minha testa. - Gracias! Me tirou de uma enxurrada de perguntas.

- Pode começar desenrodilhar. - tomou um gole da sua bebida escura e colocou a mão em meu ombro. - É a vasca, sí?

- De onde sacastes isso? Pois claro… - desviei do seu olhar, Pedro me conhecia melhor que eu mesmo - Que não!

- Estás mentindo para ti mesmo, hermanito! Quando deres conta que ela te abala mais do que estás pensando, vai ser tarde para reconheceres ou acabares com esse sentimento desde a raiz.

- Não tem sentimento nenhum, joder!

- Queres acreditar mesmo no que estás dizendo? Só deixando claro que teu corpo age de outra forma quando está ao lado dela.

Pedro saiu e logo em seguida Blanca chegou com minha garrafa d’água. Por Dios, só queria um tempo sozinho para poder colocar algumas coisas no lugar. 

- O que aconteceu? Estás com uma cara! Nem parece que é estreia de uma série tão importante. - sorri e depositei um beijo curto em seus lábios.

- Está tudo bem, não se aflijas. Vou ao toalete, com permiso. - saí com a garrafa d’água em mãos e fui em direção ao banheiro.

- Que fazes aqui? - ouvi a voz dela; Itziar estava encostada em uma das paredes próxima ao banheiro.

- Lavar o rosto, aqui está muito quente. Muita movimentação. - parei de frente para ela.

- Por que me olhas assim? 

- Assim como? - senti que nossos corpos estavam ainda mais próximos.

- Sabes como estás olhando-me. - sorri e abaixei a cabeça.

- Estás bêbada? - seus olhos tinham um brilho diferente, ela não estava sana. 

- Claro que não!! - ela enlaçou suas mãos no meu pescoço, me puxando para mais perto do seu rosto.

- Itz… - minha voz estava falha.

- Quero e necessito besarte.

 

Senti sua respiração em meu rosto. Coloquei minhas mãos em sua cintura e apertei contra meu corpo, queria fundir-me à ela. Estava totalmente rendido. Meu coração pulsava sem limites, meu corpo tremia como se ela fosse o centro do meu universo.

Fechei meus olhos e entreguei-me; não podia lutar contra esse desejo que nos cercava há tanto tempo. Meu corpo arrepiou-se por inteiro, eu precisava assim como ela sentir o sabor da sua boca.

Uma das minhas mãos seguiu para seu rosto, acariciando todo o seu maxilar, meus dedos passaram por seu pescoço; pensei em segurar seus fios de cabelo, mas levei meus dedos para seus lábios contornado-os em cada linha. Respirei fundo e voltei a segurar seu pescoço, fazendo com que nossas testas se juntassem e abri os olhos para vê-la.

- Estás tomada, não podemos fazer isso. Estou sano, não posso permitir que faças algo que não farias sóbria. - respirei fundo, sem ao menos saber de onde tirava essa força de vontade para afastá-la, sendo que minha vontade era unicamente tomar sua boca e seu corpo ali mesmo - Pode se arrepender, não posso e não vou permitir que isso aconteça. - beijei a ponta do seu nariz e a envolvi em um abraço apertado e duradouro.

Ouvi seus batimentos em meu peito, a respiração ofegante; o abraço apertado me fez com que tivesse ainda mais vontade de beijá-la, mas naquele momento não era propício, nem para mim, tampouco para ela.

- Perdão, perdão. - ela segurou meu rosto com as mãos e abaixou a cabeça apoiando em meu peito. - Me perdoe, sim? Estou um pouco tomada. Estou muito envergonhada.

- Não, nem digas isso, tome! - entreguei a garrafa d’água para ela, que bebeu imediatamente.

- É uma festa do meu trabalho, Álvaro, não deveria ter tomado tanto.

- Culpa à essas horas? Tranquila Itzi, estamos todos relaxando e curtindo esse momento. Deves beber mesmo, se te dá ganas, bebas.

- Joder! Me sinto tonta. - ela apoiou o rosto nas palmas das mãos e balançou a cabeça negativamente.

- Queres ir embora? Onde está...hã…

- O Roberto?

- Isso! Ele… Onde ele está? - perguntei colocando uma mecha de cabelo dela para trás da orelha.

- No lo sé… Podemos sair um pouco desse barulho? Preciso ter espaço para respirar.

Coloquei minha mão em sua cintura e a direcionei para uma doca próxima. Assim que abri uma das portas, o vento gélido bateu em nossos rostos e percebemos que o calor que estávamos sentindo realmente era do excesso de pessoas no mesmo ambiente. A música estava abafada, mas ainda dava para notar que ali estava acontecendo uma festa das grandes.

- Não acredito que deixei com que isso acontecesse. - Ela sentou-se em uma cadeira que estava por lá.

- O que aconteceu? - antes de me responder ela bebeu o restante da água que deixou na garrafinha.

- Álvaro eu quase te beijei. - sua voz quase saiu como um sussurro.

- Quase, então não tem o que se preocupar, sim?. - sorri e acariciei seu rosto.

- O que vais pensar de mim? Uma mulher com um companheiro, tu casado e com dois filhos. Joder!! - ela afundou seu rosto em suas mãos e ouvi um pouco do seu choro.

- Queres esquecer o que quase aconteceu? Já não me lembro de nada. 

- Perdão!! - Itziar mirou-me com os olhos lacrimejados.

- Não tens que pedir perdão, não aconteceu nada.

Ficamos calados por um tempo, só sentindo a brisa álgida tocar em nossos corpos enquanto esperávamos que ela ficasse melhor, ou pelo menos o enjoo passasse.

§§§

Itziar

Festa

 

- Acredito que já estejam nos buscando. - limpei algumas lágrimas que percorreram em meu rosto.

- Estás melhor para regressar?

- Sim, gracias Álvaro! - sorri e toquei em sua mão.

Ele estava em silêncio; seu olhar estava fixo no céu. Atrevi-me a perguntar-lhe.

- O que andas pensando tanto? Se queres dizer, claro.

- Sinto que estou a caminho de um céu que não posso tocar, mas que meu corpo e tampouco meu coração quer abrir mão. - ele abandonou o olhar fixo no céu e mirou-me no fundo dos olhos. - Tu sabes do que estou me referindo, sim?

- Álvaro, nós não temos nada concreto, não sabemos nada do que sentimos. Não tem motivo para falarmos sobre algo tão profundo quando na realidade nem sabemos o que estamos realmente vivenciando. Em minha cabeça tudo está muito confuso. Nós não podemos nos confundir mais.

- Falar sobre isso seria como tornar real, esse é seu medo? - desviei meu olhar do dele e olhei para o céu, não queria respondê-lo mirando em seus olhos; confidenciar meus sentimentos e tudo que estava aberto dentro de mim, tornaria ainda mais real.

- Tenho tantos medos… Nem sei se esse é o principal. Só sei que isso não está bem.

- Gostaria de poder descobrir o que estou sentindo para poder resolver.  Meus pensamentos não me deixam estar tranquilo, está me afetando mais do que possas imaginar. - senti todas essas palavras como um desabafo. - Perdona! Acho que estou me deixando levar pelas conclusões precipitadas, talvez nem estamos sentindo a mesma coisa. É tudo uma tonteria, me perdoe Itziar. Vamos!

Álvaro fez-se para levantar e então o segurei pelo pulso.

- Antes de irmos gostaria que soubesse que estou sentindo exatamente o que tu sentes. Não é somente contigo. Não me pergunte o que faremos com isso, - não faço a mínima ideia, - mas não estás louco.

- Itzi, te acho uma grande mulher, jamais poderia pensar algo negativo de ti, então não me peças perdão pelo que quase aconteceu hoje. Realmente toda essa nossa mudança repentina de vida, - principalmente a sua - nos deixou um pouco vulnerável. Vamos colocar a cabeça no lugar, cada um sabe o que o outro significa e isso basta. Estoy contigo sempre, independente do que acontecer. Sou seu amigo e seu companheiro de cena, quero que confies em mim e preciso confiar em ti, nós não podemos perder isso. Não podemos nos perder.

Álvaro aproximou nossas testas - era como um momento de conexão nosso - e por alguns segundos pudemos sentir a respiração um do outro; meu rosto que estava gelado recebeu o ar quente que saía da boca dele e ficamos ali, vivenciando e buscando organizar cada pensamento que tivemos nas últimas horas.

- Precisamos ir, já estão sentindo a nossa falta e já está um pouco tarde. - nos olhamos profundamente e eu recebi um beijo em minha testa.

- Gracias! Precisávamos deste momento.

Nos abraçamos por um bom tempo; senti nossos corações acelerados e por alguns segundos percebi que começaram a entrar em uma sincronia. A partir dali sabia que eu tinha um pedaço do coração dele e sabia que ele tinha um pedaço do meu coração.

§§§

Álvaro

Madrid, Casa

 

Enquanto a água percorria pelo meu corpo tentei esquecer de tudo que aconteceu durante a noite e relaxar a todos os pensamentos que estavam me atormentando. O toque daquela mulher despertou sentidos que eu jamais imaginei que pudesse ter; sua respiração me tirou toda a sanidade que ainda restava em mim, sua voz fez com que surgisse uma paixão que eu não sabia que estava presente dentro de mim, ela me fez rever todos os sentidos pelo qual estou vivendo e rever se estava realmente feliz. Ela estava mudando a minha vida.

Saí do banho ainda pensando em tudo que vivi naquela noite, eu não sabia como organizar tudo em minha cabeça. Já tinha desistido de contar tudo à Blanca, as coisas saíram do meu controle e não teria mais justificativa para tudo que aconteceu e tampouco queria omitir o ocorrido, se fosse para contar que fosse tudo. Jamais gostaria que Blanca tivesse uma má impressão da Itziar, mas também sabia que se eu revelasse tudo, era isso que iria acontecer - e até pior. Estabeleci que: tudo que tivemos seria um segredo nosso.

Enrolei a toalha na cintura e tratei de secar meus fios com uma toalha secundária que tinha no banheiro.

- De quem diabos é essa pulseira? - Blanca entrou velozmente ao banheiro com os olhos marejados e com a pulseira em mãos.

- O tom poderia ser um pouco baixo para não acordar as crianças.

- Álvaro não estou para educação neste momento, por que cojones tinha uma pulseira - acredito eu que seja de uma mulher, sim? - dentro do seu paletó?

- É da Itziar, quebrou na hora das fotos e ela pediu que eu guardasse para ela, foi somente isso. - realmente só havia sido isso, estava tranquilo por saber que não estava mentindo para Blanca. - Por que andas tão insegura? Não és assim.

A puxei pelo pulso e a abracei, mesmo com meu corpo com gotículas de água.

- Te amo. - olhei em seus olhos e depositei um beijo em seus lábios. Não deixava de ser verdade, amava Blanca, e talvez estivesse começando a amar um outro alguém.

- Álvaro em não sei quantos anos de carreira, jamais trouxestes coisas ou pertences de mulheres para dentro de casa! O que tu fazes com uma pulseira de uma mulher dentro do paletó!! Não consigo entender, perdona, mas isso é muito para mim. Pelo que vi nas fotos, ela tinha bolso naquele vestido, ou foi tu que solicitou que guardasse essa pulseira?



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