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História Sinergia - Capítulo 9


Escrita por: anggieparra

Notas do Autor


O Quartzo Rosa é a pedra do amor e da paz que possibilita a cura interior e a purificação do corpo emocional através da ativação do Chakra do coração. Ele repele as energias negativas e potencializa as vibrações do amor, possibilita harmonia e paz em relacionamentos estabelecidos e ao ambiente familiar.

Capítulo 9 - Quartzo Rosa


“A imaginação muitas vezes conduz-nos a mundos a que nunca fomos, mas que temos vontade e medo muitas vezes. Claro, a imaginação é a visão da qual a alma quer estar presente, com ela podemos fazer e dizer coisas que ficarão guardadas somente conosco; até termos vontade de torná-las reais” - Carl Sagan, Joseph Joubert e Anggie Parra com adaptação.

 

Itziar

Sentada no colo dele, sentindo o seu sexo por baixo dos tecidos foi o melhor lugar que eu estive em todo momento em Madrid. As mãos daquele homem em minha cintura, a intensidade na qual ele colocava ao me tocar, tinha acabado com toda minha sanidade.

Segurei seu rosto com minhas mãos e olhei profundamente seus olhos, estavam cheios de luxúria, de desejo, de volúpia; sabia que o meu não era distinto.

Nossos lábios se juntaram cheios de intensidade, senti sua língua dançar no mesmo ritmo que a minha; eu estava pronta para receber aquele homem dentro de mim, eu queria isso. Naquele momento não parecia errado, nós estávamos desfrutando de um desejo que ambos estavam sentindo há muito tempo.

Álvaro levou a boca dele ao meu ouvido e mordeu levemente o lóbulo da minha orelha, me deixando totalmente mais excitada. Rebolei sentindo a sua ereção por cima dos tecidos; minha calcinha estava encharcada, queria urgentemente que aqueles tecidos todos fossem retirados, nos liberando sentir pele com pele, líquido com líquido.

Mordisquei o seu lábio inferior e segurei firme seus fios de cabelo.

Nos olhamos profundamente e ele afastou um pouco da minha calcinha, passou dois dedos por toda minha intimidade, sentindo toda minha umidade. Gemi em seu ouvido e por alguns segundos revirei o olho ao sentir colocar dois dedos dentro de mim; soltei um gemido alto enquanto abafava a minha cabeça em seu ombro, tentando não gemer muito alto com aquele toque profundo.

- Podes gemer, podes gemer enquanto chama-me pelo meu nome, cariño - ele sussurrou em meu ouvido; aquela voz rouca tinha estremecido todo meu corpo, ele queria me ouvir chamá-lo naquele momento de luxúria.

Álvaro em um ato profissional estava acariciando o meu clítoris, me deixando totalmente dominada. Pendi minha cabeça para trás, mexendo o quadril até os dedos dele encontrar novamente a minha entrada.

- Ain Álvaro… - soltei sem qualquer cerimônia.

- Como sua intimidade é gostosa, e ainda nem senti o gosto dela. - seus dedos seguraram meu cabelo e nos colocou novamente para mirarmos no fundo dos olhos.

Ele me beijou com lascividade, com luxúria, eu saberia que poderia explodir e gozar ali apenas com o toque dos seus lábios.

Peguei seu braço e tirei seus dedos de dentro de mim, o olhei profundamente em seus olhos enquanto levava seus dedos em minha boca, chupando com muita dedicação. Lambi os lábios e terminei chupando novamente seus dedos, limpando cada umidade que restava.

- Joder Itziar, vais matar-me. 

Em um ato ágil ele começou a remover minha calcinha e eu estava totalmente rendida aquele homem, infelizmente meu telefone começou a tocar incansavelmente, Álvaro já estava tirando a roupa, poderíamos ignorar, mas a outra pessoa estava infatigável.

- Podes contestar. - sua voz estava falha, estava ofegante, assim como a minha; meu peito subia e descia euforicamente.

Saí do colo dele e segui de encontro ao meu celular, olhei pela tela e revirei os olhos no mesmo instante. Tudo começou a vir, ele tinha esposa, eu tinha o Roberto, ele era pai e aquilo estava muito errado.

- É o Roberto. - apontei para o celular e olhei fixamente para ele.

- Estou indo, não quero atrapalhar. Depois nos falamos melhor.

Em questão de segundos Álvaro não estava mais no meu apartamento, como Roberto já tinha ligado pela quinta vez, - ele iria ligar a sexta, - e eu esperei para que minha respiração se normalizasse. Como já imaginava, o telefone tocou pela sexta vez.

- Roberto? - disse calmamente, tentando passar uma voz de sono.

- Itziar, por que demoraste tanto para atender? Estou ligando pela sexta vez consecutiva. - a voz dele estava um pouco alterada, imaginei que estivesse bêbado.

- Estava dormindo, não percebeste? Acredito que seja tarde, não? - olhei na tela do celular para conferir o horário que Álvaro estava saindo da minha casa, joder, quase 1:00am da madrugada. - Quase 1:00am da MADRUGADA, JODER!!

- Ainda estás irritada com nossa discussão? - revirei os olhos e joguei meu corpo naquele sofá em que estávamos nos beijando ferozmente.

- Roberto, não tens nada a ver com a discussão anterior, mas não tens a noção? Trabalhei o dia todo, e estás me ligando às 1:00am? Que queres?

- Tens algumas bebidas aqui na promoção, qual queres que eu leve para Madrid?

- Que? Estás me ligando para perguntar que bebida quero? Roberto, temos bebidas em Madrid, e vens em 2 semanas para cá. Posso comprar bebida para que fiques bêbado aqui no apartamento.

- As bebidas do País Basco são melhores, a de Madrid não tem a mesma qualidade - replicou.

- Roberto, são as mesmas bebidas. Mira, não creio que me interrompeu para esse assunto inútil.

- Te interrompi? O que estavas fazendo? - joder, como iria sair dessa?

- Estava dormindo, me interrompeu de ter meu sono após um dia cansativo e cheio de gravações. Roberto, amanhã nos falamos. Vou voltar a dormir que estou exausta. Boa noite.

Desliguei o telefone sem pensar duas vezes e sem esperar que ele respondesse. Mirei todo aquele cenário; estava aos beijos com um homem que eu trabalho no sofá da minha casa… Joder!!! Passei as mãos pelos cabelos e respirei profundamente, buscando entender o que tinha se passado naquela sala. Ele tinha o beijo como jamais senti em toda minha vida, o toque daquele homem… Estava jodida!!!! Passei os dedos pelos meus lábios buscando ainda sentir um pouco do gosto daquela boca.

“O que fizeste comigo Álvaro Antonio Garcia?” 
 

Álvaro

Mãos suadas, cabelos bagunçados e uma forte ereção; estava assim neste momento!

A vontade de voltar para os braços - do que agora parecia ser o meu mundo - era nula, na verdade nenhuma parte do meu corpo tinha vontade de deixar a casa dela, de deixá-la ali com tanto desejo, assim como eu. Tinha ganas de saciá-la até o último segundo que eu pudesse.

Caminhei até o carro tentando manter o equilíbrio, aquele desejo que estava sob meu corpo estava me tirando até o movimento sóbrio de andar, Itziar estava fazendo com que meu corpo descobrisse coisas que eu jamais pensei. Abri a porta do carro ainda ofegante, e me deixei cair sobre o banco. Eu precisava respirar.

O incômodo no meu pau não me deixava nem dar marcha para ir para casa; e por muito que eu soubesse que era errado fazer aquilo, eu não conseguia deixar de sentir: o seu cheiro, o seu toque, os movimentos do seu quadril e sussurros em meu ouvido. Pensando em tudo que passamos no seu apartamento e todo desejo que estava instaurado em mim, lentamente apoiei a cabeça no volante e fechei meus olhos: eu não poderia ir embora sem terminar o que tínhamos começado.

Saí do carro rapidamente e subi novamente para a sua casa, bati algumas vezes na porta e logo estava ela; cabelos bagunçados e lábios inchados, ela queria tanto quanto eu. Antes que eu pudesse falar alguma coisa, ela pulou em meu colo envolvendo a sua perna em meu corpo e me beijando lascivamente. A segurei pelas  suas nádegas e senti sua mão em minha nuca,  enquanto nossas línguas dançavam em um ritmo de euforia.

Aquele beijo me deixou totalmente rendido à ela; ter voltado foi a melhor coisa que eu poderia ter feito. 

A coloquei em cima do balcão da pia - cômodo que estava mais próximo - segurei seu rosto em minhas mãos me dando mais precisão daquele beijo que aos poucos estava ficando lento; suas mãos estavam segurando meu pescoço com força, ele queria manter nossos lábios colados e eu também. Nossas respirações estavam ofegantes, necessitando um pouco de ar, mas continuei sentindo o gosto daquela boca; nossas línguas estavam em uma sintonia inverossímil.

- Vais matar-me - Itziar sussurrou quase que sem voz e voltou a colar nossos lábios.

Passei minhas mãos  por suas costas nuas e encontrei o zíper do vestido, abrindo lentamente, no mesmo ritmo que nossas línguas dançavam. Abaixei seu vestido até a sua cintura e comecei a beijar seu ombro; pude notar cada pintinha ali presente. Beijei seu ombro esquerdo e lambi calmamente cada pintinha, senti seu corpo arrepiar e suas mãos puxarem meu cabelo. Aos poucos entre beijos e lambidas cheguei em um dos seus seios, com uma mão acariciei o bico de um com movimentos circulares e abocanhei o outro, passei a língua em um ritmo tranquilo em movimentos circulares e dei algumas mordidas.

Ela puxou meu cabelo levando meus lábios novamente para os dela, senti o toque do seu beijo com delicadeza, com desejo, com luxúria.

- Me leva para o quarto - ela disse em meio ao beijo com a voz embargada.

A segurei pelas nádegas com uma das mãos e com a outra levei até suas costas nuas, acariciei cada centímetro daquela mulher, eu estava enfeitiçado. Fui guiado até o quarto dela em meio aquele beijo lento, molhado e com muita volúpia. Senti a boca dela em meu pescoço, lambendo e me deixando cada vez mais ereto.

Ainda com ela nos braços, apoiei meu joelho na sua cama e a deitei, nossos corpos não se desgrudaram por algum segundo; nosso beijo continuava com aquela calmaria, com aquele desejo de conhecer cada extremidade da sua boca. Eu queria conhecê-la como se fosse minha.

Desci e a beijei por dentro da coxa, ouvi um gemido abafado saindo de sua boca e continuei lambendo toda a extremidade da sua perna, queria deixá-la totalmente com desejo de mais, por isso subi novamente para beijar a sua boca.

- Queres matar-me. - falou entre os beijos enquanto abria um sorriso largo.

- Quero que tu me mates primeiro. - nos olhamos e  sorrimos.

Com delicadeza levei suas mãos para o topo da sua cabeça e a beijei enquanto segurava suas mãos. Senti a sua vontade em me tocar, mas naquele momento eu estava no comando e queria que ela sentisse o que ela fazia comigo.

Me ajoelhei com a perna entre o corpo dela para poder me livrar da minha camisa; desabotoei os botões e ela não perdeu tempo, lambeu toda minha barriga e desceu para o cós da minha calça.

- Joder!! - abaixei e emoldurei seu rosto entre minhas mãos, não queria que a gente sentisse o gosto um do outro sem nos sentir primeiro; aquele momento tínhamos que sentir um ao outro juntos.

Nossas línguas dançavam em uma sincronia incomparável com qualquer pessoa que eu já tive a possibilidade de tocar. O beijo foi lento e profundo, nossas línguas se enastava com urgência, o beijo era quente e molhado. Aquele beijo me levou ao prazer mais absoluto, aquele beijo nos conectou antes mesmo de tirarmos a roupa. Já estávamos nus mesmo vestidos; aquele beijo conectou nossas almas.

Tirei minha roupa rapidamente e em seguida puxei o vestido e a sua calcinha, passando entre as suas pernas jogando-as no chão. Estava novamente em cima dela, nossas bocas novamente se tocaram e sem nenhuma cerimônia a preenchi centímetro por centímetro com meu pau; eu estava duro e ela molhada, perfeitos um para o outro.

Itziar pendeu a cabeça para trás gemendo em um sussurro, já dava para notar um pouco de suor em seu rosto - ainda nem estávamos onde eu queria. Ela se apoiou com os cotovelos e nos olhamos, puder ver desejo, luxúria, volúpia em seu olhar - eu estava da mesma maneira.

A tomei em um beijo ardente e sexy, eu precisava fode-la com a boca com o pau. Enquanto movimentava meu quadril para preenchê-la profundamente, minha boca estava explorando cada centímetro da sua boca. Nossas línguas dançavam juntas, em uma congruência inabalável. Seu gosto era doce.

Suas pernas se envolveram em meu corpo e seus braços em meu pescoço, eu estava totalmente colado à ela, estávamos totalmente completos; em toda minha vida nunca me senti tão encaixado como eu estava com ela.

As últimas estocadas foram fortes e cheias de desejo; senti espasmos em seu corpo enquanto ela me abraçava com mais força e a sua intimidade me apertava em uma sincronia. Vê-la se derramar para mim foi o suficiente para que eu em seguida me derramasse por ela.

Rimos um para o outro e nos tomamos a boca novamente, sentindo cada toque e cada centímetro daquele beijo lento e cheio de gozo.

Foi nesse momento que saí do transe.

Abri meus olhos e vi que estava apoiado com a cabeça no volante e ainda com meu sexo duro. Deixei que minha mão descesse em direção a minha calça, e rapidamente soltei o meu membro, o libertando de todos os tecidos.

A minha mão direita envolveu levemente o meu pau que estava completamente duro; ela o tinha feito aquilo. Instintivamente com meu toque, os meus olhos se fecharam, a respiração não parecia querer normalizar e as imagens dela e daquele transe passavam em looping pela minha cabeça.

Movimentos leves e certeiros, conseguia imaginar como seria a mão dela envolvendo meu pau firmemente, como seria tê-la ali, beijando-me o pescoço, os lábios, com sua boca descendo pelo meu tórax, e com a ponta dos dedos tocando levemente a minha barriga enquanto lambia toda extremidade.

Quanto mais eu pensava nela mais intensos ficavam os movimentos, e era tão errado pensar nela fazendo isso, mas a Vasca me causava tudo aquilo. Tudo nela me excitava: seu corpo, seu cabelo, sua maravilhosa bunda que há minutos atrás estava dançando sobre o meu colo; puta merda ela era maravilhosa.

Meus movimentos eram rápidos e desesperados, de repente a imagem dela em lingerie preta com uma liga da mesma cor envolvendo suas maravilhosas coxas vieram na minha cabeça, as veias do meu pau pareciam explodir a qualquer momento de tesão.

O meu pau estava firme, duro como uma pedra, desde que eu estava na casa dela e começamos nosso jogo, - que certamente acabaria mal e nos faria acordar culpados no dia seguinte, - mas as suas reboladas me levaram ao paraíso, como eu queria tê-la cavalgando e rebolando sobre mim naquele momento, seus seios em minha boca enquanto um gemido rouco saía da sua boca perto do meu ouvido, me arrepiei só de imaginar, e suspirei pesadamente.

Apertei mais o meu sexo em minha mão e um gemido saiu dos meus lábios, aquela imagem dela ia me enlouquecer. 

Aumentei mais e mais a velocidade dos meus movimentos, a mão esquerda desceu até minha bolas, as massageando e pensando apenas nela; eu gozei, não conseguindo segurar o grunhido de prazer que saiu dos meus lábios no mesmo momento em que o gozo saiu livremente e escorreu em minha mão.

Por um momento eu esqueci que estava parado na rua, mais especificamente na frente da casa da minha colega de trabalho e eu tinha acabado de gozar pensando nela das mais variadas formas, e então abri meus olhos com receio que algum policial estivesse parado no vidro do carro; mas felizmente não.

A rua estava deserta e apenas a minha respiração ofegante era escutada, esperei que a fraqueza do meu corpo passasse e a minha respiração voltasse ao normal, mas cada vez que eu pensava no que tinha acabado de fazer me subia um desespero. Busquei me tranquilizar, eu já tinha feito, agora tinha que tentar recomeçar. Limpei a bagunça que eu acabara de fazer para não deixar nenhum rastro, coloquei meu volume para dentro da calça e fechei em seguida.

Meu coração ainda estava acelerado e meu corpo pedia para ficar ali parado até criar coragem para subir até o seu apartamento e fazer tudo que minha imaginação tinha projetado, então fiquei ali parado, tentando colocar a cabeça no lugar e decidir o que iria fazer.



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