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História Sinergia - Capítulo 8


Escrita por: anggieparra

Capítulo 8 - Basorexia


“Vem até mim com teus lascivos olhos, traz até minhas tentadoras pernas, mãos ardentes, sedentas; devora os meus lábios ferozmente, soluça a respiração contra o meu corpo, o faça arrepiar de tesão, domina-o fervorosamente. Beija-me cada extensão enquanto eu percorro o teu corpo musculoso e forte; cravo em ti minha unhas até te arrepiar. Olha-me com volúpia, coordena os teus gemidos com os meus e permite que dos meus lábios saia o teu nome em forma de grito prazeroso”

Anggie Parra

§§§

 

Álvaro

Madrid, casa da Itziar

Chegamos em seu apartamento alguns minutos após nossa pequena conversa dentro do carro; subi com as sacolas do supermercado enquanto ela não desgrudava a sacola da joalheria. Em todos esses dias senti que essa minha atitude foi a que mais causou vislumbre perante ela; eu ainda estava tentando entender o que se passava, minha solicitude para levar a pulseira até a joalheria, não era apenas de amigos.

Ela tirou as chaves da bolsa e abriu a porta daquele apartamento - que claramente seria meramente para uma pessoa, pelo tamanho.

Assim que a porta foi aberta me assustei, não deixando transparecer; poderia ser o homem mais discreto, mas não pude deixar de notar a balbúrdia que estava naquele apartamento.

- Joder!! - a sua voz saiu como um sussurro - Perdão, Álvaro! Roberto esteve aqui pela manhã e bom… como podes ver, deixou tudo um caos.

- Não te preocupes. - coloquei as compras na cozinha - Eu cuido da cozinha. - deixei livre para que ela pudesse ficar mais calma enquanto organizava a sala.

- Não! Não vais arrumar a cozinha sozinho. - disse com seu corpo encostado na porta da cozinha mirando meus movimentos.

- Itziar disse que iria cozinhar e isso resulta cuidar da cozinha. - arqueei minhas sobrancelhas e ela balançou a cabeça negativamente. - Podes organizar o que tens pendente, que aqui eu me ocupo.

Enquanto ela estava na sala pude ouvir reclamações de quanto o seu companheiro era bagunceiro e desorganizado. Ela me pedia desculpas a todo instante, insisti que ela não precisava se preocupar mas ela perseverou nas solicitações; aceitei para que ela pudesse ficar mais tranquila. Após alguns minutos ajeitando a sala ela ficou em silêncio e estranhei, saí da cozinha e fui para a sala tentando encontrá-la.

- Itzi? - perguntei observando todo o cômodo mas nada dela.

- Perdão Álvaro, estou no quarto cambiando de roupa. - a sua voz estava baixo pela porta entreaberta.

- Sem problemas, só me preocupei de teres sumido. - meus olhos transitaram por toda a sala e o corredor, sem alguma intenção a vi desnuda pela fresta da porta. Joder! 

No mesmo instante desviei o olhar, mas infelizmente não pude deixar de a desejar naquele momento, mas eu sabia que esse desejo estava totalmente equivocado. Voltei para a cozinha e continuei preparando o jantar.

- Não sabia que cozinhava tão bem. - adentrou a cozinha ferozmente e falou com o olhar fixo na panela com as batatas.

Carajos, como ela estava olímpica; usava um vestido claro com estampas de flores até o joelho. Não sabia como ela poderia estar ainda mais angelical do que na primeira vez que a vi no dia de hoje.

- Como podes dizer que cozinho bem, se nem ao menos experimentou? - meu olhar repousado nela esperando um retorno.

- O aroma… - respirou fundo sentindo o eflúvio da cozinha - Inebriante…

Sorri tímido e balancei a cabeça negativamente; aquela resposta dela deixou-me ainda mais nervoso. Na realidade estava começando a distinguir alguns sentidos em meu corpo - e isso estava me deixando um tanto quanto inquieto. Busquei não me aprofundar naqueles sentidos, - não naquele momento; imediatamente cambiei o tema.

- Diga-me um pouco mais sobre a história de não ter tanto costume com vinhos. - ela enfiou o garfo nas batatas que estavam cozinhando; transparente como água cristalina.

- Tenho mais costumes com cervejas, principalmente as artesanais. Meu comp… O Roberto, ele gosta muito das cervejas. - encostou em um dos balcões. 

- Tomas por conta dele? - rebati a sua resposta, não aceitava que ela fosse presa a um tipo de bebida por conta do seu companheiro.

- Na verdade eu também gosto… - sorriu timidamente; a sua resposta não foi tão eufórica - Mas como óbvio, estou aberta para novas degustações na minha vida.

Queria não ter pensado em segundas intenções com a sua frase, mas como? Senti todo meu corpo se arrepiar mas busquei ficar fleumático.

“Como queria que ela tivesse curiosidade de degustar-me”, Álvaro controle seus pensamentos.

- Espero que tenhamos a oportunidade de irmos para Ribera del Duero, para que conheças os vinhos e quem sabe apreciar novos sabores. - que diabos estás pensando e falando? 

- És especialista assim em vinhos? - aquela cozinha estava ficando estreita para nós dois.

- Digamos que um bom degustador. - pisquei meu olho direito em uma forma involuntária.

- Acredito que possas ensinar-me muito ainda, não digo apenas dos vinhos. - deu um leve soco em meu braço.

“Vamos pendejo, diga alguma coisa”, pensei. Eu estava totalmente estático, nenhuma palavra saiu da minha boca. Itziar percebeu meu desconforto e tratou de se justificar.

- Quer dizer: falo pela troca de aprendizado em rodagem e essas coisas. - nos olhamos por um par de segundos a mais do que o normal; apenas consenti com a cabeça. - E o que preparas para nós dois?

Patatas aliñás... é um prato simples, mas te garanto que é muito suculento. Essa é receita original da minha abuela, ela me ensinou quando eu ainda era muito jovem, desde então quando tem momentos importantes, gosto de fazer por ser uma receita com valor sentimental. -  “o que eu estava falando?”

- Momentos importantes… Isso é importante para você?- perguntou fitando-me.

- Acredito que seja na mesma veemência que és para ti. - nos olhamos por alguns segundos e eu tinha certeza que ela iria se sair da resposta.

- Não tinha tanto conhecimento que cozinhavas. - bingo! Cambiou o assunto - Na verdade fazendo uma leitura superficial; não parece. - não permiti que ela me ajudasse na cozinha, aquilo provavelmente a teria surpreendido; queria fazer aquilo sozinho, para impressionar? Quizás.

- É bom saber que estás me conhecendo um pouco mais afundo. Não gosto de nada superficial. - realmente não gostava, mas eu precisava falar dessa maneira? Ela ficou um tempo me observando, mas antes que eu pudesse mudar de assunto ela soltou sem nenhum pudor.

- Tampouco a superficialidade me atrai.

- Então estás descobrindo minhas profundezas porque está atraída? - aquele cômodo estava cada vez menor para nós dois; o calor não era somente das bocas do fogão acesas, o clima entre nós estava cada vez mais tórrido.

- Acho que não deveríamos estar entrando nesses temas perigosos, tampouco se arriscar nessas profundezas.

Ficamos em silêncio por alguns segundos, e logo apanhei a garrafa para abri-la. Ela encontrou duas taças de vinho guardadas no fundo do armário e as lavou enquanto eu tirava a rolha da garrafa. Assim que as taças estavam prontas preenchi com o líquido vermelho e entreguei a taça à ela enquanto segurava a outra.

- A nova etapa das nossas vidas. - inclinei para ela poder brindar e assim o fez.

Girei minha taça para oxigenar o vinho, vi que ela tomou direto e dei uma breve explicação para ela, tanto de oxigenar o vinho quanto para sentir o olor do mesmo para que o sabor fique o mais original possível. Aos poucos ela começou a acompanhar os processos.

A finalização do jantar não demorou muito; Itziar pôs a mesa enquanto eu fazia o pedido de mais duas taças de vinho. Já estávamos terminando a primeira garrafa e eu sabia que não daria para completar a noite.

- Não precisavas pedir mais vinhos. - disse. Sentei de frente à ela e abri a segunda garrafa do dia.

- Não gostou? Prefere que eu peça cerveja? - perguntei a mirando no fundo dos olhos e pegando as taças para poder preencher com o líquido.

- Não! Não é isso… 

- E então? - entreguei a taça à ela.

- Álvaro, estás aqui há mais de duas horas, tens uma família, tens sua mulher, tens seus dois filhos, estou só preocupada do que ela vai pensar. - podia notar a sua apreensão.

- Tranquila, por favor! Para ela estou na casa do Pedro, e se caso ela ligar para o Pedro ele sabe o que fazer. E além do mais, acredito que ela nem esteja querendo mirar-me na cara. - não queria entrar naquele assunto, mas foi inevitável para fazer Itziar tranquilizar-se mais.

- Por? - tomou um gole do vinho enquanto pousava seus olhos fixamente aos meus, buscando uma resposta.

- Não precisamos conversar sobre isso, Itzi. Podemos aproveitar essa noite sem frustrações. - pisquei o olho esquerdo e bebi um gole do líquido que estava na minha taça.

- Sem problemas. Estou com uma dúvida... - disse - Por que comprou mais duas garrafas de vinho? Não vamos aguentar beber tanto e estás conduzindo.

- Se caso eu ficasse impossibilitado de conduzir, o que faria? - eu queria esse jogo de provocações, eu queria saber se estava nessa sozinho ou tinha a companhia dela.

- Não respondestes minha pergunta. - rebateu.

- Quero que tenhamos um próximo jantar, e esse vinho ficará contigo por garantia. - Sabia que naquela noite não íamos tomar todas as garrafas, mas eu quis pedir uma a mais deixar na casa dela para ter um próximo jantar, eu queria isso. - Como uma precaução de que vamos cumprir e que terá um próximo.

O jantar todo estava brando; ela elogiou a comida, me contou um pouco mais sobre o País Vasco, contei um pouco de onde eu vinha. Rimos demasiado e aproveitamos a companhia um do outro, - que na minha concepção era a melhor parte daquela noite.

Deixamos as louças na pia e seguimos para o sofá; coloquei a garrafa de vinho apoiada na mesa de centro e me acomodei. Itziar veio em seguida segurando a sua taça de vinho, tirou os sapatos e sentou de pernas cruzadas de frente para mim. Estava começando a ficar perigoso, tanto pelo horário, quanto pela quantidade ingerida de vinho.

- Estou preocupada... - ela afundou o rosto em uma das mãos e logo mirou-me.

- Não comeces… Vamos só aproveitar esse momento. - cruzei minha perna direita em cima da esquerda, apoiando a taça na minha perna e balancei um pouco no ar, tentando de alguma forma acalmar toda corrente elétrica que estava percorrendo todo meu corpo; apoiei minha cabeça no encosto do sofá e cerrei os olhos por alguns segundos.

- O que pensas? - suspirei fundo; não queria realmente dizer a ela o que eu estava pensando, aquilo poderia nos afetar profundamente.

- Nada… - soltei as palavras quase sem voz - Acho que o dia intenso deixou-me um pouco cansado…

- E ainda veio cozinhar para uma companheira de cena, além do mais a cozinha estava totalmente um caos. - antes que ela pudesse tentar buscar mais palavras, voltei com minha postura e a mirei nos olhos.

- Não… Isso não me esgotou, muito pelo contrário, acredite... isso me acalmou. - eu estava melhor em estar ali, mas de alguma maneira a presença dela me inquietava e passava cenas em minha cabeça que eu saberia que não poderia reproduzir.

- Se sentes culpado de estar aqui comigo? - arqueou as sobrancelhas e fitou-me esperando uma resposta.

- Me sinto culpado, mas não por estar aqui… Me sinto culpado por não me sentir culpado - falei em um tom que certamente ela não teria dúvidas disso - Gosto da sua presença, ela me inquieta, mas me transmite paz.  - soltei sem rubor, era o vinho. - E tu? Se sentes culpada de receber um homem em teu apartamento, dele ter cozinhado para ti, dele estar tomando um vinho sentado no seu sofá? - ela tomou um gole do vinho, provavelmente buscando alguma resposta mais descomplicada.

- Culpa não seria a palavra apropriada para utilizar. 

- E qual seria? - rebati.

- Queres mesmo entrar nesse assunto? - perguntou serena.

- Entendi, cambiaremos o tema. - bebi mais um gole do vinho e prontamente peguei a garrafa para completar com um pouco mais do líquido… Nossa segunda garrafa estava acabando.

- Estou muito contente do trabalho que estamos fazendo, - fundou outro tema de conversação - Vejo que Jesus está exultante com o casal.

- Queria mesmo falar contigo sobre a cena de hoje, - senti meu corpo se arrepiar só de pensar no toque daquela mulher novamente; ainda não consegui distinguir essas sensações que eu tinha com ela - Achei inverosímil o impulso da Raquel beijá-lo, e até mesmo esse primeiro beijo deles, meio.... - tomei mais um gole do vinho - Um pouco desacertado… digamos… Como posso explicar?

- Compreendi, algo novo para eles. Uma espécie de conhecimento e encaixe que no primeiro beijo normalmente é custoso.

- Exatamente, compartilho da mesma ideia. Até achei incrível da parte do Jesus deixar com que as outras cenas fossem feitas em outro dia, assim já ganharíamos mais intimidade para fazer o restante da cena mais… intensa, diria eu. Sendo um beijo mais encaixado, mais… - nessa altura eu já não estava pensando em nada, tínhamos apenas mais um dedo de vinho em cada taça; a garrafa estava totalmente seca.

- Mais….? - Itziar por favor… não me perguntes, não me peças para completar minha frase.

- Não sei… - eu estava gaguejando, meu corpo estava se aproximando mais do dela inconscientemente, estava sentindo meu corpo arder por inteiro. “Álvaro não”, busquei repetir isso em minha mente por mais vezes.

-  Porventura algo mais familiar? - a sua voz rouca e seus olhos lascivos estavam convidativos.

“Álvaro não!”

“Álvaro não!”

- Isso… Algo mais habituado. Como se o encaixe do beijo tivesse ocorrido. - engoli o restante do líquido da taça e apoiei na mesa de centro e assim Itziar me acompanhou.

- E como faríamos para passar isso?

A sua voz estava totalmente, incrivelmente, perfeitamente sedutora; limpei a garganta e me ajeitei no sofá, ela ainda estava de frente para mim. Não queria mirá-la, mas senti o peso do seu olhar em cima de mim e virei minha cabeça para vê-la melhor, joder!!! Senti palpitações por dentro das minhas calças e sentei um pouco de lado para tentar amenizar ou disfarçar; agora estávamos frente a frente.

Meu corpo por inteiro sentia correntes elétricas, meu rosto estava ardendo, por dentro das minhas calças estava em chamas, eu não podia! Eu queria, mas não podia. Cocei meus olhos buscando sanidade naquele momento, mas o vinho estava tomando conta do meu corpo, dos meus sentidos, dos meus desejos e das minhas ações.

- Ainda não me respondeu como faríamos... Estou esperando. - a luxúria que estava em seus olhos e o tom sedutor da sua voz mostrava que ela queria tanto quanto eu.

- N-n-n-ão s-e-e-e-i… - eu gaguejava igual um adolescente inconsciente e apaixonado.

- Acho que nas gravações Jesus nos oriente algo… - fiquei em silêncio por alguns segundos e por mais que eu tentei resistir, aquele meu corpo estava com vida própria.

- Talvez consigamos juntos aprender o encaixe perfeito… - eu não queria ter falado isso, mas após o meu último gole, deixei que o impulso fosse meu meio de tomar ações.

- Como? - perguntou fitando-me por inteiro.

- Assim... 

Em um ato de insanidade colei nossos lábios um no outro, a minha mão pousou em sua nuca, segurando firme nos seus fios de cabelo enquanto a outra mão pousava na sua cintura aproximando seu corpo do meu. Suas mãos correspondiam totalmente com meu toque, foi o vinho. Nossas línguas dançavam em uma sintonia ainda nova para ambos, o beijo estava intenso, cheio de luxúria e sedução. Senti que suas mãos enroscaram em meus fios de cabelo, mantendo a minha boca colada na dela; não queria respirar, queria senti-la.

Minhas pulsações por baixo da calça estava ainda mais exorbitantes. O beijo em uma velocidade mediana, mas antes que eu pudesse soltar os seus lábios, uma  das mãos dela que estava segurando meu cabelo, foi de encontro à minha que pousava na sua nuca, a segurou firmemente e a levou até a sua intimidade. Assim que os meus dedos tocaram a sua calcinha, eu podia jurar que tinha chegado ao céu. Respirações descompensadas, mãos ágeis e bocas insaciáveis, assim estávamos os dois, completamente desnorteados e excitados com carícias e toques.  

A minha mão se movia lentamente,ao ritmo dela. A fez subir e descer para que eu sentisse a sua humidade, o seu calor,  aquilo me descontrolou totalmente.

- Vês agora como fico ao seu toque? - sussurrou entre o beijo.

Continuei acariciando a sua intimidade por cima do tecido da sua calcinha, eu poderia passar ali o resto dos meus dias, apenas me perdendo naqueles toques. Sentia o desespero dela pelo meu toque e sem mais ela passou a sua perna pelo meu corpo, deixando-a na mais plena carícias dos sexos; com ela sentada no meu colo, de frente para mim. Nossas bocas não se desuniram nenhum segundo; nós já tínhamos o beijo perfeito para a cena, mas queríamos mais.

Levei minhas mãos até sua cintura a pressionando firmemente contra meu corpo; minha intimidade estava explodindo por dentro da calça e ela claramente percebeu e com agilidade, desabotoou minha peça de roupa e a abaixou o suficiente para meu pau ficar um pouco mais livre, mesmo que ainda coberto pelo tecido da cueca. 

O seu quadril se movimentava numa dança absolutamente hipnotizante e prazerosa, a sua intimidade entrava em contato com meu pau; joder ela poderia matar-me de prazer a qualquer instante se não fossem os tecidos que nos separavam.

Estávamos nos beijando com luxúria e desejo; totalmente entregues um ao outro. Estávamos ofegante; buscamos o ar que aquele beijo completo e saboroso nos tirou - e eu poderia sucumbir afogado em seus lábios.

Estava entregue à ela.

Eu precisava desesperadamente senti-la.

- Preciso estar dentro de ti. - sussurrei em meio ao beijo lascivo.


Notas Finais


Basorexia: incontrolável desejo de beijar alguém.


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